Meu Diário
03/08/2017 01h04
RESPOSTAS MAR/17 – AGH 05

            A qualidade dos integrantes no trabalho dos Guardiões é mais importante do que a quantidade. Se tenho duas pessoas trabalhando em sintonia, é muito melhor do que duzentas com focos dispersos, porque ficarão isolados vibratoriamente. Quando estamos trabalhando no plano extrafísico é necessário pessoas que deem suporte energético de ectoplasma, mas se forem pessoas descontroladas nas emoções, indecisas, que não tem certeza de estar ajudando, é preciso que seja colocado a disposição em dia e horário predeterminado para que possa ser útil.

            As pessoas da retaguarda são pessoas comuns, que estão sempre conectadas e oferecem suas energias para o trabalho do outro lado. Serve para os médiuns desdobrados e para os guardiões como referência. As pessoas podem ser convidadas a serem referência nos trabalhos necessários, em horários predeterminados, sem atrapalhar as atividades diárias das pessoas. O tempo que é colocado à disposição, deve ficar 100% a serviço dos Guardiões.

            Pensando em trabalhar para o bem, a pessoa pode estar bem mal. Isso é quando a pessoa está vivendo problemas e não está cuidando da sua saúde psicológica. Não podemos ficar acomodados com os problemas que temos. Temos que ter a convicção que estamos trabalhando com os servidores do Bem. Mesmo que tenhamos a consciência de nossas limitações.

            É importante que ao deitar, pedir aos Guardiões para sermos usados no trabalho do Bem, e se for útil lembrar do que aconteceu, que assim seja.

            Quem está em condições de melhor compreensão do mundo espiritual, é quem deve ceder se entra em contato com outras pessoas com outras formas de pensar. É pelo exemplo digno e compreensivo que se mostra a superioridade de ideias... o exemplo arrasta. As atitudes se mostram superiores, e não a retórica.

            Quando se estuda sozinho corremos mais riscos em errar. Dentro de um grupo temos mais formas de pensar que podem nos corrigir nos nossos erros. É importante termos com quem discutir, novas ideias. É sempre bom repensar nossas atitudes e formas de pensar.

            Os Guardiões gerenciam talentos e não pessoas. É preciso que se faça a coisa como se deve, a não de qualquer forma. O trabalho não pode sair de qualquer jeito. O importante é a produção com satisfação. O talento é a criatividade. Qual é o seu talento? Deixa ele vir à tona.

            A revelação mediúnica informa que no centro da via láctea tem um centro de sois onde se concentra os Guardiões. Da mesma forma deve acontecer no centro das outras galáxias.


Publicado por Sióstio de Lapa em 03/08/2017 às 01h04
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02/08/2017 01h03
RESPOSTAS NOV/15 – AGH 04

            O objetivo é formar livres pensadores. Muitas informações são de forma mediúnica, passível de discordância racional. Não é esperado que tudo que seja transmitida seja a pura verdade, pois tanto do lado de cá, como do lado de lá, pode existir equívocos mesmo dentro das mais nobres intenções de pensar e agir.

            No estágio atual dos estudos não há relação dos distúrbios do sono com a atuação dos Guardiões sobre o nosso psiquismo, uma espécie de treinamento. Isso é esperado, de forma mais ostensiva depois de um ano de estudo.

            Os comentários de que Chico Xavier tenha sido a encarnação de João Evangelista, parece estar dentro das inúmeras possibilidades que a curiosidade humana coloca sobre esse tema. O próprio Chico ao responder sobre esse tema, disse que a única encarnação dita por Emanuel e que ele se lembrava, era de Maria, a Louca, rainha de Portugal. E disse brincando que os espíritas brincam muito com essas coisas, tentando endeusar as pessoas que respeitam. Não é preciso ter essas preocupações.

            A culpa e o remorso causa um monoideísmo que leva o espírito ao umbral, que nada mais é que o sentimento de culpa, e não punição divina. Mas, não há punição divina? A justiça divina tem que haver com equilíbrio do Cosmo. No nosso estágio, ainda temos necessidade dos contrastes. Para o estudo, o que existe é aprendizado e vitória, se eu erro, eu repito a lição, não é punição, a não ser que seja uma pessoa muito rebelde, pois tudo é punição. A escola planetária é como qualquer outra, se erramos, temos que voltar e corrigir nossos erros. A punição não é mais que uma abençoada oportunidade de recomeçar. Paulo de Tarso diz que a Lei Divina é um Aio que nos conduz à Cristo. O Aio representava alguém que era contratada para levar uma criança a escola e era responsável pela educação da criança. Tem duas formas de aprender, pela lei ou pelo Evangelho.

            Por que foi feita a lei de causa e efeito? Uma pergunta que a lógica responde, não é apenas moral, e a ciência já tem até uma equação: toda vez que exercemos uma ação provocamos uma reação em sentido contrário de igual força e intensidade. Se provocamos um ato de amor, essa energia se volta para nós com igual força e intensidade; se provocamos um ato de maldade, da mesma forma essa energia se volta para nós com igual força e intensidade, é uma lei do Universo.

            O espiritismo é como um óculos que faz a gente ver as leis divinas de forma mais livre dos preconceitos, e que a gente permita que o processo de maturação evolui. A lei de responsabilidade, faz a gente voltar para corrigir os nossos erros. Não é punição, é uma ação corretiva. É aquilo que a gente sabe, iremos colher aquilo que plantamos. Essa é a educação do espírito, é onde Jesus se mostrou como o grande professor.

            O Facebook poderia ser considerado como uma das bestas do apocalipse? Mas a profecia não deve ser entendida como uma lei que deve ser cumprida, mas de uma possiblidade que pode existir. Quando nós encarnamos com um determinado propósito divino, ao mesmo tempo diversos outros espíritos também reencarnam com o mesmo propósito, pois seu falha o outro pode assumir a tarefa, contanto que o projeto divino se cumpra.      

            Ao longo da história tivemos várias pessoas que puderam ser enquadradas como as bestas do apocalipse na sua época, com Napoleão Bonaparte, por exemplo, Nero que foi uma besta para os cristãos, Hitler, que foi uma besta na segunda guerra mundial, e assim por diante. O número 666 é o nome de um homem. Mas é dito que a leitura das escrituras é avaliado de acordo com a época. Emmanuel aponta o papado como uma das bestas do apocalipse e chega até o número 666, não é o papa, é o papado.

Há hipóteses de que o processo de dominação de povos com base na unificação de nações, como aconteceu no império romano e com as vitórias napoleônicas, tenham sido a forma de facilitar a disseminação dos ensinamentos do Cristo e das revelações do espiritismo, respectivamente. Tibério foi o imperador na época do Cristo que trocou as armas de guerra por obras de arte e era visto publicamente tocando sua cítara. Harmonizou as lutas dos povos e acalmou até os revoltosos da Palestina. Não seria um enviado para facilitar a disseminação do Evangelho entre os povos?

            Edgar Cayce, norte-americano, considerado o profeta adormecido, confessou que percebia situações que ao fazer as conexões dava uma determinada data que nunca se realizava. Depois disse através do desdobramento, onde do mundo astral passava informações para o seu corpo através do cordão de prata e que podia ser registrado por alguém ao seu lado, revelou que todas as previsões que não estabeleceu data, todas se realizaram.

            Olhando o cenário mundial, observamos que o poder se modifica de tempos em tempos de uma nação para outra. Os Estados Unidos até pouco tempo era a nação mais poderosa, mas observamos que a coisa está se modificando lentamente. Jesus diz que naquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos, nem o filho, somente o Pai.

            A invasão que ocorre na Europa atualmente está transformando essas nações, onde há um compartilhamento de emoções e de culturas. Está havendo muitas famílias que abrem suas portas para acudir as famílias necessitadas. Num primeiro momento há um impacto negativo, mas depois deverá existir a acomodação. Será que isso não significa a derrocada da Europa?

            A China atualmente está ingressando nos diversos países do mundo comercialmente, é representado por um dragão, e o apocalipse fala do dragão que irá roubar as estrelas do céu, e Edgar Cayce interpreta isso como os países que tem estrelas representadas em sua bandeira e que serão subjugados dentro da economia do mercado. A China faz tudo e nada ao mesmo tempo.

            O que está por trás dessa mudança de poder? Acreditamos que ninguém sabe com certeza. Temos que entender a relatividade dos processos educativos.

            Miguel é o único arcanjo identificado em toda a Bíblia. Dá para entender que todo planeta tem um único arcanjo responsável pela segurança e relacionado com os Guardiões superiores.

            A cidade Espiritual Nosso Lar está situada no Umbral Médio, não está numa faixa vibratória mais elevada. Todos aqueles habitantes tem um passado comprometido. É permito a todos descansar, e se trabalha demasiadamente, tem alguma culpa a pagar, pois todos precisam de descanso para repor suas energias. Quase todas as cidades espirituais estão mais perto do Umbral, pois é mais fácil o auxílio. No Nosso Lar os Guardiões são chamados de Vigilantes.

            Nem todos os hospitais estão em cidades espirituais, as vezes o auxílio é feito em postos de saúde. Tudo tem um processo de aprendizado.

            É importante saber escolher com mais propriedade os nossos representantes políticos, sabendo que a política não se resume apenas ao que acontece aqui no mundo material, mais do que nunca a verdade de que os espíritos nos influenciam é a mais ampla verdade no mundo político.


Publicado por Sióstio de Lapa em 02/08/2017 às 01h03
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01/08/2017 06h49
ORAÇÃO AGOSTO 2017

            Pai, mais uma vez estou aqui aos teus pés... mais humilhado e com mais sentimento de insignificância, de incompetência, de fracasso que antes...

            Onde está minha evolução, Pai, que não percebo?

            Por que só me vem à mente os erros e as limitações que tanto possuo?

            Será que o meu único triunfo é Te reconhecer como meu Pai, e procurar cumprir a Tua vontade, enquanto tantos não sentem ou fazem assim? Mas essas pessoas parecem que vivem mais despreocupadamente, mesmo que envoltas nas misérias que seus atos provocam, pois Te chamam pelo nome como um reflexo de defesa, às vezes até de ataque contra os semelhantes, mas não tem o sentimento de prestação de contas que eu tenho Contigo.

            Eu sei com muita clareza da Tua existência, sinto Tua presença ao meu lado me orientando, intuindo, incentivando... mesmo que todos ao meu lado e que eu tenha abertura para falar disso não acreditem, eu sei o que Tu queres de mim e estou disposto a fazê-lo, apesar de saber de minhas sérias deficiências, minhas fraquezas morais, minha preguiça, covardia, indisposição...

            O tempo passa, minha consciência se dilata, mas as minhas fraquezas parecem se fortalecer... sei cada vez mais sobre Tu, meu Pai, sei que estás agora ao meu lado me vendo digitar essa oração, dentro do compromisso que tenho Contigo de ser transparente naquilo que passa comigo, para que eu sirva de cobaia para os meus irmãos encarnados e que Tu oportuniza para ler o que sinto e faço. Mas, se a maior parte das vezes, como esta, eu só divulgo o que me passa por dentro como forma de fracasso, o que de bom contribuirá para meus irmãos? Até essa forte compreensão da Tua existência parece negativa, pois me arrasto com humilhação aos Teus pés, confessando toda miséria que vai dentro da minha alma, sem dar boas notícias de um enfrentamento positivo, onde eu sinta que tenha uma evolução satisfatória...

            Vem então pela lógica a alternativa: então, por que não desistes de tudo isso e passas a agir como os ignorantes que não sabem que têm um Pai, já que eles vivem melhor, consciencialmente que você? Mas como eu posso agora desconsiderar um Pai que sei que me deu tudo que eu possuo hoje e também o potencial de eu chegar aonde Sua vontade divina determina? Se eu não desconsidero nem o meu pai biológico que apenas jogou a semente para a minha eclosão no mundo material, como vou desconsiderar o Pai essencial que sempre está ao meu lado, me aponta caminhos, que a tudo me permite, e também me tenha dado o livre arbítrio para saber o que muito não me convém?

            Não, o caminho de reversão, de ignorar o Pai que eu sei que possuo, é totalmente inadequado, e mesmo que eu tomasse por impulso essa decisão, a minha consciência jamais iria permitir que ela evoluísse, que eu ficasse satisfeito com a vida.

            Não, o caminho não é esse! O caminho é perseverar na estrada que Tu, Pai, me oferece e que acredito ser a mais pertinente para mim, para minhas virtudes, sempre tentando dar um passinho à frente apesar do peso das minhas deficiências.  

            Hoje, por isso, quero Te pedir uma única coisa, aquela mesma que Salomão Te pediu e foi atendido. Quero ter sabedoria de pelo menos escolher o caminho mais adequado para a minha atual situação, para que eu possa avançar pelo menos um milímetro a cada mês e que não me sinta destroçado pelo peso de tanta incompetência sobre a minha cabeça.

            Amém, conforme a Tua vontade!


Publicado por Sióstio de Lapa em 01/08/2017 às 06h49
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31/07/2017 02h37
D. JOÃO VI

            Para entender a História do Brasil de forma neutra e traçando um estudo psicológico da personalidade daqueles que contribuíram, positiva ou negativamente, o primeiro a ser citado é D. João VI (1767-1826), cognominado O Clemente. Foi rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, que foi a designação oficial assumida em 16-12-1815, elevando do então Estado do Brasil (unidade administrativa da América Portuguesa criada durante o reinado de Dom João III, fazendo parte do período conhecido como Brasil Colônia) a reino unido com o Reino de Portugal (sua metrópole soberana até então) e Algarve, uma região ou comarca que em nada se distinguia do resto de Portugal.

            Portugal teve Reinos (Portugal e Algarve), Senhorios (Guiné, Etiópia e Pérsia) e Estados (Brasil e Índia), conforme se verifica em “História da Companhia de Jesus no Brasil” de autoria do Padre Serafim Leite. Nessa historiografia política se observa que em 1530 D. João III divide o Brasil em 14 províncias; em 1548, D. João III cria na Província de Santa Cruz, o Estado do Brasil; em 1645, D. João IV cria o Principado do Brasil e os herdeiros da coroa portuguesa passam a receber o título de Príncipe do Brasil; em 1815, D. João VI cria o Reino do Brasil; e em 1822 D. Pedro I estabelece o Império do Brasil.

            Essa elevação do Estado do Brasil para Reino, aconteceu devido a transferência da família real e da nobreza portuguesa para o Brasil, por ordem do então Príncipe-Regente Dom João Maria de Bragança, futuro rei D. João VI, após as invasões napoleônicas a Portugal.

            O Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves teve apenas dois reis, Dona Maria I (que era a Rainha de Portugal antes da elevação do Brasil a reino unido com Portugal) e Dom João VI (que antes da sua mãe, a rainha Dona Maria I morrer, já governava como Príncipe-Regente). A capital do reino era a cidade do Rio de Janeiro, à época chamada apenas de corte. Foi dessa capital que passou a ser exercida a soberania de Sua Majestade Fidelíssima sobre todas as colônias do Ultramar Português.

            D. João VI foi o imperador titular do Brasil, enquanto rei do Reino Unido de Portugal Brasil e Algarves, mas foi o seu filho D. Pedro, o imperador de fato.  

            D. João VI, um dos últimos representantes do absolutismo, viveu num período tumultuado, e o seu reinado nunca conheceu a paz duradoura. Ora era a situação portuguesa ou europeia a degenerar, ora era a brasileira. Não esperava vir a ser rei, só tendo ascendido à posição de herdeiro da Coroa pela morte do seu irmão mais velho, D. José. Assumiu a regência quando a sua mãe, a rainha D. Maria I de Portugal, foi declarada mentalmente incapaz. Teve de lidar com a constante ingerência nos assuntos do reino de nações poderosas, notadamente a Espanha, França e Inglaterra. Obrigado a fugir de Portugal quando as tropas napoleônicas invadiram o país, à sua chegada ao Brasil enfrentou revoltas liberais que refletiam acontecimentos similares na metrópole, sendo compelido a retornar à Europa no meio de novos conflitos. Perdeu o Brasil quando o seu filho Pedro IV de Portugal proclamou a independência desse território, e viu o seu outro filho, D. Miguel, rebelar-se buscando depô-lo. Provou-se que morreu envenenado. O seu casamento foi da mesma forma acidentado, e a esposa, Carlota Joaquina de Bourbon, repetidas vezes conspirou contra o marido a favor de interesses pessoais ou de Espanha, seu país natal.

            Não obstante as atribulações, deixou uma marca duradoura especialmente no Brasil, criando inúmeras instituições e serviços que sedimentaram a autonomia nacional, sendo considerado por muitos pesquisadores o verdadeiro mentor do moderno Estado Brasileiro. Apesar disso é, até hoje, um dos personagens mais caricatos da história luso-brasileira, sendo acusado de indolência, falta de tino político e constante indecisão, sendo a sua esposa retratada amiúde como grotesca, imagem injusta na maioria das situações, segundo a historiografia mais recente.

            Essa herança histórica que recebemos de nossos antepassados, apresenta um viés injusto com os protagonistas de nossa história, com o intuito de ressaltar o regime republicano como superior ao regime monárquico, sem enfatizar o fato de que a queda da monarquia se deu por um golpe de estado promovido pelos militares, sem nenhuma participação do povo, pelo contrário, sem o conhecimento da população.

            É importante que seja feito um estudo retrospectivo de resgate da história para verificarmos quem foram os verdadeiros beneficiados por esse golpe de estado que repercute em nossas vidas até hoje. Verificar se a correção da provável injustiça feita a casa real brasileira, retornando os seus herdeiros aos seus respectivos postos, é uma questão ética, política e administrativa coerente com a Verdade e com os interesses equânimes da população.


Publicado por Sióstio de Lapa em 31/07/2017 às 02h37
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30/07/2017 01h59
UM ANO PARA FLORIR

Tenho a convicção de que estou tentando fazer a vontade do Pai, utilizando o meu corpo como o seu instrumento. Essa é a minha convicção, claro, pode estar muito distante do comportamento que eu tenho que ter para produzir os frutos que pretendo. Para fazer isso eu tenho que florir, e acho que ainda não atingi essa época da floração. Mas o Pai sempre está ao meu lado me oferecendo as oportunidades que são mais necessárias num determinado momento. Foi assim que descobri em um sebo o livro de Napoleon Hill, “Um ano para enriquecer”, que fui intuído a adquiri-lo. Pensava que era relativo apenas aos benefícios materiais que ele se dispunha a orientar, mas logo descobri, no primeiro capítulo, que todas as 52 lições que estão distribuídas ao longo das 52 semanas do ano, serviriam como roteiro para eu colocar em prática os meus objetivos espirituais.

Então, esse tempo que irá se desenrolar daqui para a frente, contando esta como a primeira semana, será o trabalho e as atitudes necessárias para a minha floração e preparação para a produção dos frutos.

É claro que essa produção de frutos de acordo com a vontade de Deus, são todos produzidos com o objetivo de construir o Reino de Deus. Os planos para atingir esse objetivo passa pela colaboração de Deus, intuindo questões e situações capazes de fortalecer a minha vontade.

Devo agir com foco naquilo que devo alcançar, elaborando os planos que a minha intuição ajuda a formular, pois depois que isso tiver em andamento, recebei mais ajuda para continuar na tarefa.

Devo alcançar uma fé inabalável em mim mesmo, apesar de que já tenho um nível satisfatório, mas ainda não cheguei nesse ponto onde nada pode me abalar, onde nenhuma adversidade pode me bloquear. Ainda sinto esse bloqueio acontecendo, principalmente com a atuação dos meus adversários internos, principalmente a preguiça.

Tenho já o meu objetivo definido, então agora é o momento de colocá-lo em prática usando todos os recursos e intuições que são colocadas à minha disposição.


Publicado por Sióstio de Lapa em 30/07/2017 às 01h59
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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr