Meu Diário
14/07/2021 00h11
INTERIORIDADE E REINO DE DEUS

 

       Jesus informou que o Reino de Deus estava próximo, que posso me preparar para ser cidadão desse Reino a partir da limpeza que consiga fazer no meu coração, detodo o egoísmo que seja prejudicial ao próximo. Feita essa limpeza, voltada para a interioridade, para a Reforma Íntima, estarei capacitado a construir o Reino de Deus à minha volta. Mesmo porque, no processo da Reforma Íntima, estarei fazendo a prática de interioridade, mas sempre com relação meu comportamento com o próximo que está mais próximo.

            Chega um ponto que o meu trabalho de interioridade, de Reforma Íntima, de burilamento do coração estará tão avançado que é preciso ensinar ao próximo, a duplicar o que aprendi e alcancei. 

            Essa etapa do desenvolvimento pessoal entra no movimento de se voltar para fora, se derramar para o próximo. Esse movimento do Ser para fora de si é geralmente associado aos prazeres, as diversões, que tende a levar o homem a viver constantemente fora de si, amalgamado a essas situações prazerosas, externas. Isso pode ser criticado.

            Mas o discípulo de Jesus, que limpou suficientemente o seu coração, pode ensinar esse caminho de se tornar um cidadão do Reino de Deus ao próximo, acredito que é isso que o Pai quer e Jesus ensinou. Essa crítica de estar voltado à exterioridade com frivolidades, não se aplica. Essa pessoa não está se exteriorizando para se impregnar com os prazeres do mundo, e sim, para oferecer ao mundo aquilo que ele conquistou e que é de valia muito mais superior que os prazeres efêmeros que possam ser conquistados.

            Observo que nesse fluxo inverso, do interior para o exterior, o quantitativo que é buscado fora, com a quantidade de pessoas que possam ser melhor direcionadas na vida real, do espírito eterno e não da carne passageira. É transmitido o qualitativo da Reforma Íntima, da limpeza do coração, para o quantitativo dos irmãos perdidos nos comportamentos em busca de prazeres fugazes. Não seria conveniente para o Pai, que tudo o quanto conquistei pela interiorização ficasse para sempre perdido num mero comportamento contemplativo. 


Publicado por Sióstio de Lapa em 14/07/2021 às 00h11
 
13/07/2021 00h08
REVOLUÇÃO CULTURAL (6) – PSEUDOPROFETA E MENTIROSO 

            Esta é uma forte estratégia da guerra espiritual, pois conseguiu penetrar na Igreja Católica, a principal opositora do mal, e reverter o trabalho evangélico em sua pureza cristã. Vejamos o que diz o Padre Paulo Ricardo em sua aula publicada no Youtube em 04-01-2012, com 394 visualizações na data de 15-04-2021.

O Papa professa publicamente de que lado ele está. Nós iremos nesses dias estudar quem é o outro lado. Quem são as pessoas que, ao contrário do Papa, que quer preservar a herança cultural de Jerusalém, de Atenas e de Roma, quem são as pessoas que querem destruir e porque querem destruir. Por que é importante isso? Temos que saber porque apanhamos, porque quando ingenuamente, com toda simplicidade e candura, um padre celebra sua missa, usando sua casula, incenso, os coroinhas com batinas sobrepeliz, porque será que você será hostilizado como se você fosse Satanás em pessoa? Por que tanto ódio? Então, é um pouco disso que nós queremos ver nesses dias.

Lá atrás, Hegel e Marx, que nos coloca diante dessa realidade do trabalho do negativo, do trabalho da destruição. É necessário destruir. Hegel quer através do trabalho do negativo, do trabalho da destruição, trazer abaixo uma ordem e um sistema que ele diz está oprimindo o trabalhador, está oprimindo o proletário. Porém, Marx como profeta, foi um profeta pela metade. Por que? Porque ele profetizava o futuro de uma sociedade justa, sem classes e aliás, sem governo, perfeita! O paraíso aqui na Terra. Só que ele previu que isso iria acontecer através de uma revolta dos trabalhadores. Nota de rodapé, diga-se de passagem, que ele sabia perfeitamente que isso não era verdade. Ele inclusive falsificou os dados das pesquisas, ele vivia na Inglaterra, foi fazer pesquisas a respeito da situação dos trabalhadores a partir dos dados do governo britânico, e ele, falsificando os números, disse que a situação dos trabalhadores era insuportável, eles iriam explodir uma revolta. Ele sabia perfeitamente que as coisas não eram do jeito que ele estava explicando. Marx é além de pseudoprofeta, um mentiroso e um sujeito intelectualmente desonesto. Não há dúvida nenhuma disso. Ele previa que os trabalhadores iriam sofrer tanto debaixo da pressão dos capitalistas, dos burgueses, que “a panela de pressão iria estourar”. Os trabalhadores iriam se unir contra os capitalistas opressores.

Posso observar aqui o poder da propaganda sobre a verdade. Quando pessoas querem destruir ou construir uma personalidade, uma reputação, o meio da propaganda é infalível. Isso porque a verdade não é veiculada tão maciçamente como é a falsa narrativa. Lembro que por muito tempo eu idealizava Marx, Lenin, todo o bando comunista, revolucionários, como uma espécie de ídolo. Chegava a ter camisetas do Che Guevara com frases que me impressionavam: “Há de ser duro, mas sem perder a ternura, jamais!” Hoje que sei o quanto perverso e sanguinário ele era, tenho vergonha do meu passado, o que pensavam as pessoas que sabiam a verdade, que foram prejudicadas por ele, que tiveram um parente ou amigo fuzilado sem nenhuma consideração por agente tão macabro. No entanto, até hoje, são idealizados como heróis, cujos aliados e seguidores são presos em flagrantes delitos e se colocam para a imprensa com o punho levantado como se tivessem lutando por uma boa causa. Vem então, uma pergunta, essa pessoa é na verdade um criminoso ou um inocente útil, ofuscado pela fumaça de Satanás, comete crimes tão bárbaros acreditando serem pegos como heróis. É o caso de Marx, tão bem identificado pelo Padre Paulo Ricardo como pseudoprofeta e mentiroso e ao mesmo tempo tão venerado pela sociedade, inclusive nos meios acadêmicos e eclesiásticos, como valentes e inteligentes arautos de uma sociedade pacata, harmônica e justa, um paraíso na Terra. 


Publicado por Sióstio de Lapa em 13/07/2021 às 00h08
 
12/07/2021 00h08
REVOLUÇÃO CULTURAL (5) – AS TRES COLUNAS

            Esta é uma forte estratégia da guerra espiritual, pois conseguiu penetrar na Igreja Católica, a principal opositora do mal, e reverter o trabalho evangélico em sua pureza cristã. Vejamos o que diz o Padre Paulo Ricardo em sua aula publicada no Youtube em 04-01-2012, com 394 visualizações na data de 15-04-2021.

O marxista sabe muito bem o que é propaganda e o que é o verdadeiro intento. O bom marxista sabe que ele está dentro da Igreja e ele precisa fazer uma cortina de fumaça, de propaganda, e dizer o quanto ele ama a tradição da Igreja, mas a verdadeira tradição. Não essa tradição engessada, tridentina, encarquilhada, sem vitalidade. Ele ama os pobres, ele ama os santos, mas os santos comprometidos. Ele gosta da liturgia, mas uma liturgia inculturada, que fale ao povo. Veja, tudo isso são frases que você ouvindo assim, você não tem nada para dizer contra elas. Que você vai dizer de uma frase dessa? Que você vai objetar ao sujeito que diz que ama aos pobres? Você vai dizer, pois bem, meu senhor, sim senhor, é isso mesmo. Mas, o que você tem que entender é que o princípio de ação marxista é o princípio do trabalho do negativo, é o princípio do trabalho do destruidor, é o princípio do trabalho daquilo que põe abaixo, e o que eles querem por abaixo? 

O Papa Bento XVI, recentemente esteve em seu país, na Alemanha. E ele esteve no Congresso Nacional, no Bundestag, e dirigiu uma palestra aos congressistas, aos parlamentares do seu país, na qual palestra ele foi efusivamente, longamente aplaudido. Pode ser visto o vídeo, está a disposição no site do Vaticano, dia 22 de setembro, na viagem apostólica à Alemanha. Ele foi efusivamente aplaudido de pé, pela assembleia inteira, exceto por uma área da assembleia onde havia bastante cadeiras vazias, sinal de congressistas que não foram, que se recusaram a participar e os poucos que foram daquele partido, ficaram de braços cruzados enquanto todos os outros aplaudiram o Papa ostensiva e longamente.

Nesse discurso, o Papa, nas palavras conclusivas disse o seguinte: “A cultura da Europa nasceu do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma. Do encontro entre a fé do Deus de Israel (Jerusalém), a razão filosófica dos gregos (Atenas) e o pensamento jurídico de Roma. Esse tríplice encontro forma a identidade íntima da Europa e na consciência da responsabilidade do homem diante de Deus e no reconhecimento de sua dignidade inviolável de cada homem. Esse encontro fixou critérios do direito cuja defesa é nossa tarefa neste momento histórico.”

O Papa está dizendo que nós temos que defender essas três grandes colunas da cultura ocidental. A fé cristã, o direito romano e a filosofia grega. Por que existe um movimento revolucionário que quer trazer abaixo essas três colunas, ou melhor, está derrubando essas três colunas. Elas já estão no chão, em frangalhos, e nós precisamos reergue-las. Então, aqui está o grande conflito. A grande batalha cultural, a grande guerra cultural. Essa guerra cultural que se expressa na destruição dessas três colunas básicas da cultura ocidental. Ou seja, do legado de Jerusalém, de Atenas e de Roma. 

Interessante, visualizar nossa cultura ocidental com base nessas três colunas. Essa estrutura básica nos fez caminhar por mais de dois milênios num processo de constante evolução, de procura pelo bem-estar maior para a humanidade. Deixamos de lado espetáculos cruentos e mortais como a luta dos gladiadores nas arenas romanas, pelo jogo de futebol nas arenas do mundo todo, sem que a plateia se delicie pedindo com a posição do dedo a morte de A ou B que se comportaram bem ou mal no duelo. Agora, surge um movimento reptício que deseja destruir essas três colunas oferecendo algo melhor aos incautos que se deixam hipnotizar pelas falsas propostas. O comunismo, surgido e aplicado por mentes pervertidas e viciadas, usam de falsas narrativas para cooptar com a mente de pessoas, principalmente jovens, com muita disposição e pouca crítica. De onde surgiram tais ideias que se materializam em ações tão maléficas à humanidade? Só posso imaginar da fumaça invisível de Satanás que hoje impregna até a Santa Igreja Católica. 


Publicado por Sióstio de Lapa em 12/07/2021 às 00h08
 
11/07/2021 00h08
REVOLUÇÃO CULTURAL (4) – JULGAMENTO

            Esta é uma forte estratégia da guerra espiritual, pois conseguiu penetrar na Igreja Católica, a principal opositora do mal, e reverter o trabalho evangélico em sua pureza cristã. Vejamos o que diz o Padre Paulo Ricardo em sua aula publicada no Youtube em 04-01-2012, com 394 visualizações na data de 15-04-2021.

Eu gostaria que você entendesse que você sempre será colocado diante de dois caminhos que você deverá escolher. Pois você é livre! Nunca julgue uma pessoa pelo que ela diz de si mesma. Como é que devo julgar uma pessoa? Julgue uma pessoa olhando para o que ela combate. Esse é o primeiro julgamento. Se um sujeito chega aqui e diz: eu sou a favor dos pobres, eu gosto dos pobres... como é que você vai saber que essa pessoa é boa ou má? Também a Madre Tereza de Calcutá amava os pobres, mas ela não era da Teologia da Libertação. Também, teólogos famosos e bispos famosos dizem que amam os pobres. Mas, como é que eu vou julgar essa pessoa? Se você quer um critério para julgar, você olhe sempre para o que essa pessoa está combatendo, contra o que ela está lutando. Quando de repente você ver uma pessoa que diz: eu amo os pobres, eu amo a justiça social, eu amo tudo aquilo que é o Evangelho, o Reino de Deus, Jesus, etc. e tal... tudo bem. Até agora ele disse o que ama. Isso não significa nada, pois isso pode ser mera propaganda. O que você tem de perguntar é o que essa pessoa está combatendo. Quando essa pessoa começa a combater tudo que nós temos de sagrado, quando ela combate a liturgia, quando é contra a disciplina que está no código de direito canônico e quando ela destrói a doutrina que está no catecismo da Igreja Católica, você começa a ver que “o gato se escondeu atrás da cortina, mas sempre deixa o rabo de fora”. 

Como é que pode ser uma pessoa tão boa, que ama as coisas de Jesus, mas, quando na sua diocese, na sua paróquia, fazem uma missa de zumbi, trazendo a mãe de Santo para o altar, oferecendo pipoca, charuto e pinga, fazendo dança de Candomblé na frente do altar, e essa pessoa não combate isso, muito pelo contrário, você chega e diz: “escuta, pelo amor de Deus, vamos acabar com isso, olha que escândalo, essa missa profanou a Eucaristia, isso foi uma profanação à Eucaristia!” Essa pessoa diz: “não, nós temos que ser tolerantes à diversidade cultural, nós temos que ter inculturação”. E aí, tão logo, um padrezinho jovem, de batina preta, decide muito singelamente, celebrar uma missa de Pio V para um grupelho de fiéis, 5-6 fiéis, nada mais do que isso, essa pessoa tolerante desabafa contra esse pobre sacerdote, como se ele tivesse cometendo um crime de lesa majestade e como se ele tivesse fazendo a maior profanação eucarística da história da Igreja, ameaçando suspenção, transferência, e todo tipo de punição porque o sujeito cometeu o crime de querer celebrar a missa que a Igreja celebrou durante cinco séculos e que santificou tantos homens. Deixo bem claro para vocês. Eu não acho que celebrar a missa de Pio V seja a solução dos nossos problemas eclesiais. Eu, como vocês, celebro diariamente a missa de Paulo VI muito tranquilamente. Mas, estou exemplificando que não é possível que um sujeito que diz que ama a Deus, que serve a Igreja, desata toda a fúria infernal contra uma coisa santa como é a missa de Pio V, mas permanece como um impávido colosso diante de uma profanação como é uma missa de zumbi!

Não compre o produto pela propaganda! Leia a bula. Veja os efeitos colaterais. Você tem que saber em que ideologia você está entrando e aqui é que eu preciso ensinar a vocês a serem bons marxistas para rejeitar o marxismo ou abraça-lo.

Excelente esse ensinamento do Padre Paulo. É muito fácil aceitar a propaganda de uma pessoa sem conhecer suas reais intenções. Digo isso pois fui vítima dessa enganação. Por muito tempo militei em partido de esquerda, o PDT. Fui dirigente partidário, candidato por diversas vezes. Não consegui ser eleito apesar de ter uma boa influencia, pois por questões íntimas, nunca deixei que os fins justificassem os meios. Nunca fui favorável nem pratiquei a compra de votos por qualquer moeda, mesmo tempo muitas pelas quais poderia comprar os votos necessários para minha eleição. Mantive a minha consciência limpa e capaz de mudar com facilidade o meu posicionamento ideológico quando descobrisse a verdade, como de fato aconteceu. Ajudei a eleger Lula pelo PT, enquanto eu, filiado ao PDT, acreditava que ele fosse o melhor para o país. Depois de sua eleição, quando começaram a surgir os escândalos morais, do mensalão, por exemplo, e ele, como chefe do governo se esquivava com mentiras de que não sabia de nada, vi que estava embarcado numa nau que me levava para onde eu não queria. Passei a estudar com mais crítica, vi que estava enganado com relação ao meu apoio e participação em partidos de esquerda, sai do PDT, deixei de apoiar o PT e seu presidente, fiquei mais próximo do líder que eu sei hoje jamais me enganará com seus ensinamentos: Jesus Cristo. Por isso, quando o Paulo Ricardo coloca com tanta segurança os argumentos racionais do modus operandi do mal, através das ações de integrantes da esquerda, conscientes ou não do que estão fazendo, fico solidário e procuro ajudar na disseminação desse conhecimento. 


Publicado por Sióstio de Lapa em 11/07/2021 às 00h08
 
10/07/2021 00h08
REVOLUÇÃO CULTURAL (3) – CONVENCIMENTO

            Esta é uma forte estratégia da guerra espiritual, pois conseguiu penetrar na Igreja Católica, a principal opositora do mal, e reverter o trabalho evangélico em sua pureza cristã. Vejamos o que diz o Padre Paulo Ricardo em sua aula publicada no Youtube em 04-01-2012, com 394 visualizações na data de 15-04-2021.

            No final dessa série de palestras você tomará uma decisão, se será um bom teólogo da libertação, competente, sabendo todo o trabalho de destruição que você tem que fazer dentro da Igreja, ou se você será um bom sacerdote, fiel ao Papa, à tradição da Igreja.

            Eu não vou fazer sua cabeça. Essas palestras você pode usá-las de duas formas diferentes. Pode usá-las para o bem, sabendo a maldade que você deve evitar, mas pode usar também para o mal, sabendo que vou dar a você uma cartilha de como ser um bom marxista, um bom teólogo da libertação e como destruir a Igreja Católica. Vou ensinar as duas coisas. Você não está aqui para um padre lhe fazer uma lavagem cerebral. Você será sempre um homem livre. Terrivelmente livre! Dramaticamente livre! Perigosamente livre! Mas, é preciso que desde o início você enxergue isso, para que você saiba distinguir em que time está jogando, dentro dessa história da Revolução Cultural dentro da Igreja, dentro da história da Teologia da Libertação da Igreja. O que tem de ser entendido é o seguinte: nunca julgue uma pessoa pela propaganda que ela faz de si mesma. Não julgue o Padre Paulo Ricardo pelo que ele diz de si. É claro que as pessoas vão sempre falar coisas boas de si mesmo. Eu não vou chegar aqui e começar a falar mal de mim, se estou aqui é para convencer você, entende? Eu não estou aqui dizendo: olhe, eu não quero que você jogue no meu time, eu não quero que você se convença do que estou dizendo. É evidente que se estou aqui é porque tenho uma opinião, estou muito convencido de que esta opinião é o caminho correto. Eu, admiravelmente estou sempre de acordo comigo e gostaria de ensinar vocês e gostaria que estivessem de acordo comigo. Mas eu não vou lavar a sua cabeça. Você será livre. Evidente que eu quero mudar sua cabeça. Então, cuidado, eu vim aqui para mudar sua cabeça! Eu vim aqui para convencer você! 

            Este é um momento de forte honestidade do Padre Paulo Ricardo. Ele se coloca na posição de quem não é dono da verdade, que tem apenas uma opinião e que acredita nela, e que deseja que outras pessoas passem a acreditar nas mesmas ideias e que sigam o seu comportamento. Mas a pessoa é livre para raciocinar sobre os argumentos propostos e decidir qual o caminho que deseja seguir, se o bem ou o mal que o padre apregoa. Por isso ele fala em não querer fazer lavagem cerebral em ninguém, pois ninguém está sendo induzido, obrigatoriamente, a seguir suas ideias. A pessoa pode compreender que seguir a ideia do mal é mais conveniente para ela que seguir as ideias do bem e assim, seguir o que manda sua razão. Se deseja ser rico com o proveito de corrupções, de estar ao lado de ladrões para conseguir o que deseja, que não vai se importar com o mal que suas ações vão provocar de imediato sobre a vida dos outros, ele tem essa liberdade. A pessoa não vai seguir esse caminho, tal ou qual, simplesmente porque o Padre Paulo Ricardo indicou. Ele indicou os dois caminhos pelos quais a pessoa possa decidir de acordo com suas tendências, aprendizado ou engajamento ideológico. Observamos essa escolha dentro da população brasileira no atual momento histórico, onde a sociedade se polariza em duas posições, uma à esquerda e outra à direita. Observamos em qual delas está circunscrita o antro de iniquidades, de atos corruptos que quase destruíram a nação. Observamos o direcionamento comportamental de tantas pessoas que falam ser boas e querer o bem de todas, mas estão associadas aos elementos da iniquidade. Por que tomaram decisão tão contrária ao que pregam? Talvez seja por falso juízo das pessoas de quem ouviram tais mensagens. Isso o Padre Paulo Ricardo vai abordar em seguida.


Publicado por Sióstio de Lapa em 10/07/2021 às 00h08



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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr