Meu Diário
15/05/2019 00h10
CACOS

Oh! Minha irmã, em lágrimas derretida

De cujas dores sai todo o seu pranto

Pois fiques certa, aqui do meu canto

Existem dores tal qual que tua vida

 

Eu agradeço este seu presente

As tuas letras em mágoas, este livro

E que recolho, belos cacos de vidro

Para repor minha ventura, ausente

 

Vou pelo mundo, minha irmã na dor

Choro contigo a minha imensa mágoa

Lavo meu peito com essa abundante água

 

Prá quem não teve nesta vida amor

Eu te darei, minha irmã querida

Cacos de paixão, por ti, compadecida


Publicado por Sióstio de Lapa em 15/05/2019 às 00h10
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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr