Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
14/11/2025 05h28
VISITA A PETRÓPOLIS

            Ao fazer este texto no dia seguinte da visita a cidade de Petrópolis, às 4 horas da madrugada, fiz uma leitura do texto do dia anterior, MARIA SANTÍSSIMA, e vi que o mesmo mostra sem nenhuma consideração da minha parte, a posição da Igreja Católica.



            Não é que ela esteja errada, mas que o leitor não veja incoerência com a minha forma diferente de pensar, que deixo aqui ao longo dos meus textos. Neste sentido farei a conexão desse texto anterior com a minha própria narrativa.



            A cidade de Petrópolis, designada assim por motivo de homenagem digna ao Imperador Dom Pedro II, tem todo o suporte espiritual com a narrativa da Igreja Católica Apostólica Romana, com todos seus dogmas e fundamentos eclesiásticos, elaborados pelo pensamento humano.



            Essa minha narrativa espiritual que aceito como a mais próxima da Verdade, iniciou com a permissão dada por Maria, a jovem virgem da Galileia, que aceitou o convite do Anjo Gabriel para ela ser a mãe biológica do Filho de Deus.



            A partir daí, veio Jesus, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, à luz do mundo material, trazendo consigo a luz do mundo espiritual. Educou diretamente 12 pessoas e essas disseminaram pelo mundo os seus ensinamentos, que chegou a criar na Europa a Cristandade, as nações cujos reis obedeciam aos papas, os representantes da vontade de Deus, de Jesus, o Cristo, o Mestre e governador espiritual do nosso orbe.



            O Cristo representa para nós, humanos, o Salvador de nossas almas que viviam lutando pela sobrevivência do corpo dentro de um contexto evolutivo caracterizado exclusivamente pelo progressismo material. O Cristo veio ensinar que nosso progresso deve ser principalmente espiritual, pois o objetivo maior é salvar as nossas almas da compreensão errada de que a morte do corpo físico significava o fim da vida.



            Portugal foi um dos principais países da Europa a manter viva a ideia da cristandade, acolhendo os Templários na nova denominação de Ordem de Cristo. Dessa forma os recursos materiais dos Templários foram aplicados à arte na navegação, para continuar com a sua missão de proteger os cristãos e a disseminação do Evangelho ao redor do mundo.



            Foi assim que chegaram ao Brasil as caravelas com a cruz de Malta, dirigidas por Pedro Álvares Cabral, grão-mestre da Ordem de Cristo, com o objetivo principal de catequizar as almas dos índios e colocando-as no caminho da salvação, pela catequização trazida pelos jesuítas.



            Assim passamos a ser dirigidos enquanto nação por reis católicos, como Dom Pedro II, que tinha como filha a Princesa Izabel, que consagrou nosso país à Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.



            Foi à memória desse reinado de Dom Pedro II que fomos em busca na cidade de Petrópolis. Passei a respeitar Dom Pedro II como o maior dirigente que já tivemos, um homem bem sintonizado com a vontade de Deus, mas que em determinados momentos cometeu erros administrativos seguindo a sugestões luciferinas da maçonaria. Terminou sendo traído pelo Marechal Deodoro, que também sofreu dessas sugestões luciferinas, e tirou o Imperador pela força, dada pelo golpe praticado pelos militares em defesa dos recursos materiais obtidos pela força escrava, combatida principalmente pela Princesa Izabel, que em 1988 deu liberdade a todos os escravos.



            Foi a esta memória que fui buscar, visitando a cidade que continua amando o digno imperador, demonstrando isso em todos os ambientes comerciais, na principal catedral de estilo gótico, onde estão os seus restos mortais. A própria guia turística, “Mamma Cris” como ela gostava de ser chamada, todo o carinho e respeito que tinha pelo Imperador. Também fiz questão de elevar minha voz quando ela estava citando a sua saída do poder, de que isso aconteceu por um golpe militar dado para defender os lucros dos ambiciosos e longe da opinião pública que não sabia de nada do que estava acontecendo.



            Por isso defendo a volta da Monarquia Cristã ao poder no Brasil e afastando a nefasta República que serve para abrigar tantos corruptos em seu seio que parece um câncer a minar as forças da nação. Estamos hoje na condição de escravos modernos, trabalhando sem algemas físicas, mas burocráticas, sem ter a quem recorrer no campo burocrático, onde as forças do mal se infiltraram, e agora esperamos a ação do nosso Governador Espiritual, Jesus Cristo.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 14/11/2025 às 05h28