Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
28/04/2026 00h01
A MENTE E O DINHEIRO 1 DOMINÂNCIA

O dinheiro parece ter vontade própria, pois ele corre para certas pessoas com facilidade, enquanto foge de outras, mesmo que essa pessoa trabalhe em dobro. Há algo profundamente injusto nisso, até que se entende que o dinheiro não é moral, não é fiel nem traiçoeiro. Ele é apenas um espelho, um reflexo neutro da consciência que o atrai.



Napoleon Hill dizia que o dinheiro não responde ao esforço, mas ao estado mental dominante. Enquanto você tentar ganhar mais sem mudar a sua mente, estará apenas empurrando a mesma rocha montanha acima.



Pensemos naqueles que vivem exaustos, trabalhando sem parar. Eles acreditam que o esforço físico é a ponte para a abundância, mas o esforço sem direção mental é como remar num barco furado. O corpo se cansa, a paisagem muda, mas o destino nunca chega. A mente é o timoneiro, apenas segue o rumo que ela determina e ainda assim, milhões passam a vida inteira tentando corrigir o destino enquanto ignoram a bússola comportamental que Cristo ensinou; querem mudar o saldo bancário, sem mudar o pensamento que programa o destino desse saldo.



O dinheiro obedece a mente dominante e a mente dominante não é a mais inteligente, é a mais decidida em tornar um proposito em realidade. Aqui tenho o propósito fixo de construir a família universal, o alicerce do Reino de Deus.  



Essa imagem mental fixa, tão clara para mim que o universo não consegue ignorar. Eu também não tenho dúvidas, não preciso viver a repetir que isso é muito difícil, que eu não vou conseguir realizá-lo.



Eu declaro com convicção que já estou a caminho, que já estou construindo a árvore do amor inclusivo onde está implantada a família universal, na base da família nuclear e ampliada, com o dinheiro que o Pai me fornece.



Entendo que a fé é o comando mais poderoso que existe; o dinheiro é como uma corrente de ar. Ele se aproxima do meu ambiente mental organizado dentro da vontade de Deus, por mais conflituoso com a cultura popular, esta que se encontra cheia de iniquidades.



Esse mesmo dinheiro se torna semente do caos, mesmo que a pessoa consiga acumular milhões de forma ilícita, que consiga contar com poderes ou falsas justiças para mantê-lo ileso em paraísos fiscais. Quando se vive preocupado, ansioso, com medo de perder o fruto de suas iniquidades, a mente do corrupto se torna uma casa desarrumada e o dinheiro se torna uma praga sobre a sua mente atormentada, mesmo que contando com poderes fugazes, essa pessoa fustigue sem piedade aqueles que ousam criticá-lo, contestá-lo em suas falsas ações beneméritas.



Quando há propósito divino, serenidade e confiança, o dinheiro enviado por Deus permanece comigo, não porque eu o prendi, mas porque se tornou o veículo para aplainar os caminhos de Deus, que está presente no interior de cada filho.



A mente humana é uma estação transmissora de vibrações, cada pensamento envia uma frequência para o universo. Pensamentos de carência, negatividade, maldades, transmitem ordens de afastamento da sintonia com o Criador. Pensamentos de abundância, fraternidade, enviam convites compassivos, tolerantes com as fraquezas humanas. É simples, mas não é fácil, porque isso exige vigilância constante sobre o que pensamos.



 O dinheiro não pode exercer dominância em minha mente, pelo contrário, a dominância está no mEu espírito. É aqui que se encontra a vontade, a lei de Deus, em minha consciência. Considero o dinheiro que recebo, ser de propriedade do Pai, que estou administrando para cuidar dos Seus filhos mais desafortunados, mesmo que o esforço tenha sido meu. Mas a vida, a saúde, a inteligência, tudo foi dado pelo Pai, e agora tenho que ser grato, fazendo aquilo que Ele tanto quer, mas que não consegue fazer diretamente, devido nosso grau de impureza, que impede Sua penetração em nossa alma, como aconteceu com Jesus.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 28/04/2026 às 00h01
 
27/04/2026 00h01
PARA TESTEMUNHAR

 



PARA TESTEMUNHAR



“E vos acontecerá isto para testemunho.” — Jesus.



(LUCAS, capítulo 21, versículo 13.)



Naturalmente que o Mestre não se alegrará de ver seus discípulos mergulhados no sofrimento. Considerando, porém, as necessidades enormes das pessoas da Terra, compreende o caráter indispensável das provações e dos obstáculos.



A pedagogia moderna está repleta de esforços seletivos, de concursos de capacidade, de testes da inteligência, onde a pessoa se sacrifica, perde noites insones, deixa de praticar um lazer, uma festa, para continuar no objetivo sacrificial de alcançar uma capacitação para uma melhor posição social e financeira.



O Evangelho oferece situações semelhantes.



O amigo do Cristo não deve ser uma criatura sombria, à espera de padecimentos; entretanto, conhecendo a sua posição de trabalho, num plano como a Terra, onde o Mal ainda supera o Bem, deve contar com dificuldades de todo tipo.



Para os gozos falsificados do mundo, o Planeta está cheio de condutores, enganados por uns e enganadores de outros, colocados em cargos públicos ou privados, alcançados por meio de mentiras, de falsas narrativas.



Devemos invocar o Salvador para a continuidade de fantasias e projetos maléficos? Quando somos chamados para o Cristo, é para que aprendamos a executar o trabalho em favor da esfera maior da vida, sem esquecermos que o serviço de purificação da comunidade começa em nós mesmos.



Existem muitos homens de valor cultural, com títulos acadêmicos, postos eclesiásticos, cargos públicos e saberes jurídicos, mas que se constituíram em mentores ou manobrados dos poderes das trevas, que desejam mentirosas mordomias no plano físico, à custa do suor e do sangue dos irmãos que são conduzidos pelas algemas do medo e das falsas narrativas.



Na Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), onde procuramos seguir com honestidade e determinação o Caminho da Verdade que o Cristo nos ensinou, não acontece assim.



Entendemos que quando o Mestre nos convida ao seu trabalho, não é para que fiquemos desamparados, em desalento, ou que fiquemos em repouso ou satisfação ociosa.  



Se o Senhor nos chamou, procuramos não esquecer de que Ele já nos considera dignos de testemunhar, com nosso suor e sangue, o mesmo testemunho que Ele deu em Seus passos.



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 27-04-26


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em 27/04/2026 às 00h01
 
26/04/2026 00h01
IMAGINAÇÃO - CONVERSA COM JOÃO E JESUS

            Imagino que eu tenha chegado na casa de Maria, Nossa Senhora, na ocasião que voltam para casa João e Jesus, os dois primos. Logo pergunto a João, o mais falante, o que ele acha da política humana, principalmente no Brasil, país onde se generaliza a corrupção, onde os gestores de cargos públicos, quer sejam dentro de instituições as mais dignas, mesmo assim não se envergonham de oprimir as pessoas simples e sofredoras, e perseguir aqueles que ousam lhes criticar.  Mesmo pertencendo à mesma humanidade esses políticos corruptos lutam somente para beneficiar a si mesmo, seus familiares e certo grupo de pessoas que se protegem mutuamente, não se preocupando em praticar a verdade, a verdadeira justiça. Por que não encontramos pessoas que se unifiquem em uma só ideia fraterna para que ela cresça e seja o bem de todas as criaturas?



Noto que Jesus perpassou os olhos límpidos e ternos por mim, mas fica no silêncio. João, notando o meu impulso para a liberdade de todas as pessoas e para o bem comum, sem que a minha inteligência encontrasse apoio nas ideias humanas, responde com soberania.



- Amigo essa luta é antiga e já vem desde o início do mundo. Desde a criação dos seres humanos que o Bem se esforça para tomar corpo na vastidão do mal que ainda domina a humanidade. Mas nós cremos que o tempo, sendo força do Pai celestial, como um sopro da natureza, passa, após difíceis processos, a dominar este mal e a transformá-lo em disposições valiosas que é ignorância procura esperdiçar. As tuas intenções são valiosas e pelo que dizes, estamos quase em coerência contigo. Mas nunca é bom que arranquemos frutos verdes para estômagos delicados. Nós temos ideais elevados, mas isso não é o bastante. Precisamos saber onde e quando lutar por nossos ideais. Nós temos forças suficientes, no entanto temos de descobrir quando e onde executar nossos programas da vida e do espírito. Nós temos conhecimentos acima da humanidade, todavia em muitos casos, haveremos de conversar da mesma forma que ela, para não confundir seus raciocínios, até que chegue a hora de deixarmos o Sol da verdade brilhar nos corações que anseiam pela libertação. Quanto as velhas raposas, essas irão cair nas suas próprias armadilhas.



Fiquei boquiaberto ao tomar uma lição dessas e ao escutar coisas tão reais, aparentemente impossíveis de serem ditas por um rapaz de tamanha simplicidade. João Batista sem dar tempo para o diálogo, fala inspirado...



- Meu amigo, não percas tempo com revolta nem com transformações fora de momento. Volta para a tua comunidade, na Praia do Meio, em Ceará Mirim, na sala de aula, no consultório psiquiátrico, e lá espera, mas nunca de braços cruzados. Espera lutando contigo mesmo, enriquecendo as possibilidades que sabemos que tu possuis, que a hora da guerra chegou, mas da guerra interna. A guerra de fora vamos entregar a Deus que sabe como convidar-te para liberação da humanidade.



João calou-se voltando à sua habitual humildade. Jesus contou algumas histórias que conhecia sobre outras nações do mundo e como a presença de Deus em todas elas se revela sempre. A força da dicção, no falar, impressionou-me de modo extraordinário.


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em 26/04/2026 às 00h01
 
25/04/2026 00h01
UNIVERSALIDADE

            Aspiro por liberdade, muita liberdade, mas sempre limitada pelo mesmo direito que o meu próximo deve ter.

 

 

            Eu quero ser livre, mas a mesma liberdade que tanto aspiro, desejo que o meu próximo a tenha com a mesma qualidade. Isto tento aqui onde resido, no bairro da minha cidade, com minha família nuclear e ampliada, ou algures em qualquer lugar na universalidade do mundo, no sentido de criar a família universal.

 

 

 

 

            Mesmo que eu esteja sofrendo o autoritarismo de pessoas perversas, que usurpam o suor e o sangue de pessoas humildes e ingênuas, não deixo de alimentar essas ideias grandiosas de pensar na universalidade fraterna das pessoas e das coisas.

 

 

 

 

            Tenho a mente avançada em relação à época em que vivo, com respeito a prática generalizada do “levar vantagem em tudo” do “melhor para mim”, de não cuidar do outro em sua humanidade e destinação divina.

 

 

 

 

            Não consinto em ser escravo e não tenho intenções de deixar ninguém ser escravizado por nenhum tipo de correntes, quer sejam metálicas ou cordas, quer sejam por falsas narrativas.

 

 

 

 

            Participei de Partidos Políticos que preconizavam defender a justiça e a liberdade, com programas que davam esperança à socialização de valores fraternos dirigidos à universalidade dos seres humanos.

 

 

 

 

            Havia direitos e deveres para todos, mesmo assim, existia a tendência de se obter vantagens pessoais em detrimento, injusto, de outras pessoas.

 

 

 

 

            Quando isso acontecia, eu escapulia dessas fileiras, por não ser esse o meu ideal, por não ser essa a ardência do meu coração.

 

 

 

 

            Durante o período que eu militava com minha fé nesses Partidos Políticos, adotei o slogan “Pela Dignidade Humana”. Não queria, por exemplo, trocar o benefício que eu fizesse a qualquer eleitor por seu voto.

 

 

 

 

            Sempre orientei ao eleitor, que apesar de ele ter recebido da minha parte qualquer benefício, ele deveria usar a consciência e votar naquele candidato que ele considerasse ser mais útil à comunidade.

 

 

 

 

            Assim, eu estava contribuindo para unificar os bons valores para a universalização benéfica das pessoas. Mas, comecei a me sentir sozinho, perdi a confiança nos líderes que eu considerava como justos.

 

 

 

 

            Os companheiros que às vezes surgiam ao meu redor, tinham ideias estreitas e o egoísmo gritante que logo se manifestavam em suas ações. Não tinham o empenho na solidariedade, sem que o comércio predador entrasse em cogitação, e isso maltratava os meus ideais.

 

 

 

 

Nesse contexto, passei a reconhecer a figura de Jesus sob uma nova perspectiva, diferente da que tive na juventude, período no qual participava das atividades religiosas como escoteiro, auxiliando o padre Penha nas procissões da igreja católica em Macau/RN.  

 

 

 

 

            Agora, Jesus me aparecia como um líder confiável, que ensinou com propriedade, firmeza, coragem, transparência e honestidade, todos os princípios que eu defendia. Foi com a lição que Ele deu de seguir a principal lei para a nossa existência, para orientar o nosso Caminho, que devemos reconhecer, amar e obedecer ao Pai, obedecendo ao próximo como se fosse a nós mesmos, pois no próximo também existe a presença de Deus que não conseguimos ver, mas conseguimos sentir.

 

 

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em 25/04/2026 às 00h01
 
24/04/2026 00h01
GRAVIDADE DA IMPUREZA - PENSAMENTO DE SVO

    Minha companheira, SVO, após ter superado parcialmente a crise emocional, ainda com fraqueza no corpo e tremores nas mãos, disse que iria ler um trecho da Bíblia (I Cor, 6:12-20 e 7:1-2), escrito pelo Apóstolo Paulo, que representa o seu pensamento. Eis o que ela leu...
Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma. Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos. Deus destruirá tanto aqueles como este; o corpo, porém não é para a impureza, mas para o senhor, e o senhor para o corpo. Deus que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará, a nós, pelo Seu poder. Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, então, os membros de Cristo, e os farei membros de uma prostituta? De modo algum! Ou não sabeis que o que se ajunta a uma prostituta se torna um só corpo com ela? Está escrito, os dois serão uma só carne (Gênesis 2: 24). Pelo contrário, quem se une ao senhor torna-se com ele um só espírito. Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo, ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em voz, o qual recebesse de Deus? E que por isso mesmo, já não vós mais pertenceis, porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois a Deus no vosso corpo. Agora, a respeito das coisas que me escrevestes, penso que seria bom ao homem não tocar mulher alguma, todavia, considerando o perigo da incontinência, cada um tenha sua mulher e cada mulher tenha seu marido.
Pelo que ficou implícito, este é o pensamento que aceita a narrativa de Paulo como coerente para a vida dela. A narrativa de Paulo para conduzir sua vida conforme o caminho que Cristo escolheu, é diferente da minha compreensão da vida e da missão que aceitei assumir como minha vontade obedecendo a vontade do Pai.
Mas vejamos onde está a discordância a partir de nossa concordância. Concordamos com o que Cristo ensinou como sendo a máxima lei para nossas vidas, que devemos segui-la acima de qualquer outra lei: “Amar a Deus acima de todas as coisas, com todo nosso entendimento, com toda nossa energia e sabedoria, e amar ao próximo como a si mesmo”.
Entendemos que Jesus não tinha preconceito com profissões. Quando Ele estava entre nós, procurava ficar perto dos mais humildes, dos pescadores, mesmo que tivessem trabalhos contrários à cultura popular, como Mateus, o cobrador de impostos, como Maria Madalena, a prostituta. Foi o Seu amor ao próximo como se fosse a Ele mesmo, que amava ao Pai que estava nessa pessoa, como ao Pai que estava dentro dEle, que Ele não temia as críticas sociais ou ameaças dos poderosos.
É dessa forma também que me aproximo das pessoas mais humildes, como aquela jovem psicótica da Praia do Meio que se sente confortada por meu abraço em plena crise de angústia que cobre seu coração; daqueles dependentes químicos escravizados pelas drogas, das mulheres que sofrem de tantas maneiras possíveis, incluindo as prostitutas que um dia contribuíram para a minha aprendizagem neste mundo material. 
É claro que eu respeito o corpo que Deus me deu para ser o instrumento do mEu espírito que quer fazer a vontade do Pai. Se sinto um atrativo tão forte em direção às mulheres, pelos instintos que o Pai me deu, estou aprendendo a usar a força deles para ter a motivação suficiente de usar parte dos recursos que recebo do Pai, incluindo o próprio corpo físico, sem preconceitos de qualquer espécie, para deixar que o amor incondicional seja o cimento da árvore do amor inclusivo, a maquete da família universal e alicerce para o Reino de Deus. 
Portanto, não é um dependente químico, uma psicótica ou uma prostituta que irá contaminar o meu corpo no seu contato com eles, pois o que estou procurando não é atender aos meus desejos pessoais e sim a vontade do Pai. 
Sei que no meu corpo existe o templo do Espírito Santo, mas também o meu próximo tem o mesmo templo. Pode ser que esteja sujo e deteriorado, mas talvez eu seja o Francisco atual no qual Deus disse a Sua vontade: “Francisco, recupera a minha Igreja!”. 
 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 24/04/2026 às 00h01
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