Meu Diário
18/06/2017 10h16
ILUMINAÇÃO CONSCIENCIAL

             A iluminação consciencial é um estágio da vida onde a pessoa atingiu um grau de sabedoria suficiente para não mais ser iludido pelas estratégias da mentira, dos senhores da escuridão.

            E um estágio difícil de ser atingido, necessita de muito esforço, estudo e meditação. Pouca gente se preocupa com isso, talvez nem tenha o conhecimento de sua existência. Passam a vida lutando apenas pela sobrevivência, como se somente existisse o mundo material.

            Não é que a luta pela sobrevivência não seja importante. Sim, mas não podemos deixar que esses trabalhos externos ofusquem a real importância dos trabalhos internos em busca da luz. Nesse contexto passo a entender cada vez mais a posição de Jesus quanto a reclamação de Marta, quanto a Maria que não lhe ajudava nos afazeres da casa. Jesus disse que Maria havia escolhido a melhor parte, e isso significava que todo o esforço de Marta para deixar a casa limpa e fazer a comida dos visitantes era secundário. Eu acreditava que Jesus havia sido injusto com Marta e complacente com Maria. Mas observando agora a necessidade prioritária de nossa iluminação consciencial, e estando Jesus ali com a disposição de fazer essa iluminação, Maria correu logo em busca do seu quinhão consciencial. Marta ficou presa nos afazeres da casa, que mesmo tendo um sentido nobre de acolher os visitantes, fez ela deixar a prioridade pelo secundário.

            Agora eu entendo melhor o que Jesus quis ensinar, e se eu estivesse na condição de Marta naquela visita de Jesus, eu iria ficar junto com minha irmã aos pés de Jesus, e juntas absorvermos o quanto fosse possível de luz. Depois que isso fosse feito e sentíssemos a necessidade de alimento para o nosso corpo, então eu procuraria fazer o necessário e nesse momento eu poderia ter não só a ajuda da minha irmã, como de muitos convidados que também estavam ali naquele momento.

            A iluminação consciencial, a plena realização crística é bem mais importante do que qualquer trabalho externo, que podem ser considerados como um meio para atingirmos um fim.

            Atividades externas nunca devem ser outra coisa a não ser uma forma de transbordamento espontâneo de uma plenitude interior. Se essa plenitude não existe, o que pode transbordar? Fogo pintado não dá luz nem calor, ao passo que a menor parcela de fogo real pode atear incêndios e iluminar mundos inteiros.

            Pouco importa o que o homem diga, faça ou tenha – tudo importa o que ele é, que se refere a qualidade do seu íntimo EU

            Está relatado no “Atos dos Apóstolos” que quando os chefes espirituais da primitiva igreja cristã perceberam que se iam dispersando em atividades externas e trabalhos sociais de organização, resolveram nomear auxiliares para essa tarefa, e assim poderem se dedicar à oração e pregação da palavra do Senhor, a transmitir a Luz do Mestre.

            Sabiam esses discípulos do Cristo que o fator decisivo, em qualquer trabalho de caráter espiritual, é a espiritualidade de quem preside a esse trabalho, aquilo que ele é no seu íntimo ser, e não aquilo que ele realiza ou organiza no plano externo.

            A caridade social realiza grandes obras, mas só o Amor espiritual realiza o homem. Onde quer que exista um homem plenamente realizado pelo Amor, ali serão realizadas grandes obras, e essas coisas serão fecundas e benéficas; mas onde não há realização pelo Amor, senão apenas caridade, ali se realizarão ruidosos trabalhos externos, que, por melhores em si mesmo, correrão perigo de colapso e desintegração, por falta de sacralidade interior.

            Pouco importa o que o homem realize no mundo externo dos objetos, tudo importa o que ele realiza em si mesmo. Uma única autorrealização supera todas as realizações exteriores.  

            Gandhi dizia que “Se um único homem chegar a plenitude do Amor, neutralizará o ódio de milhões”.


Publicado por Sióstio de Lapa em 18/06/2017 às 10h16
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17/06/2017 01h47
NO EQUILÍBRIO DA SINTONIA

            O conhecimento das diversas energias que fluem ao nosso redor, boas ou más, é importante para mantermos nossa consciência e comportamento dentro dos padrões que o livre arbítrio já decidiu. Sabemos que podemos sintonizar com nossos aparelhos, as diversas emissoras de rádio e televisão que jogam suas vibrações ao nosso redor, cada um escolhe de acordo com a sua sensibilidade e gosto estético, a estação de sua preferência. O mesmo acontece com o nosso mundo mental. Cada um de nós temos uma determinada posição na vida, seja correta ou equivocada. No mundo astral e também no mundo material existem diversas mentes que também emitem seus pensamentos na forma de vibrações. Mesmo que não consigamos ver essas vibrações, elas se fazem sentir ao nosso redor, seja pelas ações ou palavras de quem está ao nosso lado. Pode até ser uma pessoa que tem uma boa aproximação afetiva, mas se o pensamento vibra em outra direção, com certeza irá surgir conflitos, insatisfação, aborrecimentos, que se não alcançarem uma boa harmonia tende ao afastamento desses dois seres.

            Isso mostra a importância de estarmos sempre perto de alguém que sintoniza conosco, e se queremos obter a sintonia dos seres astrais com mais sabedoria que nós, é importante que tenhamos alguns cuidados. Se queremos receber uma inspiração da parte desses guias mais sábios que porventura nos acompanham, sabedores de nossas intenções, devemos trabalhar para viver cada vez mais o mesmo clima interno que eles vivem. Se você acompanha determinada pessoa ou grupo, somente para brincar sem nenhum compromisso com a ética, podemos entrar em desequilíbrio mental. O fenômeno telepático entre as sabedorias superiores e nós que precisamos aprender, não ocorrerá.

            Dessa forma ocorrerá uma situação em que nós tenhamos que agir em equilíbrio, com a responsabilidade de emitir vibrações positivas, éticas, ligadas ao Bem, dirigidas as pessoas que estão ao nosso lado necessitadas de absorver vibrações positivas e perceber se existe sintonia nessa recepção; e por outro lado, monitorar nosso comportamento para que esteja sempre em sintonia com as vibrações que vem do alto em nossa direção.


Publicado por Sióstio de Lapa em 17/06/2017 às 01h47
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16/06/2017 23h59
O PARTIDO – RESENHA

            As pessoas mais esclarecidas sabem da existência dos mundos material e espiritual onde a vida se desenvolve. Da mesma forma que existe a competição de natureza animal na dimensão material, os seres que deixam os corpos por ocasião da morte do corpo físico, entram na dimensão espiritual carregados com os pensamentos e sentimentos que desenvolveram durante o período que os seus espíritos administraram o corpo carnal.

            É importante sabermos que a experiência de nosso espírito na carne tem o objetivo de desenvolvermos o senso moral de usar o Amor de forma ética, superando a energia dos instintos associado ao egoísmo. Esta é uma luta constante e cheia de percalços, pois o nosso espírito, criado simples e ignorante, comete muitos erros neste caminho de aprendizado. Os erros que são cometidos nesta dimensão material, que contaminam o nosso psiquismo, continua a funcionar da mesma forma na dimensão espiritual. Dessa forma são formadas as falanges caracterizadas pelo egoísmo, pela ausência do Bem, que permanecem no seu afã de alcançar e manter todo o poder que esteja ao seu alcance.

            O livro de Robson Pinheiro/Ângelo Inácio, “O Partido”, informa como se organiza os poderes dos Senhores das Sombras, dos Dragões, Magos Negros, no mundo espiritual e suas influencias no mundo material. Mostra o poder hipnótico que desenvolve sobre as pessoas com maior fragilidade moral. Mostra como o poder central no Brasil foi contaminado, a partir da conquista da presidência, do Palácio da Alvorada. Essa influência negativa a partir das Sombras se espalhou por todos os níveis de poder e correu moral e financeiramente as principais instituições da Nação.

            É ressaltado que além dessas influências negativas, também existe as influências positivas. As pessoas que não foram contaminadas por esse mal que se apresenta na forma de corrupção, que sabem da importância das lições do Mestre Jesus, devem se manifestar de forma cristã para fazer o contraponto e não deixar a truculência das forças do mal prevalecer.

            Esse livro mostra a importância de conhecermos o mundo espiritual e sua ascendência sobre o mundo material. Saber nos livrar das inteligências do mundo das sombras e procurar conduzir a luz do Cristo por onde andarmos. Mostra com clareza a importância da tomada do poder pelo Partido e da devastação que fez acontecer na administração e nas finanças, levando o país próximo ao caos como aconteceu na Venezuela.

            Acredito que, independente de religião, todos deveriam ler esse livro, para aprender como se livrar da hipnose do mal e até ajudar aquelas pessoas de boa intenção e que estão hipnotizadas pelas forças das trevas.  

           


Publicado por Sióstio de Lapa em 16/06/2017 às 23h59
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15/06/2017 23h59
NOVA FORMA DE TORTURA

            As pessoas que se consideram de Esquerda no Brasil, parece que não usam o racional e querem que todos tenham o mesmo perfil cognitivo, de aceitar uma realidade distorcida dos fatos reais, como eles se apresentam. Pois vejamos o que aconteceu com a jornalista Miriam Leitão num voo em que foi “atacada”, uma nova forma de tortura, por esse tipo de pessoas, numa coluna que ela escreveu sobre o assunto.

            “Foram duas horas de gritos, ameaças e xingamentos por parte de delegados do PT em voo de Brasília do Rio. Lula tem estimulado o ódio, citando meu nome com frequência em comícios. Sofri um ataque de violência verbal por parte de delegados do PT dentro de um voo. Foram duas horas de gritos, xingamentos, palavras de ordem contra mim e contra a TV Globo. Não eram jovens militantes, eram homens e mulheres representantes partidários. Alguns já em seus cinquenta anos. Fui ameaçada, tive meu nome achincalhado e fui acusada de ter defendido posições que não defendo.

            Sábado, 3 de junho, o voo 6237 da Avianca, das 19h05, de Brasília para o Santos Dumont, estava no horário.  O Congresso do PT em Brasília havia acabado naquela tarde e por isso eles estavam ainda vestidos com camisetas do encontro. Eu tinha ido a Brasília gravar o programa da Globonews.

            Antes de chegar ao portão, fui comprar água e ouvi gritos do outro lado. Olhei instintivamente e vi que um grupo me dirigia ofensas. O barulho parou em seguida, e achei que embarcaram em outro voo. Fui uma das primeiras a entrar no avião e me sentei na 15C. logo depois eles entraram e começaram as hostilidades antes mesmo de sentarem. Por coincidência, estavam todos, talvez uns 20, em cadeiras próximas de mim. Alguns à minha frente, outros do lado, outros atrás. Alguns mais silenciosos me dirigiram olhares de ódio ou risos debochados, outros lançavam ofensas. – Terrorista, terrorista – gritaram alguns. Pensei na ironia. Foi “terrorista” a palavra com que fui recebida em um quartel do Exército, aos 19 anos, durante minha prisão na ditadura. Tantas décadas depois, em plena democracia, a mesma palavra era lançada contra mim.

            Uma comissária de bordo, a única mulher na tripulação, veio, abaixou-se e falou: - O comandante te convida a sentar na frente. – Diga ao comandante que eu comprei a 15C e é aqui que eu vou ficar – respondi.

            O avião já estava atrasado àquela altura. Os gritos, slogans, cantorias continuavam, diante de uma tripulação inerte, que nada fazia para restabelecer a ordem a bordo em respeito aos passageiros. Os petistas pareciam estar numa manifestação. Minutos depois, a aeromoça voltou:

            - A Polícia Federal está mandando você ir para frente. Disse que se a senhora não for o avião não sai.

            - Diga a Polícia Federal que enfrentei a ditadura. Não tenho medo. De nada. Não vi ninguém da Polícia Federal. Se esteve lá, ficou na porta do avião e não andou pelo corredor, não chegou até minha cadeira.

            Durante todo o voo os delegados do PT me ofenderam, mostrando uma visão totalmente distorcida do meu trabalho. Certamente não o acompanham. Não sou inimiga do Partido, não torci pela crise, alertei que ela ocorreria pelos erros que estavam sendo cometidos. Quando os governos do PT acertaram, fiz avaliações positivas e há vários registros disso.

            Durante o voo foram muitas as ofensas, e, nos momentos de maior tensão, alguns levantavam o celular esperando a reação que eu não tive. Houve um gesto de tão baixo nível que prefiro nem relatar aqui. Calculavam que eu perderia o autocontrole. Não filmei, porque isso seria visto como provocação. Permaneci em silêncio. Alguns, ao andarem no corredor, empurravam minha cadeira, entre outras grosserias. Ameaçaram atacar fisicamente a emissora, mostrando desconhecimento histórico mínimo: “quando eles mataram Getúlio o povo foi lá e quebrou a Globo”, berrou um deles. Ela foi fundada onze anos depois do suicídio de Vargas.

            O piloto nada disse ou fez para restabelecer a paz a bordo. Nem mesmo um pedido de silêncio pelo serviço de som. Ele é a autoridade dentro do avião, mas não exerceu. A viagem transcorreu em clima de comício, e, em meio a refrãos, pousamos no Santos Dumont. A Avianca não me deu – nem aos demais passageiros – qualquer explicação sobre sua inusitada leniência e flagrante desrespeito às regras de segurança em voo. Alguns dos delegados do PT estavam bem exaltados. Quando me levantei, um deles, no corredor, me apontou o dedo xingando em altos brados. Passei entre eles no saguão do aeroporto debaixo do coro ofensivo.

            Não acho que o PT é isso, mas repito que os protagonistas desse ataque de ódio eram profissionais do partido. Lula citou, mais de uma vez, meu nome em comícios ou reuniões partidárias. Como fez nesse último fim de semana. É um erro. Não devo ser alvo do partido, nem do seu líder. Sou apenas uma jornalista e continuarei fazendo meu trabalho.

            Eis o relato.

            Como eu poderia classificar a posição dessa jornalista no meio de tantos energúmenos que a provocavam constantemente, agrediam verbalmente, ameaçavam sua integridade física e danificavam sua integridade moral, sob uma audiência de passageiros inertes e de uma tripulação omissa? Tortura!

            Imagino que o seu psiquismo tenha sido afetado, assim como acontecia com as pessoas que sofreram torturas dos militares. Ela escreveu que “não sou inimiga do Partido, não torci pela crise, alertei que ela ocorreria pelos erros que estavam sendo cometidos. Quando os governos do PT acertaram, fiz avaliações positivas e há vários registros disso.”

            Desde que houve a descoberta do mensalão, de uma quadrilha instalada pelo partido dentro da alta cúpula do governo, que ficou claro que esse partido estava trabalhando contra nação e fortalecendo a sua ideologia. Se nós, cidadãos de bem, estávamos sendo vampirizados por um Partido, é porque esse partido é nosso inimigo, sim! Os acertos que foram citados estavam contaminados na essência pela presença do mal, e serviram mais como uma cortina de fumaça para ocultar os mais sérios desmandos que mais tarde foram descobertos. A sua alegação de ter feito avaliações positivas desse governo, mostra o grau de ignorância que ela tinha na época ou o medo recalcado que lhe impuseram e que se manifestou numa forma de mostrar que não merecia ser alvo dessa sanha torturadora.

            É por demais emocionante o desamparo que a jornalista demonstrou sentir, apesar de sua coragem de permanecer firme, dentro de um avião no qual nenhuma voz se levantou em sua defesa. Tenho certeza que naquele voo existiam pessoas que sentem esse partido como inimigo, mas sentem também o seu poder de intimidação, de tortura como estava acontecendo e até de assassinatos como está na justiça essa investigação.

            Outra avaliação distorcida, dessa vez acredito pelo medo, é da jornalista não achar que “o PT é isso”. O PT é justamente isso que esses protagonistas da tortura fizeram. Se o PT não fosse isso, os seus dirigentes viriam de público repudiar esse comportamento, mas a jornalista sabe que é justamente esse comportamento que é estimulado nos comícios e reuniões. É importante que ela saiba, que se continuar fazendo o seu trabalho de divulgar a Verdade, vai continuar sendo alvo do partido que tem como principal arma a Mentira.


Publicado por Sióstio de Lapa em 15/06/2017 às 23h59
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14/06/2017 23h59
FOCO DE LUZ (06-2017) – RECAPITULAÇÕES

            “Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus.” – (João, 12:43)

            Os séculos parecem reviver com seus resplendores e decadências. Fornece o mundo a impressão dum campo onde as cenas se repetem constantemente.

            Tudo instável.

            A força e o direito caminham com alternativas de domínio. Multidões esclarecidas regressam a novas alucinações. O espírito humano, a seu turno, considerado insuladamente, demonstra recapitular as más experiências, após alcançar o bom conhecimento. Como esclarecer a anomalia? A situação é estranhável porque, no fundo, todo homem tem sede de paz e fome de estabilidade.

            Importa conhecer, porém, que, no curso dos milênios, as criaturas humanas, em múltiplas existências, têm amado mais a glória terrena do que a glória de Deus.

            Inúmeros homens se presumem redimidos com a meditação criteriosa do crepúsculo, mas... e o dia que já se foi? Na justiça misericordiosa de suas decisões, Jesus concede ao trabalhador hesitante uma oportunidade nova. O dia volta. Refunde-se a existência.

            Todavia, que aproveita ao operário valer-se tão somente dos bens eternos, no crepúsculo cheio de sombras?

            Alguém lhe perguntará: que fizeste da manhã clara, do Sol ardente, dos instrumentos que te dei? Apenas a essa altura reconhece a necessidade de gloriar-se no Todo-Poderoso. E homens e povos continuarão desfazendo a obra falsa para recomeçar o esforço outra vez. (Adaptado de Emmanuel – Caminho, verdade e vida)

ATA REUNIÃO 14-06-17

            Em 14-06-71, as 19h, foi iniciada mais uma reunião da AMA-PM e Projeto Foco de Luz, com a presenças das seguintes pessoas: 01. Paulo Henrique; 02. Edinólia; 03. Washington; 04. Luci; 05. Nivaldo; 06. Francisca; 07. Maria Auxiliadora; 08. Mano; 09. Jaqueline; 10. Genilson; 11. Davi; 12. Francisco Rodrigues; 13. Santiago (Palhaço); 14. Luzia Alves; e 15. Alcenir. Após os 30 minutos de conversa livre, foi feita a leitura do preâmbulo espiritual acima e da Ata da reunião anterior que foi aprovada pelos presentes. Com relação aos encaminhamentos da reunião anterior, não foi realizada a visita a Secretaria Municipal de Educação nem feito o convite para os vereadores. Quando foi feita essa comunicação sobre o convite aos Vereadores para participarem de nossas reuniões quinzenais, foi levantada a possibilidade da AMA se associar a um vereador com o objetivo de fortalecer as suas ações na comunidade. Foi esclarecido pela direção da AMA-PM e Projeto Foco de Luz, que o objetivo principal da Associação é fazer o trabalho cristão dentro da comunidade, de acordo com a vontade de Deus, a quem devemos prestar contas com exclusividade. Por esse motivo não podemos ter exclusividade com nenhum político, igreja ou qualquer forma de expressão comunitária. A Associação deve servir de canal para instrumentalizar a vontade de qualquer pessoa ou instituição que queira trazer algum benefício à comunidade, principalmente à educação das crianças e ao trabalho dos pais. É sabido do serviço que alguns associados prestam para algum político e a Associação reconhece como positivo esse trabalho para o político que não tem tempo de estar pessoalmente na casa de cada morador ou nas reuniões da Associação, e por esse motivo a pessoa que faz esse trabalho é remunerada. Foi dito como exemplo o caso do balé das crianças que está parado sem recursos, e que se qualquer político resolver encampar a atividade, será muito justo que a pessoa que representa esse político na comunidade conduza os trabalhos com a ajuda da Associação quando necessário, mas sem que haja uma exclusividade do trabalho da associação com esse político. Foi reforçado que o nosso trabalho tem exclusividade apenas com Deus, e por esse motivo tem o objetivo de incluir a todos os interessados em servir à comunidade. O nosso espaço de trabalho serve como uma espécie de laboratório onde as lições deixadas pelo Cristo no Evangelho possam ser executadas com o máximo de honestidade, coerência e dedicação. Após esse longo debate foi informado por Paulo que está na fase final de recolhimento dos valores das cartelas do Bingo, organizado para se fazer a festa junina no dia 01-07-17. Paulo finaliza solicitando o apoio para a realização do Bingo, assim como durante a festa junina. As 20h30 a reunião foi encerrada, Francisco fez a oração ao Pai, rogando por parente de Santiago que se jogou da Ponte Nilton Navarro neste dia. Todos posamos para a foto oficial da reunião.


Publicado por Sióstio de Lapa em 14/06/2017 às 23h59
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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr