Meu Diário
07/05/2024 00h01
SANTA CATARINA DE SIENA

            Vejamos um texto publicado pe Instituto Plinio Correia de Oliveira e que tem grande utilidade em nossa reflexão para os dias atuais, nos quais dependemos tanto, quase que exclusivamente da espiritualidade, para nos livrarmos das sombras do mal que pretendem cobrir o mundo, especialmente a nossa pátria, programada para ser o coração do mundo e pátria do Evangelho.



Santa Catarina de Siena



Disse Nosso Senhor a uma vidente:



O orgulho dos homens os tornou intratáveis; minha justiça os confundirá por um julgamento equitativo. Eu quero lhes proporcionar uma salutar confusão e, para isso, em minha divina sabedoria, lhes enviarei mulheres ignorantes e fracas pela natureza, mas sábias e poderosas por minha graça, a fim de confundir seu orgulho.



Uma dessas mulheres fracas e ignorantes que Nosso Senhor enviou ao mundo do fim da Idade Média foi Santa Catarina de Siena, a quem Ele dirigiu essas palavras, e cuja festa comemoramos hoje.



Nascida a 25 de março de 1347 em Siena, a caçula dos 25 filhos do tintureiro Giacomo di Benincasa, aos sete anos fez voto de virgindade; aos dezesseis cortou sua longa cabeleira para evitar um casamento, e aos dezoito recebeu o hábito das “Irmãs da Penitência de São Domingos”, ou seja, a Ordem Terceira dominicana. Vivia já aos vinte anos só de pão e água.



Foi agraciada com o “casamento místico”, recebeu os estigmas, e teve uma morte mística, durante a qual foi levada em espírito ao Inferno, ao Purgatório e ao Paraíso; teve também uma troca mística de coração com Nosso Senhor. Analfabeta, aprendeu a ler e escrever milagrosamente para poder cumprir a missão pública que Deus lhe destinava. Dirigia um número enorme de discípulos, os “caterinati”, entre os quais se encontravam gente do clero, da nobreza e do povo mais miúdo.



Um de seus discípulos, o bem-aventurado Raimundo de Cápua, frade dominicano e depois Geral da Ordem, seu confessor, foi também seu primeiro biógrafo. É dele que sabemos os pormenores dessa impressionante vida.



Todos seus contemporâneos dão testemunho de seu extraordinário charme, que prevalecia mesmo em meio da contínua perseguição a qual ela era sujeita por causa de suas “singularidades”, inclusive da parte dos frades de sua própria Ordem e de suas irmãs em religião.



Catarina amava apaixonadamente a Igreja e sofria vendo seus males. Suas obras externas haviam consistido, até então, em assistir os pobres e doentes, e dirigir seus discípulos. Mas era chegada a hora de ela também, a exemplo do Divino Mestre, começar sua vida pública. Para isso recebeu ordem formal de Nosso Senhor, que lhe prometeu que estaria com ela por sua graça. Assim, que nada temesse.



Sem nenhuma experiência política, Catarina colocou-se de frente face aos mais altos poderes de seu tempo. E não rogava; exigia, mandava: “Desejo e quero que façais desta maneira... Minha alma deseja que sejais assim... É a vontade de Deus e meu desejo... Fazei a vontade de Deus e a minha... Quero”. Assim falava à rainha de Nápoles, ao rei da França, ao tirano de Milão, aos bispos e mesmo ao Sumo Pontífice.



Em seu semblante havia algo que intimidava e seduzia ao mesmo tempo. Não é de admirar. Pois, como ela mesma escreveu em uma de suas cartas, “Tomei lições, como em sonhos, com o glorioso evangelista São João e com São Tomás de Aquino”.



Os Papas da época habitavam em Avignon, na França. Por isso Catarina implorou ao Papa Gregório XI que voltasse para Roma, reformasse o clero e a administração dos Estados Pontifícios, e atirou-se ardentemente em seu grande desígnio de uma Cruzada, na esperança de unir os poderes da Cristandade contra os infiéis e restaurar a paz na Itália, livrando-a das companhias de mercenários que a assolavam.



Realmente Gregório XI, ouvindo Catarina, deixou Avignon, apesar da oposição do rei francês e de quase todo o Sacro Colégio. Ele hesitou no caminho, e ela o conjurou a ir até o fim.



Mas estava escrito que a paz na Igreja não seria longa. Outra vez a república de Florença se revoltou contra o Papa, que apelou para Catarina. Rejeitada por aquela cidade, quase foi martirizada. O Papa também, gasto, envelhecido, sofrido, não resistiu e entregou sua alma a Deus.



Os cardeais elegem o arcebispo de Bari ao trono de São Pedro, que toma o nome de Urbano VI. Conhecendo já Catarina, e vendo nela o espírito de Deus, o novo Pontífice a chamou a Roma para estar a seu lado. E era muito necessário, pois alguns cardeais franceses, desgostosos da rigidez do novo Papa, voltaram para Avignon, anularam a eleição de Urbano, e elegeram o antipapa Clemente VII. Começa assim o grande cisma do Ocidente.



Catarina era agraciada por  Deus com a revelação de coisas futuras. E Deus lhe revelava coisas sublimes e terríveis, como veremos. Ela pediu aos seus secretários que, assim que a vissem entrar em êxtase, anotassem suas palavras. Daí nasceu o livro do Diálogo entre uma alma (a dela) e Deus, conhecido hoje em dia pelo nome de “Diálogo”.



Eis as palavras que Deus Nosso Senhor lhe disse um dia, e que são muito atuais em nossos tempos:



Filha querida, ao participar da Eucaristia, exijo de vós e dos sacerdotes toda a pureza que é possível nesta vida (...) sobretudo dos ministros. Mas eles fazem exatamente o contrário. Estão inteiramente imundos. E o pior é que não se trata apenas daquela fraqueza natural que a razão pode dominar quando a vontade o quer. Esses infelizes, não somente não refreiam tal tendência, mas fazem algo de muito pior e caem no vício contra a natureza [isto é, no homossexualismo]. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. (...) Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; mas por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. Eles atiram as flechas envenenadas da concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido — “O Diálogo”, Editora Paulus, São Paulo, 1985, 3ª. edição, pp. 259,260



Santa Catarina faleceu no dia 29 de abril de 1380, aos trinta e três anos de idade. É a Patrona da Itália e foi proclamada “Doutora da Igreja” por Paulo VI em outubro de 1980.



O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira é uma associação de direito privado, pessoa jurídica de fins não econômicos, nos termos do novo Código Civil. O IPCO foi fundado em 8 de dezembro de 2006 por um grupo de discípulos do saudoso líder católico brasileiro, por iniciativa do Eng° Adolpho Lindenberg, seu primo-irmão e um de seus primeiros seguidores, o qual assumiu a presidência da entidade.



São exemplos como este de Santa Catarina de Siena que não temos mais oportunidade de ver como antes acontecia com mais frequência. Mas certamente Deus está atento ao que está acontecendo e levanta pessoas, como o Bolsonaro, quando acha conveniente, para ajustar o pensamento de muitos que possuem boas intenções no coração e a alma da nação.



Publicado por Sióstio de Lapa em 07/05/2024 às 00h01
 
06/05/2024 00h01
FÉ, ORAÇÃO E CÉREBRO

            Este texto escrito por Emerson de Oliveira em 03-05-2024 e publicado no site Logos Apologética, merece ser disponibilizado aqui para a nossa reflexão.



 



Como a fé e a oração beneficiam o cérebro










 



Evágrio, um grande santo do século IV, aspirava honrar a Deus e dedicar sua vida a grandes propósitos. Na última edição, falei sobre os oito pensamentos mortais que ele identificou e que limitam a nossa vida com Deus. Acho fascinante que descobertas recentes sobre o cérebro humano tenham confirmado algumas de suas intuições sobre o efeito destrutivo da raiva e de outras emoções negativas.



“Como Deus muda nosso cérebro: descobertas inovadoras de um neurocientista líder” não é um livro explicitamente cristão. Um dos autores, Dr. Andrew Newberg, diz: “Muitos de vocês estão se perguntando: eu acredito em Deus? Nem tenho certeza se Deus existe. Meu sócio, Mark [Mark Robert Waldman], não acredita que Deus exista. Eu não tenho certeza. Mas o que podemos provar é que acreditar que Deus existe é fundamentalmente bom para você como ser humano.”



Newberg identificou várias coisas que descobriu sobre o efeito da contemplação religiosa no cérebro humano. Primeiro, dedicar 12 minutos de reflexão pessoal e oração todos os dias causa um impacto profundo em nosso cérebro. Fortalece um circuito neural único que aumenta especificamente a nossa consciência social e empatia e ajuda-nos a amar o próximo, desenvolvendo um elevado sentido de compaixão e subjugando emoções negativas. Qual é um dos sentimentos mais destrutivos? Raiva. O que a raiva faz? Isso nos isola das outras pessoas. Isso nos isola. Destrói a comunidade à medida que nos retraímos dentro de nós mesmos.



A segunda é a neuroplasticidade: nosso cérebro não é fixo como um molde de plástico, é ágil. Antigamente, os cientistas pensavam que o nosso cérebro crescia e se desenvolvia durante vários anos e depois chegava a um ponto em que começava a decair e a sofrer erosão lentamente. Mas agora sabemos que os cérebros continuam a desenvolver-se como resultado das experiências e comportamentos que praticamos todos os dias. Por exemplo, Newberg diz que podemos ter memórias que continuam a assumir novas formas simplesmente pela forma como as repetimos para nós mesmos. Na verdade, eles se tornam independentes das coisas que lembramos.



Terceiro, como nosso cérebro muda constantemente, precisamos estar atentos se estamos nos desenvolvendo de maneira boa ou destrutiva. As disciplinas que praticamos todos os dias, todas as semanas, todos os anos moldam fundamentalmente o destino da nossa vida, e precisamos de estar conscientes da medida em que o nosso comportamento afeta o nosso cérebro.



A quarta é que a oração e a reflexão pessoal nos ajudam a manter um equilíbrio saudável na vida. Acredito que cada um de nós precisa passar uma pequena parte de cada dia em oração e reflexão pessoal. Eu preciso disso. Você precisa disso. Não importa os quão ocupados estejamos, temos que abrir espaço para conhecermos as nossas prioridades e os nossos valores e podermos avaliar até que ponto os estamos cumprindo. Precisamos nos perguntar diariamente: “Que ajustes preciso fazer para desenvolver minha vida com Deus?”



Newberg descreve oito coisas que podemos fazer para moldar positivamente o nosso cérebro. Ele começa com o valor de manter a fé religiosa pessoal e acrescenta passar tempo todos os dias em oração e reflexão pessoal. Também é importante conversar com outras pessoas e fazer parte de uma comunidade. O exercício aeróbico também ajuda nosso cérebro a se desenvolver. O mesmo acontece com o bocejo, que, segundo Newberg, concentra nossa atenção. Outra atividade é ouvir 12 minutos de música relaxante todos os dias. Manter-se intelectualmente ativo e tornar-se um aprendiz ao longo da vida também beneficia o cérebro. Finalmente, ele diz que sorrir constrói comunidade. Pessoas que sorriem atraem outras; aqueles que franzem a testa ou demonstram raiva afastam as pessoas.



É interessante reunir o livro de Newberg com Evagrius e seu tratamento da raiva. Observando que a raiva separa as comunidades, Evagrius chamou-a de a paixão mais temida, uma ira fervente contra aqueles que pensamos que nos prejudicaram.



Todos nós lutamos uma vez ou outra com esta emoção, que Newberg descreve como a mais primitiva e difícil de controlar. A raiva interrompe o funcionamento dos nossos lobos frontais e faz com que percamos a capacidade de compaixão e empatia. Também libera uma cascata de substâncias neuroquímicas que destroem as partes do cérebro que controlam as reações emocionais. Em outras palavras, a raiva faz com que percamos a capacidade de autorregulação, de dar uma resposta ponderada, independentemente do estímulo. Curiosamente, Evágrio identificou a brandura, ou a capacidade de autocontrole, como a virtude divina que corresponde ao pensamento mortal de raiva.



Quando nos concentramos de forma intensa e consistente em nossos valores espirituais, aumentamos o fluxo sanguíneo para os lobos frontais e para o cíngulo anterior, o que faz com que a atividade nos centros emocionais do nosso cérebro diminua. Isso ajuda-nos a desenvolver a capacidade de dar respostas que mantenham e até restaurem a comunidade. Mas a intenção consciente é a chave. Quanto mais nos concentramos em nossos valores internos, mais podemos assumir o controle de nossa vida.



Portanto, convido você a se juntar a mim na reflexão sobre as Escrituras e a passar tempo em oração todos os dias, enquanto continuamos a desenvolver nossa vida com Deus e a moldar nosso futuro de maneiras profundas.



Muito interessante as informações e que têm utilidade em nossa prática cotidiana no sentido de mantermos o nosso cérebro e comportamento ajustados para uma boa evolução no tempo que dispomos aqui na dimensão espiritual.



 




Publicado por Sióstio de Lapa em 06/05/2024 às 00h01
 
05/05/2024 00h01
O ORNEJO DO BURRO

            Mikail Naaimé, pensador e escritor das letras árabes, escreveu certa vez: “Para os burros, a voz mais melodiosa é ornejo do burro”.



            Fiquei a refletir sobre a aplicação dessa frase para a situação que vivemos no Brasil. Qual o significado de “burro” quando aplicado às nossas relações sociais? “Indivíduo ignorante, estúpido, sem inteligência, de natureza obstinada, símbolo da estupidez”.



            Verificamos com bastante clareza a ação perversa de um gestor público que dirige a nossa nação, que se orgulha de não gostar de livros e que menospreza quem fez carreira acadêmica, e prefere jogar toda sua energia na carreira política.



            Dentro desse perfil, podemos considera-lo como “burro”? Se considerarmos sua ignorância em uma carreira acadêmica por mínima que seja, sim!



            Mas se considerarmos a estupidez, a falta de inteligência, de discernimento, não!



            Ele tem a inteligência bem aguçada para perseguir os seus ideais, com um bom discernimento de quem pode ajudar para ele atingir as suas metas. Este é o ponto de grande sucesso dele. Saber discernir do comportamento das pessoas ao redor quem não possui bons critérios éticos e morais e que podem ser cooptados para os seus interesses à custa de uma boa recompensa ou promessa disso.



            Aqui observamos a “queda-de-braço” que ele fazia desde os tempos de sindicalista, travando com sua inteligência o embate com a inteligência de todos ao redor, conseguindo ampliar cada vez mais o seu campo de atuação, colocando sempre argumentos corretos para vencer a disputa, mesmo que a narrativa que construísse não correspondesse à realidade. Conseguia discernir naquelas pessoas mais próximas quais tinham o menor critério ético, a maior sanha egoísta e que tivessem coragem de assumir como delas as falsas narrativas, consciente ou inconscientemente.



            Nesse embate de inteligência teve um sucesso tão estrondoso que chegou a ocupar por três vezes a presidência da República. Podemos chamar uma pessoa dessa de “burro”, baseado na inteligência? Uma pessoa que colocou sob sua liderança outras pessoas de alta expressão acadêmica, jurista, parlamentar e até eclesiástica? Uma pessoa que aparelhou instituições e dilapidou os recursos financeiros da nação? Uma pessoa que emergiu da pobreza de forma meteórica se tornando milionário com sua parentela, com presentes e outras fontes de renda lícitas e ilícitas? Não é um “burro” e sim um gênio!



            O que devemos considerar agora é a nossa condição: será que neste contexto os “burros” somos nós? Que colaboramos com nossas atitudes, suor e lágrimas para esse enriquecimento ilícito e poderio sem ética? Será que não conseguimos fazer o correto discernimento do que acontece e rejeitar as falsas narrativas?



            Este é o nosso grande teste cognitivo, individual e coletivo. Isso extrapola o campo da inteligência e vai até os princípios éticos e morais que possuímos dentro da personalidade, das intenções e motivações. Se este cabedal cognitivo sintoniza com as falsas narrativas e com o que elas podem oferecer, não vai haver mudança.



            Acontece que fomos criados por Deus com uma natureza animal, mas que foi animada pelo Seu hálito, para que essa espiritualidade divina consiga superar a animalidade egoísta.



            Assim, observamos que hoje, a grande maioria de nossa gente desperta da hipnose das falsas narrativas e enche as ruas de todo o país, de forma pacífica, pedindo e exigindo para que os princípios éticos sejam respeitados, mesmo com todo tipo de ameaças, perseguições e punições que somos submetidos. Esta é a prova de que também não somos “burros”.



            Mas existem muitas pessoas que não conseguem fazer o correto discernimento ou que evitam confrontar a realidade com suas crenças e gerar a dissonância cognitiva, que a iria fazer sofrer. São essas pessoas que ainda continuam a perceber a voz melodiosa, o ornejo do que hoje consideramos “burro”, não com base em sua inteligência, mas com base na incapacidade de discernir a importância do caminho da verdade, da justiça, da solidariedade, que leva à família universal, ao Reino de Deus.



Publicado por Sióstio de Lapa em 05/05/2024 às 00h01
 
04/05/2024 00h01
ABORTO, DIREITO E VIDA

            Este é um vídeo que circula nas redes sociais e que digitei neste espaço para nossa reflexão.



            Não estou aqui para incitar ódio às pessoas que defendem essa prática, mas sim para conscientizar aqueles que assim como nós ainda irão formar famílias.



            Eu gostaria, com meu pronunciamento, defender aqueles que não podem estar aqui para se defender. E, talvez, nunca poderão estar aqui, pois esse direito pode ser tirado deles.



            Mais precisamente estou aqui em favor da vida. Da vida de milhares de crianças que podem nunca ver a luz do sol, pela decisão de uma única pessoa que se viu no direito de interromper o milagre da vida que está sendo formada em seu interior.



            E eu falo do aborto. Por isso, peço a vocês que prestem ao máximo sua atenção às minhas palavras.



            Em 10 de novembro de 1948 foi aprovada pela Assembleia Geral da ONU o que mais tarde seria um dos documentos mais famosos do mundo: a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ela confirma a liberdade aos direitos e dignidade humana. E eu gostaria de me ater ao artigo terceiro dessa Declaração, que diz: “Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e a segurança pessoal”. Não há especificação para pessoas já formadas. Isso nem faria sentido. O ser humano passa por formações até atingir o seu amadurecimento total aos 25 anos.



            E eu gostaria também de ler outro artigo dessa Declaração que diz o seguinte: “Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamadas na presente Declaração”. E é exatamente isso que eu estou fazendo aqui agora, invocando esses direitos às pessoas que mais precisam e podem nunca ter a oportunidade de fazer. Mas então, vocês me perguntam: por que ser contra o aborto?  Pois quando uma pessoa faz esse ato não está apenas matando uma vida, mas sim apagando da história um grande homem, uma grande mulher que poderia revolucionar o mundo.



            E eu creio e sei disso. Certa vez Deus disse à Jeremias: “Antes que te formaste no ventre, te conheci. E antes que te saísse da madre, santifiquei e nações te dei por profeta.” Ou seja, antes dele sair do ventre de sua mãe, Deus já tinha um propósito para a vida dele. E o mesmo se aplica a nós. Antes que alguém soubesse da sua existência, o Eterno já tinha sonhado com a gente e já nos conhecia pelo nome e conhecia nossa história inteira, o que nem nós conhecemos ainda.



            Mas se você não acredita em Deus e acha que precisa mais do que isso, então deixe que a criança escolha, porque é direito dela escolher se quer crer ou não. Ou pense nas pessoas mais famosas do mundo que o revolucionaram. O que aconteceria se elas não tivessem saído com vida dos ventres de suas mães? Como seria nossa sociedade?



            Porem, ao ouvir tudo isso ainda virão pessoas que continuarão a discordar e é direito delas. Porem nós, como seres humanos, temos que prezar pela ética e pela moral e fazer com que não haja possibilidade de se matar essa criança.



            Se você não quer cuidar e amar, então gere a criança e entregue a uma casa de adoção, pois existem muito mais pessoas ou famílias querendo adotar crianças, pois não conseguem, e tem pessoas que conseguem e querem matar.



            Por isso, quero deixar uma reflexão neste dia de hoje. Comece a pensar a favor da vida, pois todos temos o direito de viver. Quem á a favor do aborto também nasceu e cresceu e agora neste momento quer tirar o mesmo direito de várias outras crianças.



            Por isso, neste dia, seja a favor da vida, diga não ao aborto!



            Este vídeo apela para a Declaração Universal dos Direitos Humanos onde é colocado de forma frontal o direito e a vida. A mulher grávida tem direitos sobre seu corpo; o feto tem direitos sobre sua vida. São direitos que se contrapõem. Quem tem a prioridade? A vida ou o corpo? A vida tem prioridade. Mas, e os direitos da mulher quanto o seu corpo? Primeiro, ela deve ter conhecimento dos direitos da vida acima dos direitos do corpo. Foi isso que garantiu a existência dela. Ela tem o potencial de gerar em seu corpo a vida. Tem este direito e também a reponsabilidade, pois uma vez gerada a vida, esta tem a prioridade sobre qualquer outro direito. Se a mulher que usufruir dos prazeres e vantagens que o uso da máquina geracional pode oferecer, e não quer ter a responsabilidade com a vida gerada, então deve procurar meios para evitar que a vida seja gerada, mesmo usando a maquinaria sexual em busca dos prazeres ou vantagens. Este é o contrato ético que todos devemos ter com a vida, e qualquer tentativa de abusar ou rasgar esse contrato que todos nos, seres vivos, temos com a Natureza é sinal de patifaria, marginalidade, no mínimo de ingratidão.



Publicado por Sióstio de Lapa em 04/05/2024 às 00h01
 
03/05/2024 00h01
AQUI É CUBA

            Este é mais um texto, produzido pelo jornalista J.R. Guzzo, encimado pelo chamativo “Como disse Dirceu: ‘aqui já é cuba’, dominamos todos os poderes e até as Forças Armadas!!!’, os patriotas é que ainda não entenderam”. Este texto circula nas redes sociais e retrata com perfeição a situação ditatorial que vivemos hoje. Vejamos...



            A ideia do LULA/STF e de todos os Sistemas coligados, não é dar um golpe de Estado, no estilo comum dos golpes que o mundo todo conhece. Não haverá tanques nas ruas, nem tropas tomando as centrais de energia elétrica, nem fechamento do Congresso ou de qualquer outra “instituição”.



            Não haverá sessão conjunta da Câmara e Senado para anunciar o novo regime a ser descrito oficialmente! Continuará sendo essa mesma falácia e narrativa descrita como sendo um esforço de “heróis para salvar a democracia” no Brasil.



            A intenção é construir a ditadura passo a passo, com atos administrativos, portarias do Supremo Tribunal Federal e da sua coleção de “tribunais superiores” de Brasília, de decretos-lei baixados pelo presidente e assim por diante.



            Vamos anular leis aprovadas de forma legítima pelo Congresso, logicamente todas as que estiverem atrapalhando.



            Vão anular, por via do STF, até decisões anteriores do próprio STF, alegando que “o tempo passou” e a realidade agora é “outra”.



            Vão multiplicar “medidas provisórias” dando mais poderes a si próprios, criar serviços de repressão na estrutura do Estado e impor a censura nas redes sociais, como exposto acima.



            Vão “interpretar” a Constituição de forma a tornar legal tudo o que querem e ilegal tudo aquilo que não querem. Vão eliminar direitos, enfiar adversários na cadeia por atos de vontade do Poder Judiciário e expropriar propriedade privada, através de bloqueios de contas bancárias, multas e providências de “desmonetização”.



            Em suma: vão construir, com despachos do Palácio do Planalto, sentenças do STF e trapaças no Congresso, uma ditadura legal – e, a partir daí, exigir que todos obedeçam à legalidade que eles próprios criaram.



            É isso, exatamente, o que têm feito há anos seguidos e, mais ainda, depois que foram para o governo. Tem toda a cara de tirania – ou algo tão parecido que não dá para notar a diferença”.  



            Não é esta nossa verdade? A realidade que vivemos hoje? A inteligência das sombras está ocultando a Luz que o Cristo trouxe até nós. As igrejas estão sendo destruídas por dentro, o próprio Papa serve de ponta-de-lança dessa ofensiva. Somente os verdadeiros cristãos mais atentos percebem o que está acontecendo, mas não podem fazer nada administrativamente, pois como o texto coloca, todas as instituições foram tomadas de assalto “branco”, com falsas narrativas que impede a racionalização para ver a verdade e as pessoas honestas que são ameaçadas de morte e tem sua reputação destruída pelas mentiras descaradas. Chega a um ponto em que uma pessoa honesta não vota em outra pessoa honesta e corajosa com o argumento colocado pela mídia de que “ele é uma pessoa bruta, que trata as pessoas com ignorância e que banaliza a morte de tantos que foram vítimas da pandemia”. Não percebem que essa pessoa foi impedida de trabalhar corretamente, que o dinheiro que enviou para os Estados foi desviado para a corrupção por seus adversários e que o povo foi obrigado a tomar um produto experimental que tantas mortes causou, proporcional a própria doença que tinha como objetivo evitar.



            Mas não temos a quem recorrer para nos proteger da sanha perversa dos canhotos. Somente em Deus reside nossa salvação!



            Ave Cristo!



Publicado por Sióstio de Lapa em 03/05/2024 às 00h01



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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr