Curioso para saber o que seriam os Arcontes, fui em busca na internet e encontrei um vídeo que faço a digitação em duas partes, devido o seu tamanho.
Os Arcontes, então, deixaram de ser apenas invasores e passaram a ser programadores da realidade humana. Mas, o que aconteceu com aqueles que tentaram impedir essa queda? Quais foram os primeiros movimentos de resistência espiritual?
A Lemúria, Atlântida e o encontro com os Arcontes, e se os mitos sobre Lemúria e Atlântida no fossem apenas lendas, mas memórias fragmentadas de uma guerra espiritual pela alma da Terra?
A Lemúria, conhecida como Mu em antigas tradições, foi uma das primeiras grandes civilizações da Terra, baseada na harmonia vibracional, na conexão com a Natureza e no respeito às leis cósmicas.
No entanto, mesmo em um lugar tão elevado espiritualmente, a influência dos Arcontes encontrou brechas. Algumas castas sacerdotais fascinadas pela ideia de poder e longevidade, começaram a experimentar práticas desviadas.
Os Arcontes ofereceram segredos sobre manipulação genética, controle psíquico e estruturas de dominação vibracional. Foi o início da queda de Lemúria.
A Atlântida, por sua vez, nasceu como tentativa de restaurar o equilíbrio, com base no conhecimento lemuriano. Mas em uma nova proposta de avanço tecnológico e expansão mental, a sombra dos Arcontes já havia se infiltrado. Atlântida se tornou palco de grandes disputas internas, entre os que desejavam preservar a harmonia universal e os que corrompidos, ansiavam por poder absoluto.
Nesse cenário, os Arcontes se aliaram aos grupos rebeldes atlantes, oferecendo suporte em tecnologias cristalinas, engenharia psíquica e mecanismos de controle social. Essas alianças não só intensificaram os conflitos como causaram divisões profundas.
Foi nesse ponto que ocorreram guerras internas atlantes, registradas como as guerras da desintegração. Os conflitos entre Enki e Enlil, figuras centrais na linhagem dos Anunaques, também revelam essa manipulação. Enki, mais próximo dos humanos e da preservação da criação, foi constantemente sabotado pelas decisões de Enlil, que representava a força, o domínio e a punição.
Os Arcontes ampliaram essa rivalidade, plantando desconfianças, exagerando diferenças e induzindo decisões radicais. Enlil ao adotar posturas de controle absoluto, abriu espaço para que os Arcontes se infiltrassem até mesmo entre os Anunaques.
A Lemúria ruiu em meio a terremotos e alterações magnéticas provocadas pelos desequilíbrios vibracionais, enquanto a Atlântida, apesar de resistir por mais tempo, afundou em uma noite de caos, onde os cristais de poder entraram em ressonância destrutiva.
Ambos os colapsos foram resultado direto da influência Arcontiana, mas a pergunta que ecoava nos planos espirituais era: para onde iriam essas consciências após os continentes sumirem, e o que restaria da humanidade após perder seus dois grandes berços ancestrais.
A sombra Arcontiana nas linhagens humanas e o chamado à desprogramação, e se a luta entre luz e sombra ainda estivesse acontecendo dentro de você?
Após os cataclismos que destruíram Lemúria e Atlântida, as consciências arcontianas não desapareceram. Elas migraram para planos astrais mais próximos da crosta criando zonas de controle energético onde captavam e redirecionavam emoções humanas em larga escala.
A história conhecida como a queda do Eden, pode ser lida em linguagem simbólica, como esse momento de desconexão em massa com as fontes superiores de luz.
As linhagens humanas descendentes de sobreviventes dessas civilizações antigas, passaram a carregar em seus códigos genéticos e campos espirituais, tanto os traços das civilizações originais, quanto as influências Arcontianas.
A disputa agora se dava dentro das próprias almas. O impulso para a evolução versus o chamado da dominação, da repetição cármica e do medo. As religiões estruturadas que surgiram após esses eventos carregam em sua maioria influencias dessas consciências, hierarquias rígidas, culpa eterna, medo do castigo, proibições a liberdade espiritual.
Todos esses são traços clássicos da programação Arcontiana. enquanto isso, nos bastidores espirituais, grupos de luz, compostos por consciências livres e representantes das federações cósmicas, seguiam trabalhando para despertar a humanidade. Escolhiam encarnar entre os humanos ou inspirar almas preparadas através de sonhos, intuições e contatos mediúnicos elevados.
A influência dos Arcontes que começou como um ataque externo, hoje se manifesta como paradigmas mentais, sistemas de crenças limitantes e dinâmicas emocionais auto sabotadoras.
A libertação não é mais uma guerra no Céu, mas uma jornada interior de desprogramação. Os Anunaques estão também profundamente afetados por essas manipulações, dividiram-se ainda mais. Ramificações de reincidentes tentaram reintegrar parte da sabedoria original buscando contado com humanos despertos para oferecer orientação.
Mas a sombra persistia e muito ainda agem em colaboração inconsciente com os Arcontes. Por isso, compreender essa história é essencial, não para reviver o medo, mas para entender que cada pensamento que nos aprisiona, cada crença que limita nossa expansão, pode ter raízes muito mais antigas do que imaginamos.
A pergunta agora não é mais o que os Arcontes fizeram, mas sobre o que você vai fazer com esse conhecimento.
Essa narrativa faz uma boa sintonia com o relato da Doutrina Espírita, com os degredados de Capela, e com a Bíblia, livro de Gênesis, o Jardim do Éden.