Meu Diário
08/06/2017 23h59
DIMENSÕES DA VERDADE (04) – TORMENTO

            A mediunidade é conceituada como a comunicação que podemos ter com os seres do mundo espiritual, que pode ser sutil, normal, ou pode ser ostensiva, anormal, de acordo com critérios estatísticos. O que é importante sabermos é que todos possuímos mediunidade, quer seja sutil na forma de intuições, quando se pensa ser fruto apenas de nossa imaginação, quer seja ostensiva, quando a dúvida de ser devido a inteligências extracorpóreas fica mais atenuada. Essas informações que recebemos do mundo espiritual, quando estamos sintonizado com as energias do Amor, devem ser guardadas dentro de uma espécie de cofre forte do nosso psiquismo, sempre pautado por uma conduta reta, seguindo o Evangelho cristão.

            Parece existir uma relação dessa mediunidade com o tormento que podemos sofrer devido o nosso passado delituoso. Quanto maior a ostensividade da mediunidade, maior a dívida que devemos pagar, além dos tormentos que funcionam como estímulos de fora para excitar nossos instintos para os desvios de rota, muito bem expresso nos sete pecados capitais (gula, ira, vaidade, luxúria, preguiça, inveja, avareza) incluindo o uso de drogas lícitas e ilícitas.

            O Evangelho funciona como autoterapia com a indicação para se obter a paz íntima, o modo de usar se faz com o serviço edificante, geralmente no trabalho voluntário junto a associações ou comunidades carentes, e o efeito colateral que pode acontecer é da pessoa desenvolver a prepotência, se sentir superior aos irmãos com dificuldades e sair do caminho reto.

            Além de usar o Evangelho em nosso próprio proveito, também podemos usá-lo para ajudar os outros, ao companheiro aflito que necessita de uma palavra de carinho, ao passante atribulado que precisa de entendimento dos seus tormentos, ao amigo amesquinhado que precisa de doação de um pouco de pensamento superior, e do homem de mente desalinhada que precisa da nossa solidariedade. Podemos entender assim que, o “ide” de Jesus não é um chamado, e sim uma ordem.

            Quando estamos engajados no trabalho do Bem, o salário que recebemos é a ajuda para sairmos do Pantanal que o nosso passado nos lançou, de arrefecer os tormentos de ontem que teima em seguir nossos passos, e os tormentos de hoje que examina a força de nossa fé. Nesse caso o trabalho serve de oração poderosa para servir de companheira inseparável para que os tormentos não tenham acesso à mente nem guarida no coração.

            Chico Xavier já nos advertia para que “não nos aborreçamos com o trabalho que a vida nos confia, uma vez que, através dele é que atingiremos a promoção justa na escala de valores da vida real”.

            A natureza da nossa mediunidade, sutil ou ostensiva, deve estar sempre sintonizada no Bem. Devemos desenvolver um filtro especial para os registros especiais que chegam à nossa consciência, reconhecendo que os irmãos tanto encarnados como desencarnados caminham pelas mesmas dificuldades, mas que devemos sempre operar na sintonia do Bem, compreendendo a todos, justos e injustos, felizes e infelizes, pois todos são nossos irmãos e destinados ao mesmo objetivo, que é o nível de angelitude. Portanto, o irmão, criminoso que seja, devemos sondar a possibilidade dele rever sua posição e entrar no exército do Cristo, disposto a pagar com o trabalho e a aplicação do Amor a multidão de pecados que haja praticado.

            Lembremos da questão 629 do Livro dos Espíritos: “Moral é a regra do bem proceder, isto é, de distinguir o Bem do Mal. Funda-se na observância da Lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, porque então cumpre a Lei de Deus.”

            Também devemos lembrar que as influências nocivas estão ao nosso redor, aqui no mundo material como, principalmente, no mundo espiritual. Temos exemplos dessas influenciações nocivas no próprio Evangelho: Herodíades que ficou fascinada pelo Batista e terminou patrocinando a sua decapitação; uma pessoa que estava na Sinagoga e foi induzido a contestar o Cristo – “que temos nós contigo?”; Maria de Magdala que sofria as influenciações negativas relacionadas ao sexo; um pai angustiado que procurou o Cristo devido o filho sofrer influenciação que o deixava a gritar e espumar; e o próprio Judas, discípulo próximo do Mestre, que terminou sendo seduzido por mentes perturbadas.

            A mediunidade é oportunidade de sublimação, naquele médium falante para evitar os erros persistentes, no médium escrevente para aliviar das angústias interiores, no médium curador para socorrer a alma em perigo, e do médium que enxerga para possibilitar a visão dos seus dramas íntimos.

            Podemos resumir que as finalidades da mediunidade é servir de elo entre os dois mundos, uma comprovação e antevisão do mundo espiritual, um aprendizado com os desencarnados, a oportunidade de servir com mais profundidade espiritual levando ao aperfeiçoamento do espírito, e ter a oportunidade de sublimar os erros cometidos.

            Existe um grupo de pessoas que são alvos preferenciais das influências negativas, que são os políticos. Uma vez que essas pessoas devem refletir o pensamento social nos tribunais de justiça, nas cadeiras legislativas e nos cargos executivos, a sintonia com o Bem, seguindo a ética, o Amor, é fundamental. Porém, como estamos ainda mais perto da animalidade do que da angelitude, as influências negativas sintonizam com nossos instintos e abrem a possibilidade de obsessões que podem se tornar verdadeira epidemia.

            Os médiuns intuitivos que fazem parte da maioria da população, devem conhecer e praticar o Evangelho do Cristo como forma de se contrapor a essa situação de confronto que representa uma verdadeira batalha espiritual. Devemos nos apiedar de quantos passam por nossas vidas, oferecer nosso coração, doar a nossa prece em favor dessas almas mais atormentadas que nós, e agradecer a Jesus por ter vindo até aqui nos trazer as lições da Verdade, os caminhos da Vida e praticar o Amor como forma de vencer as tormentas.


Publicado por Sióstio de Lapa em 08/06/2017 às 23h59
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07/06/2017 23h59
DIMENSÕES DA VERDADE (03) – SERENIDADE

            Os obstáculos que encontramos pelo caminho são motivos para o desequilíbrio de nossas emoções. O trabalho incessante na luta pela sobrevivência, a sede de conforto para o repouso do corpo, a ânsia de prazer para justificar a existência e a procura de metas injustificadas, como a fama e a fortuna, são todos exemplos desses obstáculos que emergem na consciência e por eles podemos ficar desequilibrados. São sintomas dos desequilíbrios emocionais, a ansiedade e perda da produtividade, a defensidade e busca de culpados para nossos erros, sentimento de menos valia e de impotência, emoções exageradas na alegria ou na dor, depressão e melancolia.     

            Podemos observar que a meta da grande maioria dos seres humanos é de viver bem, atendendo os desejos e apelos da moda; fazem concessões rápidas ao corpo, como o uso de drogas lícitas e ilícitas; e em função disso há todo um empenho na busca ávida do prazer. Temos como exemplo dessa situação tanto o alpinista que gasta muita energia para alcançar a fama de ter conquistado o topo da montanha, da mesma forma que o alpinista social que vai subindo na hierarquia pisando sobre qualquer pessoa que atravesse em seu caminho.

            Essa situação egoísta é alimentada desde a escola, onde a educação é dirigida para o triunfo fácil, onde se pode antegozar o sabor da vitória em conluio social; a instrução é voltada exclusivamente para o vencer, sem qualquer tipo de escrúpulo nessa escalada, mesmo que na teoria possam ser veiculados através de temas éticos.

            O espírito é considerado dentro da cultura atual apenas um enigma a mais, ninguém imagina que ele deveria ser o foco de uma educação salutar voltada para a evolução moral, com a máxima prioridade. Uma educação que deveria ser feita sem viés ideológico, dirigida para apresentar ao aluno o conhecimento da Verdade tal como ela é, e a partir daí a pessoa possa tirar suas conclusões; que possa estudar a essência da dor humana; que seja capaz de fazer a renovação do íntimo, retirando das entranhas as forças que estejam fora de sintonia com o Amor Incondicional; procurar sempre vencer a sombra da ignorância, mesmo que a Verdade esteja sendo veiculada por aqueles que considera adversários do seu pensamento; focar na vitória sobre si mesmo, e não na vitória sobre o adversário. Conseguindo seguir essas instruções, a pessoa vai construindo em torno de si a serenidade necessária para a paz do espírito.

            A Serenidade está presente no espírito bem ordenado para o Bem, que desenvolveu uma tranquilidade interior. Tudo isso nasce de uma educação disciplinada, do exercício do dever, de uma instrução esclarecida, e de um conhecimento ampliado. Devemos lembrar as palavras de Marco Aurélio: “Sejamos como o penhasco contra o qual as ondas batem. Permaneça firme e domine a fúria da água ao redor.”

            Existem crenças errôneas que dificultam o alcance da Serenidade, como entender que é necessário conforto, independência econômica, estabilidade conjugal, saúde, falta de problemas e silêncio. Tudo isso pode ser importante, mas não é suficiente por si só para sustentar um estado de Serenidade no âmago do ser. Emanuel ensinava que: “Irmão, tenha fé e perseverança que Deus te auxiliará e protegerá. Sintonize as forças positivas através da oração e do trabalho no Bem. Procure se melhorar a cada dia e, então, encontrarás a paz e a harmonia necessária ao teu bem estar moral. Com fé, paciência e coragem encontrarás o caminho da luz e da Serenidade.”

            Ao nosso redor está toda a beleza de Deus, basta termos olhos de ver um simples raio de sol, uma estrela que brilha, o colorido das flores; ou ouvidos para ouvir o sorriso de uma criança, a chuva no telhado, o farfalhar das folhas. Tudo mostra o poder e a beleza do Pai e só depende de nossa disposição para usar os recursos biológicos e psicológicos que Ele nos deu.

            No Evangelho escrito por Mateus temos uma lição dada por Jesus para nos trazer Serenidade. “Não vos afadigueis por possuir ouro ou prata, ou qualquer outra moeda em vossos bolsos. Não prepareis saco para a viagem, nem calçados, nem cajados, porquanto aquele que trabalha merece ser sustentado. Ao entrardes em qualquer cidade ou aldeia, procurai saber quem é digno de vos hospedar e ficai na sua casa até que partais de novo. Entrando na casa saudai-a assim: que a paz esteja nesta casa. Se a casa for digna disso, a vossa paz virá sobre ela, se não o for, a vossa paz voltará para vós. Quando alguém não vos queira receber, nem escutar, sacudi, ao sairdes dessa casa ou cidade, a poeira dos vossos pés. Digo-vos em verdade, no dia do juízo, Sodoma e Gomorra serão tratadas menos rigorosamente do que essa cidade.”

            Sei que é difícil aplicar essa lição, pois fomos acostumados desde a infância a cuidar dos nossos interesses imediatos, e não esperar a graça de Deus sobre o nosso trabalho edificante. Mas acredito que, à medida que formos evoluindo no estudo e aplicações das lições do Mestre, isso irá ficando mais natural dentro do nosso comportamento. Afinal o Reino de Deus é feito como se edifica um prédio, tijolo por tijolo com a argamassa do cimento. O Reino, iremos edificar coração por coração, com a argamassa dos relacionamentos afetivos.

            Nos momentos de dificuldades, lembremos da Serenidade do Mestre Jesus, que cumpriu Sua missão sem companheiros que se identificassem com Sua mensagem de Amor, mas manteve sempre a Serenidade, abençoando os infelizes, amando os algozes. Demonstrou que a Serenidade com paz íntima é conquista do espírito, independente dos apelos do mundo.


Publicado por Sióstio de Lapa em 07/06/2017 às 23h59
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06/06/2017 23h59
CRISTO AO AVESSO

            Na ida de Jesus à Jerusalém, foi recebido como um verdadeiro reis. Ele ia montado num burro, mas as pessoas o recepcionaram com a dignidade de um monarca. Jogavam flores, estendiam tapetes vermelhos, cantavam hosanas. A multidão o seguia com entusiasmo. Ninguém que observava essa cena poderia prever que logo mais tudo estaria mudado. Aquelas pessoas que o recepcionavam com tanto êxtase, muitos dos quais beneficiados por uma cura, uma palavra de afeto, teriam os seus comportamentos alterados e aquele por quem cantavam hosanas, mais tarde seria o alvo de zombarias, ironias e torturas físicas e morais.

            Algo parecido, mas de forma inversa eu vi hoje acontecer nas adjacências do bairro onde resido. O ex-ministro Henrique Eduardo Alves foi preso pela polícia federal, retirado do prédio onde mora com os apupos das pessoas que se aglomeravam ao seu redor, tirando fotos e jogando impropérios, acusações, xingamentos, onde a palavra ladrão parecia até um coro desarticulado.

            Lembrei então dos diversos momentos em que ele era candidato, quantas pessoas estavam ao seu redor em busca de benefícios, de cargos, de ajuda para um parente ou aderente. Foi aí que surgiu a comparação com o Cristo, de forma inversa, claro. O Cristo trabalhava a missão que recebera do Pai, de divulgar e ensinar sobre o Amor, sobre a importância do mundo material como uma escola ou hospital e do mundo espiritual como a pátria real e definitiva onde o nosso espírito imortal deverá residir após ter cumprido o seu aprendizado.

            Henrique também trabalhava uma missão política deixada pelo seu pai, que chegou a ser governador do estado do Rio Grande do Norte. Mas Henrique se afastou dos princípios cristãos, da Verdade, ferramenta indispensável à prática do Amor. Com essa atitude passou a integrar o mundo da corrupção e arregimentar pessoas sem escrúpulos que não queriam saber de onde vinha o dinheiro que pagava o trabalho de “lideranças políticas” que terceirizavam a compra dos votos através do atendimento das diversas necessidades dos eleitores, geralmente do imperativo da sobrevivência, do apelo do estômago vazio. Quando a Justiça conseguiu provas suficientes para a sua prisão, desapareceram todos os beneficiados e surgiram os críticos com ares de carrasco dispostos a executarem às penas, por mais dolorosas que fossem.

            Esse clima de bandidos e vítimas que se revoltam parece fazer uma mistura heterogênea, onde muitos dos puristas acusadores estão encobertos pela mentira e também participam de falcatruas semelhantes.

            Portanto, existe uma semelhança na forma, mas no conteúdo é diametralmente oposto ao que Jesus praticou e sofreu. O exemplo de Jesus devemos praticar, o de Henrique devemos evitar.


Publicado por Sióstio de Lapa em 06/06/2017 às 23h59
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05/06/2017 23h53
UM CONFRONTO BÉLICO

            Na batalha espiritual que se desenvolve no mundo e especialmente no Brasil, existem momentos de confrontos entre grupos armados que caracteriza a guerra tradicional. Mas o que é mais comum é o confronto particular que uma ocasião aparentemente pacífica pode se tornar uma causa de luta e expressão de emoções negativas.

            O mal que se origina em nosso atavismo animal, e iniciado no mundo material onde os instintos são importantes para a manutenção e reprodução da vida. Os seres espirituais que habitam os diversos corpos aperfeiçoam os seus processos intelectivos e num primeiro momento tentam potencializar os mecanismos egóicos sem consideração com os interesses e necessidades do próximo. Esses seres encarnados ao passar para o mundo espiritual, continuam a aperfeiçoar o processo da inteligência, mas longe dos aspectos da sabedoria. Formam as falanges do mal, os Senhores da Escuridão que sustentam uma hierarquia mantida pela escravidão de consciências dos diversos seres que não tiveram oportunidade de ver a luz da Verdade.

            Jesus Cristo foi enviado pelo Pai para ensinar sobre a energia do Amor, na teoria e na prática. É essa energia que se contrapõe a energia do atavismo animal que gera as ações do mal.

            No estágio em nos encontramos, as lições do Cristo que são absorvidas pelas pessoas de boa vontade, forma o exército do Bem, capaz de se defrontar com o exército do Mal, composta de seres encarnados e desencarnados que desenvolveram suas inteligências para fortalecer essa condição.

            Dentro desse contexto, fui envolvido num acidente de automóvel dentro da cidade, e poderia e poderia gerar a arena de luta do interesse do Mal. O carro não conseguiu frear a tempo e terminou colidindo com o que transitava na preferencial. O motorista vitimado saiu do seu carro, observou o estrago e aceitou sem discussão o pedido de desculpas e a garantia que o serviço do seu carro seria realizado às minhas custas. Nos separamos cordialmente e somente depois de 4 dias ele me procurou com ovalo necessário ao conserto do seu carro. Neste momento comentamos a natureza do nosso encontro, a situação de conflito pelos danos materiais, mas que não nos levou ao confronto, ao embate físico e/ou moral. Ele confessou que ficou surpreso com o seu comportamento, pois sua índole era de ir para o confronto numa situação dessa. Disse que se tornara evangélico e que o seu Pastor comenta sobre as lições do Cristo e que devemos aprender e aplicar. Compreendi num relance que era mais um soldado do exército do Bem e que conseguira domesticar seus impulsos animais. Mesmo que as influências do Mal tenham agido sobre nós, principalmente de mim, que fui o causador do acidente, mostramos uma solidariedade mútua e o que talvez tivesse sido armado para nos jogar dentro das influências perniciosas, terminou sendo uma fonte de harmonia e de ampliação o nosso campo de irmandade, na direção do Reino de Deus.

            Esse foi um exemplo positivo, quando usamos o conteúdo bíblico para direcionar nossas ações de acordo com o que o Cristo nos ensinou. Mas posso colocar um exemplo contrário, onde a pessoa, deputada Benedita, usando a mesma Bíblia, incentiva a sua militância ao derramamento de sangue, quando diz: “Na minha Bíblia está escrito, que não há redenção sem derramamento de sangue.” Esse tipo de incentivo mostra a qual exército esse tipo de pessoa pertença, mesmo que se considere cristã, mas usa a Bíblia como uma arma de ataque, tanto no aspecto físico quanto no conteúdo adultera de acordo com os seus interesses egoísticos.


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04/06/2017 23h07
MEMÓRIA DA CASA

            Estamos acostumados a entender que a memória é função dos seres vivos, que os objetos inanimados não possuem memória. Talvez não possuam da forma que nós, seres vivos, a possuímos. Mas como tudo que está presente na Natureza existe na forma de vibração, existe uma correlação dos seres animados com os inanimados através das vibrações. Isso já está demonstrado com um tipo de energia presente nos objetos de certa pessoas, energias características dela. Isso pode ser compreendido como o tipo de verdade que estou tentado explicar.

            A motivação deste texto veio a partir de outro texto que recebi através do whatsapp com o título “Cuidado com a memória da sua casa”, com a autoria de Chico Xavier, que reproduzo a seguir:

            “O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores.

            O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de egrégora.

            O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores.

            Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé.

            Evite brigas e discussões desnecessárias. Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão. Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho.

            Não pense mal dos outros. Pragas, nem pensar!

            Selecione muito bem as pessoas que vão frequentar sua casa.

            Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas do seu coração.

            Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza já estão bons para começar, não é mesmo?”

            Esse texto chama a atenção para informações que nós já possuímos, mas que não a aplicamos dentro de nossas residências. Mesmo sendo o local mais associado com a nossa presença, sem a interferência de tantas outras pessoas, como acontece no ambiente do trabalho, deixamos que estresse de algo que não ocorreu bem provoque a liberação da ira e palavras negativas que deixariam frustradas se fossem dirigidas à pessoas.

            É chegado o momento de respeitarmos as nossas residências assim como respeitamos os nossos amigos e não jogamos sobre eles o resultado emocional de nossas frustrações.


Publicado por Sióstio de Lapa em 04/06/2017 às 23h07
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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr