Eu fazia palestra em um grupo que não sei bem qual a sua natureza. Sei que alguém vem até mim com uma proposta a ser apresentada, que queria uma pessoa para abrir um poço de água potável dentro de um terreno rico pela Natureza e que já tem um proprietário. A pessoa iria ter direito apenas ao que o poço produzisse, por algum tempo, deixando o poço fluindo para seu proprietário original. Por esse motivo a pessoa deveria estar disposta a morrer com pouco tempo da produção realizada.
Encontrei uma pessoa dentro do grupo de estudos que eu estava realizando, que ficou interessada na proposta que esse alguém estava propondo. No outro dia, em nova reunião, eu deveria colocar, explicar para todos o que estava sendo combinado.
Nesse dia, o alguém já estava na frente do grupo, pronto para dizer o que iria ser realizado, mas eu, colocado por trás das cadeiras onde o grupo estava sentado ouvindo a palestra, fazia sinais para esse alguém vir falar comigo para escolher a melhor forma de expor o que estava sendo combinado. Eu temia que tal acordo, que envolvia a morte de uma pessoa do grupo, mesmo que aceita por essa pessoa, fosse trazer escândalo entre os presentes, ou compaixão por tal voluntarismo acarretar uma morte tão dolorida.
Mas esse alguém permanecia na frente do grupo, sem entender que os sinais que eu fazia era para ele, era para sair da frente e vir até onde eu estava, atrás, para combinarmos a melhor forma de falar sobre esse acordo que estava para ser cumprido.
É aqui que reside o desafio, como entender o sentido desse sonho que parece tão vago e sem propósito? Mas vamos ver dentro das minhas principais preocupações que minha consciência se debate no momento: com a morte planejada do ex-presidente Jair Bolsonaro, e que está sendo executada sistematicamente pelas forças telúricas que cobrem nossa nação, sob os olhos atemorizados de alguns e complacentes de outros.
É com essa preocupação instalada em minha mente, que posso fazer relação com esse sonho tão enigmático, da seguinte forma.
Esse alguém que não consigo identificar quem seja, é um representante das Forças do Alto, e essa pessoa que aceitou o desafio, é o Bolsonaro. O terreno rico pela Natureza é o Brasil e o seu proprietário é a nação brasileira. O poço que está sem funcionar é o poder executivo da nação.
Colocando dessa forma, posso fazer uma compreensão com certa lógica do simbolismo do sonho, dentro de uma retrospectiva que se atualiza hoje e que tem certa progressão no futuro.
Na dimensão espiritual foi feita uma reunião dirigida por alguém das Forças do Alto, com a pessoas encarnadas na Terra e que possuem bons princípios ou que não estejam hipnotizadas pelo mal.
Nesta reunião foi feita a proposta de uma dessas pessoas presentes ser voluntário para assumir a tarefa de fazer o poço da nação, o poder executivo, produzir de forma honesta, sem corrupção ou qualquer tipo de iniquidades, para que a nação tivesse consciência do caminho de subserviência que inocentemente estava seguindo.
Apenas havia um detalhe: implicava sacrifício. As forças telúricas dentro da nação estavam tão entranhadas dentro do poder, que essa pessoa iria ter grandes dificuldades de mostrar a beleza que o poço poderia produzir. O grande número de corruptos e hipnotizados pelo mal, iriam fazer o máximo para prejudicar o trabalho realizado na seara do bem, mesmo assim a consciência da nação seria despertada. Este seria o seu legado.
Quando a pessoa deixasse de operar o poço, através de todo tipo de falcatruas, de mentiras e falsas narrativas, ele iria seguir para o sacrifício, para a humilhação, para a morte de sua reputação e morte do corpo físico. Tudo isso sob o olhar incapacitado da maioria da nação, que desperta das mentiras em que viviam, agora descobriram a verdade que o Messias trouxe através da operação correta do poço da nação.
Mas agora a nação não tinha nenhuma instituição que defendesse a verdade, a justiça real. Agora só poderíamos recorrer as Forças do Alto.
Depois dessa explicação feita por esse alguém das Forças do Alto, dentre as pessoas encarnadas e presentes espiritualmente nesta reunião transcendental, uma delas se levantou e aceitou o desafio: Jair Messias Bolsonaro.
Ave Cristo!