Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
30/09/2025 00h01
TALENTO E SERVIÇO

              O meu talento especial é montar estratégias de acordo com as lições edificantes que recebo, principalmente aquelas derivadas dos ensinamentos de Jesus de Nazaré.



            Foi assim que criamos o Projeto de Extensão Universitária Foco de Luz e que deu as condições estratégicas da criação da Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), seguida pela Cooperativa de resíduos sólidos.



            Agora estamos trabalhando semanalmente, logo que inicia o dia e a semana, nas instalações do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) onde organizamos uma sala de reuniões com o apoio do Departamento de Medicina Clínica (DMC) e do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e funcionamos como Conselho Consultivo da AMA-PM que é o braço operativo de nossas ações.



            Sempre inspirados nas lições do Mestre Jesus, abrimos as reuniões pontualmente às 8h e quando temos o quórum indicado por Jesus, de duas ou mais pessoas, dentro dos 12 minutos de tolerância, iniciamos a leitura de um texto inspirado pelas Forças do Alto para o início de nossas reflexões evangélicas em torno de meia hora.



            Estamos sempre a convidar pessoas de potencial cristão e institucional para conhecer os nossos trabalhos e colaborarem na medida de seus tempos e chamados espirituais.



            É tempo agora de organizarmos a estrutura funcional deste Conselho Consultivo, pois se tornou o motor que gera as ações para as três instituições criadas: Projeto Foco de Luz, AMA-PM e Cooperativa.



            Será interessante a criação de três círculos dentro do Conselho Consultivo: o primeiro com os conselheiros propriamente ditos, pessoas com cargos dentro das nossas instituições criadas, ou outras instituições dentro da comunidade, que possam comparecer regularmente conosco.



            O segundo círculo seria das pessoas que estão sócias de nossas instituições (Foco de Luz, AMA-PM e Cooperativa), têm interesse em colaborar efetivamente conosco, mas não tem o tempo suficiente para estar reunidos conosco.



            O terceiro círculo seria dos convidados e demais pessoas que conhecem o nosso trabalho, não estão ainda associados conosco, mas têm interesse em observar o que estamos fazendo e que possam colaborar pontualmente em algumas ações.



            Assim, teríamos formados os três círculos do Conselho Consultivo: os Consultores, os Colaboradores e os Observadores. Todos seriam incluídos no grupo zap que é a forma prática de ser operacionalizado os projetos, sendo que os conteúdos no grupo serão colocados apenas pelos administradores para não lotar a caixa de correio dos participantes. Caso alguém queira colocar alguma sugestão pode se dirigir no particular de quem seja responsável pela tarefa sugerida.



            Colocaremos na próxima reunião do Conselho Consultivo, como ponto de pauta, os nomes das pessoas para comporem os diversos círculos e assim comercarmos a operar a partir deste mês de outubro/25 e dessa forma sabermos o talento de cada participante e o serviço que ele pode oferecer a Cristo através de nós.   


Publicado por Sióstio de Lapa
em 30/09/2025 às 00h01
 
29/09/2025 00h01
TEMPO DE CONFIANÇA

 



TEMPO DE CONFIANÇA



“E disse-lhes: Onde está a vossa fé?”



(LUCAS, capítulo 8, versículo 25.)



A tempestade estabelecera a perturbação no ânimo dos discípulos mais fortes, quando estão naquela pequena barca, açoitados pelos ventos fortes e altas ondas.



Desorientados e desesperados, ante a fúria dos elementos materiais, os discípulos socorrem-se de Jesus, em altos brados.



Atende-os o Mestre, mas pergunta depois:
— Onde está a vossa fé?




O quadro sugere ponderações de vasto alcance e que podemos aplicar na condução da nossa barca, a Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM) que no momento quer alcançar o porto seguro de uma sede própria.



A interrogação de Jesus indica claramente a necessidade de manutenção da confiança, quando tudo parece obscuro e perdido.



Em tais circunstâncias, surge a ocasião da fé, no tempo que lhe é próprio.



Se há ensejo para trabalho e descanso, plantio e colheita, revelar-se-á igualmente a confiança na hora adequada.



Ninguém exercitará otimismo, quando todas as situações se conjugam para o bem-estar. É difícil demonstrar-se amizade nos momentos felizes.



Aguardemos nós, os discípulos do Mestre, naturalmente, oportunidades de luta maior, em que necessitaremos aplicar mais extensa e intensivamente os ensinos do Senhor. Sem isso, seria impossível aferir valores.



Na atualidade dolorosa, de vermos a barca de nossa sede própria afundar na falta de recursos financeiros, inúmeros companheiros desesperados invocamos a cooperação direta do Cristo, em nossas aflitas orações.



E o socorro vem sempre, porque é infinita a misericórdia do Mestre celestial, em acalmar os ventos e as ondas, mas, vencida a dificuldade, esperemos a indagação:



— Onde está a vossa fé?



E outros obstáculos sobrevirão, até que nós, discípulos amadores, aprendamos a dominar-mos, a educar-mos e a vencer, serenamente, com as lições recebidas.



Todos não temos os nossos talentos? Não temos energia para agir em busca de resultados? Não temos tantos parentes, amigos e irmãos em Cristo? Não sabemos o Caminho da Verdade em busca da Vida eterna no Reino de Deus?



Onde está a nossa fé?



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 29-09-25


Publicado por Sióstio de Lapa
em 29/09/2025 às 00h01
 
28/09/2025 00h01
EU E O CRISTO

            Jesus disse que era um com o Pai, quer dizer, Ele e o Pai eram a mesma pessoa/entidade/energia. Isso porque Ele fazia integralmente o que o Pai queria.

 

 

            Agora, se eu consigo fazer integralmente a vontade do Cristo, fazendo como reconheceu Paulo, que ele não vivia mais, porém o Cristo era quem vivia através dele, eu me aproximo dessa experiência que o Mestre ensinou.

 

 

 

 

            A vontade do Pai é uma ordem em todos os reinos celestiais. O Cristo fazendo integralmente a vontade do Pai, era como se fosse o próprio Pai. Por isso se nós, conseguirmos fazer integralmente a vontade de Cristo/Deus em nossas vidas, é como se fossse o próprio Cristo atuando através de nós.

 

 

 

 

            Assim, podemos encontrar pessoas que falem a nossa mesma linguagem espiritual, que deixam pulsar os corações pelo bem-estar alheio, que se alegram em matar a fome do próximo que está mais próximo, que tem prazer em visitar os presos que estão sendo vítimas da justiça cega e enviesada, que vestem os nús que se expõem aos rigores dos preconceitos ou das tempestades climáticas, que procuram entender os problemas das viúvas, dos órfãos, dos dependentes, das prostitutas, ajudando a todos sem que o interesse material distorça as boas intenções espirituais.

 

 

 

 

            Estar no meio dos irmãos que procuram doar as instruções espirituais trazidas pelo Cristo às pessoas que seguem bitoladas no progressismo material, faz parte importante de nossa missão enquanto cristão. Vamos  visar somente o servir pelo amor, com estes irmãos que representam também a Cristo, pois poderemos também estar neles e eles também em nós e assim potencializamos o poder de Deus em nosso entorno.

 

 

 

 

Isso se reveste de um potencial expansivo para muito além de nosso alcance material, tal qual a semente de mostarda que lançada com cuidado no terreno criado por Deus vai desenvolver a sua capacidade intrínseca para a sustentação da vida.

 

 

 

 

            Isso é o que o Mestre queria nos ensinar. Que o maior interesse dele, a Sua missão, era trazer a vontade do Pai, da Sua existência e na Boa Nova do Evangelho, mostrar tudo o que exemplifica a vontade do Criador. Por isso Ele dizia que era o filho de Deus e está sempre no meio dos que se reúnem em Seu nome, porque é o mesmo nome do Pai que está nos céus.

 

 

 

 

            Jesus dizia e pôde comprovar que poderia deixar o seu corpo a hora que isso aprouvesse ao Pai, e o tomava de volta quando a conveniência divina propusesse.

 

 

 

 

Não há barreiras para quem está de posse da Verdade e não existe dificuldade para quem se faz uno com o Todo-Poderoso.

 

 

 

 

            Por isso o Mestre pode aparecer em milhares de lugar, dividir-se ao infinito, sem perder a consciência de onde Se apresenta e lembrar-Se de tudo o que o dever exige. E quanto mais sincera e honesta for a reunião do grupo, mas límpida e clara será a participação do Mestre entre nós, pois tem a ver comigo e com o Cristo e assim com cada irmão, consigo e com o Cristo, formando a egrégora divina onde o Pai se manifesta com todo o Seu explendor do Espírito Santo do Amor Incondicional que é Sua essência.

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 28/09/2025 às 00h01
 
27/09/2025 00h01
RICO COM DEUS

            O usurário como entendemos, é uma pessoa que junta o ouro, que pratica usura, empresta dinheiro com juros excessivos ou extorsivos, sendo sinônimo de agiota. Quer ajuntar os bens terrenos e se sentir seguro, rico, dentro do mundo material.



            Este é o caminho do progressismo material, daquele que está sempre preocupado com a morte que se aproxima.



            O progressista espiritual, por outro lado, pretende ser rico com Deus, na Sua ciência espiritual e na dinâmica do Seu amor.



            A sabedoria neste contexto divino é qual um rio que se expressa por grande volume de águas (recursos materiais) e que necessita dessa água para ser útil à coletividade. Haverá de percorrer centenas ou milhares de quilômetros, contornando todos os tipos de obstáculos, ajudando sem cessar e encontrando nisso maior motivo de vida, até se integrar de onde procedeu, da fonte do Criador, pois a alma, centelha divina, tem as mesmas funções de quem a criou.



            A inteligência é muito mais expressiva, muito maior do que todos os rios da terra e pode fazer benefícios maiores. Ela é uma fonte inesgotável e, quando educada nas hostes do amor, ela é Deus mais presente, consolando e instruindo os mais necessitados das bênçãos do Criador.



            No entanto, temos que compreender que vamos operar entre os seres humanos que ainda estão bem próximos da animalidade, que fazem o progresso exclusivamente material, que podem nos perseguir, atacar e caluniar.



            Mesmo assim devemos progredir espiritualmente, servindo de instrumento de Deus sem exigir recompensas materiais que aparecem nas ideias disfarçadas. Devemos fazer o bem pelo prazer de fazê-lo. Se ainda não podemos executar essa linha do amor, façamos o que podemos fazer, mas nunca nos esquecendo de pensar e fazer por onde a nossa conduta se encaminhe para a perfeição da sintonia com Deus, pois é aí que receberemos o ouro que queremos acumular.



            Às vezes temos dúvidas do quanto podemos ganhar de juros com a aplicação de nossos recursos em algum projeto material. Isso está correto, pois o mundo está cheio de lobos querendo devorar as inocentes ovelhas. Mas, quanto ao divino Pai Eterno, não deve existir dúvidas, pois pode se tornar uma enfermidade da alma.



            É sempre justo que peçamos ao Senhor que faça a vontade d’Ele através de nós, pois ainda não sabemos caminhar perfeitamente com nossos próprios pés. Mas, que nos capacitemos a cada dia para ajudar aos que sofrem, a lembrar de nossa imortalidade da alma, da importância do perdão, da caridade e do amor incondicional.



            Que possamos usar as sementes do Evangelho como luz para cada criatura tocada por nós se torne uma estrela nos céus de Deus, e com certeza o nosso tesouro estará sendo registrado nos livos divinos.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 27/09/2025 às 00h01
 
26/09/2025 00h01
DAR O QUE TENHO

            Lembro daquele dia, há pouco tempo passado, quando eu dirigia pelas ruas de Ceará-Mirim, por volta das 21h, quando eu saia de uma reunião de Alcoólicos Anônimos (AA), em busca de uma resposta de Deus. Estava me sentindo sufocado pelas acusações que sempre recebo de que sou guiado na minha vida não pela vontade de Deus, como eu digo, mas pelos meus desejos sexuais, de quem me observa.



            Foi nessa busca que encontrei o Bar Canavial e em frente à porta uma mulher, G., vestida de vermelho. Senti intuitivamente que ali estava as respostas que Deus me daria, às minhas dúvidas: se eu fosse até ela com minha disposição de ajuda-la, eu iria me envolver sexualmente no trabalho que ela estava oferecendo? Ou iria prestar algum benefício conforme a vontade de Deus e não conforme os meus desejos?



            Busquei a bússola comportamental que o Mestre Jesus ensinou e que guardo na minha consciência: fazer ao próximo àquilo que eu gostaria que fizessem a mim, estando no lugar desse próximo.



            Então, fiquei no lugar daquela mulher e imaginei o que ela gostaria de receber de mim. Claro, de imediato seria pensar que ela gostaria de vender os seus serviços sexuais a mim e que fosse devidamente recompensada por isso. Estaria assim atendendo aos nossos desejos materiais. Da minha parte, estaria obtendo os prazeres sexuais, da parte dela a venda desses prazeres momentâneos que o seu corpo oferece.



            A bússola do Cristo, nesse contexto material, estaria sendo devidamente aplicada, dentro dos nossos interesses carnais, materialista. Mas eu estava indo ali sintonizado com o mundo espiritual, com a vontade de Deus, e não pelos meus desejo carnais.



            Assim, a pergunta que eu deveria fazer para aplicar a bússola comportamental do Cristo, seria: o que aquela mulher gostaria de receber de mim, que estaria além da venda do seu corpo, que é o bem mais importante para ela e que está sempre pedindo a Deus em suas orações?



            Foi isso que eu procurei saber dela, conversando um pouco. Depois, em outros momentos, com suas colegas todas juntas e pagando pelo tempo que elas estavam “desperdiçando” comigo.



            Confesso que minhas ações naqueles momentos não tnham a clareza que tenho agora, ao digitar este texto. A própria G. me disse certa vez que suas colegas não tinham interesse nas minhas palavras e sim na gratificação monetária que eu deixava com elas pelo tempo que ficavam perdendo comigo.



            Dessa forma, parece que G. começa a dizer daquilo que ela procura e tem necessidade além da venda do seu corpo. A intuição me segreda que que eu deva dar aquilo que esteja ao meu alcance. É como se o Pai me orientasse para eu doar o que tenho para oferecer, pois é isso que eu recebo dEle, e que alcançarei algo mais, sem que eu pense naquilo que riei receber em troca. Isso para não desfigurar a minha forma de amar incondicionalmente, conforme o amoe que recebo do Pai.



            Os sofredores sempre abrem os braços para todos os que se propõem consola-los, ajuda-los. Sei que G. tem um filho pequeno, um pai biológico e um pai do seu filho, que estuda e que vende o corpo para se manter, sobreviver com os que dependem dela.



            Essa é a questão: onde a minha ajuda pode ser mais importante do que a compra dos seus serviços sexuais?



            Primeiro, devo ensinar conforme Jesus fazia. Que nós devemos reconhecer a existência do Pai, nosso Criador, que devemos fazer a Sua vontade, tolerando com paciência e fé as circunstâncias negativas que estamos passando, como colheita daquilo que semeamos no passado, e que acada momento podemos semear novas sementes para aoclheira futura.



            Agindo assim com G. estarei fazendo aquilo que o Pai faria se tivesse em meu lugar, gerenciando o meu corpo físico. Farei convite para ela ir comigo na próxima segunda feira a algum culto evangélico, num centro espírita ou igreja católica, onde ela seja recebida devidamente como uma irmã, sem preconceitos morais, e que eu possa lembrar da parábola ensinada por Jesus, das sementes do semeador. Depois irei deixa-la em segurança na sua casa.



            Essa é a lição que o Pai está me dando, de como fazer a vontade dEle e não a minha, que pode ser aplicada à vida de G., tanto a vida dela como a vida de qualquer uma de suas colegas que despertem para o chamado do Pai, tanto através de mim quanto através de todos os meus irmãos que querem fazer a vontade do Pai.



            Eis a semente de mostarda!   


Publicado por Sióstio de Lapa
em 26/09/2025 às 00h01
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