Eis que se aproxima o dia em que completo os 73 anos. Nesta fase da vida em que tenho melhor compreensão da vida transcendental que está ao meu alcance, que atingi a minha idade adulta de acordo com os princípios espirituais.
A numerologia faz parte do conteúdo linguístico que o Pai usa para se comunicar com seus filhos que alcançaram a condição racional. Basta procurar interpretar cada número que surge e qual o contexto que estamos vivendo.
O número que indica o meu Eu é o 3. O numero 6 corresponde a afirmação do meu Eu dentro da realidade material. O número 9 correspnde a afirmação do meu Eu dentro da realidade espiritual. O número 7 coresponde ao principal fator de relacionamentos motivados instintivamente para o contexto feminino, para a minha evolução e das mulheres que se associam comigo no progressismo material e principalmente no progressismo espiritual.
Portanto, esta idade de 73 anos sinaliza que o fator feminino vai ter uma grande importância para a evolução do meu Eu a partir desta etapa final da minha atual vida biológica.
Tenho que rever sempre a missão do meu Eu para que não me perca neste caminho espiritual que quero seguir e que apresenta tantos desvios materiais, mundanos, com placas alternativas de alcance do prazer físico imediato.
A minha missão, reconhecida agora com plenitude na minha idade adulta, é fazer a vontade do Pai usando o instrumento do corpo físico que Ele me forneceu. Colaborar com a construção do Reino de Deus, conquistando esta cidadania a partir do coração e considerar a família universal com todos os irmãos que o Pai envia para dentro dos nossos relacionamentos.
Esta é a minha convicção, mas será que os meus irmãos que progridem materialmente, exclusivamente, não terão a mesma opinião que tinham de Jesus?
Será que não terão de mim conceitos parecidos com os que tinham de Jesus?
“Não aceito semelhante impostura, esse professor é um explorador da piedade popular”; “Na sua terra morava com prostitutas e beberrões e todos falavam que não iria prestar para nada no futuro”; “É um louco, pessoa de outro mundo, é o que todos dizem quando sabem o que ele faz”; “Acredito que seja um grande velhaco, por que se meteu com pecadores quando alega ser tão sábio, um doutor?; “Ele frequenta cabarés e dorme com menininhas, certamente quer salvá-las de seu modo”; “Esse homem é um espertalhão, orgulhoso, só faz caridade para se mostrar virtuoso e sabido como psiquiatra”; “E ele não tem justiça, pois deixou de condenar uma pessoa que queria matar a esposa”.
Esta é a provável percepção que o mundo terá de mim, assim como teve a percepção de Jesus. Mas o Mestre já nos advertia, não posso dizer que fui enganado ao seguir Suas lições, pois Ele dizia que, se o mundo fez o que fez com Ele, o mesmo faria com quem O seguisse.