Todos nós temos uma missão a desempenhar neste mundo material, inconsciente para muitos, mas que se torna evidente para poucos, quer estejam ou não a cumprindo.
Foi isso que observamos no comportamento de Jesus entre nós, O que veio cumprir a missão de Messias conforme a vontade do Pai que O enviou, e não conforme a vontade das pessoas (judeus, principalmente) que lhe esperavam.
Logo cedo na vida Jesus despertou a Sua missão que teve início com o batismo de João Batista e o teste no deserto, aos 30 anos.
Geralmente nós vamos despertar para nossas missões em idades mais avançadas. Outros cumprem suas missões com coragem, mas sem a completa sintonia com o Pai, conforme o Cristo mantinha. Vemos isso no momento mais crítico, próximo da crucifição, onde Ele pede para o Pai afastar o cálice dessa tortura, desse sofrimento que iria passar. Mas ao mesmo tempo reforça o compromisso de estar aqui na Terra para fazer a vontade do Pai e não a Sua, dos desejos da carne que vinham até Sua mente.
Com essa sintonia mantida com o poder divino o Messias nazareno se submeteu a terríveis tormentos que infligiram ao Seu corpo, as injúrias, calúnias e falsas narrativas. Em julgamento cooptado pelas forças do mal levaram Ele até o fim, na cricificação humilhante entre os ladroes. Mas Ele, com serenidade possível até onde a dor contorcia o Seu corpo, seu rosto compassivo expressava o sentimento de perdão que tinha no coração, quando aqueles que cumpriam ordens ou eram ludibriados pelas forças tenebrosas, sem saber de direito o que faziam.
Nosso Messias brasileiro também cumpriu bem sua missão, de despertar a fé e denunciar o conluio do mal que se espraiava por nossas instituições democráticas, cooptando mentes jovens e imatiruas nos bancos escolares e até mentes instruídas, doutoradas nas academias, nas interpetacoes das leis e até nas revelações eclesiásticas.
Foi a ação deste Messias brasileiro que despertou as forças do mal contra ele, da mesma forma como aconteceu com o Messias nazareno. O mal foi invertendo toda a lógica do Bem que eles faziam, com falsas narrativas que apelavam para a lógica de um bem deturpado, como aconteceu com o famoso lema de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, que provocou rios de sangue na França.
Assim, a maioria do povo judaico e brasileiro, mergulhados na ignorância, sem educação formal suficiente, cobertos pelo medo ou cooptados pelo mal, lutando pela sobrevivência do corpo físico sem saberem da importância do corpo espiritual imortal, aplaudiam ou ficavam calados frente a ousadia dos carrascos travestidos de defensores de Deus ou da democracia.
Esta breve comparação serve para entendermos um pouco da milenar guerra espiritual na qual somos o foco, enquanto humanidade, das forças luciferinas que querem destruir a melhor obra de Deus, nós, que somos Sua imagem e semelhança.