ODE À VERDADE
Ó Verdade, luz que fere e cura,
Tu que rompes o véu da ilusão
Dá força à mente que procura
Libertar-se da vã prisão.
Não temes vento nem tormenta,
Ficas firme, sem se curvar,
Quem te busca, embora lenta,
Encontra o rumo de caminhar
ODE À LIBERDADE
Liberdade, chama que não se apaga,
Sopro que rasga as teias do medo,
Tu que à razão devolves a espada
E à alma devolves seu segredo
Não nasceste de correntes partidas
Mas do grito antigo da consciência:
“Não serei sombra de vidas vividas,
Quero escolher minha própria vivência.”
Hipnose cai, a mentira se desfaz,
Quando o homem ousa olhar de pé.
Pois só quem é livre constrói a paz,
E chama o irmão, seu algoz, para a fé.
Em forma de pensamentos poéticos podemos expressar o que fervilha em nossa mente, que vivemos num país coberto pelas trevas das mentiras, e que mantém aprisionadas tantas pessoas pelas algemas da consciência que se realizam nas falsas narrativas utilizadas para a hipnose coletiva.