MENALOU
Sou a existência que da terra vim
Sou a essência que do Pai ganhei
Do barro frio em espírito me tornei
Até que aprendi a me expressar assim
Agora, entre meus irmãos vou indo
Por este caminho em progresso espiritual
Apesar também ir pelo progresso material
Agora estou entre humanos na jornada
Entre tantos que não sabem aonde vão
A quem preciso ensinar com a razão
Não, meus irmãos, a morte não leva a nada
Mesmo que tu, representando o Oulanem
Eu, Menalou, ensinarei o que existe no além.
Obs.: Contra inspiração na poesia feita por Karl Marx, que foi intuído por forças mefistofélicas, que fez um anagrama de Emanuel (Deus conosco), que derivou Manuelo, fazendo o anagrama Oulanem e do qual fiz a contraposição com Menalou.