Deus fala conosco por diversos canais, diversas maneiras. Encontrei agora mais um oráculo de Deus, na forma de um vídeo do pensamento de Carl Jung, que irei digitar aqui, fragmentado em diversas parte, sendo esta a primeira.
Se você nasceu no período entre 1945 e 1965, o que vem a seguir pode transformar de forma definitiva a maneira como você enxerga sua própria trajetória e sua existência.
Não é algo pequeno nem passageiro, é uma mudança que fica para sempre.
Existe uma pergunta que insiste em voltar há décadas, aparecendo nos instantes de silêncio entre o sono e o despertar, nos vazios que ficam entre uma conquista e outra, nas distâncias dolorosas entre a pessoa que você foi e aquela que sempre soube, no fundo, que era de verdade.
A pergunta é simples: por que sinto que minha vida precisa significar mais do que isso? Carl Jung, o célebre estudioso da mente, que explorou as regiões mais profundas e ocultas da psique humana, o homem que desvendou tantos enigmas do inconsciente coletivo, deixou milhares de páginas com reflexões anotações e estudos sobre a jornada espiritual da humanidade, antes de falecer em 1961.
Porém, em seus últimos anos dentro do grupo mais próximo de discípulos e companheiros, ele revelou uma história pouco conhecida uma revelação espiritual que praticamente ninguém esperava, e que conversa diretamente com quem está ouvindo agora.
De acordo com a leitura espiritual mais profunda de Jung, as almas que decidiram vir ao mundo entre 1945 e 1965 não estão aqui por acaso. Elas trouxeram consigo um acordo espiritual firmado antes mesmo de encarnar, carregando uma tarefa de grande peso.
O detalhe mais surpreendente é o seguinte: esta é a última oportunidade, a última chance de finalizar o que ficou pendente em existências anteriores, de quitar um débito cármico de proporções enormes e de integrar esse grupo raro de almas escolhidas para guiar a humanidade em direção a um salto de consciência.
Jung batizou quem nasceu nesse intervalo de geração de transição. Vocês, dizia ele, não são totalmente do mundo antigo, nem completamente do novo. Vocês habitam exatamente no ponto de encontro entre os dois, e esse ponto de encontro é, sem dúvida, o espaço mais essencial que uma alma pode ocupar.
Reflita sobre o peso disso: você veio ao mundo logo depois da segunda guerra, num planeta que ainda tentava se recuperar dos escombros e da destruição. Cresceu em meio a agitações políticas, disputas de ideias e crises econômicas, além de enormes deslocamentos populacionais do campo para as cidades que cresciam rapidamente.
Vi eu, com os próprios olhos, a passagem da TV preto e branco de canal único até a velocidade estonteante da era digital, dos telefones com disco até ter o planeta inteiro na palma da mão.
Isso não foi coincidência, sua alma escolheu justamente essa época porque sabia que seria o momento mais caótico, mais confuso e mais necessário de toda a história humana.
Jung afirmava que dentro da estrutura espiritual dessa geração havia sido programada uma habilidade rara a capacidade de erguer pontes firmes entre o antigo e o novo, entre o concreto e o simbólico, entre o medo e o amor.
Hoje, tantos anos depois, enquanto o mundo mais uma vez se desfaz e se reconstrói diante de nós, essa missão ganha um peso ainda maior. Porque você não veio simplesmente para levar uma existência qualquer. Veio para relembrar algo para despertar alguma coisa e repassar um conhecimento ancestral às gerações que vieram depois de você e que precisam disso urgentemente.
Mas, aqui está a pergunta que exige sinceridade: você já percebeu isso ou ainda anda em busca de respostas por aí, sem perceber que ela sempre esteve escondida na sua própria data de nascimento?
Neste conteúdo vou revelar o que Carl Jung falou sobre a sua geração, qual missão exata trouxe vocês até aqui e por que este é o momento decisivo de toda a sua trajetória.
Como nasci em 1952, considero que estou dentro desta previsão de Jung. Vamos ver o que ele vai considerar daqui para a frente, na condição que estou entendendo ser, de oráculo de Deus.