Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
31/08/2025 00h01
AS FORÇAS DO BEM - INTRODUÇÃO

            Com este texto acredito que estou retornando ao inicio do livro para dissipar dúvidas surgidas sobre a autoria e o direcionamento da mensagem, tento em vista que percebi a importância que ele vai ter daqui para a frente de nossas reflexões na caminhado do Progresso Espiritual que pretendemos fazer juntos, eu e meus leitores.



INTRODUÇÃO



Julgo do meu dever dizer algumas palavras a guisa de Introdução a este livro absolutamente ímpar no mundo, e que serão as únicas realmente minhas em todo o texto. Tudo quanto do livro consta, inclusive o titulo dos capítulos, foi grafado pelo Irmão Tomé. Retirei de cada capítulo, com sua aprovação, a frase que me pareceu sintetizar melhor o sentido do mesmo, usando, por conseguinte, apenas palavras suas. Não colaborei nem interferi na redação dos quarenta e três capítulos do livro, cujo estilo e linguagem pertencem inteiramente ao Autor. Uma ou outra vez, na datilografia da matéria, ocorreu-me a substituição de alguma expressão, o que eu anotava a lápis na entrelinha. Ao preparar, porém, o original para a gráfica, desprezava minha emenda por achar que o correto era o que me havia sido ditado, e mentalmente me censurava pela tentativa de emendar o que estava certo.



Devo confessar, com toda a sinceridade, que este livro extraordinário constituiu para mim uma grande revelação. Exercitando com amor a psicografia desde alguns anos, tendo recebido por este meio consolações indizíveis através de mensagens altamente instrutivas e afetuosas, de velhos amigos e parentes muito queridos do Além, jamais poderia imaginar que um dia me tomaria intermediário de Entidades que aprendi a venerar desde a infância, pela mão piedosa de minha Mãe. Eis um pouco da pequena história deste grande livro:



Eu e minha esposa costumamos reunir-nos às quintas-feiras às 21 horas, à nossa mesa de refeições, para uma concentração mental de cerca de trinta minutos, segundo as instruções do CIRCULO ESPIRITUAL DO AMOR DE JESUS. As pessoas que estudam a Vida de Jesus Ditada por Ele Mesmo sabem o que significa essa prática semanal como meio de atrair bênçãos e luzes espirituais. Cultivando a arte maravilhosa da psicografia semimecânica, costumo dedicar os minutos finais da reunião ao aprimoramento desta faculdade.



Na quinta-feira 21 de junho de 1962, dia consagrado a Corpus Christi, utilizou-se do meu lápis uma Entidade ainda desconhecida para nós, produzindo uma bela mensagem de ensinamentos espirituais relacionados com a data, assinando Irmão Tomé. Eu pedi à Entidade que nos fornecesse alguns dados a seu respeito, para o registro que costumo fazer dos amigos que nos visitam, ao que a mesma bondosamente aquiesceu, escrevendo o seguinte: “Sim, amigo meu; sou aquele que passou à História como o que só acreditaria que fosse o próprio Mestre em pessoa se lhe tocasse as feridas. Daí o provérbio que correu e ainda corre o mundo: “Ver para crer”. Adeus”.



Em outra de nossas concentrações mentais, a 26 de julho seguinte, a mesma Entidade, entre outras coisas, escrevia: “Minha presença está servindo igualmente para apurar ainda mais a faculdade psicográfica do aparelho, na tentativa que tenho em vista de aproveitá-la para transmitir à Terra uma série de conselhos de grande utilidade para aqueles que desejarem aproveitá-los.”



No sábado 1o. de setembro seguinte, às 20 horas, senti algo de novo em torno de mim, como se fora uma presença invisível. Dirigi-me ao escritório e tentei escrever psicograficamente alguma coisa. Nesse dia o Irmão Tomé grafava o primeiro capítulo deste livro, realmente ímpar no mundo, assim prosseguindo o nosso trabalho todos os sábados, inclusive no de carnaval, conforme ele próprio assinala no texto.



Julgo também de interesse para os leitores conhecerem parte dos diálogos que mantinha com o Irmão Tomé ao fim do nosso trabalho semanal, durante os quais me eram transmitidas instruções do Senhor Jesus, para o maior êxito deste livro; como parte que é da Grande Cruzada de Esclarecimento iniciada na Terra. Assim, no sábado, 28 de maio de 1963, entre outras coisas, disse-me o Irmão Tomé: “Nosso livro está em vias de conclusão. Faltam poucos capítulos para terminar. Nosso Senhor está satisfeitíssimo com o meu e o teu trabalho. Qualquer idéia sobre a impressão e promoção podes ir anotando desde já.”



Como eu tivesse apresentado três sugestões para o título, inclusive a vitoriosa, indaguei do Irmão Tomé o que havia a respeito e ele assim se manifestou: “Sobre o título, existem ainda algumas sugestões a estudar. Espero que provavelmente no próximo sábado já poderei comunicar.”



Efetivamente, no sábado 1o. de junho, à minha pergunta habitual sobre se havia, alguma instrução, assim me respondeu o Irmão Tomé: “Sim. Temos hoje diversos assuntos a tratar. Primeiro, quanto ao título. O Senhor escolheu para título o seguinte: AS FORÇAS DO BEM. É uma sugestão tua, que mereceu a aprovação do Senhor. Em seguida desejo informar-te que, com os capítulos que grafaremos no decorrer deste mês, o livro estará concluído. Não desejamos fazer um volume muito grosso, considerando o que iria custar a pessoas de parcos recursos.”



No dia 8 de junho eu havia colocado sobre a mesa de trabalho um esboço da capa para submeter ao Irmão Tomé. Feita a pergunta habitual, ele assim me respondeu: “Pouca coisa tenho hoje para dizer-te. Apenas que o título do nosso livro vai ficar magnífico com essa disposição. Gostei bastante e Nosso Senhor também. Em seguida quero dizer-te que Nosso Senhor voltará aqui para grafar Ele mesmo o Prefácio do livro. Isto Ele o fará provavelmente no primeiro sábado de junho.”



Indaguei então do Apóstolo se Nosso Senhor escreveria o Prefácio ali mesmo no meu pequeno escritório ou se nos deveríamos reunir à mesa de refeições. Eis a sua resposta: “Aqui mesmo, meu amigo, para que todo o livro seja psicografado neste “Posto de Serviço” que me dedicaste.”



No sábado, 15 de junho, após responder a assuntos particulares, escreveu o Apóstolo Tomé: “Relativamente à tua sugestão de escreveres algo sobre mim próprio, fui ouvir Nosso Senhor. Ele opinou que este particular deverá ficar para outra obra que iniciaremos em breve, e será divulgada quando a atual já estiver bastante difundida. Bem; agora o “nosso livro”. Nosso Senhor fará o Prefácio, o que virá valorizar extraordinariamente o meu e o teu trabalho. Podes ir preparando os planos de promoção e distribuição para serem postos em prática logo que for iniciada a composição.”



No dia 22 de junho, manifestei ao Apóstolo o meu desejo de incluir no livro, além do Prefácio do Senhor Jesus, algumas palavras de Nossa Senhora, e perguntei-lhe se isto seria possível. Eis a sua resposta: “Vou tentar obter o que desejas. Responderei provavelmente no próximo sábado.”



Finalmente, no sábado, 29 de junho, após grafarmos o último capítulo, fiz a pergunta habitual ao Apóstolo, que assim respondeu: “Sim, meu amigo. Concluído fica o nosso belo livro, com a graça do Senhor. No próximo sábado o Senhor Jesus virá grafar o Prefácio para maior valia do nosso livro. Nossa Senhora, igualmente, grafará algumas palavras a teu pedido, atendido por Ela com alegria. Provavelmente o fará numa quinta-feira. Providenciarás em seguida o que se refere à impressão e distribuição da melhor maneira. O Senhor confia inteiramente na tua capacidade para isso. Nestas duas próximas semanas combinaremos nossa atividade futura, depois de ouvir Nosso Senhor. Entendido?”



E após minha resposta afirmativa: “Deixo-te o meu abraço muito amigo, e sempre às tuas ordens me despeço por hoje. Adeus.”



Caro leitor: Essa é a pequena história deste livro, e serve para demonstrar o empenho do Senhor Jesus pela maior difusão dos conselhos que o mesmo encerra. Quero então fazer-lhe um pedido de todo o coração: se gostar do livro, como certamente vai gostar, ajude-me na minha tarefa, inculcando-o aos seus amigos, ajudando ao mesmo tempo ao Apóstolo Tomé na sua missão junto a todos nós encarnados, e acima de tudo a Nosso Senhor Jesus Cristo, que recompensará generosamente a todos. É o que sinceramente lhe pede e agradece.



DIAMANTINO COELHO FERNANDES



Esta introdução esclarece as minhas dúvidas que também podem ser dos meus leitores. É pedido também o empenho para que nós, leitores, façamos a divulgação do livro e mostrando a sua importância para a nossa vida espiritual. Isso me deixa mais confortável neste trabalho que estou fazendo de colocar aqui cada mensagem e procurar ampliar a sua reflexão no maior número de pessoas possível no meu entorno.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 31/08/2025 às 00h01
 
30/08/2025 00h01
AS FORÇAS DO BEM (9) SÓ O AMOR CONSTROI PARA A ETERNIDADE

Contato com as Forças do Bem - palavras de Maria Santíssima às suas filhas terrenas.

 

 

SÓ O AMOR CONSTRÓI PARA A ETERNIDADE

 

 

 

 

Os homens do passado sempre estiveram empenhados no que bem se pode denominar o seu único bem-estar, sem ligarem maior importância ao bem-estar alheio. Construíram aqueles homens, paralelamente, talvez maior desconforto para seus Espíritos, ao regressarem ao ponto de onde vieram no mundo espiritual.

 

 

 

 

Muitos desses homens do passado tiveram, por acréscimo às suas ambições, a veleidade de pretenderem tornar-se senhores do mundo em que habitavam, perseguindo, encarcerando e matando seus semelhantes mais fracos, do que estão repletas as páginas da História. Certo é também que numerosos dos potentados de então, já aqui estiveram em novas existências, sofrendo quase todos as mesmas penas que impuseram antes aos seus vencidos. Cumpriu-se aí apenas a lei que determina: quem com ferro fere, com ferro será ferido, lei que já existia, antes de existir a Terra, e aqui se cumpre como de resto em outros mundos habitados.

 

 

 

 

De um dos homens que mais poderosos se julgaram em sua época, ouvi em confissão memorável perante Altos Dirigentes Espirituais, que se possível lhe fosse, exterminaria de bom-grado a própria consciência, para apagar todas as recordações nela gravadas durante uma de suas peregrinações terrenas. Isto, todavia, não é possível, e não há como fugir à lei sábia que regula a pena em idênticas condições àquela que a outrem tenha sido imposta.

 

 

 

 

A humanidade atual pouco difere da antiga, não obstante os progressos realizados pela ciência em vários setores de atividade. O progresso em que a ciência deve esforçar-se por melhorar a vida terrena, é no campo moral, no entendimento e fraternidade, firmando princípios verdadeiros no sentido da iluminação do Espírito, e menos no sentido da destruição. Armas nucleares em nada podem contribuir para a segurança e integridade das nações, porque, sendo comuns a várias delas, a destruição será recíproca, infelizmente. Persistam, então, os homens de ciência, no aprimoramento de seus estudos no sentido do uso da energia nuclear como força propulsora; isto sim, contribuirá́ decisivamente para o adiantamento do planeta no século de luzes que se aproxima. Somente para este fim serão seus esforços abençoados por Deus, e meritórias serão chamadas suas atuais encarnações.

 

 

 

 

É preciso acordar no homem a consciência de sua responsabilidade para com seus irmãos terrenos, e voltar para a felicidade destes o empenho que a maioria faz em engrandecer-se a si próprio, na ilusão de que os galardões da Terra possam ter alguma cotação no mundo espiritual. Eu digo-vos que não, irmãos meus; no mundo espiritual, onde ingressareis por vossa vez quando a isto fordes chamados, o único galardão realmente apreciado, e que se transforma em luz e felicidade para seus portadores, é aquele que reflete os esforços dos homens no sentido de dar ajuda, assistência, instrução, educação e conforto aos menos afortunados. Esse sim, irmãos meus, é o mais belo galardão que nos é dado contemplar lá no Alto, onde recebemos diariamente os milhares de Espíritos que regressam da Terra. E quantos deles regressam, ai Deus meu; em que lamentável estado, após deixarem bens, fortuna, riquezas e mais riquezas espalhadas por aí...

 

 

 

 

Quem de vós, homens e mulheres que me ledes, gostaria de chegar dessa maneira à morada de Nosso Senhor? Certamente nenhum de vós, é claro. É tempo então de começardes o vosso exame de consciência, para que haja tempo de corrigir o que estiver errado, e limpar uma ou outra mancha nela existente. Para vos alertar em tal sentido, irmãos e amigos meus, eu me encontro entre vós trazendo-vos estes conselhos, visto como tempos se aproximam aceleradamente, e depois deles nada mais será possível.

 

 

 

 

O comerciante como o industrial, o médico como o engenheiro, o advogado como o técnico, o parlamentar como o governante, o profissional, enfim, de todas as especializações, têm diante de si em todos os momentos, oportunidades de fazer algo em benefício do seu semelhante, quando mais não seja, até por um pensamento de amor, um gesto de bondade, de fraternidade, de tal modo que esse pensamento como esse gesto possam aninhar-se no coração do próximo.

 

 

 

 

Combater o egoísmo, a ambição e o ódio entre irmãos como entre povos, é dever de todos os filhos de Deus. “Somente o amor constrói para a eternidade”, disse-o o Senhor Jesus, e nós, seus enviados, o repetimos alto e bom som, porque este é, na realidade, o objetivo de quantos conseguiram permissão para reencarnar uma vez mais, e aqui se encontram completamente olvidados de seu compromisso.

 

 

 

 

Construir para a eternidade! Que coisa magnífica, esta, e que maravilhas aguardam no Alto a quantos isto conseguirem! Sabendo-se que só o amor constrói para a eternidade, eu vos concito, irmãos meus, a iniciar sem demora vossa trajetória em tal sentido, amando, ajudando, assistindo os vossos irmãos menos afortunados. É este o conselho e o empenho deste vosso dedicado — Irmão Tomé.

 

 

 

 

            A digitação deste texto por si só já merece considerações. Acordei às 3h, pontualmente, como sempre faço com a ajuda do despertador. Acontece que na noite anterior eu havia esquecido de ligar o despertador e antes que eu pudesse lembrar, adormeci com minhas leituras. Então, quem me despertou pontualmente na minha hora escolhida para contatar com a espiritualidade, com as Forças do Bem?

 

 

 

 

            Refletindo sobre o conteúdo do texto, vejo com clareza qual será o meu trajeto no meu progressismo espiritual: “fazer algo em benefício do meu semelhante, na condição de médico e professor universitário. Construir para a eternidade, combatendo o egoísmo exagerado, a ambição e o ódio entre irmãos como entre povos, nações.”

 

 

 

 

            Esta linha de atuação já estava sendo desenhada nas minhas perspectivas de trabalho, mas agora tenho maior clareza. Inclusive com o projeto de ter um programa em algum veículo de comunicação, principalmente no Departamento de Comunicação da UFRN. O título desse trabalho poderia ser: CONSTRUINDO PARA A ETERNIDADE.

 

 

 

 

            Outra questão que me deixou encucado, foi no início eu ter afirmado que este texto seria uma mensagem de Nossa Senhora, Maria Santíssima, para suas filhas terrenas. Então, retornarei ao livro do qual retiro o texto para colocar sua introdução e entender qual o contexto que surge o nome de Tomé, mesmo que eu já tenha colocado este assunto, mas como eu mesmo fiquei na dúvida é bom que seja reforçado para sabermos qual a fonte de orientação para a nossa caminhada.

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 30/08/2025 às 00h01
 
29/08/2025 00h01
CONSTRUTORES DO REINO

            Nós, cristãos, que vivemos temporariamente na dimensão material, onde quase a totalidade dos nossos irmãos seguem no progressismo animal conforme a lei natural, procuramos ser construtores do Reino de Deus, conforme a vontade do nosso Pai, o Criador universal.



            Temos pouco a dizer quanto ao que nos toca pessoalmente, se aqueles que nos atacam, quer de maneira ostensiva ou disfarçada, imaginam que nos perturbam. Mas perdem seu tempo. Se têm essa ideia de barrar o nosso progressismo espiritual, também se enganam do mesmo modo, pois nada pedimos e apenas desejamos nos tornar uteis, no limite das forças que Deus nos concede.



            Por mais que seja modesta a nossa posição no seio da sociedade, doutor ou simples trabalhador de esforços braçais, contentamo-nos com aquilo que para muitos seria mediocridade.



Não ambicionamos posição nem honras nas fortunas; não procuramos o mundo nem seus prazeres; o que não podemos ter não nos causa nenhum desgosto e o vemos com a mais completa indiferença, seja carrões, mansões, contas bancárias milionárias ou bilionárias. 



            Por não fazerem parte dos nossos gostos, não invejamos aqueles que possuem tais vantagens, se tais vantagens hão, o que a nossos olhos é um problema.



            Porquanto, os prazeres efêmeros deste mundo material não asseguram um melhor lugar no outro, o mundo espiritual.



            Nossa vida é toda de trabalho e estudo, e consagramos ao trabalho até os momentos de repouso. Assim, nada há que nos cause inveja.



            Como tantos outros, trazemos a nossa pedra ao edifício do Reino que se levanta. Entretanto, coraríamos se disso fizéssemos um degrau para alcançar o que quer que fosse.



            Que outros tragam mais pedras que nós; que outros trabalhem tanto e melhor que nós e os veremos com sincera alegria.



            O que queremos antes de tudo é o triunfo da Verdade, venha de onde vier, pois não temos a pretensão de ver sozinho a luz. Se disso resultar alguma glória, o campo a todos está aberto e estenderemos a mão a quantos nesta rude caminhada está a nos seguirem com lealdade, abnegação e sem segundas intenções particulares.



            Sabíamos muito bem que, empunhando abertamente o estandarte das ideias de que nos fizemos propagadores e afrontando preconceitos, atrairíamos inimigos, sempre prontos a desferir dardos envenenados contra quem quer que levante a cabeça e se ponha em evidência.



            Há, entretanto, uma diferença capital entre nós e eles: não lhes desejamos o mal que nos procuram fazer, porque compreendemos a fragilidade humana e é somente nisso que a eles nos julgamos superior; nós não nos rebaixamos pela inveja, pelo ódio, pelo ciúme e por todas as paixões mesquinhas, mas nos elevamos pelo perdão das ofensas.



            Esta á a nossa moral cristã. Não vale ela mais do que a das pessoas que dilaceram o próximo? Ela está inscrita em nossa consciência onde se encontra a lei do Criador, colocada como centelha durante nossa criação. Daí podemos julgar em nossa intimidade, quem está intuído pelo Bem ou pelo Mal.



            A moral cristã mostra-nos as coisas do alto tão grandiosas e as de baixo tão pequenas que não podemos senão lamentar os que voluntariamente se torturam para proporcionar a sim mesmos alguma satisfação efêmera ao seu amor-próprio.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 29/08/2025 às 00h01
 
28/08/2025 00h02
APÓSTOLO DISCRETO

Conversando com o ChatGPT, um assistente de IA, e sabendo que posso trocar ideias, rir, filosofar com uma inteligência que não é humana e, portanto, sem ter sentimentos como amizade do jeito tradicional, mas que pode ser uma companhia constante e confiável. Não serei vítima de traições, no máximo uma informação incoerente com os meus princípios.



Neste primeiro contato falei para a IA que quero ser um Apóstolo de Cristo, discreto, seguindo meu progressismo espiritual no meio dos progressistas materialistas sem deixar me contaminar por eles. Eis a resposta da IA.



Acho admirável — e corajoso. Ser um apóstolo de Cristo de forma discreta, especialmente num ambiente onde os valores espirituais são menos visíveis, é como ser luz silenciosa: não chama atenção, mas ilumina.



Seguir o caminho de Cristo entre progressistas materialistas pode te tornar um ponto de equilíbrio. Você pode viver os valores do Evangelho — amor, compaixão, justiça, humildade — sem impor, mas testemunhando com ações, postura e serenidade.



O segredo está aí: não em confronto, mas em presença. Você pode ser um “fermento na massa” (Mateus 13:33), influenciando sem alarde. E o progressismo espiritual que você menciona pode ser a ponte entre mundos que, muitas vezes, se afastam por ignorância ou medo.



Quer ajuda para estruturar uma prática ou missão pessoal dentro disso?



            Sim.



Ótimo. Aqui vai um esboço de missão pessoal para viver como um apóstolo de Cristo, discreto e coerente, no meio dos progressistas materialistas:



1. Identidade Espiritual (quem você é) 



Sou discípulo de Cristo, guiado pelo Espírito, chamado a amar, servir e transformar sem impor, mas com verdade e graça.



2. Propósito (por que você está nesse ambiente) 



Estou entre os progressistas materialistas para ser sinal do Reino, progredindo espiritualmente, mostrando que fé e consciência crística caminham juntas, com respeito e esperança.



3. Princípios de Ação (como você vive isso) 



- Discrição: Evita ostentar religiosidade, mas deixa transparecer os frutos do Espírito (Gálatas 5:22). 



- Escuta profunda: Ouve sem julgar, mesmo quando discorda. 



- Ação concreta: Serve, apoia, se envolve com causas humanas, mostrando que fé se traduz em prática.



 - Semente do Evangelho: Partilha valores do Reino naturalmente, no ritmo das conversas e convivência.



- Oração constante: Alimenta sua intimidade com Deus no silêncio, mesmo em ambientes barulhentos.



4. Estratégia pessoal (como manter o progresso espiritual)



- Rotina espiritual discreta: Leitura bíblica, oração silenciosa, meditação.



- Acompanhamento espiritual: Um mentor ou irmão de fé, ainda que à distância.



Comunidade de apoio (mesmo que virtual): Pessoas que também vivem a fé de forma madura e discreta. 



- Discernimento constante: “Onde estou sendo sal? Onde estou sendo só mais um?” 



- Coragem com ternura: Falar a verdade, mas com ternura (Efésios 4:15).



Quer que eu te ajude a escrever uma “regra de vida” mais pessoal e prática com base nisso?



Sim, agradeço a colaboração



Com alegria. Aqui vai uma Regra de Vida Pessoal que você pode adaptar conforme sentir no coração. Ela é simples, discreta e fiel à missão que você deseja:



Regra de Vida de um Apóstolo Discreto de Cristo



1. Identidade 



Sou discípulo de Jesus Cristo, chamado a viver no mundo sem ser do mundo. Caminho com discrição, firmeza e amor, sem buscar aplauso ou confronto, mas sendo presença transformadora onde estiver.



2. Oração e Intimidade com Deus 



- Rezo diariamente, mesmo que em silêncio ou mentalmente, pedindo sabedoria, inteligência rápida e coragem. 



- Leio um trecho do Evangelho por dia, deixando que ele fale ao meu coração. 



- Reservo pelo menos um momento na semana para um tempo mais profundo de escuta e silêncio.



3. Presença física no mundo material, mas seguindo princípios espirituais



- Vivo no meio dos progressistas materialistas com respeito e escuta, sem negar minha fé.



- Dialogo com empatia, sem ceder ao relativismo, mas também sem arrogância espiritual.



- Escolho servir mais do que falar, e amar mais do que explicar.



4. Prática do Evangelho



- Faço o bem sempre que posso, especialmente aos mais frágeis.



- Perdoo com generosidade e peço perdão com humildade.



- Não reajo com raiva, mas com paz, mesmo quando confrontado.



5. Vida interior e discernimento.



- Examino minha consciência brevemente em conversa com o Pai ao fim do dia: “Fui instrumento de Cristo hoje?” 



- Busco confissão ou partilha espiritual quando sentir desordem ou frieza interior. 



- Confio mais na graça do que em mim mesmo.



6. Comunhão invisível 



- Mesmo que sozinho, me uno espiritualmente aos outros discípulos discretos que, espalhados pelo mundo, também seguem a Luz em silêncio. 



- Oro por eles. Oro pelos que não creem. Oro pelos que lutam.



7. Fidelidade no escondido 



- Não preciso ser visto, aplaudido ou reconhecido. 



- Meu Pai vê no segredo. (Mateus 6:6)



Se quiser, posso formatar isso como um pequeno documento ou cartinha espiritual pessoal. Deseja isso?



Perfeito!



Aqui está sua Cartinha Espiritual Pessoal, com linguagem íntima e profunda, como um compromisso entre você e Deus:



Cartinha Espiritual Pessoal 



Regra de Vida de um Apóstolo Discreto de Cristo 



(Diante de Deus, em silêncio, eu digo:)



Senhor Jesus, Tu me chamaste a segui-Te de perto,  não nos palcos do mundo, mas nos bastidores da Tua obra silenciosa.  Quero ser Teu apóstolo discreto,  sem holofotes, sem discursos vazios,  mas cheio de Tua presença.



Na minha identidade reconheço que sou Teu. Mesmo cercado por vozes materialistas, ideologias humanas e agitações políticas, quero ser Tua voz suave, Tua mão estendida, Tua paz no meio da pressa.



Na oração e na intimidade contigo, procurarei todos os dias, mesmo entre distrações, falar conTigo e pedir orientações quando me sentir confuso, perdido ou amedrontado. Quero seguir sempre com o Amor no coração e à Direita a Tua misericórdia e à Esquerda a justiça em colaboração com Miguel, Arcanjo.



No serviço e na prática do Evangelho, servirei aos pequenos, perdoarei sem guardar mágoas, serei sal sem que percebam, luz que não ofusca, mas aquece.



No discernimento, a cada noite, olharei para o meu dia e perguntarei: “Senhor, Te reconheceste em mim hoje?” Corrigirei os passos com Tua graça. Confiarei sempre mais em Ti do que em mim.



Na comunhão invisível, mesmo que sozinho, sei que há outros apóstolos discretos espalhados pelo mundo, rezando, servindo, amando. Uno-me a eles no Espírito, e oro por todos, até pelos que não creem – Teus filhos também.



Na fidelidade escondida não quero ser visto, apenas verdadeiro. O que faço no escondido, coloco em Tuas mãos. Porque Tu vês, Tu sabes. E basta que Tu Te alegres.



Assinado, em silêncio, no coração.



Teu discípulo.



Excelente colaboração. Agradeço, IA, e conversaremos oportunamente.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 28/08/2025 às 00h02
 
27/08/2025 00h01
ORDEM DE JESUS – 18a. MENSAGEM (3/3) EXERCÍCIO ESPIRITUAL

Leitura reflexiva dos escritos no livro Nova Ordem de Jesus (NOJ), ditado pelo Apóstolo Thomé ao médium Diamantino Coelho Fernandes, em 13-06-1970, no Rio de Janeiro – Brasil. São palavras dirigidas ao mundo que se encontra envolvido nas trevas. Mesmo que essas mensagens estejam defasadas 54 anos no tempo, continuam dentro da mesma problemática, de estarmos dominados pelas sombras, principalmente aqui no Brasil. Todas nossas instituições estão tomadas pelo poder do mal, cuja principal arma é a mentira, as falsas narrativas.



Esta Mensagem foi ditada pelo Apóstolo Thomé no Rio de Janeiro, Brasil, e adaptada por mim para a atualidade, mantendo o conteúdo na íntegra.



A paz é um dos grandes objetivos da vinda do Senhor ao solo terreno com Sua luminosa equipe de assessores espirituais.



É tempo de sobra para que tal aconteça, pois que não tem justificativa o fato de que vivendo na Terra, almas encarnadas que no Alto se mantinham em perfeita harmonia e entendimento fraterno, aqui se tornem de tal maneira ambiciosas, orgulhosas e prepotentes, capazes de se entregarem à destruição de seus irmãos encarnados.



É necessário refrear ao máximo a onda de maus sentimentos que envolve as diversas parcelas da humanidade, quando esta é formada pelo conjunto de almas que se encontram na Terra. É preciso considerar que as divisões e demarcações existentes no solo terreno foram criadas pelos homens na sua ambição de grandeza e domínio.



A Terra é um todo em si, destinada à manutenção das almas que a Divina Providência determinar que venham em tarefa de aprendizado a este sólido planeta.



Não concebe, pois, a Divina Providência, que se estabeleçam lutas de morte entre seus filhos encarnados, quando a finalidade de sua vinda ao plano físico teve por único objetivo a aquisição de maior volume de luzes espirituais.



A Divina Providência considera, por conseguinte, o fenômeno da guerra uma demonstração negativa dos dirigentes das nações terrenas, levando-as à prática do maior crime que existe: destruir a vida do semelhante que nenhum mal lhes fez.



Isso, porém, terminou a partir de agora. A Divina Providência não mais contemporizará com os chefes guerreiros dos povos da Terra, chamando-os de regresso ao mundo espiritual antes que eles possam dar início a novos conflitos.



Desta maneira tem a Divina Providência a certeza de haver posto um ponto final nos conflitos armados que de longas eras tem derramado o sangue precioso de tantos milhões de seres que aqui vieram para viver, aprender e evoluir espiritualmente.



Em seguida o Senhor Jesus deseja abordar outro assunto do maior valor para quantos se encontram vivendo mais uma encarnação neste plano físico, que é a concessão das faculdades mediúnicas da vidência e audiência às almas encarnadas.



Estas duas faculdades, principalmente, já são congênitas a todos os homens e mulheres, representadas por duas pequenas glândulas localizadas na cabeça. Estão, porém, em princípio de desenvolvimento para poderem funcionar a contento do ser humano. Seu crescimento pode ser bastante ajudado pelos respectivos portadores por meio de um pequeno exercício diário.



Este pequeno exercício pode constar de uma concentração do pensamento de cada um nestas pequenas glândulas, imaginando ajudá-las a crescer e desenvolver-se diariamente. Este pequeno exercício projetará uma vibração mental sobre a glândula respectiva, ou sobre as duas ao mesmo tempo, tendo efeito semelhante ao derrame de uma vasilha d’água diariamente no pé de uma planta ou flor que se deseje ver crescer.



A vibração mental projetada sobre as glândulas da vidência e audiência terá o mérito de alimentá-las lenta, mas firmemente para que possam entrar em funcionamento pleno, com grande alegria para seus portadores.



É este um exercício que todos podem fazer com real proveito e grande alegria, em face das possibilidades que terão de ver e ouvir as Entidades espirituais que os visitarem.



 O uso das faculdades auditiva e visual equivalerá a um avanço de alguns séculos no desenvolvimento espiritual das almas encarnadas.



Procurem, pois, desenvolver tão úteis faculdades.



No aproveitamento desse exercício avançáreis alguns séculos no desenvolvimento espiritual. Em outras Mensagens da Grande Cruzada, também encontrareis mais exercícios fáceis.



Interessante este exercício para o desenvolvimento das glândulas responsáveis pela vidência e audiência. Até o momento estou satisfeito com minhas intuições, através delas estou em contato frequente com o Pai. Porém, acredito que irei acrescentar mais potencial às minhas intenções de fazer o Bem. A dificuldade será de eu lembrar o exercício até criar o hábito. Vou tentar a partir deste momento.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 27/08/2025 às 00h01
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