Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
10/04/2026 00h01
FRANSKENSTEIN 01 ATRAÇÃO

            Ao ler o romance de Mary Shelley, “Frankenstein”, doado pela Revista Gazeta do Povo, entendi ser mais uma mensagem de Deus para afinar o meu pensamento na Sua vontade, colocando um texto para ajuste de reflexões.



            O que chamou a minha atenção nesse paralelo com meu comportamento, foi uma história colocada no começo da história. Vejamos...



            O comandante é gentil e o respeito que os marinheiros têm por ele só aumenta a disciplina leve que exerce. Ouvi sobre ele de forma romântica, por uma moça cuja felicidade dependeu dele. Ele amava uma jovem russa, tinha dinheiro, o pai consentiu com o casamento, mas a moça amava outro, mas pobre. Algo inaceitável ao pai. Meu amigo abandonou o relacionamento, doou tudo ao rival e persuadiu o pai a concordar com a nova união. O velho recusou e meu amigo saiu do país. Só voltou quando soube que ela havia se casado com quem amava. Que sujeito nobre, mas é totalmente autodidata, silencioso e meio rude o que diminui um pouco nosso interesse por ele.



            Este comportamento lembra o meu comportamento com MSM. Ela trabalhava na minha casa como secretária do lar, cobrindo a licença gestante de uma colega. Eu me apaixonei por MSM, apesar de sua simplicidade. Saímos para namorar algumas vezes, pois a minha esposa sabia desta minha forma de comportamento, do amor inclusivo. Fomos discretos em nosso relacionamento, mas um dia a minha esposa descobriu e ficou escandalizada, por isso ter acontecido dentro de nossa casa. Eu sai de casa por alguns dias e MSM perdeu o trabalho. A minha forte paixão por ela não era suficiente para destruir o relacionamento com a minha esposa, mas eu queria deixá-la de forma mais confortável e segura na vida. Propus para MSM gerarmos um filho e ela teria por direito parte dos meus salários, e isso seria o suficiente para ela viver melhor com o filho. Ela me surpreendeu, recusou a oferta, pois disse que só teria um filho com a pessoa que se dispusesse a ser o seu companheiro, fato que eu não apontava para ela. Foi de todas as mulheres que eu me relacionei a quem teve um comportamento de tal maneira ética, independente de bens materiais. Apoiei a sua decisão, e no momento que ela encontrou uma pessoa que estava disposta a ser o seu companheiro, e me comunicou isso, de imediato deixamos de ter relações íntimas, respeitando o contrato de exclusividade no relacionamento sexual que eles firmaram. Também fiz todo o possível para ajudá-los financeira e psicologicamente a se firmarem no novo relacionamento, inclusive pagando as passagens e melhores condições de vida em outra cidade. Este foi o ponto de atração da minha mente para a importância que o livro deveria ter nas minhas reflexões e que deveria ter sido enviado por Deus.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 10/04/2026 às 00h01