Sempre existe no meio social aquela pessoa que mais se identifica com tal situação, seja pelo bem ou pelo mal.
Aqui no Brasil, nos últimos anos, observamos a evolução do mal acontecer e a carantonha ir se fixando. Inicialmente posso considerar que o torneiro mecânico Lula evoluiu com louvor, desde o seu trabalho político dentro dos sindicatos, exercendo cada vez mais a prática da mentira, de criar falsas narrativas, até chegar ao ápice do poder, a Presidência da República, inclusive com a participação do meu voto.
Nessa época eu ainda estava trabalhando como militante político dentro de partidos de esquerda, sem saber discernir que eles eram totalmente contrários à minha luta política pela Dignidade Humana. Foi apenas quando percebi com toda a clareza, a mentira usada como arma de defesa do então presidente Lula, no Escândalo do Mensalão, que saí de imediato dos partidos de esquerda que davam sustentação a esse tipo de ação política.
A partir daí fiquei na posição de observador e como eleitor dos candidatos de partidos de direita, que apresentavam propósitos mais sintonizados com os meus. O Lula nessa época era o portador da carantonha do mal. Foi pego pela operação Lava-Jato e após o devido processo legal foi preso. Porém os seus amigos, colocados em posição estratégica nas instituições democráticas, principalmente o Supremo Tribunal Federal, deram um jeito de anular as condenações que o mantinha na prisão e o trouxe de volta para ser candidato e com a ajuda das urnas mentirosas colocá-lo de volta ao poder presidencial.
Então, a partir dessa estratégia ousada de tirar um presidiário da cadeia para colocá-lo na presidência da República, o protagonismo nas hostes do mal passou a ser do ministro do STF mais ousado para implementar essas ações ao arrepio das leis, de respeitar a Constituição que deveria ser a sua principal obrigação.
A carantonha do mal passou a ter agora um novo ocupante. Este continua com toda ousadia a rasgar todo tipo de lei e prejudicar qualquer pessoa que fique no seu caminho, até alcançar a morte, quer seja da reputação ou mesmo física do adversário, com todos os requintes de crueldade.
Dentro do país não encontramos uma forma de anular tal influência do mal, todos os poderes estão contaminados: a academia, o tribunal, a mídia, o parlamento, a igreja. Fora do país existem mecanismos que podem nos ajudar, como leis que carimbam tal personagem como violador de direitos humanos.
Tudo isso faz parte da engrenagem de Deus que, com Sua sabedoria vai colocando os diversos caminhos onde o nosso livre arbítrio pode se alinhar, ao lado das trevas, sintonizado com a carantonha do mal ou sintonizado com suas vítimas, que se encontram torturados, brutalizados, humilhados e próximos da eliminação física.