Deus desafia os Seus filhos a serem fiéis a Sua aliança, à Sua vontade. Deus me aceita como sou e estende a mim Sua misericórdia, quando eu mais preciso.
O mal cresce sorrateiramente no meu entorno, ou talvez mesmo dentro até de mim, sem que eu perceba sua natureza maligna.
Portanto, tenho que tomar muito cuidado, orar e vigiar como o Mestre ensinou, mesmo que me sinta seguro, para que eu não caia em armadilhas sofisticadas, envoltas em falsas narrativas ou belos envoltórios.
Reconheço que sou pessoa falha, mesmo querendo fazer, com toda a humildade, a vontade do Pai.
Sei que não sou um super-homem. Sou uma pessoa comum, com falhas, mas que fui escolhido por Deus para levar seus propósitos adiante.
Não fui o escolhido por ser o mais forte, mais santo ou mais espiritual. Fui escolhido porque, em minhas falhas e fraquezas, o poder, a graça, a autoridade e o amor de Deus resplandeceram mais poderosamente em minha consciência.
Estamos em um período em que cada um faz o que parece certo aos seus olhos. Nas terríveis circunstâncias onde somos bombardeados constantemente pelas trevas, não é fácil ser filho de Deus, fazer a Sua vontade acima da nossa.
Sei que Deus tem Sua estratégia, de transformar vazio em abundância, de desespero que se torna Esperança, de tristeza amarga que se torna alegria e celebração.
Deus pode mudar a sorte de seus filhos, daqueles que querem fazer a Sua vontade.
A família da minha atual companheira, fugia da fome, trabalhando em verdes canaviais, mas se mostrava leal, obediente e confiante em Deus. Uma das suas filhas mais jovem, S., foi para o convento, para casar-se simbolicamente com o Cristo. Porém, o mal que se desenvolvia dentro daquela instituição fez ela adoecer e fraquejar quase de morte, chegando aos meus cuidados em péssimas condições físicas e psicológicas.
Como de certa forma, o seu noivo Divino “morreu” para ela, eu cumpri a prática da união por Levirato com ela. Isso acontece quando um parente próximo do noivo falecido, como eu que sou um dos irmãos mais novo do Cristo, redimi S. e indiretamente toda a sua família.
Formei uma união estável com ela e juntos plantarmos a árvore do Amor Inclusivo, como ela já sabia que isto estava acontecendo, e ela iniciou nessa colaboração, sabendo que esta era uma plantação determinada por Deus, com o adubo do amor incondicional, de forma inclusiva para todos os agricultores que tivesses essa disposição.
Não iríamos gerar filhos biológicos, mas estaríamos prontos para acolher os filhos do coração que fossem ofertados pelo Pai. Seríamos os descendentes daqueles que viriam à posteriori, para resgatar a humanidade das trevas que o anticristo irá implantar.
Parece que eu sou esse parente remidor de S. como aconteceu com Ruth, Noemi e Boaz, conforme está registrado nos livros sagrados da Bíblia.
Nessa época sombria dos juízes trevosos, em que vivíamos em condições terríveis de fome, encarceramento, sofrimentos e injustiças, Deus mostra a sua presença de forma poderosa e providencial.
Deus prometeu que Sua igreja e Seus filhos superarão o domínio das trevas. Podemos estar no centro da estratégia do Pai, para mais adiante surgir a semente da redenção da humanidade, como aconteceu com Boaz e Ruth, que mais tarde deram origem ao Cristo.
Basta termos a humildade de reconhecer que os nossos pensamentos não são os pensamentos de Deus, porque os caminhos que escolhemos podem não ser aqueles que Ele já determinou; não podemos colocar pessoas em compartimentos, fazendo suposições acerca do que creem e como dedicados são a Deus. Não podemos colocar Deus em uma caixa pensando que Ele age de uma só forma.