A Bondade é uma marca de Deus em nossos corações. A pessoa boa sempre sabe de onde veio a sua Bondade e o que fazer para conserva-la.
Essa virtude é uma das grandes cordas do grande instrumento da vida, e é uma das cordas do Amor incondicioanl.
Se queremos irrdiar uma melodia perfeita da vida que levamos, devemos afinar todas as cordas sonoras da alma, para que os dedos de Deus toquem em nosso favor.
A Bondade é, sem dúvidas, um princípio da escrita divina em nós, que nos leva à procura de outras virtudes da mesma linha. Contudo, o senso de equilíbrio nos leva a disciplinar essa disposição inspirada pela caridade.
A Bondade não pode querer suprir as deficiências que somente o trabalho e a justiça podem fazer, ou a dor que desperta, ou a corrigenda que conscientiza as pessoas.
Quem chega a conciliar a Bondade com a justiça, faz muitos prodígios na arte de educar as criaturas e, ao invés, de como às vezes pensamos, de afastar as pessoas, elas sentirão, mais tarde, a eficiência de mestre daqueles que andam sempre no fio da navalha divina, dando o que devem dar, na hora certa; tirando o que devem tirar, no momento exato.
A Bondade, em certos casos, não pode virar fanatismo, que logo pode passar a ser conivência com certo tipo de vida contrária à moralidade e avessa à lei do trabalho.
Temos muitas coisas que podemos destinar aos outros, sem enverniza-los com mesquinhos interesses.
Mesmo que o desprendimento acompanhe as dádivas, a sabedoria e o amor nos asseguram que devemos vigiar o que vamos entregar aos nossos semelhantes e a quem vamos dar. O que esperamos do quanto positivo seja para o progresso espiritual de quem está recebendo essas dádivas, que vêm dos recursos dados por Deus como graça e administrado por algum dos Seus flhos.
A Bondade no lugar certo, é luz que se acende nas trevas, mas onde não chegou a hora ou tenha outros interesses carnais, pode ser incentivo para a miséria da alma.
Também temos que saber a quem dirigir nossa Bondade. Imagine que se conduíssimos dos insetos de todas as espécies que vivem ao léu, nos campos, e levássemos para nossa casa? Dos animais que, por vezes, estão enfermos? Dos mendigos que encontramos pelas ruas e estradas e levássemos para nosso convívio? Dos doentes, ou dos assassinos ou leprosos, ou dos inconscientes das leis do nosso país? Pois esta seria uma Bondade que se tornaria um distúrbio muito grande e que iria impedir nossa paz no lar e na consciência.
É muito grandioso ser bom, mas é muito melhor saber ser bom pelas linhas da fraternidade e da razão objetiva. Não é que devemos esmorecer na aquisição dessa virtude iluminada, mas que aprendamos a dignificar Deus pela inteligência que Ele nos deu, amparada pelos sentimentos de Amor, exigente pela razão e incondicional pelas recompensas materiais que sejam associadas.
Se encontrei Bondade nos meus caminhos, e ela facilitou o meu bom desempenho, não posso hoje ser grato aos meus benfeitores com palavras, do quanto eles me ajudaram com empréstimos que eu necessitava na condição de recém-casado e com filhos pequenos, pois eles não podem mais me ouvir. Mas serei bom na mesma temperatura da Bondade que recebi, e rogo ao Pai a graça de ampliar ainda mais o meu potencial de iluminar os meus irmãos, aqueles caracterizados por seguirem os caminhos ensinados pelo Cristo, nosso Mestre sempre presente.
Todos nós temos uma missão a desempenhar neste mundo material, inconsciente para muitos, mas que se torna evidente para poucos, quer estejam ou não a cumprindo.
Foi isso que observamos no comportamento de Jesus entre nós, O que veio cumprir a missão de Messias conforme a vontade do Pai que O enviou, e não conforme a vontade das pessoas (judeus, principalmente) que lhe esperavam.
Logo cedo na vida Jesus despertou a Sua missão que teve início com o batismo de João Batista e o teste no deserto, aos 30 anos.
Geralmente nós vamos despertar para nossas missões em idades mais avançadas. Outros cumprem suas missões com coragem, mas sem a completa sintonia com o Pai, conforme o Cristo mantinha. Vemos isso no momento mais crítico, próximo da crucifição, onde Ele pede para o Pai afastar o cálice dessa tortura, desse sofrimento que iria passar. Mas ao mesmo tempo reforça o compromisso de estar aqui na Terra para fazer a vontade do Pai e não a Sua, dos desejos da carne que vinham até Sua mente.
Com essa sintonia mantida com o poder divino o Messias nazareno se submeteu a terríveis tormentos que infligiram ao Seu corpo, as injúrias, calúnias e falsas narrativas. Em julgamento cooptado pelas forças do mal levaram Ele até o fim, na cricificação humilhante entre os ladroes. Mas Ele, com serenidade possível até onde a dor contorcia o Seu corpo, seu rosto compassivo expressava o sentimento de perdão que tinha no coração, quando aqueles que cumpriam ordens ou eram ludibriados pelas forças tenebrosas, sem saber de direito o que faziam.
Nosso Messias brasileiro também cumpriu bem sua missão, de despertar a fé e denunciar o conluio do mal que se espraiava por nossas instituições democráticas, cooptando mentes jovens e imatiruas nos bancos escolares e até mentes instruídas, doutoradas nas academias, nas interpetacoes das leis e até nas revelações eclesiásticas.
Foi a ação deste Messias brasileiro que despertou as forças do mal contra ele, da mesma forma como aconteceu com o Messias nazareno. O mal foi invertendo toda a lógica do Bem que eles faziam, com falsas narrativas que apelavam para a lógica de um bem deturpado, como aconteceu com o famoso lema de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, que provocou rios de sangue na França.
Assim, a maioria do povo judaico e brasileiro, mergulhados na ignorância, sem educação formal suficiente, cobertos pelo medo ou cooptados pelo mal, lutando pela sobrevivência do corpo físico sem saberem da importância do corpo espiritual imortal, aplaudiam ou ficavam calados frente a ousadia dos carrascos travestidos de defensores de Deus ou da democracia.
Esta breve comparação serve para entendermos um pouco da milenar guerra espiritual na qual somos o foco, enquanto humanidade, das forças luciferinas que querem destruir a melhor obra de Deus, nós, que somos Sua imagem e semelhança.
Jesus resolve unir o seu ofício de Mestre ao de Messias, formando o colégio apostólico com 12 pessoas. O objetivo era que, quando Ele subisse ao Céu, os apóstolos teriam a missão de continuar a Sua obra na Terra.
Depois de eleger os apóstolos solenemente, promulgou perante eles e os demais ouvintes, congregados em grande número à sua volta, a “Carta Magna do Reino dos Céus”, ou seja, o “Sermão do Monte”.
Ao voltar para Cafarnaum, Jesus curou o criado do centurião. Depois em Naim, ressuscitou o filho da viúva. Foi nessa época que João Batista, da prisão, enviou dois de seus discípulos a Jesus, para que lhe perguntassem se era verdadeiramente o Messias. Jesus não deu uma resposta direta, mas respondeu com a voz eloquente dos fatos que evocavam a pregação de Isaias em 61.1-10 – O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos. A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes. A ordenar acerca dos tristes pelas injustiças sofridas, que se lhes dê glória em vez de cinzas, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do Senhor, para que Ele seja glorificado. Em lugar da vossa vergonha tereis dupla honra; e em lugar da afronta exultareis na vossa ação; por isso na sua terra possuirão o dobro, e terão perpétua alegria. Porque eu, o Senhor, amo o juízo e odeio o que foi roubado oferecido em holocausto. Rogzijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus, porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto da justiça. Porque, como a terra produz os seus renovos, e como o jardim faz brotar o que nele se semeia, assim o Senhor Deus fará brotar a justiça e o louvor para todas as nações.
Esta resposta do Mestre evocando um profeta do Antigo Testamento é mais uma lição que Ele dá aos seus discípulos do colégio apostólico, que devem passar para todas as pessoas de todos os lugares e de todos os tempos.
Mateus registra em seu Evangelho uma convocação direta do Mestre a todos nós: vinde a mim, todos os que estão cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei (Mt 11.28) dirigida a todos que padecem.
Depois disso, o Mestre foi convidado a comer na casa de um fariseu, ocasião em que concedeu generoso perdão a uma mulher pecadora que lhe dera prova de arrependimento, ungindo os pés dEle com um precioso unguento e derramando lágrimas em seus pés para enxugar com seus cabelos. Ensina nesse momento, que quanto maior os erros cometidos, mais deve ser sincero arrependimento e reparações dos prejuízos causados ao próximo, para que aconteça o perdão dos pecados.
Estas são lições importantes para que nós nos dias de hoje, que queremos fazer parte deste Colégio Apostólico que se dilata com o tempo, reconheçamos as divinas credenciais do Mestre e como agir no meio de tanta injustiça que leva ao sofrimento coletivo. Temos a missão de continuar a Sua obra na Terra.
ENTRA E COOPERA
“E ele, tremendo e atônito, disse: Senhor, que queres que eu faça? Respondeu-lhe o Senhor: — Levanta-te e entra na cidade e lá te será dito o que te convém fazer.”
(ATOS, capítulo 9, versículo 6.)
Esta particularidade dos Atos dos Apóstolos reveste-se de grande beleza para os que desejam compreensão do serviço com o Cristo.
Se o Mestre aparecera ao rabino apaixonado de Jerusalém, no esplendor da luz divina e imortal, se lhe dirigira palavras diretas e inesquecíveis ao coração, por que não terminou o esclarecimento?
Ao invés disso, recomendou-lhe entrar em Damasco, a fim de ouvir o que lhe convinha saber?
É que a lei da cooperação entre os homens é o grande e generoso princípio, através do qual Jesus segue, de perto, a Humanidade inteira, pelos canais da inspiração.
Quando nós da Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM) fazemos o convite a uma pessoa amiga para vir até nossa reunião para ver e sentir o que estamos fazendo, seguimos o ensinamento do Mestre com a sutil orientação: Entra e Coopera.
O Mestre ensina a nós, Seus discípulos e consolar-nos através de nós próprios. Quanto mais o aprendiz cristão Lhe alcança a esfera de influenciação, e sente as lições do Cristo arder em seu coração, mais habilitado estará para constituir-se em seu instrumento fiel e justo, usando todos os talentos e circunstâncias que o Pai lhe promoveu.
Paulo de Tarso contemplou a luz do Cristo ressuscitado, em sua grandeza imperecível, enquanto ainda era Saulo, mas foi obrigado a socorrer-se de Ananias, um simples companheiro, para iniciar a tarefa redentora que lhe cabia junto de nós.
Essa lição de convite feita pelo próprio Mestre, deve ser bem aproveitada por nós da AMA-PM que esperamos ansiosamente pela cooperação de nossos convidados que entram em nossas reuniões.
Meditando este ensinamento, perguntemos a nós próprios, o que iremos dizer e fazer nas esferas mais altas da espiritualidade quando lá chegarmos, se ainda não nos apropriamos dos valores educativos que o Cristo veio nos ensinar.
Mais razoável, pois, que meditemos sobre o passado que levamos e penetremos na luta edificante de cada dia, na Terra, porquanto, no trabalho sincero da cooperação fraternal, receberemos de Jesus ou Seus enviados o esclarecimento acerca do que nos convém fazer, pois nos faltam braços e pernas.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 22-09-25
As calúnias como armas derivadas da mentira, são os principais torpedos que os irmãos subjugados mentalmente pelo Demônio, jogam sem piedade sobre os cristãos, quer sejam declarados ou não, quer se comportem assim como cristãos, conscientes ou inconscientementes.
Vejamos que no tempo de Jesus o amor que as pessoas tinham por Ele era o sentimento dominante das multidões. No final, por Ele se recusar a concordar com os distorcidos perfis messiânicos e por causa da oposição ferrenha de seus inimigos (cujo número crescia a cada dia), odiosas calúnias começaram a ser espalhadas contra o divino Mestre, e as massas começaram pouco a pouco a deixa-lo.
Algo parecido ocorreu com o Messias brasileiro. Ele procurou ter uma vida pautada por princípios éticos, tanto no âmbito privado como público. Defendia no seu trabalho de parlamentar eleito pelo povo, a verdade conforme ele entendia ser, conforme a realidade, mesmo que isso contrariasse a opinião da maioria.
Tudo tomou uma dimensão maior quando ele foi eleito presidente sem o apoio formal dos demais partidos ou do poder econômico. Os adversários e até inimigos pessoais se amontuavam, pois todos queriam continuar com as costumeiras ações corruptas que dilapidavam com o patrimônio do povo.
O sistema público do país, suas institnuicoes mais nobres em defesa da constituicao estavam tomadas, infiltradas pelos agentes das trevas. Os passos do presidentes eram contidos por ameaças “legais”, tinha dificuldade de colocar pessoas de sua confiança em cargos estratégicos, como permitia a constituição.
O presidente argumentava que ele não iria sair das quatro linhas da constituição, continuaria com seu trabalho honesto, sem permitir corrupções de qualquer membro do seu governo. E, apesar de todas as barreiras, o país evoluiu como nunca tinha ocorrido. Mesmo com todos os obstáculos colocados pelas trevas a nível local e também a nível internacional, como uma pandemia que se alastrou por todos os países.
O presidente continuava agindo com o tema político de “Pátria, Família e Liberdade” e o tema bíblico de “A Verdade nos libertará”.
Essa coragem e honestidade do presidente conseguiu o que nós brasileiros, que não estávamos hipnotizados pelas trevas nem tínhamos maldades em nossos corações, ficássemos livres das estratégias macabras de não vermos o que estava acontecendo conosco e com o mundo. Multidões passaram a se manifestar nas principais cidades do país em defesa do presidente, apesar das calúnias que eram divulgadas amplamente pela mídia cooptada pelo mal, que não exerciam mais com ética o trabalho profissional.
Hoje estamos vendo como as calúnias fizeram com o povo que o Cristo ajudou, ensinou e curou. Votaram contra Ele e apoiaram o ladrão e assassino Barrabás, e apoiaram toda a via crucis até a humilhação final da crucificação em meio aos ladrões.
Assim acontece com o nosso Messias brasileiro, julgado por tribunais de fantoches e condenado entre os criminosos que pela ética deveriam trocar de lugar. Vai em direção à crucificação já prevista por todos os cristãos que conhecem a Verdade e não se deixam enganas pelas calúnias construtoras de falsas narrativas.
As trevas ainda não perceberam que cada cristão abatido aqui e no mundo, são agora novas sementes para o despertamento da verdade evangélica, como acontecia há 2 mil anos. Quem escreve um texto como este pode ser mais um a ser abatido na ânsia louca das trevas conquistarem o domínio do mundo.
As trevas ainda não perceberam que toda a maldade que podem destilar com suas calúnias, servem como buril para aperfeiçoar nossa personalidade cristã frente aos conflitos e até torturas físicas ou psicológicas, até o assassinato de nossos corpos ou reputações. Nós temos um líder que venceu este mundo de trevas e continua conosco na dimensão espiritual observando o nosso desempenho e separando os cordeiros dos bodes, o trigo do joio, as ovelhas dos lobos, a direita da esquerda.
Afinal, a vida não para aqui na dimensão material que serve como escola para nosso aprendizado. A vida real acontece na dimensão espiritual onde as calúnias se dissolvem à luz da Verdade, e a justiça encaminha para o real pagamento de penas em outras missões na dimensão material.
Ave Cristo!