Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
03/08/2026 00h01
TESTEMUNHO

 



TESTEMUNHO



“Respondeu-lhe Jesus: — Dizes isso de ti mesmo ou foram outros que to disseram de mim?”



  (JOÃO, capítulo 18, versículo 34.)



A pergunta do Cristo a Pilatos: “Tu és o rei dos judeus?” tem significação acusatória, pois declarar-se rei era um ato de rebelião e traição contra o imperador, o César Romano.



O Mestre não responde com “sim” ou “não”, ele devolve a pergunta para expor a origem da acusação.  



Isso força Pilatos a decidir se estava agindo como um juiz romano justo, baseado em fatos que ele mesmo presenciou, ou apenas repetindo acusações maliciosas dos líderes religiosos judeus.



Observamos que Jesus confrontava as pessoas a buscarem uma verdade pessoal e sincera sobre quem Ele era, em vez de apenas repetirem o que os outros diziam.



Quando encaramos no Mestre a personalidade de Rei ou de Salvador, por que o afirmamos? Estamos agindo como discos fonográficos, na repetição pura e simples de palavras ouvidas? Ou estamos refletindo no que ouvimos ou lemos e fazemos uma interpretação pessoal, coerente, lógica da personalidade do Cristo?



Entendemos que Ele é Rei de um reino que não é deste mundo material, que exige a prática das virtudes em seus cidadãos, e não a prática de iniquidades em busca de tesouros que as traças comem, a ferrugem desgasta e os ladroes roubam?



Entendemos que Ele é Salvador de nossas almas, porque nos ensinou o Caminho da Verdade, onde a morte do nosso corpo físico não significa a morte da nossa existência, que continuamos vivos e capazes de evoluir na Vida eterna em direção à essência divina do Pai celestial.



É necessário conhecer o motivo pelo qual atribuímos títulos amoráveis e respeitosos ao Senhor. Não basta redizer encantadoras lições dos outros, mas viver substancialmente a experiência intima na fidelidade ao programa divino.



Por isso construímos a Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), para servir como um laboratório prático, para estudar as palavras de Deus intuída nos livros sagrados, principalmente na Bíblia, e colocá-las nas ações que podemos realizar nas diversas circunstâncias: acadêmicas, religiosas, políticas, jurídicas,



Jesus é o nosso modelo, é um Mestre vivo que está sempre conosco em nossas atitudes, em nossas diversas reuniões, como Ele mesmo ensinou.



As preocupações superficiais do mundo chegam, educam o espírito e passam, mas os ensinamentos do Cristo são para a vida inteira.



É útil a todos nós, aprendizes de Jesus, testificar de nós mesmos, com o coração iluminado pelos ensinos do Mestre, observar-lhe a influência magnífica nos dias tranquilos e nos tormentosos.



Reconheçamos, pois, a atitude louvável do nosso esforço, de pessoa que se inspira na exemplifícação do Mestre, que fez tudo para nós que procuramos ser discípulos fiéis.



Por isso é importante reconhecermos tudo que foi ensinado e praticado, e agora fazendo parte de nossa vida, não porque estamos repetindo o que foi dito ou escrito, mas porque estudamos e praticamos por nosso próprio testemunho.  



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 03-08-26


Publicado por Sióstio de Lapa
em 03/08/2026 às 00h01