Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
05/12/2025 00h01
O JARDIM DAS AFLIÇÕES

            Este, “O Jardim das Aflições”, foi o primeiro livro do filósofo Olavo de Carvalho que fiquei de ler em 20-10-2016, data em que o recebi como presente de aniversário.



            Sinto na liberdade do pensar do autor, uma sintonia com o meu pensamento, uma forma de trabalhar as ideias de forma compromissada com a verdade e resistente ao alinhamento histórico e compulsivo de uma ideologia cristalizada numa utópica construção de mundo sem bases autossustentáveis.



            Poderia também, eu, sofrer críticas, pois procuro construir um mundo classificado pelo Cristo como “Reino de Deus”, que aparentemente vai de encontro aos valores egoísticos de sociedade, construída sobre valores de amor romântico, apesar de reconhecer a supremacia moral do amor incondicional.



            Também me considero um pensador solitário e mais ainda, um militante quixotesco (esse termo que se refere a Dom Quixote, fugiu da minha mente e por isso parei a construção deste texto e fui fazer o texto anterior – Mal de Alzheimer, para se reportar a este fato) que persegue verdades que para a realidade não passam de moinhos de vento.



            Dom Quixote lutava contra os moinhos de vento que ele via como dragões; Olavo de Carvalho lutava contra as falsas narrativas das esquerdas que a maioria das pessoas, principalmente as mais ignorantes e necessitadas de esmolas que de tão frequentes não ofendem mais suas dignidades de pessoas humanas, entendem como verdades; eu, respeito a fantasia de Dom Quixote e a sabedoria digna de Olavo de Carvalho, e vejo no meu comportamento uma amálgama de ambos.



            Descobri Jesus de Nazaré como o líder que merece o meu respeito, por sua missão como Mestre, de nos ensinar o Caminho da Verdade que nos levará à Vida eterna. Ele nos ensinou sobre o Pai, o Criador que nos abrigará na mesma família universal e que viveremos como cidadãos do Seu Reino pela eternidade.



            Esta luta que resolvi aceitar, de colaborar na construção do Reino de Deus, para a maioria das pessoas tem o mesmo significado dos moinhos de vento combatidos por Dom Quixote. Entro na sintonia também com Olavo de Carvalho, no seu Jardim das Aflições, na luta contra as mentiras, falsas narrativas, e da mesma forma como o Cristo que sofreu no Jardim das Oliveiras.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 05/12/2025 às 00h01