Agir como Cabo Eleitoral de Jesus envolve refletir e seguir os valores do Evangelho – como justiça, amor ao próximo, paz, compaixão e principalmente, não “comprar” votos através de benefícios materiais.
A melhor postura baseia-se em orientar a minha conduta pessoal pela ética cristã e pelo serviço fraterno, em vez de atrelar aos interesses materialistas ou usar o nome de Cristo para promover personalidades ou ideologias terrenas.
Tenho que evitar partidarizar a fé, separar as minhas convicções espirituais das disputas agressivas do meio partidário, prevenindo divisões entre os irmãos que desejam fazer a vontade do Pai. Não poderei usar o uso do sagrado como ferramenta de manobra eleitoral. É a fé em Deus/Cristo que a pessoa demonstra, que o aponta como eleitor a ser convidado.
Devo praticar o cuidado comunitário exercendo a solidariedade, o respeito aos vulneráveis dentro da comunidade, impactando vidas de maneira prática, sem apontar para promessas que não estejam sintonizadas com o divino e respeitando os limites da minha condição profissional e humana.
Procurar a promoção do diálogo fraterno, pacífico, sobre a cidadania e os valores morais, sem imposições ou julgamentos, evitar discursos de ódio, desenvolver a tolerância. Lembrar que estamos dentro de uma guerra espiritual milenar, que as forças maléficas das potestades e principados lutam para corromper e destruir a nossa humanidade criada por Deus. Por isso, os nossos irmãos que se tornam vítimas das falsas narrativas, das mentiras demoníacas, que se tornam os nossos algozes, ignorantes da vontade do Pai, precisam de nossa compaixão e esforço para tira-los da hipnose maléfica e os convertermos para a família universal.
Priorizo o serviço desinteressado, ajudando a comunidade através de ações sociais transparentes, com voluntariado e doações, sem exigir apoio eleitoral em troca. Cada pessoa deve usar a sua consciência em quem escolher para ser o seu representante em determinado cargo para o qual muitos se apresentam.
A minha atuação cristã deve servir de inspiração e não de ferramenta de coerção ou palanque. Devo mostrar que, apesar de estarmos agindo no mundo através de um progressismo material, importante para a vida temporária na Terra com dignidade, é bem mais importante o progressismo espiritual, ensinado pelo Cristo, através do Caminho da Verdade que nos leva à Vida eterna, na sintonia com o Criador.
Dessa forma estou empenhado em construir um Mandato Coletivo, com pessoas reconhecidas como cristãos e que aceitam dedicar um tempo de suas vidas para que a mensagem de Cristo tenha maior repercussão dentro de um mandato eletivo.