Sióstio de Lapa
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Meu Diário
31/05/2026 00h01
EDIFICAÇÕES

 



EDIFICAÇÕES



“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte.” — Jesus.



Mateus, capítulo 5, versículo 14.



O Evangelho está repleto de amorosos convites para que nós, cristãos, que estamos agindo dentro de uma Associação Cristã, de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), nos edifiquemos no exemplo do Senhor.



Nem sempre os seguidores do Cristo compreendem esse grande imperativo da iluminação própria, em favor da harmonia na obra a realizar.



Esmagadora percentagem de aprendizes, antes de tudo, permanece atenta à edificação material dos outros, tentando imitá-los, menosprezando a chance de alcançar os bens espirituais, supremos, de fazer a vontade de Deus, servindo ao próximo sem exigir deles nenhum tipo de recompensa para si ou para terceiros.



Naturalmente, é muito difícil fazer a escolha da melhor gratificação, de receber benesses materiais de quem procura por lucros ou cargos públicos, ou a benesse espiritual dada por Deus no mundo espiritual, gastando tempo e dinheiro para isso acontecer, sem nenhuma garantia legal.



O recurso bendito da iluminação se esconde, muitas vezes, nos obstáculos da natureza humana, animal, do egoísmo, da ingratidão, da inveja, da raiva, nas frustrações e sombras do caminho.



O Mestre foi muito claro em sua exposição. Para que os discípulos sejam a luz do mundo, simbolizarão cidades edificadas sobre a montanha, onde nunca se ocultem.



A fim de que o operário de Jesus funcione como expressão de claridade na vida, é indispensável que se eleve ao monte da exemplificação, apesar das dificuldades da subida angustiosa, superando todos os obstáculos que os irmãos desviados do Caminho da Verdade possam oferecer.



Esta é a edificação de nossa vida, uma categoria de construção espiritualmente cristã sobre o templo material do nosso corpo, que não pode ser escondida, pois está sobre o monte sagrado do Pai.



O vaivém das paixões humanas desordenadas não derruba a edificação dessa natureza divina; as pedradas perversas deixam-na intacta e, se alguém a dilacera, seus fragmentos constituem a continuidade da luz, em sublime rastilho, por toda parte, porque foi assim que os primeiros mártires do Cristianismo semearam a fé́.



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 01-06-26


Publicado por Sióstio de Lapa
em 31/05/2026 às 00h01