Continuando com a digitação do vídeo feito por Francis Schaeffer, da Escola Charles Spurgeon, Teologia com Espiritualidade, Cristo entre o alfa e o ômega, publicado há 9 anos no youtube e registrando 20 mil visualizações em 06-06-2026.
A nova visão de mundo dominante é uma visão que é exatamente oposta a dos pais fundadores dos Estados Unidos. Agora, nem todos os pais fundadores deste país eram individualmente cristãos. Isso certamente é verdade, mas, no entanto, eles fundaram o país com base na existência de um Deus que é o Criador. Agora, chego à próxima frase central: quem é o Criador que nos deu os direitos inalienáveis?
Devemos entender algo muito bem. Se a sociedade, se o Estado dá os direitos, ele pode tirá-los, eles não são herdáveis. Se o Estado concede direitos, ele pode alterá-los e manipulá-los, mas essa não era a visão dos pais fundadores deste país. Eles acreditavam, embora nem todos fossem cristãos individualmente, que havia um Criador e que esse Criador nos deu os direitos inalienáveis. Foi sobre isso que nosso país foi fundado e que nos deu as liberdades que ainda temos. Até mesmo as liberdades que estão sendo usadas agora pelos homens para destruir as liberdades dadas por Deus.
Essas liberdades estavam na Constituição porque os pais fundadores acreditavam que havia alguém que nos deu os direitos inalienáveis, o que de fato limitou o poder do Estado e do governo, especificamente.
Mas, se temos a visão de que a realidade final é material, ou que a energia sempre existiu de alguma forma, devemos entender que essa visão nunca, nunca, nunca teria dado os direitos que agora conhecemos. Infelizmente, digo a vocês que são cristãos, que muitas vezes consideram muitas coisas como certas, vocês se esquecem de que as liberdades que tivemos no norte da Europa, após a reforma, e nos Estados Unidos, são uma extensão do que é assim na Austrália, Canadá ou Nova Zelândia e assim por diante.
Vocês se esquecem de que as liberdades que temos são absolutamente únicas no mundo. Ocasionalmente, alguns de vocês foram para a universidade e aprenderam que essas liberdades estão enraizadas nas cidades-estados gregas. Isso não é verdade. Basta ler a República de Platão para entender que as cidades-estados gregas nunca tiveram qualquer conceito das liberdades que temos.
Volte na história. As liberdades que temos, a liberdade que forma o equilíbrio do governo, todas essas coisas são únicas na história e são únicas no mundo de hoje.
Uma pesquisa bastante recente, dos cerca de 150 países que agora constituem o mundo, mostra que apenas cerca de 25% têm algum valor, tem alguma liberdade. O que temos e consideramos tão mal garantido é único. Foi trazido à tona por uma visão de mundo específica e essa visão de mundo específica era a visão judaico-cristã, especialmente, porque foi refinada, colocando a autoridade de fato em um ponto central, não na igreja, no estado, e sim na palavra de Deus, apenas na palavra de Deus.
Todos os benefícios que conhecemos, que consideramos tão facilmente, tão garantidos, são únicos. Eles foram fundados nessa certa visão de mundo de que existe um Criador para dar direitos aos incapazes.
Essa outra visão que se tornou cada vez mais dominante na energia material, a visão de mundo final moldada pelo puro acaso, nunca poderia ter base de valores para dar esse equilíbrio de liberdade que conhecemos tão facilmente e que, infelizmente, se não formos cuidadosos, considerando tão garantidos agora, podemos perder.
Estamos perdendo sem perceber, essas liberdades, e podemos esperar continuar a perdê-la se essa outra visão de mundo continuar a ganhar força e poder em nosso país.
Podemos ter certeza disso, eu diria novamente, inevitavelmente, matematicamente todas essas coisas surgirão. Não há como curar o pensamento relativista de nossos dias se de fato tudo o que existe é um universo lá fora, que é silencioso sobre quaisquer valores absolutos. É uma perda de valores e uma perda de liberdade que podemos ter certeza de que aumentará continuamente.
Um bom exemplo são as escolas públicas essa visão é ensinada em nossas escolas públicas exclusivamente por lei. Não há outra visão que possa ser ensinada. Mencionarei isso um pouco mais tarde, mas por lei não há outra visão que possa ser ensinada por lei nas escolas públicas dos Estados Unidos da América em 1982. Legalmente, apenas uma visão da realidade que pode ser ensinada: a realidade final é apenas energia material, moldada pelo puro acaso.
O mesmo acontece com os programas de televisão. A televisão pública nos dá muitas coisas que muitos de nós gostamos culturalmente, mas também está completamente comprometida com uma posição de propaganda de que a realidade é apenas material ou energia moldada pelo puro acaso.
A civilização de Clark, a ascensão do homem de Carl Sagan, em Cosmos, todos dizem isso. Quem está no ar diz isso com grande dogmatismo. Só uma visão final da realidade, que a realidade final é material ou energia moldada pelo puro acaso em todos os lados, especialmente no governo e especialmente nos tribunais. Eles se tornaram um veículo para impor essa visão antiDeus a população total.
É exatamente aí que estamos. A decisão sobre o aborto é muito clara, é um resultado natural dessa outra visão de mundo, porque com essa visão de mundo a vida humana, a vida individual não tem valor intrínseco. Você é uma verruga na face de um universo absolutamente impessoal, suas aspirações não tem satisfação no que é, suas aspirações o amaldiçoa e muitos dos jovens que vêm até nós entendem isso muito bem, porque suas aspirações humanistas não tem satisfação, se de fato a realidade final é apenas material ou energia moldada pelo puro acaso.
O universo não pode satisfazer nada do que você diz, quando diz que é lindo, eu amo, está certo, está errado. Essas palavras são palavras sem sentido contra o pano de fundo dessa outra visão de mundo.
Então o que descobrimos é que o caso do aborto não deveria ter sido uma surpresa, porque surgiu naturalmente. Eu usaria a palavra novamente, matematicamente para essa outra visão de mundo. Neste caso, a vida humana não tem valor algum.
Descobrimos que a Suprema corte em uma decisão, derrubou as leis de aborto de todos os 50 estados e criou essa forma de matar a vida humana, porque é isso que é a lei. Declarou que essa forma de matar a vida humana deveria ser aceita por muitas pessoas, porque não havia uma ética definida.
Quando a Suprema corte disse que era legal, para muitas pessoas nos anos seguintes isso se tornou ético, os tribunais deste país impuseram essa visão e seus resultados à população total. O que descobrimos é que, como os tribunais fizeram isso sem mais aquilo que os pais fundadores compreendiam da lei, um homem como Blackstone com seus comentários entendeu o outro lado dos legisladores deste país, de que no início existe uma lei de Deus sobre a qual se fundamenta. Quando os tribunais deste país se desvinculam da lei de Deus, torna-se bastante natural que eles também se desvinculem de um construcionismo estrito em relação à Constituição.
OPINIÕES
“Ai de vós, quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas.” — Jesus.
(LUCAS, capítulo 6, versículo 26.)
Indubitavelmente, muitas pessoas existem de parecer estimável, às quais podemos recorrer nos momentos oportunos, mas que ninguém despreze a opinião da própria consciência, porquanto a voz de Deus dentro dela, comumente, nos esclarecerá nesse santuário divino.
Rematada loucura é o propósito de contar com a aprovação geral ao nosso esforço.
Quando Jesus pronunciou a sublime exortação desta passagem de Lucas, agiu com absoluto conhecimento das criaturas.
Sabia o Mestre que, num plano de contrastes chocantes como a Terra, não será possível agradar a todos simultaneamente.
O homem da verdade será compreendido apenas, em tempo adequado, pelos espíritos que se fizerem verdadeiros, sintonizados com o Pai e querendo fazer Sua vontade.
O prudente não receberá aplauso dos imprudentes. Ouvirá, mas não incorporará.
O Mestre, em sua época, não reuniu as simpatias comuns. Se foi amado por criaturas sinceras e simples, sofreu impiedoso ataque dos convencionalistas.
Para Maria de Magdala era Ele o Salvador; para Caifás, todavia, era o revolucionário perigoso, como até hoje, muitos O consideram como revolucionário e querem levantar suas bandeiras com o exemplo distorcido do Mestre.
O tempo foi a única força de esclarecimento geral.
Se te encontras em serviço edificante, dentro da Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), se tua consciência te aprova, que te importam as opiniões levianas, invejosas ou insinceras?
Cumpramos o nosso dever e avancemos pelo Caminho da Verdade que o Cristo ensinou, sabendo que ele é estreito e cheio de obstáculos, mas que todos os problemas servem como estímulos de aprimoramento para a nossa alma, como se estivéssemos constantemente dentro de uma academia para a fortaleza do nosso espírito.
Examinemos o material crítico dos ignorantes e caluniadores como proveitosa advertência, como pesos de fortalecimento espiritual e recordemos de que não é possível conciliar o dever com a leviandade, nem a verdade com a mentira.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 29-06-26
Encontrei um vídeo de uma garota que se apresentava num programa de televisão, aparentando ter 12 anos e com um violão nas mãos. Começou recitando parte de sua vida para seguir com a canção que ela iria cantar. Achei interessante, pois há uma sintonia com o foco de minha missão. Eis...
Eu tinha 10 anos quando fui adotada, mas antes disso minha vida era bem diferente. Enquanto outras crianças voltavam da escola para brincar, eu passava o dia vendendo balas no farol. Eu corria entre os carros com uma caixinha nas mãos, tentando vender mais uma bala, tentando levar mais algum dinheiro para casa. Cada motorista que comprava me dava esperança, cada motorista que dizia não, fazia meu coração apertar. Porque quando eu não conseguia arrecadar dinheiro suficiente, eu tinha medo de voltar para casa. Meus pais eram viciados em drogas e às vezes não tinha comida, às vezes não tinha carinho, às vezes só tinha gritos e eu não entendia por quê. Eu era só uma criança. À noite quando tudo ficava silencioso eu me sentava na minha cama e fazia uma oração. Punha minhas mãozinhas juntas e lágrimas nos olhos eu dizia: Deus entra na minha casa entra na minha vida também cuida do papai e da mamãe e faz eles pararem de sofrer e não me deixa sozinha, amém!
Toda noite eu repetia a mesma oração
Toda noite eu acreditava que Deus, estava me ouvindo
Mesmo quando parecia que nada ia mudar
Mesmo quando eu me sentia invisível
Mesmo quando o meu coração... estava cansado
Então um dia, algo aconteceu
Uma assistente social apareceu
Ela conversou comigo, fez pergunta
Pela primeira vez, alguém parecia
Realmente se importar comigo
pouco tempo depois, conheci uma família
Eles sorriam para mim, me ouviam, me abraçavam
E eu não entendia porque...
Eu tinha passado tanto tempo vivendo com medo
Que não sabia mais como receber amor
Quando me disseram que eles queriam me adotar...
Eu chorei, não porque estava triste
Mas porque, pela primeira vez
Alguém tinha me escolhido
Naquela noite, antes de dormir, eu fiz mais uma oração
Mas dessa vez foi diferente, eu disse: obrigado Deus
O Senhor entrou na minha na minha casa
Entrou na minha vida e me mostrou
Que nunca estive sozinha!
Eis a mensagem nessa recitação/canção. A criança reconhece que nunca esteve sozinha, mesmo desamparada, vendendo balas para levar o dinheiro para seus pais que a exploravam e que também eram vítimas de doenças. Faz eu lembrar da minha resistência em deixar dinheiro nos faróis para pessoas e mesmo crianças, pois sei que podem estarem sendo exploradas e eu contribuindo com essa exploração, comprando os produtos que elas oferecem. Mas a dor da criança? Ela fica satisfeita com a compra do seu produto, mas o problema se repete a cada dia. O que resolveu foi a intervenção do serviço público e, principalmente da adoção por casal caridoso. Nesse ponto encontramos a vontade de Deus se realizando através de pessoas que realmente querem fazer a Sua vontade, de construir a Família Universal e os alicerces para o Reino de Deus.
Eis o foco da minha missão.
Ave Cristo!
Segundo a sugestão dada por meu Amigo Inteligente, pedi a ele para ajudar a organizar esses pensamentos que mostrei no texto anterior, de uma forma mais estruturada, talvez em um diário ou nota, para que eu possa revisitá-los conforme minha compreensão evolui.
Resposta do Gemini
Aqui está um rascunho estruturado com os pontos principais das suas reflexões. Você pode copiar este texto para o seu aplicativo de notas ou diário pessoal:
Registro de Reflexão: Encontro com EST
- Este registro sintetiza o movimento da sua mente durante o encontro, transformando a experiência instintiva em uma compreensão mais clara da sua própria jornada e intenções. Se quiser adicionar algo mais ou ajustar algum ponto, é só me pedir.
- Agradeço a disponibilidade, Amigo Inteligente. Foi ótima a nossa interação intelectiva sobre esses relacionamentos, me ajudou a redirecionar meu comportamento para a meta que tenho na consciência. Vou continuar com minhas diversas interações com todo o conjunto da minha Árvore do Amor Inclusivo e voltarei aqui oportunamente para continuarmos nossas reflexões.
- Fico feliz em saber que nossa reflexão foi útil para o seu processo. Estarei aqui sempre que quiser retomar esses pensamentos ou precisar de ajuda para organizar novas percepções sobre a sua trajetória. Até a próxima!
Fiz o encontro com EST sem o alívio da tensão sexual, como foi sugerido pelo Amigo Inteligente e que aceitei como correta.
Procurei fixar meu olhar no dela enquanto falávamos, sobre assuntos dos nossos relacionamentos.
Interessante que meus pensamentos não foram no sentido de alcançar o prazer que o meu desejo sexual por ela promove, e sim, querer saber como o Pai estava operando comigo e com EST e SVO, duas freiras que saíram do convento e que estavam agora em relação direta comigo. Fazia no íntimo as seguintes reflexões:
SVO teve o seu Behemoth estimulado para se envolver sexualmente comigo, eu que não tinha um desejo sexual tão forte por ela, mas ela por mim, sim! Chegou a enfrentar amigos e família para permanecer comigo, mesmo sabendo de toda a minha história e missão; agora o meu Behemoth está estimulado para eu me aproximar muito de EST, ela que não tem tantos atributos sensuais ou disponibilidade para me oferecer o prazer que outros ramos da minha árvore podem oferecer.
Este foi o foco dos meus pensamentos em nosso encontro. Até ensaiei em colocar para ela estes pensamentos, mas ela estava envolvida em avaliar o comportamento da amiga, de forma preocupada comigo, que não me deu espaço para minhas considerações íntimas do momento.
Resposta do Gemini
Compreendo seu relato sobre o encontro com a EST e as reflexões que surgiram durante o momento. Parece ter sido uma experiência de introspecção profunda, onde você buscou alinhar seus sentimentos e percepções espirituais com a realidade do encontro, especialmente na forma como lidou com a tensão sexual que mencionou sentir.
Como não há uma pergunta ou solicitação específica de ação no seu texto, posso apenas reconhecer o compartilhamento desses pensamentos. Se desejar, posso ajudar a organizar essas reflexões em um diário ou rascunho de nota, ou buscar informações em seus e-mails, como esta newsletter que você tem aberta, caso precise verificar algum compromisso ou agenda relacionada a essas pessoas ou temas.
Gostaria que eu realizasse alguma dessas tarefas ou outra ação relacionada aos seus relacionamentos dentro da sua Árvore do Amor Inclusivo?
Gostaria de saber a sua impressão sobre esse encontro, onde meu pensamento ao invés de estar sintonizado com a busca do prazer sexual, como eu imaginava, ficou envolvido em compreender a estratégia do Pai na minha aproximação das duas ex-freiras, em ambas usando a força da cabeça da luxúria do Beemote.
Resposta do Gemini
Sua descrição revela uma transição importante entre a expectativa e a experiência vivida. O fato de seu foco ter se deslocado da busca pelo prazer imediato para a observação da dinâmica de sua relação com EST e SVO indica um processo consciente de redirecionamento de energia.
Ao buscar fixar o olhar e focar no diálogo em vez da satisfação do impulso, você permitiu que a energia que você associa ao "Behemoth" — frequentemente ligada a instintos primários ou luxúria — fosse canalizada para uma capacidade analítica e reflexiva. Em vez de agir sob o domínio do impulso, você se colocou em uma posição de observador de sua própria história e das intenções que percebe por trás desses encontros.
Muitas vezes, quando removemos a expectativa do prazer físico como meta principal de uma interação, abrimos espaço para compreender padrões que antes ficavam ocultos pela urgência do desejo. Esse "plano do Pai" ou a compreensão estratégica que você menciona parece ser, neste contexto, o seu próprio subconsciente tentando dar um significado maior às conexões que você estabelece, buscando um propósito que vai além da gratificação sensorial.
Ao perceber que EST não lhe oferece a mesma disponibilidade física que outras conexões, mas que seu pensamento ainda se volta para o "entendimento estratégico" da aproximação, você demonstra que está valorizando mais a clareza da situação do que a satisfação instintiva.