Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
29/11/2025 00h01
ARQUIVO DESORGANIZADO

            Passei muito tempo na noite com um sonho recorrente, de natureza prática. Acordei e fui direto verificar se tinha uma informação direta para mim. Sonhei que o meu arquivo deste diário estava desorganizado no mês de setembro. Eu tinha ido até lá em busca de uma informação e não encontrava os textos na íntegra.



            Tenho os arquivos digitados inicialmente no word e de lá transfiro para o site do Recanto das Letras, geralmente deixando agendados para o início do dia, 00:01. Eu fui no word em busca de um texto e vi que estava desorganizado. Fui em busca dos textos no Recanto da Letras para corrigir a desorganização, mas lá também estava confuso. Acordei com a sensação de que precisava corrigir os meus arquivos. Fui direto no Word, mas os textos estavam organizados.



            Agora, tentando refletir sobre o significado deste sonho, lembro que ontem a noite eu estava digitando vários textos para deixar agendados cerca de 6 textos à frente e de repente o notebook deu uma informação que precisava ser reiniciado. Tentei salvar todos os textos que havia produzido no word e que não tava tendo a preocupação de salvar. Vi no controle que o notebook não estava promovendo o salvamento automático.



            Consequência: perdi todo o trabalho que estava fazendo. Mas como já tinha enviado alguns para o Recanto das Letras, fui até lá e resgatei os que estavam salvos no site para o Word. Só não consegui com os três últimos que o leitor irá identificar mais adiante, ou melhor, irá ter lido os textos com os títulos de “A Elegância do Ódio, parte 1 e parte 2, e a Revista da Verdade”, pois eles já estavam agendados.



            Também tem outro significado que acho fazer referência. É com a desorganização do meu escritório, prateleira de livros, revistas e impressos e a escrivaninha. A minha consciência fez de imediato esta associação


Publicado por Sióstio de Lapa
em 29/11/2025 às 00h01
 
28/11/2025 00h01
REVISTA DA VERDADE

            Em tempo de predomínio das trevas cuja principal arma de domínio é o uso das mentiras, das falsas narrativas, é importante que tenhamos um instrumento detergente dessas manchas que querem impregnar a consciência humana.



            Não digo isso simplesmente dirigido aos nossos irmãos humanos, mas principalmente aos principados e potestades, os demônios, governantes espirituais que se opõem à realeza do Cristo sobre a Terra.



            Esse instrumento na condução da Verdade, na separação devida entre o falso e o verdadeiro, pode ser aplicado na forma de uma Revista. Um veículo de informação apartidário e sem causa religiosa, que investigue determinada narrativa para mostrar e demonstrar onde se encontra a Verdade.



            Cumprindo essa missão de descortinar a Verdade do meio das falsas narrativas, iremos reconhecer os agentes que as disseminam, quais são os seus interesses e suas intenções. A partir daí a justiça humana pode ser devidamente aplicada, e se, por acaso, algum agente conseguir escapar da justiça humana, saberá que não encontrará escapatória na justiça divina.



            Qualquer um desses devedores alcançados pela justiça divina deverá voltar cena do crime, em nossa dimensão material, não para perpetuar o crime, como acontece com algumas almas empertigadas no mal, mas para pagar o mal que foi feito, tanto na reparação dos prejuízos feitos às suas vítimas, como o purgar dos seus erros com doenças ou qualquer tipo de flagelo, compatível com o mal praticado.



            Esta Revista como instrumento de Deus, deverá encontrar um ou mais jornalistas comprometidos com a Verdade, reconhecidos como filhos do mesmo Pai universal, e que desejam fazer a Sua vontade, acima dos desejos materiais que porventura possuam em contrário.



            Mesmo que o jornalismo atual esteja tão comprometido com as trevas, mesmo que cada um dos jornalistas sejam inconscientes do mal que estejam praticando e disseminando, certamente muitos ainda existem sensíveis a uma criação midiática neste sentido verdadeiro, divino, que faça uma oposição centrada nas forças do mal que hoje se mostram majoritárias nos principais veículos de comunicação.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 28/11/2025 às 00h01
 
27/11/2025 00h01
A ELEGÂNCIA DO ÓDIO – 2ª PARTE

            Encontrei um texto nas redes sociais, de Luiz Fernando Ramos de Aguiar, publicado em Postagens da Revista Timeline, de 20-11-2025, que fala do “sofisticado prazer de destruir o inimigo”. Como é um relato bem feito de nossa realidade cotidiana, trago aqui a segunda parte do texto.



As forças “progressistas” brasileiras não expressam seu “amor” à verdade apenas pela exposição de fatos duvidosos e reportagens enviesadas. Muitos expoentes da “intelectualidade esquerdista” não têm nenhuma objeção a propagar violência e intolerância em nome da “democracia”. E talvez esse seja o tipo de discurso mais amado por eles.



Exemplo clássico de algo assim nos deu o pesquisador, historiador, sociólogo, político e professor universitário, Mauro Luís Iasi, filiado ao Partido Comunista Brasileiro. Durante o 2º Congresso Nacional da CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular Conlutas), ele citou em discurso o poema de Bertold Brecht, ao falar sobre como sua audiência deveria dialogar com as pessoas de direita… A delicadeza e a sutileza dos versos falam por si: “Agora escuta: sabemos que és nosso inimigo. Por isso vamos encostar-te ao paredão. Mas, tendo em conta os teus méritos e tuas boas qualidades, vamos encostar-te a um bom paredão e matar-te com uma boa bala de uma boa espingarda e enterrar-te com uma boa pá na boa terra”.



Outra fala que ganhou notoriedade foi proferida pela filósofa, artista plástica, professora, escritora e política Márcia Tiburi, filiada ao Partido dos Trabalhadores. Durante uma entrevista, ela declarou ser a favor do assalto.



De acordo com Tiburi, existiria uma “lógica” no ato de assaltar, já que a pessoa não teria algo de que precisaria e, contaminada pelo capitalismo, dentro desse contexto injusto, muitas violências seriam justificáveis. Para Tiburi, algumas formas de violência poderiam ser até lógicas, revolucionárias e corretivas.



A entrevista foi concedida à TV Brasil em dezembro de 2015. Aparentemente, as declarações não repercutiram bem nem entre seus próprios admiradores, já que, em junho de 2018, ela publicou um artigo na Revista Cult, tentando explicar o inexplicável.



O amor à diversidade e a tolerância às diferenças não se resumem a discursos políticos ou a obras filosóficas… A “cordialidade odiosa” se expande, inclusive, por meio da poesia. Um texto que ficou famoso em diversas publicações em vídeos nas redes sociais foi o poema Apocalipse Queer ou Cuíer A.P. (ou oriki de Shiva), da escritora, cantora e compositora Tatiana Nascimento. O texto é aberto com um verso impactante: “Nós vamos destruir tudo o que você ama”. E vai distorcendo, de forma impiedosa, todos os valores mais importantes para os conservadores. Não há argumentos, há uma inversão total de tudo. Não há justificativas, é apenas um ataque proposital, agressivo e injustificado. Seguem algumas pérolas do poema:



“porque c chama ‘amor à pátria’



o que é racismo



c chama ‘amor a deus’



o que é fundamentalismo



c chama ‘amor pela família’



o que é sexismo homofóbico y



c chama transfobia de ‘amor à natureza’



c chama de ‘amor pela segurança’



o que é militarismo…



…essa sua ideia de ‘civilização’ é



assassinato, é genocídio,



quer matar tudo…”



Não bastasse a agressão ideológica, o poema é uma violência à própria poesia, com o lirismo de um arroto. Tatiana Nascimento nos empurra uma das composições mais desnecessárias, previsíveis e indesculpáveis já escritas em nossa língua. Com a sutileza de uma britadeira, sua leitura desperta no leitor o desejo por um tratamento de canal sem anestesia, uma opção menos dolorosa do que submeter a mente aos registros gráficos da autora.



Esses exemplos revelam o modus operandi da “intelectualidade” esquerdista. A turma professa abertamente o desprezo e o ódio por qualquer pessoa ou ideia que não esteja em sintonia com seus valores e suas crenças. Como precisam sempre sinalizar virtudes, mesmo que as desprezem de forma absoluta, disfarçam sua violência e intolerância com os mais diversos subterfúgios. Pode ser por meio de uma reportagem com informações duvidosas ou não verificadas, pela utilização de metáforas, críticas sociais ou mesmo de poesia. Mas a mensagem principal está sempre presente: não permitiremos a existência da direita, do conservadorismo.



Para não chocar o público em geral, utilizam uma linguagem pacífica, cheia de chavões e clichês, como tolerância, diversidade, liberdade e democracia. Suas ONGs recebem nomes encantadores, como as Redes Cordiais do “nosso Amado”. Contudo, nenhum desses conceitos ou indulgências se aplica aos seus adversários políticos, que são invariavelmente descritos como perigosos e extremistas, rotulados de fascistas, nazistas ou qualquer outro termo conveniente à desumanização. Afinal, contra monstros vale qualquer estratégia.



O caso da reportagem de Guilherme Amado foi desmascarado por uma nota do governo americano, que deixou claro que o formulário I-94 utilizado pelo jornalista era falso. Mas quantas matérias, poemas, livros, discursos ou decisões judiciais já foram produzidos sob as mesmas circunstâncias?



Sobreviver ao bombardeio ideológico e cultural da esquerda depende de que o outro lado desenvolva seu próprio arsenal, criando um ecossistema de influenciadores, jornalistas, escritores e veículos de comunicação capazes de se contrapor às narrativas hegemônicas e enfrentar os meios mainstream. Nesse campo, não podemos adotar a linguagem do inimigo; precisamos construir nossa própria estratégia de comunicação e cultura, uma estratégia comprometida com a busca da verdade… Nenhuma firula retórica pode se contrapor à força da realidade.



Eis o retrato sem retoques dos agentes das sombras. Usando a mentira como arma de persuasão aos ingênuos ou indigentes eleitores, mantidos assim como estratégias para suas eleições, observamos grupos de zumbis comandados por refrões, palavras de ordens, levados em seus esqueléticos braços sem saberem o significado, do que representa a sua própria cadeia sem grades.



E o mais impactante para nós, cristãos, é que consideramos essa turma que se movimenta nas trevas, tanto os oprimidos pela ignorância, quanto os opressores também pela ignorância, que todos somos irmãos, filhos do mesmo Pai, Criador, que deseja o melhor para todos os Seus filhos e que um dia espera encontrar todos dentro da Sua própria essência de amor.



E quem vai levar essa mensagem de amor e libertação para nossos irmãos presos na ignorância? Somos nós mesmos, seguindo o Caminho que nosso Mestre, Jesus nos ensinou, amar ao próximo como se fosse a nós mesmos. Mesmo que isso nos leve ao sacrifício de ensinar, com a tortura da nossa própria vida material, como assim deu exemplo o nosso Mestre.



Ave, Cristo!


Publicado por Sióstio de Lapa
em 27/11/2025 às 00h01
 
26/11/2025 00h01
A ELEGÂNCIA DO ÓDIO – 1ª PARTE

            Encontrei um texto nas redes sociais, de Luiz Fernando Ramos de Aguiar, publicado em Postagens da Revista Timeline, de 20-11-2025, que fala do “sofisticado prazer de destruir o inimigo”. Como é um relato bem feito de nossa realidade cotidiana, trago aqui a primeira parte do texto.



A nata da elegância e sofisticação “progressista” brasileira se esmera na missão de classificar qualquer integrante de dissidência intelectual ou política como o pior tipo de ser humano que respira sobre a terra. Não importa se os chamados conservadores sejam, em sua maioria, idosos e trabalhadores armados apenas com bíblias e bandeiras nacionais.



Mesmo diante da óbvia incoerência, jornalistas, filósofos e artistas da elite falante tupiniquim espalham as narrativas mais absurdas e violentas, nas quais a Bíblia é tratada como um manual de ódio e preconceito, e a defesa da liberdade de expressão é rotulada como discurso de ódio.



O truque é que as acusações, ameaças e agressões da esquerda são sempre revestidas por uma linguagem pomposa, “limpinha” e sofisticada. Defendem a censura e o extermínio intelectual de toda uma parcela da população e, quando alguém reage com indignação ou linguagem vulgar, colocam-se como vítimas ultrajadas dos odiosos integrantes da “extrema direita”.



Nem mesmo os fatos se impõem à possessão ideológica. Não importa se o preço a ser pago é a destruição da vida de uma pessoa inocente, tudo se justifica em nome de um único objetivo: eliminar qualquer força política que represente um obstáculo aos seus planos de poder.



Para obter sucesso em seus intentos, nenhuma regra ética, moral ou profissional precisa ser respeitada. O mais importante é empurrar o rolo compressor sobre os conservadores, que, para eles, são o mal encarnado. O que justificaria qualquer ação… Afinal, é para salvar a democracia.



Um exemplo evidente dessa estratégia foi a reportagem do jornalista Guilherme Amado, publicada no Metrópoles, na qual ele afirmava que, após uma investigação, teria obtido informações de que Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, havia viajado para os Estados Unidos. A suposta viagem foi utilizada como justificativa para a decretação da prisão preventiva de Filipe, que permaneceu encarcerado por cerca de seis meses.



De acordo com a matéria de Amado, as “informações” que publicou teriam sido conseguidas a partir do acesso ao formulário I-94, que é um registro de entrada nos Estados Unidos e saída do país. O documento é emitido pelo Customs and Border Protection (CBP). O problema é que, para que esse tipo de formulário tenha validade, ele precisa ser obtido de forma legal, por meio de cooperação judicial ou, no mínimo, deve ser autenticado pela CBP.



E o “documento” no qual se baseou a “reportagem” de Amado foi conseguido sem autorização, fora dos canais oficiais, o que não garantia a legitimidade das “informações”. O jornalista não fez nenhuma ressalva sobre a possibilidade de o formulário não ser verdadeiro. Ele ainda escreveu: “Os advogados teriam demonstrado à PGR que Filipe Martins não viajou para os Estados Unidos em 30 de dezembro de 2022. Não é o que diz, porém, o governo americano”.



Ou seja, em vez de agir com honestidade e reconhecer que possuía apenas indícios de que o ex-assessor teria realmente viajado aos Estados Unidos, o “jornalista profissional” não duvidou da autenticidade do formulário que chegou a ele. E não só isso, Amado indicou aos leitores que o alvo de sua matéria estaria mentindo e que o documento era reconhecido pelo “governo americano”, mesmo que não tenha confirmado que isso realmente foi feito.



O prejuízo causado a Filipe Martins não foi suficiente para que o jornalista reconhecesse seu erro. Nenhuma nota, nenhum pedido de desculpas… Ele segue afirmando que apenas cumpriu seu papel — mesmo diante das evidências claras de que realizou um “trabalho jornalístico” porco e descuidado.



Mesmo com o reconhecimento público de que sua matéria foi fundamental para a prisão de Filipe Martins, em recente entrevista, o “amado” jornalista afirmou que a prisão teria sido baseada em outras provas, supostamente em posse do STF.



O que mais impressiona na conduta de Amado é o fato de ele ser diretor de uma ONG chamada Redes Cordiais, cuja missão declarada é “contribuir para a construção de espaços públicos digitais mais saudáveis e transformar atores do ecossistema digital para que possam atuar de modo mais responsável no ambiente on-line”.



Está claro que a cordialidade que sua instituição prega não se reflete em sua atuação jornalística, que parece estar muito mais voltada à destruição de adversários ideológicos do que à apuração responsável dos fatos.



Como podemos suportar, impassíveis, esses relatos amparados pela realidade dos fatos, sem o sentimento de revolta contra os agressores, mesmo que eles exibam a faixada de “dignos profissionais” ou eminências jurídicas?



Que tenhamos compaixão por aqueles que, como nós, reclamamos da mentira, da trapaça, da violação dos nossos votos, que querem nos sequestrar, amordaçar e usarmos como escravos de suas más intenções? Que morremos nos porões da ditadura de toga ou fugimos para salvar nossas vidas e dignidade, mesmo que deixemos nossos filhos órfãos de pais vivos?



Esta é a experiência que estamos vivendo no Brasil, com os representantes das trevas que conseguiram evoluir... antes eles sequestravam pessoas e exigiam resgate, agora sequestram o país e nos deixam como escravos, a trabalhar quase a metade do ano para recolher nossos impostos e enviar descaradamente para manter a ditadura em outras freguesias.



E assim o mal vai se alastrando...


Publicado por Sióstio de Lapa
em 26/11/2025 às 00h01
 
25/11/2025 00h01
A ESPADA DA IGNORÂNCIA

            A ignorância ainda hoje permite colocar em nossas mãos uma espécie de instrumento que podemos chamar de “Espada da Ignorância”.



            No passado ela caminhava ao nosso lado, pendurada numa bainha na nossa cintura, e nos levava muitas vezes a empunha-la e guerrear de uma forma ou de outra, defendendo uma bandeira que nos levava a lugar nenhum. Apenas ia colocando manchas no corpo espiritual que carregamos, que é o nosso código genético espiritual para sempre.



            Deste modo, aquelas batalhas nos levavam à discórdia, à destruição, colocando irmão contra outro irmão, e por uma determinada razão rasgava aquele tecido biológico com as lâminas que eram ali penetradas, fazendo com que o sangue fosse derramado e vermelhando o chão.



            Um certo dia as espadas foram silenciando à medida que uma estranha luz foi penetrando pela Terra, abrindo novos horizontes, criando uma fenda sem igual que o homem jamais poderia imaginar. É na sensibilidade do amor que ela acende dentro dos fatores humanos e abrindo imenso leque dentro da humanidade.



            Os homens de bons corações, principalmente, olhavam para aquela luz e foram se aperfeiçoando. Abandonaram então a espada, por algum tempo as guerras silenciaram na medida do contato bruto, e os homens em todos os sentidos ainda vinham buscando um equilíbrio geral.



            A espada foi abandonada, mas o pensamento continuava com ela dentro dele. Isso garantiu dar forças às nossas imperfeições instintivas, maléficas ao convívio social. Mas, tudo aquilo que os olhos dos homens, mascarados pelas personalidades não veem, os olhos de Deus veem.



Neste sentido criou-se um rastreamento geral de uma forma totalmente equivocada, de que estes que usavam força instintiva e com uso da espada disfarçada e civilização e cultura, é que levavam vantagem, porque era o pensamento a linguagem geral do espírito.



            Neste momento, então, os homens em geral pecavam pelo seu próprio pensamento. Os homens, focalizando o pensamento instintivo, não sabiam que haviam passado pela amnésia da reencarnação.



Assim, aquele espírito colocado de volta à vida física, mesmo longe dos seus inimigos que foram criados na lei forte da espada, a memória inconsciente dos erros, favorece a uma inimizade que vai ressurgir na Terra e favorecer o aparecimento de novas guerras fratricidas.



            Aquela luz quando entra pela erraticidade dentro daqueles fatores, apaga da sua mente a memória daqueles espíritos perseguidores, de todos os espíritos que se colocaram naquele momento na força do desequilíbrio geral como inimigos um do outro.



            O espírito arrependido daquelas infrações mergulha imediatamente em nova reencarnação, e nela se esquece de tudo aquilo que provocou no passado como a força da espada, a luta, a dor, o sangue derramado.



            Toda dívida adquirida na Terra, somos obrigados a pagar, porque a lei é perfeita para todos, ela vem de uma justiça divina e dela ninguém escapa. Não tem outra forma de fugir desta dívida porque como já foi dito, o nosso pensamento é a nossa linguagem espiritual quando penetramos no plano espiritual.



            Mesmo que não usemos a espada em nossas vestimentas físicas, mas se ela está presente em nosso pensamento, ela está bem visível aos olhos do Criador que faz a sondagem diária de nossos corações.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 25/11/2025 às 00h01
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