Meu Diário
14/06/2021 00h13
VINHA DE LUZ (36) – FACCIONISMO

            A crítica dos paradigmas que possuímos é interessante para garantir uma melhor adaptabilidade às crises que virão. Porém, a crença em Deus, no Seu poder criador, no envio do Seu filho mais evoluído entre nós para nos ensinar sobre o amor, e assim podermos limpar nossos corações do egoísmo, ficar transformado em cidadão do Reino de Deus e apto a formar uma família universal e o consequente Reino no ambiente social, não pode ser criticado. Este paradigma é central em minha vida e a minha curiosidade e vontade de aprender, serve para melhorá-lo em sua racionalidade e não criar uma facção para subverte-lo ou destruí-lo. 

            Tiago nos adverte no Evangelho que, se tivermos amarga inveja e sentimento faccioso em nossos corações, que não nos glorifiquemos por isso, nem mintamos contra a verdade (3:14).

            Toda escola religiosa com base no amor divino, incondicional, apresenta valores inconfundíveis ao homem de boa vontade, que não esteja prioritariamente preocupado com seus próprios interesses.

            Apesar dos abusos e iniquidades que vejo no sacerdócio, a exploração inferior do elemento humano e as fantasias do culto exterior, procuro manter meu coração sincero para que eu possa me beneficiar amplamente na fonte da fé, iluminando para aperfeiçoar cada vez mais a Consciência Divina

            Em todo instituto religioso criado pelo homem e que tenho oportunidade de participar direta ou indiretamente, procuro evitar o perigo de desenvolver o sentimento faccioso que leva a intenção destruidora das mais altas e sublimes edificações espirituais. Lembro do movimento que já fiz dentro da Igreja Católica, Assembleia de Deus e agora dentro do Espiritismo. Desenvolvo minhas convicções que podem se afastar dos paradigmas da Igreja, do Templo, do Centro, mas respeito o que elas defendem e procuro aplicar o que aprendo e acho correto, sem procurar distorcer ou destruir os paradigmas ou dogmas das instituições.

            Hoje observo o comportamento faccioso ocorrendo dentro da Igreja Católica e a defesa da fé e do magistério por alguns padres e leigos que percebem o que está acontecendo. Vejo o quanto já foi subvertido os padrões comportamentais ensinados pelo Cristo e perseverados até os dias atuais. Por que essas pessoas que pensam diferente não saem simplesmente da Igreja Católica e procuram fundar outra com base nos seus pensamentos discordantes? É isso que estou procurando fazer com a fundação da Escola Igreja Trabalho e Amor, para desenvolver o meu pensamento espiritual, religioso, sem querer destruí a fé ou instituição de quem pensa diferente. 

            Infelizmente, é muito grande o número de orientadores espirituais encarnados que se deixam dominar pelas garras facciosas, impedindo dessa forma uma boa aceitação da fé como integrante de nossos paradigmas.

            Compreendo a paternidade divina sem nenhuma margem faccionista, preparado para resistir ao mal e reconheço que a diferença entre os homens se mede pelo esforço nobre de cada um.


Publicado por Sióstio de Lapa em 14/06/2021 às 00h13
 
13/06/2021 00h12
CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO

            Além das habilidades técnicas dentro da igreja, como por exemplo, o conhecimento bíblico, devemos desenvolver as habilidades emocionais para que possamos com a habilidade técnica ajudar o maior número de pessoas que estejam ou possamos colocar ao nosso alcance. A capacidade de adaptação é uma das mais importantes habilidades emocionais, e podemos praticar quatro maneiras de desenvolvê-la dentro de uma crise como a pandemia na perspectiva de ajuda ao próximo.

            A primeira maneira de melhorar a capacidade de adaptação é mudar a maneira de pensar, o que é muito difícil. O cérebro tende a automatizar pensamentos e comportamentos, porque gasta muita energia quando necessita mudar. Ele se torna preguiçoso por necessidade energética. Como possuímos muitos paradigmas é interessante que passemos a questioná-los, pois podem ter sido criados de forma equivocada, lembrando aquela experiência com os macacos. Foram colocados 5 macacos em um recinto fechado com uma penca de bananas pendurada no teto e uma escada que podia alcançá-las. Quando um macaco começava a subir para alcançar as bananas, todos recebiam ducha de água. Aprenderam a não subir na escada por esse motivo. Quando se tirava um macaco e colocava outro que não passou pela experiencia, este tentava subir a escada e os outros batiam nele para evitar. Assim foram substituídos um a um cada macaco até que não tinha nenhum que passou pela experiência original. Mesmo assim, cada macaco novo que era colocado no ambiente era surrado quando tentava subir na escada, mesmo que nenhum dos que batiam nele tivesse tido a experiência original. Isso quer dizer que todos adquiriram um comportamento que viram ser realizado sem saberem o motivo. Adquiriram um paradigma sem base na realidade. Da mesma forma, podemos estar nos comportando com base em observações que não tem justificativa racional. Por isso importante questionar cada paradigma que possuímos para que possamos nos adaptar melhor à realidade mudando nossa maneira de pensar quando conveniente.

            A segunda forma de melhorar nossa capacidade de adaptação é assumir riscos. O modelo de sociedade europeia é mais conservador do que a americana, quando comparados. Os europeus estudam exaustivamente determinada questão antes de tomar uma decisão, evitando qualquer erro. Os americanos exploram diversas possibilidades, mesmo que saibam que entre elas vão existir muitos erros. Eles assumem que errar faz parte do processo, criam uma cultura de assumir riscos, e se tornam mais competentes em criatividade e sucesso pragmático.

            A terceira forma de melhorar a capacidade de adaptação é encorajar as pessoas que estão à nossa volta para ter uma mente mais aberta. O cérebro, como demanda muita energia, tende a ficar em repouso. Assim, cada vez que se falar com alguém sobre o que se deseja fazer, perguntar como se poderia realizar tal coisa de forma diferente, a neurofisiologia mostra que o cérebro procura caminhos neuronais conhecidos. Cada vez que tomamos uma decisão única, o cérebro registra como uma trilha. Pessoas que observam, tendem a seguir a mesma trilha, que evita o desgaste energético de abrir novas trilhas, e fortalece a original. É preciso fazer os liderados pensarem por si mesmo, evitando a trilha já aberta, questionando tudo que se faz, envolvendo mais pessoas, questionando o liderado pessoalmente, cada um consigo e com seus liderados, se aproximando a estratégia do marketing de multinível.

            A quarta maneira de melhorar a adaptabilidade de cada um é adquirir ensinamentos através da formação, da curiosidade, da vontade de aprender, com livros, filmes, documentários, palestras, seminários, etc. Todo esse aparato deve ser socializado com a equipe, compartilhar o que se está aprendendo.


Publicado por Sióstio de Lapa em 13/06/2021 às 00h12
 
12/06/2021 00h11
MODELOS DE GESTÃO PARA AS IGREJAS

            Continua a segunda live promovida pela Uninchurch, apresentada pelo Javier, embaixador tecnológico, de Barcelona/Catalunha - Brasil.

Foram observadas quatro revoluções industriais com impacto na gestão, lembrando que o avanço das tecnologias é exponencial.

A Primeira Revolução Industrial, ocorrida, sobretudo, na segunda metade do século 18 (1760 – 1840), foi o primeiro paradigma na área de produção de grande escala, em que os modelos agrícola e artesanal de produção deram lugar à introdução do modelo industrial hoje existente. A principal particularidade desta época foi a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado, com o uso de máquinas. Ocorrida na Europa, inicialmente na Inglaterra e depois no restante da Europa Ocidental e Estados Unidos, o período foi marcado pela introdução das máquinas nos processos produtivos, bem como a fabricação de produtos químicos e expansão do transporte de pessoas e produtos, sobretudo, por ferrovias e navios a vapor. Nas fábricas, as máquinas a vapor são alimentadas por combustíveis fósseis. O primeiro deles foi o carvão mineral, que é formado na natureza pela fossilização da madeira, dióxido de carbono e metano. O uso de carvão impulsionou a produção de aço e proporcionou o crescimento da indústria de construção civil, com o aumento das populações dos centros industriais.

A segunda revolução (1850-1945) envolveu o desenvolvimento de indústrias química, elétrica, de petróleo e aço, além do progresso dos meios de transporte e comunicação. Navios de aço tomaram o lugar de embarcações feitas em madeira. O avião, a refrigeração mecânica e o telefone foram inventados no período, bem como a produção em massa (linha de produção), a energia elétrica e o enlatamento de alimentos. Os automóveis passam a ter supremacia em centros urbanos, no transporte particular de pessoas, sendo usado também para transporte de cargas (caminhões). Ocorre a expansão da malha rodoviária em todo o mundo.

A terceira revolução industrial (1950 – 2010) foi marcada pela substituição gradual da mecânica analógica pela digital, pelo uso de microcomputadores e criação da internet (1969) — na época chamada pelo governo americano de Arpanet. Houve, ainda, a crescente digitalização de arquivos e a invenção da robótica. O século 20 foi marcado, entretanto, pela Guerra Fria (conflito entre EUA e URSS), época em que houve grandes avanços na ciência, a partir da viagem do homem à Lua (1969). O capitalismo se consolida como o sistema econômico, com o fim da URSS (1991). O período também foi marcado pela introdução de novas fontes de energia, tais como a energia nuclear, solar, eólica e desenvolvimento da engenharia genética e biotecnologia. Novos métodos de agricultura são criados, por meio da produção informatizada. O telefone celular é inventado, por Martin Cooper (1973), e passa por diversos ciclos de desenvolvimento. Ele será uma das principais sementes da próxima revolução.

A quarta revolução iniciou em 2011, segundo dados de Schwab, presidente do Fórum Econômico Mundial, e autor do livro “A Quarta Revolução Industrial”. Segundo ele, o conceito está ligado ao de Indústria 4.0, modelo empresarial que já tinha como objetivo utilizar todas as tecnologias atualmente disponíveis para gerar conhecimento e produtividade.

Como aplicar tudo isso na igreja. Deixando a tecnologia no centro? Essa é a onda que está vindo. A indústria 4.0 traz inovação que muda para sempre o centro do que fazemos. As pessoas cada vez mais estão no centro das atividades, que é a característica da revolução 4.0. A mudança absoluta de gestão é a estratégia que a igreja deve adotar. Colocar o membro potencial para conhecer e seguir o Cristo, que está no centro de todo conteúdo eclesiástico que estudamos e ensinamos e fazemos.

Tudo serve para trazer pessoas para Cristo. Faze-lo conhecido. Sentir a conexão do novo convertido com Cristo. As pessoas que precisam conhecer e se aliar a Jesus, devem estar no Centro das ações que a igreja realiza. Cristo é a boa notícia, Ele deve estar no centro de tudo. Ele veio para trazer o Reino de Deus para a Terra, após sentirmos a transformação em nosso coração e nos sentirmos como cidadão desse Reino.

Precisamos alcançar as pessoas em qualquer lugar do planeta em que ela se encontre. A tecnologia multiplica a transmissão da mensagem. Este é um momento crítico para as igrejas. Devem incorporar essa tecnologia essa tecnologia que está ao seu alcance. Por mais complexa que seja. Colocar o sujeito no centro das estratégias da igreja, com tecnologia disponível. A igreja híbrida é a saída melhor. As ofertas e dízimos podem ser recebidas e mostradas num extrato do que foi arrecadado, onde estar sendo feita as ações, onde estar sendo aplicado os recursos, com total transparência, vendo o saldo bancário, e como as pessoas estão sendo impactadas com seus recursos. Impactados com imagens e vídeos. Prestaremos contas de cada real, como ele é usado para determinadas coisas. Isso gera muito mais doação. A pregação se torna mais dirigida aos focos de maior necessidade.

Tudo que fazemos merece a prestação de contas. 1- Anotar as tecnologias que se quer usar e fazer isso de forma híbrida; 2 - Fazer projetos pilotos como testes; 3 - gestão dos big data; e 4 - definir claramente as habilidades e competência que a igreja possui, quais habilidades são necessárias para implementar esse modelo de gestão.

Devemos dar condições para as atividades virtuais ter a manifestação do Espírito Santo, e não deixar apenas o demônio tomando conta disso.


Publicado por Sióstio de Lapa em 12/06/2021 às 00h11
 
11/06/2021 00h10
UMA IGREJA HÍBRIDA

            O mundo mudou radicalmente com a influência da pandemia na rotina de nossas vidas. Fomos obrigados a ficar restritos às nossas casas, abandonar o ambiente físico de nossos empregos, a aprender a usar as novas tecnologias para que o mínimo de nossas ações pudesse ser realizado.

            A ideia da construção da Escola Igreja Trabalho e Amor (EITA) que exigia inicialmente um local físico de funcionamento, agora com o novo comportamento que adotamos, se torna mais viável uma igreja híbrida, onde o componente virtual seja mais forte e mais efetivo.

            É importante o momento presencial, do aperto de mão, do abraço, do olho no olho, mas, o mais importante é que a mensagem do Cristo seja divulgada, que seus ensinamentos sejam praticados com base trabalho e principalmente no amor, que deve conduzir todas as ações e inibir qualquer tentativa de iniquidade. Se eu não usar convenientemente esses canais tecnológicos que Deus coloca ao meu alcance, não estarei trabalhando como Ele espera em Sua seara.

            Tenho que atentar para os Big Data, ou grandes dados, pois estão mudando o mundo dos negócios. Prédios e pastores formam uma liderança estrutural que deve passar para uma liderança relacional no mundo inteiro em lateralidade e profundidade, como é praticado no Marketing Multinível (MMN), levando a palavra de Deus, os ensinamentos do Cristo de forma tão eficaz que seja possível a construção da família universal e o consequente Reino de Deus. A relação entre pastor/líder x ovelha/discípulo passa lenta e eficazmente para o próprio Deus.

            Todos os dados que irei utilizar estarão na nuvem, não precisarei de enormes CPU para guardar essas informações. Até a terminologia usada pela tecnologia nos aproxima do Divino, pois a nuvem está numa situação celestial privilegiada, longe das influências pesadas da dimensão material.

            A hiper conectividade pode até simular uma reunião presencial, com o uso de capacetes apropriados, todos os membros podem sentir que estão juntos no mesmo espaço. Por isso, a liderança relacional deve ser o foco de minha ação, não pensar no prédio como prioridade, e sim como uma opção de segundo plano. Não terei mais a pretensão de grandes cultos presenciais, e sim sensibilizar as pessoas previamente sensibilizadas, evitando o recebimento de tantos nãos, tanto na parte evangélica quanto na parte profissional, do trabalho no MMN.

            A tecnologia passa a ser um potencializador da mensagem do Cristo, da identificação precoce e precisa das almas mais sensíveis a construção do Reino de Deus, para que não percamos mais tempo batendo em portas erradas.


Publicado por Sióstio de Lapa em 11/06/2021 às 00h10
 
10/06/2021 00h09
LIDERANDO A IGREJA DO FUTURO

            A tecnologia parte da evolução da igreja. Com a ideia da construção da Escola Igreja Trabalho e Amor (EITA), O Pai, que deu as intuições para isso acontecer, também continua a mostrar caminhos que Ele produziu, que tem caminhantes por eles e que procuram seguir com honestidade os Seus caminhos de acordo com a missão e características de cada um.

            Foi assim que tive contato com o pessoal da InChurch que promove seminários nos dias 09, 10 e 11-06-21, apresentado por Javier Casademunt, para os pastores e líderes de igrejas. Não tenho uma igreja formalizada, apesar de já ter produzido o seu estatuto e está pronto cognitivamente para sua implementação. Agora, com tantos compromissos, acadêmicos, clínicos, profissionais dentro do empreendedorismo do Marketing de Multinível (MMN), chega o trabalho desse site InChurch para liderar a igreja do futuro.

            Não foi colocado para ingresso neste evento, que a igreja escrita já tivesse oficializada, e como ela já existe na minha mente, que algumas pessoas já tomaram conhecimento dela, não vi nenhum impedimento ético para me inscrever como líder da EITA. Pelo contrário, entendi como uma oportunidade que o Pai estava me dando para me instruir e capacitar nesse projeto que é mais uma derivação da minha missão principal de formar a família universal como uma pequena maquete para o Reino de Deus.

            O tema que está sendo abordado neste dia 09-06-21 tem o título: “Liderando a Igreja do Futuro: Tecnologias de hoje e do futuro: o que podemos aplicar?”. Irei replicar alguns pensamentos que sintonizam com os meus, e, portanto, ficam registrados como meus, que foram despertados, que saíram do subconsciente ou inconsciente para a consciência.

            O Espírito Santo, essência do motor divino, se movimenta em todas as direções, permeia todos os espaços, levando a vontade do Criador ao seu redor, que pode ser captada pela sensibilidade daqueles que percebem o perfume de sua passagem. Assim acontece com a evolução tecnológica. Certamente o Espírito Santo está presente para que os discípulos de Cristo e outros discípulos assemelhados possam perceber e usar como ferramenta para melhor fazer a vontade do Pai.

            Devo usar essas ferramentas tecnológicas para dar visibilidade a EITA, mesmo que ela não esteja ainda oficializada. Posso integrar junto ao trabalho com o MMN, deixando bem claro que a oportunidade que está sendo apresentada faz parte de um trabalho de base evangélica, na construção da família universal como base do Reino de Deus no contexto social. Isso parece que irá dificultar ainda mais o meu trabalho, pois se antes eu tinha resistência em apresentar o plano da empresa por não querer receber não ou ser visto como um simples vendedor, agora irei colocar o sonho que tenho de realizar minha missão frente ao Pai, o que pode piorar a minha credibilidade na dimensão material, meus títulos acadêmicos, meu status de médico especializado.

            A pandemia, que tem o perfil de uma guerra espiritual, com armas biológicas, veio travestida da natureza do Mal, mas que podemos transmuta-la para o Bem, como o Criador deseja, quando permite que o Mal possa evoluir e causar seus estragos. Assim, podemos mudar nossa mentalidade de ficar tão ligado ao mundo material com todos os benefícios e prazeres que ele nos oferece e permanecer em casa, com oportunidade de meditar e trabalhar de forma mais introspectiva. Surge assim o potencial espiritual de todos que já estão trabalhando no Bem, para fazer a ponte tecnológica entre cada pessoa e instituição.

            No meu trabalho específico com o MMN associado a EITA, devo estudar e praticar as novas tecnologias e viabilizar o trabalho e os cultos espirituais no ambiente virtual, mas com repercussão imediata na dimensão material. A casa nova poderá servir como referência para os encontros mistos, espiritual/material, religioso/profissional.


Publicado por Sióstio de Lapa em 10/06/2021 às 00h09



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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr