Vejamos pela ótica de Luiz Camargo, um dos escândalos mais recente, dos mais frequentes, como marca característica dos governos de Esquerda. Este vídeo circula nas redes sociais para informar o que a grande mídia evita tocar no assunto.
Eu sou o Luiz Camargo e seja muito bem vindo.
De 2013 a 2016, os governos do PT estiveram no centro do maior esquema de corrupção já registrado. E não estamos falando apenas do Brasil, mas da história da humanidade.
Somadas todas as fases da operação Lava-Jato, as estimativas apontam para um rombo que chega a 8 trilhões de reais. Não são milhões, não são bilhões... são 8 trilhões arrancados dos cofres públicos ao longo de 13 anos por meio de fraudes, propinas, contratos sistematicamente superfaturados.
Uma devastação moral, institucional e econômica sem precedentes. E ainda assim, em 2022, trouxeram a quadrilha de volta á cena do crime. Como dizem, parte da população brasileira foi induzida a escolher o ladrão ao invés do capitão.
E como está escrito no Evangelho de João, capítulo 10, versículo 10, o ladrão não vem senão para matar, roubar e destruir. E não deu outra. Explodiu o esquema bilionário de desvios no INSS. Segundo a própria polícia federal, a fraude já ultrapassa a marca estarrecedora de 90 bilhões de reais.
As principais vítimas, aposentados do interior do Nordeste, os mais pobres, os mais vulneráveis, escolhidos à dedo, justamente por terem pouca voz e nenhum poder de reação. Roubaram de quem mal tem o que comer, de quem depende de cada centavo para sobreviver.
E no centro das denúncias aparecem de forma escancarada, o irmão e o filho do presidente da República. E agora o escândalo bilionário do Banco Master, explode de vez no colo do governo Lula. Vem à tona a relação cabulosa do PT com o banco do Daniel Vorcara, colocando no epicentro d crise o próprio presidente, seus ministros e seus aliados mais próximos. O que explica porque nenhum parlamentar do PT assinou a CPI do Banco Master.
Saudade de quando o maior escândalo da semana era um presidente chamando uma japonesa de japonesa. (Vídeo da Globo: O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar a imprensa. Bolsonaro estava se referindo ao livro Tormenta, sobre o primeiro ano do governo dele, e chamou a autora, a jornalista Tais Oyama, de japonesa. – foi colocado a foto da autora realçando o seu visual característico do Japão).
O senador do PT, Jaques Wagner, foi decisivo para viabilizar a contratação de Guido Mantega como consultor do Banco Master. O acordo previa remuneração de 1 milhão por mês, e ocorreu após o governo recuar da indicação de Mantega ao Conselho da Vale, barrada pela reação negativa do mercado.
Guido Mantega foi o ministro da Fazenda que conduziu a economia ao colapso em 2014 e comandou as chamadas pedaladas fiscais, manobras para maquiar as contas públicas e esconder o rombo do governo Dilma.
Essas irregularidades violaram a lei de responsabilidade fiscal e foram a base jurídica para o impeachment da presidente.
No Banco Master, Guido Mantega atuou como articulador político nas negociações para a venda da instituição ao Banco de Brasília, o BRB. Ele prestou esse serviço até poucas semanas antes de o Banco Central decretar a liquidação do Master.
Em outras palavras, Mantega foi contratado, justamente por sua influência política, para intermediar a tentativa de venda de um banco privado, marcado por fraudes financeiras, a um banco estatal.
Daniel Vorcara aproximou-se do alto escalão do governo com um objetivo claro: empurrar o rombo do seu banco para o Estado, transferir o prejuízo para o colo do contribuinte e fazer o povo pagar a conta de operações fraudulentas feitas nos bastidores do poder.
Antes da liquidação, o Banco Master manteve trânsito intenso no governo, em contraste com o atual discurso público de Lula, que tem criticado Vorcara duramente. Registros oficiais mostram que em 2024 Mantega esteve quatro vezes no Palácio do Planalto, sempre em reuniões com o chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, sem menção do Banco Master nas agendas.
O senador Jaques Wagner também confirmou que indicou o ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, para atuar como consultor jurídico do Banco Master. Com a maior cara-de-pau do mundo, Wagner disse que foi consultado por um bom jurista e lembrou de Ricardo Lewandowski.
Agora fica claro, porque Lewandowski deixou as pressas o Ministério da Justiça. O escritório do ex-ministro de Lula, manteve um contrato de consultoria com o Banco Master por quase 2 anos após ele assumir a chefia da justiça no governo. O valor: 250 mil reais por mês. O acordo foi firmado em agosto de 2023 e seguiu até setembro de 2025, período em que Lewandowski já estava há 21 meses no ministério. No total, o contrato rendeu cerca de 6,5 milhões de reais, sendo 5,25 milhões após sua posse no cargo. Formalmente Lewandowski deixou o escritório em janeiro de 2024, na prática porém, os pagamentos continuaram fluindo para a banca, hoje controlada por seus próprios filhos.
A rede de conexões políticas do Master, incluía também Augusto Lima, ex-CEO e sócio de Vorcara, próximo a Jaques Wagner e ao ministro da Casa Civil de Lula, Rui Costa. Para fechar o cerco, esta segunda feira o jornal O Globo revelou um encontro entre Lula e Daniel Vorcara que simplesmente não existe nos registros oficiais. A reunião teria ocorrido em 2024 dentro do Palácio do Planalto, fora da agenda pública do presidente.
Um detalhe nada trivial quando se trata do chefe de Estado. Segundo a apuração, também participaram do encontro o ex-ministro Guido Mantega e ministros atualmente em exercício. Até hoje, porém, não há qualquer versão oficial sobre a pauta discutida.
Reuniões reservadas por si só não são ilegais. O problema começa quando elas não deixam rastros. A ausência de registros compromete a transparência, viola o princípio constitucional da publicidade e corrói a confiança pública.
Então, restam apenas a perguntas que ninguém responde. Quando exatamente esse encontro aconteceu? Quem estava na sala? O que foi tratado? E por que nada disso apareceu na agenda oficial do presidente? O silêncio apenas aprofunda a suspeita.
Não podemos esquecer que Bolsonaro ficou inelegível por fazer uma reunião com embaixadores. Será que o Lula ficará inelegível por uma reunião secreta com o dono do Banco Master, envolvido num dos maiores escândalos da história?
Mas o envolvimento de Daniel Vorcara com o alto escalão do governo Lula não se limita a tentativa desesperada de empurrar o Banco Master para o colo do BRB, transferindo o rombo de um banco privado para um banco estatal. A coisa vai além. A família de Daniel Vorcara é a investidora de um projeto bilionário de créditos de carbono, realizado sobre terras públicas e baseado em valores inflados, sem lastro na realidade do mercado.
O ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, denunciou a fraude. (vídeo – o Banco Master ou o pai e a irmã, creio do presidente do Banco Master, aperaram com crédito de carbono na Amazônia, em áreas públicas, ou seja, área de domínio público. Venderam esses créditos de carbono, é um escândalo de 45 bilhões de reais, inflaram o preço desses créditos para lastrear os ativos do banco em crédito de carbono de uma área que não estava registrada e contabilizada, que é uma área do governo. Aí foram para essas áreas na Amazônia, transformar essas áreas em crédito de carbono, inflar o preço desse crédito de carbono, ampliar o ativo do banco. Isso apareceu agora nessas investigações, o que mostra que essas ONGs, o Ministério do Meio Ambiente precisa explicar, porque essa área está sob a responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente. Eu não vi nenhuma explicação da dona Marina, não vi nenhuma explicação do ICMBO, não apareceu nenhuma ONG para explicar o que está acontecendo.
Eu tenho certeza que tem organizações não, essa é a agenda das Organizações não Governamentais, transformar a Amazônia em uma reserva de crédito de carbono para ser negociada na Europa.
O escândalo do Banco Master está puxando para a lama Alexandre de Morais e Dias Toffoli, respectivamente, o arquiteto e o executor do regime de exceção em vigor no país. E agora, alcança em cheio o próprio governo Lula. Tudo isso exposto, sem disfarce, pela imprensa tradicional. E o mais revelador, em pleno ano eleitoral, um sinal inequívoco do que, como venho dizendo, o sistema percebeu que o regime já cumpriu a sua função, mas agora se tornou pesado e caro demais para continuar sendo sustentado.
Lula também deixou de ser útil ao sistema. Seu governo conduz o país a bancarrota e isso não é acidente, é método. O projeto histórico do PT sempre foi transformar o Brasil numa favela continental, um país governável pela miséria, pela dependência e pela chantagem social das esmolas estatais. Esse ambiente é perfeito para o PT, mas é desastroso para o Sistema que precisa de estabilidade, previsibilidade e sobretudo dinheiro, muito dinheiro.
Para o Sistema um país colapsado é um ativo inútil. Por isso as portas começam a se escancarar para Flávio Bolsonaro. Este pode ser o ano da virada, mas, atenção, a vitória do zero um não significa o fim da guerra, é no máximo uma batalha vencida.
Quando um regime cai, o Sistema não some. Ele recua, se reorganiza, muda de rosto e volta. A vitória plena não acontece aqui. Aqui a luta é permanente, a vigilância é eterna. Descanso, só na glória.