Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
26/05/2026 00h01
CRÍTICA IRRELIGIOSA

            Esta crítica foi retirada do link “marxists.org” que disponibiliza diversos textos associados ao marxismo. É interessante fazermos uma leitura crítica, também, com a nossa razão, capacidade de discernimento, e pensando na melhor forma de construção de uma sociedade ideal.



Este é o fundamento da crítica irreligiosa: o homem faz a religião, a religião não faz o homem. E a religião é de fato a autoconsciência e o autossentimento do homem, que ou ainda não conquistou a si mesmo ou já se perdeu novamente.



Mas o homem não é um ser abstrato, acocorado fora do mundo. O homem é o mundo do homem, o Estado, a sociedade. Esse Estado e essa sociedade produzem a religião, uma consciência invertida do mundo, porque eles são um mundo invertido.



A religião é a teoria geral deste mundo, seu compêndio enciclopédico, sua lógica em forma popular, seu ponto de honra espiritualista, seu entusiasmo, sua sanção moral, seu complemento solene, sua base geral de consolação e de justificação.



Ela é a realização fantástica da essência humana, porque a essência humana não possui uma realidade verdadeira. Por conseguinte, a luta contra a religião é, indiretamente, contra aquele mundo cujo aroma espiritual é a religião.



A miséria religiosa constitui ao mesmo tempo a expressão da miséria real e o protesto contra a miséria real. A religião é o suspiro da criatura oprimida, o ânimo de um mundo sem coração, assim como o espírito de estados de coisas embrutecidos. Ela é o ópio do povo.



A supressão da religião como felicidade ilusória do povo é a exigência da sua felicidade real. A exigência de que abandonem as ilusões acerca de uma condição é a exigência de que abandonem uma condição que necessita de ilusões. A crítica da religião é, pois, em germe, a crítica do vale de lágrimas, cuja auréola é a religião.



A crítica arrancou as flores imaginárias dos grilhões, não para que o homem suporte grilhões desprovidos de fantasias ou consolo, mas para que se desvencilhe deles e a flor viva desabroche.



A crítica da religião desengana o homem a fim de que ele pense, aja, configure a sua realidade como um homem desenganado, que chegou à razão, a fim de que ele gire em torno de si mesmo, em torno de seu verdadeiro sol.



A religião é apenas o sol ilusório que gira em volta do homem enquanto ele não gira em torno de si mesmo.



Portanto, a tarefa da história, depois de desaparecido o além da verdade, é estabelecer a verdade do aquém. A tarefa imediata da filosofia, que está a serviço da história, é, depois de desmascarada a forma sagrada da autoalienação humana, desmascarar a autoalienação nas suas formas não-sagradas.



A crítica do céu transforma-se, assim, na crítica da terra, a crítica da religião, na crítica do direito, a crítica da teologia, na crítica da política.



KARL MARX:



INTRODUÇÃO À CRÍTICA DA FILOSOFIA DO DIREITO DE HEGEL, 1844.



            Este é o pensamento marxista que domina hoje o ideário de muita gente ao redor do mundo, apesar da grande mortalidade que causa associado a diversas formas de destruir a dignidade humana, principalmente no que diz respeito à perda da liberdade. Cabe à nossa consciência fazer o correto discernimento de aceitar a narrativa mais coerente para a nossa qualidade de vida e a construção de uma sociedade ideal.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 26/05/2026 às 00h01
 
25/05/2026 00h01
NA CASA DE CÉSAR

 



NA CASA DE CÉSAR



“Todos os santos vos saúdam, mas principalmente os que são da casa de César.”



Paulo. (FILIPENSES, capítulo 4, versículo 22.)



Muito comum ouvirmos observações descabidas de determinados irmãos na crença, relativamente aos companheiros chamados a tarefas mais difíceis, entre as possibilidades do dinheiro ou do poder, como acontece hoje, aqui no Brasil, no Rio Grande do Norte e principalmente na Praia do Meio, onde construímos a AMA-PM como um laboratório para a prática dos ensinamentos do nosso Mestre.



A piedade falsa está sempre disposta a criticar o amigo que, aceitando laborioso encargo público, vai encontrar nele muito mais aborrecimentos que notas de harmonia. A análise desvirtuada tudo repara maliciosamente. Se o irmão é compelido a participar de grandes representações sociais, costuma-se estigmatizá-lo como traidor do Cristo. Se fazemos o trabalho fraterno para ajudar as pessoas nos eventos que promovemos, com o foco principal de semear as sementes que o Mestre nos Deus, somos estigmatizados de estarmos traindo aos nossos patrocinadores, pois não estamos pedindo votos para eles.



É necessário despender muita vigilância nesses julgamentos. Não queremos ser injustos com nossos amigos patrocinadores que desejam alcançar ou permanecer em determinado cargo público, mas não podemos ser infiéis com nosso Mestre, que deu a Sua vida para nos ensinar o Caminho da Verdade.



Nos tempos apostólicos, os cristãos de vida pura eram chamados “santos”. Paulo de Tarso, humilhado e perseguido em Roma, teve ocasião de conhecer numerosas almas nessas condições, e o que é mais de admirar, conviveu com diversos discípulos de semelhante posição, relacionados com a habitação palaciana de César. Deles recebeu atenções e favores, assistência e carinho.



Por isso, escrevendo aos filipenses, Paulo conclui sua carta enviando saudações calorosas à igreja em Filipos, com menção especial desses amigos do Cristo. O versículo destaca que essas saudações vão para “todos os santos, especialmente os que pertencem `casa de César”, referindo-se aos cristãos de vida pura que trabalhavam na corte ou na administração do imperador romano.



Não julgues, pois, a teu irmão, pela sua fortuna aparente, pelos seus cargos ou pelos seus privilégios políticos. Antes de tudo, lembra-te de que havia santos, cristãos de vida pura, na casa de Nero.



Aqui, na administração municipal, estadual ou federal, também podemos encontrar pessoas que também podem se comportar como santos na casa de Herodes, na casa de Pilatos ou na casa de César.



Nunca esqueçamos tão grandiosa lição!



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 25-05-26



 


Publicado por Sióstio de Lapa
em 25/05/2026 às 00h01
 
24/05/2026 00h01
BATALHA DE LEPANTO

            A Batalha de Lepanto (gênero de orquídeas), travada em 7/10/1571, foi um confronto naval decisivo, onde a esquadra da Liga Santa (uma aliança católica liderada pelo Império espanhol e Veneza) derrotou o Império Otomano no Golfo de Patras, na Grécia. Esse feito militar impediu a expansão turca no mar Mediterrâneo.



A liderança nesse confronto estavam as forças da liga Santa que foram lideradas por Dom João de Áustria. Foi grande o impacto histórico, é considerado como a maior batalha de galeras da história, destruiu o mito da invencibilidade naval otomana e protegeu o sul da Europa de futuras invasões.



Deixou um legado religioso e cultural, como a origem do Rosário. O Papa Pio V atribuiu à vitória, à intercessão de Maria, através da oração do Santo Rosário. Como resultado instituiu-se a Festa de Nossa Senhora do Rosário nesta data.



Dentro dos acontecimentos globais devido a esse Marco, escritores como o espanhol Miguel de Cervantes que lutou e foi ferido na Batalha, ficaram amplamente conhecidos como o Manco de Lepanto.



Na história da guerra naval, Lepanto marca o último grande confronto no mundo ocidental a ser travado quase inteiramente entre navios a remo, nomeadamente as galés e galeacas, que  eram descendentes diretos dos antigos trirremes. A batalha foi essencialmente uma “batalha de infantaria em plataformas flutuantes”. Foi a maior batalha naval da história ocidental desde a antiguidade clássica, envolvendo mais de 450 navios de guerra.



Nas décadas seguintes, a importância crescente do galeão e da tática da linha de batalha, substituiria a galé como o principal navio de guerra de sua época, marcando o início da “Era da Vela”.



A vitória da Liga Santa é de grande importância na história da Europa e do Império Otomano, com a frota otomana sendo quase completamente destruída, o que marcou o ponto de virada da expansão militar otomana no Mediterrâneo, embora as guerras otomanas na Europa continuassem por mais um século.



Há muito tempo é comparada à Batalha de Salamina, tanto pelos paralelos táticos quanto pela sua importância crucial na defesa da Europa contra a expansão imperial. Também teve grande importância simbólica num período em que a Europa foi dilacerada pelas suas próprias guerras religiosas após a Reforma Protestante



O Papa Pio V instituiu a festa de Nossa Senhora da Vitória e Felipe II da Espanha usou a vitória para fortalecer sua posição como o “Rei Mais Católico” e defensor da Cristandade contra a incursão muçulmana.



O historiador Paul K. Davis escreve que: “Mais do que uma vitória militar, Lepanto foi uma vitória moral. Durante décadas, os turcos otomanos aterrorizavam a Europa, e as vitórias de Solimão, o Magnífico causaram sérias preocupações á Europa cristã. A derrota em Lepanto exemplificou ainda mais a rápida deterioração do poderio otomano sob Selim II e os cristãos regozijaram-se com este revés para os otomanos. A mística do poder otomano foi significativamente manchada por esta batalha e a Europa cristã ficou encorajada.


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em 24/05/2026 às 00h01
 
23/05/2026 00h01
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

            Adquiri hoje o Catecismo da Igreja Católica, na sua primeira reimpressão feita pelo Centro Dom Bosco. Este Catecismo foi promulgado pelo Sacrossanto Concílio de Trento (realizado de 13-12-1545 a 04-12-1563) pelo Papa São Pio V (Antônio Ghislieri, 1566-1572), coroado em 17-01-1566, em frente da Basílica de São Pedro.



            Este Papa é lembrado como o Papa da vitória da Batalha de Lepanto, ao enfrentar o ameaçador avanço dos turcos.



            Sob o influxo do Concílio de Trento, promoveu amplas reformas: entre elas se acham a obrigação de residência para os bispos, a clausura dos religiosos, o celibato e a santidade de vida dos sacerdotes, as visitas pastorais dos bispos, o incremento das missões e a correção dos livros litúrgicos.



Promulgou o Catecismo Romano e faleceu no dia Primeiro de Maio de 1582. Foi sepultado na Capela de Santo André e seu corpo encontra-se desde o dia 9/01/1588 em Santa Maria Marjorie na Capela Sistina. Foi beatificado por Clemente X no dia 27/04/1672 e foi canonizado por Clemente II no dia 22/05/1712. Sua memória é celebrada à 5 de maio.



O Catecismo Romano ou Catecismo do Concílio de Trento é um livro sobre a doutrina da igreja católica produzido durante a Contrarreforma, para esclarecer e sistematizar a doutrina católica em resposta às críticas da Reforma Protestante. Ele é diferente das outras compilações da doutrina cristã para o ensinamento dos fiéis por ser principalmente destinado aos párocos. A necessidade de um catecismo popular e autorizado, surgiu pela falta de conhecimento sistemático entre o clero pré-Reforma e da negligência concomitante da instrução religiosa entre leigos católicos.



Durante a Reforma Protestante, folhetos e catecismos populares de Martinho Lutero, João Calvino e outros reformadores foram vendidos e popularizados em regiões controladas por governantes protestantes, que determinavam a fé na sua região. Os Catecismos Católicos já existiam, sendo publicados por membros do clero e não pela igreja de forma oficial. O jesuíta Pedro Canísio publicou um Catecismos no ano de 1555, escrito em alemão e em latim. O Concílio de Trento encomendou o primeiro catecismo católico romano para toda a igreja. Este catecismo foi dirigido especialmente aos membros do clero. Ele inclui grandes partes dos catecismos do jesuíta, incluindo sua adição à Ave Maria: Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores.



Os padres que participaram do concílio desejavam aplicar um remédio salutar a este grande e pernicioso mal, e pensando que a definição das principais doutrinas católicas não era suficiente para o efeito, resolveram também publicar um formulário e método para o ensino dos rudimentos da fé, para ser usado por todos os pastores e mestres legítimos.


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em 23/05/2026 às 00h01
 
22/05/2026 00h01
LIÇÕES DO MESTRE – DISCIPLINA MENTAL

Nós não podemos controlar nossos pensamentos, mas podemos controlar quais pensamentos queremos hospedar. Nós podemos decidir quais pensamentos que passam pela mente podem morar dentro dela. Como carros numa estrada, nós não controlamos quais carros passam, mas podemos controlar quais deles podemos autorizar para estacionar em nossa garagem.



Isso é libertador, pois percebemos que não somos culpados por sermos tentados. Jesus foi tentado conforme está registrado em Mateus (4:1-11), a tentação bateu na porta da mente dEle, a diferença é que Ele não abriu a porta. Ele respondeu cada ataque mental com uma verdade específica da escritura, não uma emoção, não um sentimento, mas uma declaração cognitiva de verdade.



Isso é o que Paulo chama em 2Coríntios (10:5): “Destruímos argumentos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus e levamos cativo todo pensamento para torná‑lo obediente a Cristo.”



Cada pensamento pode ser interceptado, cada mentira pode ser confrontada com uma verdade específica.



A renovação da mente é um processo diário, não um evento único. É aqui onde muitos cristãos que tiveram uma experiência de conversão poderosa, um momento de revelação, de lágrimas, de mudança real, mas depois esperam que a transformação mental aconteça automaticamente. Quando os velhos padrões de pensamento voltam, a ansiedade e a insegurança destrói a esperança.  



Paulo queria uma ação contínua, um processo ativo de renovação da mente, um exercício diário tão necessário quanto comer ou dormir. Isso significa na prática que nós precisamos de uma dieta mental tão intencional quanto qualquer outra disciplina espiritual. Significa que nós podemos escolher todos os dias o que ler, o que meditar, o que declarar em oração, o que permitir que ocupe o centro da nossa atenção



O salmo 1 versículos 1 ao 2 descreve o homem bem aventurado como aquele que medita na lei do senhor, de dia e de noite. A palavra Hebraica para meditar significa murmurar, ruminar, repetir internamente. É um processo cognitivo ativo, o que hoje chamaríamos de auto conversa intencional.



A paz de Deus é uma guarda ativa, não um estado passivo. Voltemos a filipenses, capítulo 4. Paulo não diz que a paz de Deus vai eliminar os problemas da sua vida, ele diz que ela vai guardar sua mente em meio aos problemas. A palavra grega para guardar, é um termo militar que significa montar guarda, manter posição, proteger um território estratégico. Nossa mente é um território estratégico e a paz de Deus funciona como uma guarda militar, posicionada na entrada dos nossos pensamentos. não deixando entrar o que não deve entrar, e não deixando sair o que Deus depositou dentro de nós.



Essa guarda não é automática, ela se ativa por meio de um processo específico que Paulo descreve, oração com Ação de Graças, petição com foco em Deus, atenção intencional ao que é verdadeiro e bom. É um protocolo, uma prática, e ela funciona.



O que declaramos sobre nós mesmo com nossa mente tem poder criativo (Provérbios 23,7 – “Porque, como imaginou no seu coração, assim ele é. Come e bebe, te disse ele; porém o seu coração não está contigo”), porque como imaginamos em nossa alma, assim ela é.



Nós somos que pensamos de forma habitual. Não é o que gostaríamos de pensar, não o que pensamos nos momentos de devoção, mas o padrão de pensamento que corre em segundo plano o dia todo, todos os dias.



Se você pensa habitualmente que é fraco, não consegue superar isso.



Neste ponto das lições de Jesus, veio à minha consciência o que estou sempre pedindo a Deus: inteligência rápida, coragem e sabedoria. Forma-se aqui uma dissonância cognitiva, na verdade sou assim, porque penso assim. O pedido que sempre faço a Deus, eu mesmo posso corrigir, mudando a forma de pensar. A aceitação dessa lição como verdade, implica que eu não posso mais pedir ao Pai para corrigir estas minhas falhas, porque elas existem por minha forma de pensar. Vale a pena me esforçar para seguir a lição do Mestre.  



Deus não pode usar alguém com pensamentos distorcidos, que são apenas reflexos da realidade nós mesmo construímos. A realidade dos nossos pensamentos se torna profecias autorrealizáveis, não por magia, mas porque a mente humana tende a criar o que habitualmente contempla.



Quando eu começar a pensar habitualmente, com base na minha identidade em Cristo, serei mais do que vencedor (Romanos 8,37 – Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquEle que nos amou). Conforme mencionado em Filipenses 4:13, "Posso todas as coisas naquele que me fortalece". Não recebi espírito de temor, mas de poder, amor e equilíbrio, como diz segunda carta a Timóteo (1,7).



Esses pensamentos também se tornam construtores da sua realidade. isso não é pensamento positivo secular, isso é a prática bíblica milenar, de meditar na verdade de Deus sobre você, até que essa verdade se torne o padrão dominante da sua mente.



Se Jesus sabia que a mente humana era o campo de Batalha espiritual mais importante da Sua vida, por que ninguém me ensinou a lutar nesse campo? a resposta é esta: porque lutar nesse campo exige mais do que uma teologia correta, exige uma prática cotidiana, transformadora. Exige humildade para admitir que o problema não está apenas no que eu faço, mas no que eu penso. Exige disciplina para renovar a mente, não uma vez, mas todos os dias.



Jesus sabia disso, Paulo sabia disso, os grandes homens e mulheres de fé ao longo de toda a história sabiam disso. Agora eu sei também. A questão não é mais porque ninguém me ensinou isso, a questão agora é o que eu vou fazer com esse conhecimento.



A partir de hoje, porque conhecimentos sem prática é apenas informação. Jesus não disse: ouvireis a verdade e ela vos libertará; ele disse que conhecendo a verdade, no que é mais profundo e transformador, experimentando o conhecimento que entra na carne, na vida diária.



Ouvindo ou lendo estas lições, percebemos que Deus está falando conosco, comigo. Não apenas sobre a minha mente, mas sobre a minha vida inteira, sobre quem eu sou, e em quem eu posso me tornar, nEle.



Este é o momento. não existe transformação real sem uma rendição real, e essa rendição começa com uma oração simples, honesta, de coração.



Senhor Jesus, reconheço que sem o Senhor minha mente permanecerá presa nos padrões deste mundo. Reconheço que preciso da sua Graça, não apenas para ser salvo, mas para ser transformado de dentro para fora. Hoje adquiri mais conhecimento e me rendo a verdade de Suas lições. Senhor, entra na minha vida, renova a minha mente e transforma quem eu sou. Confio no Senhor, amém!



            Nestas três lições que transcrevi aqui do Mestre, o leitor pode perceber que as vezes coloco as lições como o Mestre ensinou, e as vezes escrevo como se eu já estivesse assumindo a lição em minha vida, escrevendo em primeira pessoa. Mas todo o conteúdo vem do Mestre, e que eu assumo como verdade e que devo corrigir na minha forma inadequada de pensar e consequentemente de agir.



            Isso também traz à minha consciência que toda minha produção literária, vem da fonte de outros autores, que me passam seus pensamentos e eu os aceito como meus. Muitas vezes não cito seus nomes, mas quero deixar esta informação de forma mais clara em um texto que deverei escrever oportunamente, colocando o nome dos principais autores que estão colaborando com a essência do meu pensamento.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 22/05/2026 às 00h01
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