Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
05/10/2025 00h01
SIGAMOS PARA A FRENTE

            Todos estamos seguindo conforme a lei da evolução que se aplica a todo o universo. Da mesma forma que obedecemos a lei da gravidade conforme qualquer mundo como a Terra que viemos ocupar, ninguém vai cair para cima em circunstâncias normais, naturais, da mesma forma que ninguém vai evoluir para trás.



            Essa evolução natural é o que podemos chamar de progressismo material, a forma de nos desenvolvemos dentro da Natureza, da mesma forma que iremos sofrer o peso dos nossos corpos, a sua diferença, conforme estejamos caminhando sobre a Terra, sobre Júpiter ou sobre a Lua.



            Seguindo o progressismo da natureza material iremos evoluir nossos corpos desde a matéria nos seus estágios mineral, vegetal e animal. No estágio animal vamos evoluir de uma etapa instintiva até uma etapa racional, onde nos encontramos.



            Refletimos racionalmente que este progressismo material onde estamos incluídos vai nos levar fatalmente a morte do corpo físico, por sua decadência, falência fisiológica. Poderíamos viver indefinitivamente dessa forma, seguindo o aperfeiçoamento do nosso corpo, obedecendo a lei do mais forte, do mais adaptável às circunstâncias imediatas, como acontece com todos os seres vivos, biológicos. Isso implica que iremos ocupar uma das duas cadeias alimentares para a sobrevivência como carnívoros, veganos ou derivados, por exemplo. Assim podemos ser, num momento o predador de outro ser vivo e noutro momento ser a sua presa. Isso tanto vale para os seres unicelulares como os vírus e bactérias, ou pluricelulares como nós, os animais.



            O nosso racional vai evoluir sempre no sentido de fortalecer e ampliar o nosso poder para controlar a vida de outros seres vivos, explorando-os até o abate (vacas, carneiros, porcos, etc.) ou até a exaustão do nosso próximo pela escravidão das correntes humilhantes ou dos impostos indecentes. Tudo isso para que sejam beneficiados os nossos gens pessoais, da nossa família ou de nossos amigos/comparsas, que num determinado momento atendem aos nossos propósitos.



            Esse progressismo material, animal, que nos leva fatalmente a morte do corpo físico, corresponde a uma sentença de morte física, de desaparecimento, de deixar de existir. Para evitar isso, instintivamente, passarei a contribuir obrigatoriamente com outra pessoa, com percentagem iguais (50%) para a formação de outro corpo (filho) derivado do nosso. E assim segue a nossa evolução material, nosso progressismo animal.



            Acontece que existe outra realidade dentro da Natureza que a nossa capacidade intelectiva, racional, material, animal, suspeita mas não consegue concluir por sua existência e importância primordial.



            Sendo o nosso intelecto incapaz de alcançar essa conclusão lógica, seria necessário que surgisse uma inteligência superior, vinda diretamente dessa dimensão transcendental, primordial, onde existem as hierarquias criadoras da existência.



            Este Ser que surgiu entre nós com esta missão divina de nos revelar o Caminho da Verdade que pode nos levar à Vida eterna, mostra que dessa forma não iremos morrer, desaparecer, com a morte do corpo físico. A consciência que gerenciava o corpo físico se transporta para a dimensão espiritual quando acontece a morte para seguirmos sempre até a sintonia mais perfeira possível com o Criador, como aconteceu com Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus.



            Dessa forma, podemos considerar Jesus como o Salvador de nossas almas, que com o sacrifício do próprio corpo nos deixou essa lição tão importante para podermos progredir principalmente por esse caminho espiritual. Mesmo como vivente nesta dimensão material tenhamos que cumprir o progressismo material, não podemos deixar que esse caminhar material não venha a ser a prioridade e que destrua o caminho espiritual em direção à Deus.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 05/10/2025 às 00h01
 
04/10/2025 00h01
OBRIGADO, SÃO FRANCISCO

            Hoje se comemora o dia de São Francisco. Lembro que minha vida foi salva por inrtercessão de minha família junto a ele, no parto de minha mãe. Sendo eu o primeiro filho e que não estava passando pelo canal do parto. Ele operou o milagre da minha vinda à luz e por este motivo, hoje adulto e reconhecendo o que ele fez por mim, penso que além do cumprimento da promessa feita por minha família de deixar o meu nome associado ao dele, eu devo fazer alguma coisa especial, neste dia, como uma forma de agradecimento pontual.



            Sei que devo honrar o seu modo de vida, procurando seguir os passos de Jesus com toda honestidade e energia possível. Isso eu acredito que esteja fazendo, de procurar seguir os passos do Mestre, mesmo que eu não faça exatamente o que o santo da cidade de Assis fez



            O meu caminho tem algumas diferenças, mas todas sintonizadas com a vontade do Pai, como Jesus fazia, mas conforme a lei de Deus instalada em minha consciência. Tenho o foco de ajudar os pobres e necessitados, usando o potencial que os ricos e bem aquinhoados podem oferecer dentro do pensamento cristão de cada um.



            Portanto, não estou desposando a pobreza como ele fazia, mas pratico a caridade dentro de um trabalho voluntário com o uso dos talentos que Deus colocou à minha disposição.



            Procuro respeitar Natureza e os Animais como ele fazia, que chegou a ser o padroeiro da ecologia e dos animais. Busco a paz e a simplicidade, procurando seguir a oração que ele deixou conosco, fazendo de si um instrumento da vontade de Deus.



            Apesar desta sintonia que percebo ter com o santo da minha gratidão, mesmo assim o meu caminho tem o foco na formação da família universal como base para a construção do Reino de Deus.



            Isso leva o meu comportamento a se confrontar com a cultura coletiva, mesmo sendo inspirada pelo Evangelho. Sei que procuro fazer a vontade de Deus com a honestidade de princípios, mesmo tendo a minha motivação sendo dinamizada pelos impulsos instintivos da minha origem animal.



            Estou agindo dentro do progressismo espiritual completamente ciente que após a morte do corpo físico estarei adentrando a dimensão espiritual com todos os bens ou males que eu tenha praticado. Do balanço entre essas duas semeaduras colocarei tudo dentro do meu arcabouço espiritual que irei usar para administrar um novo corpo.



            Esta é a mimha compreensão da missão colocada em minha consciência pelo Pai e que eu aceitei para fazer do meu corpo instrumento da vontade divina, e para isso vouo precisar de todas as Forças do Alto, onde nelas estará também a presença do meu bemfeitor, e para isso continuo rogando a sua proteção.



            Obrigado, São Francisco, por sua intercessão junto ao Pai, para a minha vida, para o cumprimento de minha missão.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 04/10/2025 às 00h01
 
03/10/2025 00h01
CONVERSANDO COM C. S. LEWIS – COLÓQUIOS RADIOFÔNICOS

 



\            Peço permissão ao ilustre autor, C. S. Lewis, neste dia dedicado ao escritor (25-07) para conversar com ele através do seu livro CRISTIANISMO PURO E SIMPLES, com tradução: Álvaro Oppermann e Marcelo Brandão Cipolla; revisão de tradução: Luiz Gonzaga de Carvalho Neto e Marcelo Brandão Cipolla; revisão técnica: Omar de Souza.



            Sei que parece injusto com o autor, pois posso contesta-lo em suas afirmativas e ele não pode me contestar em troca. Mas confio que meus leitores, mesmo que poucos, tenham a devida lógica de não deixar impune minhas ousadias inconvenientes, sem propósito ou simplesmente inócuas, ignorantes.



            Vamos seguir a ordem que ele definiu no contexto do livro.



Livro I



O CERTO E O ERRADO COMO CHAVES PARA A COMPREENSÃO DO SENTIDO DO UNIVERSO



Livro I - O certo e o errado como chaves para a compreensão do sentido do universo. 1. A lei da natureza humana - 2. Algumas objeções - 3. A realidade da lei - 4. O que existe por trás da lei - 5. Temos motivos para nos sentir inquietos.



Prefácio



O conteúdo deste livro foi originalmente divulgado na forma de programas de rádio antes de ser publicado em três volumes separados1: Broadcast Talks (1942), Christian Behaviour (1943) e Beyond Personality (1944).



Nas versões impressas, fiz pequenos acréscimos àquilo que falei ao microfone; mas, em linhas gerais, mantive o texto tal como fora ao ar. Na minha opinião, uma "conversa" pelo rádio deve manter-se o mais próxima possível da linguagem oral e não deve soar como um ensaio acadêmico lido em voz alta.



Em meus programas, portanto, empreguei todas as contrações e coloquialismos usados nas conversas cotidianas. Nas edições impressas, reproduzi este modo de falar, usando don't e we've em vez de do not e we have.



E toda vez que, nos colóquios radiofônicos, eu sublinhara a importância de uma palavra com o tom de voz, publiquei-a em itálico. Hoje, tendo a pensar que isso foi um erro — um híbrido indesejável entre a arte da fala e a da escrita.



Um palestrante deve usar a variação da voz como instrumento de ênfase, pois esse método é próprio ao meio de comunicação empregado. Já um escritor não deve utilizar os itálicos para esse fim. Ele dispõe de meios próprios e diversos de frisar as palavras-chave, e deve usá-los.



Na presente edição, desfiz as contrações e substituí a maior parte dos itálicos, reformulando as frases em que apareciam: espero que, mesmo assim, a obra não tenha perdido o tom "popular" ou "familiar" que desde o início pretendi dar-lhe.



Também fiz cortes e acréscimos em partes da obra cujo tema julguei compreender melhor hoje do que há dez anos, ou onde sabia que a versado original não fora compreendida pelo público.



            O leitor deve saber desde já que não oferecerei ajuda a ninguém que esteja hesitante entre duas denominações cristãs. Não sou eu que vou lhe dizer se você̂ deve seguir a Igreja Anglicana, a Católica Romana, a Metodista ou a Presbiteriana. Essa omissão é intencional (mesmo na lista que acabei de elaborar, a ordem é alfabética).



Não faço mistério a respeito da minha posição pessoal. Sou um simples leigo da Igreja Anglicana e não tenho preferência especial nem pela Alta Igreja, nem pela Baixa, nem por coisa alguma.



Neste livro, porém, não busco converter ninguém à minha posição. Desde que me tornei cristão, penso que o melhor serviço, talvez o único, que posso prestar a meus semelhantes incrédulos seja explicar e defender a fé comum a praticamente todos os cristãos em todos os tempos.



Tenho várias razões para pensar assim. Em primeiro lugar, as questões que dividem os cristãos entre si quase sempre envolvem pontos da alta teologia ou mesmo de história eclesiástica, que devem ser tratados apenas pelos verdadeiros conhecedores da matéria.



Vadeando nessas águas profundas, eu não poderia ajudar a ninguém; antes, teria de ser ajudado. Em segundo lugar, penso que se deve admitir que a discussão dos pontos disputados não contribui em nada para trazer para o âmbito cristão uma pessoa de fora.



 Enquanto nos ocuparmos em escrever e discutir sobre estes temas, estaremos fazendo mais para impedir essa pessoa de ingressar em qualquer comunidade cristã do que para trazê-la para a comunidade à qual pertencemos.



Nossas divisões só devem ser discutidas na presença dos que já chegaram a acreditar que existe um único Deus e que Jesus Cristo é seu único Filho.



Por fim, tenho a impressão de que mais e melhores autores se engajaram no debate desses temas controversos do que na defesa daquilo que Baxter chamou "cristianismo puro e simples". A parte que me coube é a mais modesta, mas é também aquela em que penso poder dar a melhor contribuição. A decisão de segui-la foi natural.



            Pelo que sei, foram esses os meus únicos motivos, e ficarei grato se as pessoas se abstiverem de fazer especulações fantasiosas sobre o meu silêncio a respeito de certos temas em que há desavença.



            Este trabalho do Lewis tem certa semelhança com o que estou praticando há mais de 10 anos. Eu faço textos que publico de forma tímida em meu diário neste site do Recanto das Letras, e que tem o potencial de ser publicado como estes que agora por Lewis são recolhidos de sua publicação original nos colóquios radiofônicos. O tema central entre nós é o Cristianismo, sendo o trabalho de Lewis mais focado e mais profundo e o meu mais disperso e mais superficial nos diversos temas que abordo, mas todos procurando seguir a essência dos ensinamentos do Cristo, sem defender nenhuma forma de religião em detrimento das outras, e sempre procurando realçar o que encontro de positivo em cada uma delas.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 03/10/2025 às 00h01
 
02/10/2025 00h01
DESIGUALDADES INDIVIDUAIS E JUSTIÇA SOCIAL

            Está bem claro pela formação genética da pessoa humana e até mesmo pelas simples impressões digitais que não existe pessoa igual a outra.

 

 

            Estas desigualdades que apresentamos quando colocadas no contexto coletivo que é onde vivemos dentro de uma realidade cotidiana, necessita do esforço cognitivo para construirmos uma sociedade ideal dentro dos princípios de justiça social, onde ninguém se sinta prejudicado por que outra pessoa recebe benefícios indevidos.

 

 

 

 

            A construção de uma Sociedade Ideal vai depender de uma ideia individual que lançada no meio coletivo seja aceita pela maioria como um caminho a ser seguido para o alcance desse objetivo.

 

 

 

 

            Dessa forma, podemos observar a existência de uma série de ideólogos criando suas ideias, formando suas ideologias e lancando no meio coletivo para conquistar a sua aceitação teórica, cognitiva e disposição e disposição para construir na prática o seu objetivo: a Sociedade Ideal, onde as desigualdades sociais sejam respeitadas com justiça, dentro do esforço coletivo de sobrevivência mútua.

 

 

 

 

            Verificamos que os princípios que norteiam a ideia/ideologia devem ficar bem claros como ponto de partida para a caminhada. Isso é importante porque, se falsearmos esses princípios norteadores da ideia iremos conquistar pessoas que pensam estar fazendo uma coisa e fazem outra. Quem age dessa forma já mostra que não é um correto construtor da ideia de Sociedade Ideal.

 

 

 

 

            A Verdade deve ser colocada como cimento para os tijolos do pensamento que está elaborando os alicerces da construção da Sociedade Ideal, a sua constituição, a mais próxima possível da perfeição.

 

 

 

 

            Já possuímos ao nosso alcance diversas ideias/ideologias de como devemos construir essa Sociedade Ideal. Como forma de exemplificar o que estamos desenvolvendo neste texto, vou pinçar dois ícones de ideólogos e a expansão ampla de suas ideologias no mundo atual: Jesus Cristo e Karl Marx, formando assim, respectivamente, o Cristianismo e o Marxismo.

 

 

 

 

            Observamos que as ideias dessas duas pessoas estão sendo jogadas dentro da coletividade com ênfase no seu resultado final, mas sem a devida crítica dos meios usados para alcançar os fins, e muito menos dos princípios que alimentam cada uma delas.

 

 

 

 

            Portanto, é importante que a pessoa humana com seu devido potencial racional, possa avaliar de início os princípios e depois fiscalizar os devidos meios para alcançar o objetivo proposto.

 

 

 

 

            A primeira pergunta que deve ser feita as duas propostas é: o que ambas, Cristianismo e Marxismo, entendem sobre o ser humano? Esta pergunta é importante, pois a Sociedade Ideal que queremos formar é com seres humanos. Quem somos nós, humanos, para Cristo e para Marx?

 

 

 

 

            Procurando obter a resposta de uma fonte neutra e não cooptada por uma ou outra ideologia, vamos recorrer à Inteligencia Artificial.

 

 

 

 

            Para Jesus Cristo a pessoa humana é uma criação divina, amada e com uma dignidade fundamental. O ser humano é chamado para uma vida de aprendizado, transcendência e comunidade, e encontra o seu pleno sentido na relação com Deus e com o próximo, sendo Jesus Cristo o modelo e o caminho para essa realização.

 

 

 

 

            Para Karl Marx a pessoa humana é um ser social e produtivo, que se define por sua existência material e pelas suas relações sociais e do trabalho, não por uma essência abstrata ou imutável. Ela é um ser genérico que tem a capacidade de transformar o meio e o mundo através de sua atividade consciente e livre.

 

 

 

 

            Apesar de muito resumido, este é o primeiro ponto básico, o primeiro degrau no caminho que devemos seguir, quer seja como protagonista ou como mero adjuvante que segue o pensamento dos outros, pois ninguém fica parado no caminho da evolução.

 

 

 

 

            Fica claro que a decisão por um ou por outro princípio ainda está cheio de dúvidas e incertezas e que isso será importante para cada um ir consolidando seu caminho com as respostas obtidas, para consolidar o seu correto discernimento sobre a futura realidade da Sociedade Ideal que queremos construir

 

 

 

 

            A tarefa que se impõe neste momento é que cada pessoa coloque os argumentos de sua pré-adesão a uma das duas ideologias para que possam ser confrontados com os argumentos da outra forma de raciocinar. Este é o princípio da inteligência ancorado no Ego, recebendo os estímulos instintivos do Id e também da ética e da moral, representados pelo Superego.

 

 

 

 

            Assim, as desigualdades individuais que apresentamos no meio coletivo podem surgir à nível de consciência, sabendo o que existe abaixo, o subconsciente e o inconsciente, e contribuir com justiça e sabedoria para a construção da Sociedade Ideal que pretendemos.

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 02/10/2025 às 00h01
 
01/10/2025 00h01
ORAÇÃO OUTUBRO 2025

            Pai, começo a usar a Inteligência Artificial para ajudar na construção de meus textos e isso é bom pois vem a minha consciência memórias ou argumentos que estão registrados no meu subconsciente e que não tenho acesso a eles com destreza ou completude necessária. Sei que o Senhor me envia sempre informações, comunicações e que servem para direcionar o meu pensamento conforme o meu livre arbítrio e tendências inatas e principalmente as adquiridas. Porisso fico confortável, Pai, pois sei que tudo que estou fazendo eu tenho a Sua participação. Até mesmo nesta conversa, oração, que tenho a cada mês, de forma elaborada neste espaço do meu diário. Sei que além dessa oração mais robusta e que se torna pública, eu devo também adquirir o hábito de orações mais constantes, mais curtas e que reflitam no meu dia-a-dia a Sua participação comigo. Devo expressar a minha gratidão para ConTigo, Pai, por ter me dado a existência e de um dia eu estar devidamente capacitado a me integrar na Tua essência. Devo ter a humildade de reconhecer minha ignorância e na maioria das vezes precisar de Tua ajuda e orientação. Sei que pedindo irei obter de Ti, Senhor, o que estou precisando, mas tenho que saber pedir, e as vezes eu não sei nem ao menos começar uma conversa uma oração, tenho que recorrer muitas aquela oração tradicional que o Senhor Jesus ensinou. Ainda não estou devidamente familiarizado com o mundo espiritual, por tanto tempo que vivi sem fazer dele tanta importância, era um mero ensino secundário que não iria jamais assumir a prioridade na minha vida. Hoje que sei que a minha vida real se processa na dimensão espiritual e que passei a progredir espiritualmente como o Mestre ensinou. Mesmo assim, Pai, sei que devido ainda a minha ignorância, desconheço a Sua existência dentro de mim e por isso tenho tanta dificuldade em fazer minhas orações para conTigo. Sei que este meu comportamento de conversar conTigo vai ser o termômetro para aferir o meu grau de autoaperfeicoamento e não irei me queixar como faço agora, te ter tanta dificuldade com a pratica da oração. Sei que orar para o Senhor é muito grande para a minha alma, mas entendo que saber orar é muito maior. E isso vai depender muito do meu esforço para aprender e colocar em prática o que aprendi. Não posso perder mais tempo, além do tanto que já perdi, pois já chego aos 73 anos, a guerra espiritual onde estamos engajados está a todo vapor e é preciso a minha participação efetiva ao lado do Cristo. Ao mesmo tempo é necessário ir de encontro as ovelhas que estão desgarrada do redil. Então, Pai, aproveito a oportunidade para renovar os meus pedidos a Ti, principalmente a aquisição de uma inteligência rápida, sabedoria e coragem para colocar em acao o que já aprendi. Que achas, Pai?



            Sim, filho, percebo suas dificuldades e o esforço que vais em reduzir tamanha carga. Sei do tempo que já perdestes, da ignorância em que vivias, mas agora está firmemente decidido a fazer minha vontade, conform vejo nas sondagens que faço ao teu coração. Portanto, sigas em frente, tens a minha bênção.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 01/10/2025 às 00h01
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