Este texto traz a reflexão sobre o meu encontro com Dalete, que logo depois vim saber que é um nome bíblico, que significa Porta, e que foi o estímulo para que eu desse o primeiro passo para a construção da minha Árvore do Amor Inclusivo. Vejamos as implicações...
Quando Jesus fala da Porta Estreita, Ele não estava falando sobre quantas pessoas cabem, estava falando de algo completamente diferente. É algo mais próximo de pressão, a porta não é estreita porque a graça é escassa, é estreita por causa do que o caminho faz com você ao atravessá-la.
O Mestre orientava para entrar pela Porta Estreita, pois larga é a porta e espaçoso o caminho que leva a perdição, e muitos são os que entram por ela. Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva a vida, poucos são os que entram por ela.
Jesus não está interessado em nos dar uma estimativa da população do céu, está interessado em que tipo de caminho estamos trilhando. A palavra traduzida como estreita é a palavra grega estenose, que significa Estreito. É o tipo de estreiteza que se sente quando um corredor se fecha, como quando um desfiladeiro se estreita, quando não há espaço de nenhum dos lados, confinado, constrito, comprimido.
É a palavra que dá origem ao termo médico estenose, estreitamento perigoso de um vaso sanguíneo ou de uma válvula, o tipo de aperto que o corpo não consegue suportar.
Há um momento no antigo testamento grego que mostra exatamente o que essa palavra significa. No livro de Números, o profeta Balaão está cavalgando seu jumento por uma estrada e um anjo do senhor bloqueia o caminho. O texto diz que o anjo ficou de pé num lugar estreito, onde não havia como virar nem para a direita nem para a esquerda (Números 22:26).
Um lugar estreito não é apenas um lugar pequeno, é um lugar sem espaço para se desviar. Você não pode vagar para a esquerda, não pode se afastar para a direita, as paredes o mantêm numa única linha. Isso é estreito, não se trata de exclusão, trata se de restrição. O caminho Estreito é o caminho que não permite que você se espalhe.
Observe que na história de Balaão, o lugar Estreito, onde o homem finalmente enxerga o anjo, lhe faltava a constrição. Não é um castigo, é o lugar onde ele é finalmente forçado a prestar atenção, porque não há outro lugar para olhar.
A palavra pode significar estreito, apertado ou constrangido, assim como angústia, problema, aflição e sofrimento. A raiz por trás disso significa amarrar, sitiar, pressionar por todos os lados. A palavra para o espaço físico apertado e a palavra para angústia emocional são a mesma coisa. Está num lugar Estreito é estar em angústia, ser espremido pela vida.
Quando Davi clama nos Salmos que está em apuros, observamos a imagem por trás da palavra. Um homem encurralado num desfiladeiro, paredes se fechando ao seu redor, sem espaço para virar à esquerda ou à direita, com inimigo à sua frente.
Estreito e difícil não são duas ideias distintas, são um só o lugar. Estreito é um lugar difícil, a estrada apertada, a estrada problemática. Isso está intrínseco ao vocabulário evangélico e o contraste que Jesus estabelece, torna o ponto ainda mais claro. O portão largo recebe o nome próprio e a estrada ampla outro. A estrada para destruição é chamada de espaçosa, ampla, com muito espaço para se espalhar, onde há espaço para tudo. Nessa estrada há espaço para carroça, para carga, para toda a caravana e todas as versões de si mesmo que a pessoa nunca quis abandonar.
É esse exatamente o problema, uma estrada com espaço infinito para vagar, uma estrada que não exige nada da pessoa, não corrige nada. A pessoa pode perambular para onde quiser, com a inclinação dos seus próprios desejos. A estrada espaçosa dar sensação de Liberdade. Na verdade, é apenas a ausência de algo que o prenda a uma direção. Isso significa que, quando Jesus está descrevendo uma entrada estreita, está descrevendo o modo de vida que pressiona, que prende a pessoa a uma linha que não lhe dá espaço para carregar tudo o que se quer.
Jesus não deixa a porta como um objeto, Ele o transforma em pessoa. Mais tarde Ele diz isso claramente: eu sou a porta, se alguém entrar por mim será salvo, entrará, sairá e encontrará pastagem (João 10:9); e então, ainda mais diretamente: eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai se não for por mim (João 14:6).
Esta é a porta estreita, porque é uma só. Não porque a graça seja escassa, mas porque há uma única porta e a porta tem um nome, e o nome é Jesus. O caminho da verdade é Estreito. Não é uma falta de generosidade, é simplesmente a verdade. Há uma ponte sobre o desfiladeiro, e atravessá-la não é exclusão, é resgate.
Há algo de terno escondido nessa imagem da porta. No deserto da Judéia, um pastor costumava construir um cercado rústico de pedras para abrigar o rebanho à noite, com uma única abertura na parede. O próprio pastor se deitava sobre essa abertura, seu próprio corpo se tornava a porta, nada entrava no cercado e nenhuma delas escapava, exceto por meio dele. Então, quando Jesus diz eu sou a porta, Ele não está descrevendo uma barreira que impede a entrada de pessoas, está descrevendo um pastor que se deitou na única abertura, de modo que o caminho para a segurança passa pelo seu próprio corpo. A porta estreita tem a forma de uma pessoa deitada na passagem.
Agora, observemos o que Jesus diz a seguir. Ele adverte que chegará o dia em que o dono da casa se levantará e fechará a porta. As pessoas do lado de fora começam a bater, o Senhor abre a porta. Elas dizem, listando suas credenciais: jantamos com o Senhor, o Senhor deu aulas em nossas ruas. A questão não é que a porta seja pequena, a questão é que a porta está aberta agora e não ficará aberta para sempre. O convite tem um prazo, isso não é maldade, é honestidade sobre o fato de que portas se fecham, que decisões não podem ser adiadas, indefinidamente. Que o depois é apenas uma estrada larga, disfarçada. Quantos serão salvos? Apenas alguns poucos.
Jesus diz que virão pessoas do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e se sentarão à mesa no Reino de Deus (Lucas 13:29). De todas as direções vem multidões de todos os cantos da Terra, afluindo para se sentar à mesa no banquete. O convite é lançado ao mundo inteiro, esse é o paradoxo. As línguas originais preservam uma única porta, mas todos são convidados a passar por ela. É única, mas a recepção atrás dela é calorosa e espaçosa.
O Mestre suportou verdadeira pressão no Jardim do Getsêmani, onde orou em agonia, prevendo o sofrimento na Cruz, onde todo o peso dos pecados do mundo desabaria sobre Ele. O caminho Estreito de sofrimento, que ninguém mais conseguia percorrer, Ele percorreu até o fim, e abriu a porta do outro lado de modo que o portão pelo qual jamais conseguiríamos forçar a passagem, permanece aberta.
Se estou seguindo a vontade de Deus, e sinto que é difícil, opressivo, custoso como um desfiladeiro, sem espaço para me desviar, eu estou exatamente onde deveria estar. A dificuldade não é prova de que me perdi, a Porta Estreita sempre foi descrita como aquela que leva à estrada comprimida. Dificuldade na estrada certa, é evidência de que estou no Caminho da Verdade. Na estrada, às vezes a dificuldade é o sinal de que eu ainda estou no caminho e não fora dele. Existe a tendência de presumir que, se algo vem de Deus deve ser fácil e que o atrito significa que cometemos um erro. O vocabulário dessa passagem evangélica corrige silenciosamente essa suposição. O bom caminho nunca foi anunciado como mais fácil. Vale a pena ser honesto também sobre o outro caminho, porque o caminho largo é o padrão, é o caminho que se acaba por decidir, por se deixar levar, por fazer o que é fácil, o que todo mundo faz, e o que não exige nada de ninguém.
É por isso que Jesus precisou ordenar as pessoas que entrassem pela porta estreita. Ninguém precisa de ordem para entrar na estrada larga, a pessoa já está nela. Não é que a pessoa seja obviamente má. É que ela quer apenas viver, com simplicidade, com prazer, com todos os penduricalhos que o Ego exige.
Então, a questão é que nós estamos tentando carregar uma bagagem que a Porta Estreita não permite. Podemos estar exaustos, não porque a estrada seja difícil demais, mas porque estamos arrastando uma caravana carregada de trecos materiais por essa trilha. O ressentimento que fica, de não querermos largar a vida dupla que estamos tentando manter, a imagem de nós mesmos que recusamos abandonar, a queixa que ensaiamos tantas vezes de mudar o caminho que parece fazer parte de quem somos.
A Porta Estreita não está pedindo que você seja mais forte para carregar tudo para dentro, está pedindo que coloquemos tudo no chão para poder passar. A pressão que iremos sentir pode ser uma forma das paredes dizerem o que deve ser abandonado, que deve ser expulso o que está nos esmagando.
Nós não precisamos abrir caminho até Deus com pura força de vontade, agarrando-nos a uma estrada difícil demais para qualquer ser humano. Esse nunca foi o acordo, o esforço que Jesus exige não é o esforço de alguém tentando merecer a entrada, é o esforço de alguém que já encontrou a única porta, que se recusa a ser impedido de entrar. Alguém que não vai voltar para o caminho largo, alguém que continua caminhando sob pressão, porque sabe o que está do outro lado.
Esforcemo-nos para chegar à porta, sim, mas a porta é uma pessoa que já percorreu o trecho mais difícil à nossa frente, e que está do outro lado, segurando aberta, chamando pessoas de todas as direções.
Estreito significa apertado, significa um caminho que te prende a uma só linha e que não permite que você carregue toda a sua vida antiga. Significa uma estrada com um custo real, que leva uma vida real, por uma única porta real.
O espaço largo e fácil sempre esteve disponível, não exige nada e não leva a nenhum lugar bom. O outro caminho é apertado, pressiona e custa as coisas que você nunca deveria ter guardado, mas leva para casa.
A Porta que parece Estreita demais para passar, acaba sendo uma Pessoa de braços abertos, chamando de todas as direções. A pessoa que não anda no conselho dos ímpios, que não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores, antes o seu prazer deve está na lei do senhor e na sua lei medita de dia e de noite. Ela é como árvore plantada junto à corrente de águas que no devido tempo dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha, e tudo quanto ele faz será bem sucedido.
Com estas reflexões posso imaginar se estou fazendo a vontade do Pai no meu relacionamento com Dalete. Se ela significa a Porta que Deus colocou no meu caminho para me testar, vamos ver como estou me saindo nesse teste. Dalete, a Porta, não está definida como Estreita ou Larga. Quem vai definir isso é o meu comportamento. O principal teste é quando deito na mesma cama, ao seu lado, sentindo o seu corpo semidespido perto de mim. Aqui está a hora do teste. Meus instintos masculinos, a cabeça da luxúria do Behemoth está ativa, enche minha mente de desejos, de usar esse corpo que implicitamente está à minha disposição. Ela nessa perspectiva é a Porta que dará acesso ao caminho Largo, do prazer, da posse. Mas, ao mesmo tempo chega na mente a consciência do mEu espírito, de fazer a vontade do Pai, de fazer ao próximo aquilo que eu desejaria fosse feito a mim se eu estivesse no lugar dele. Então, me coloco no lugar de Dalete, a vejo impassível ao meu lado, submissa, mas não expressa nenhum movimento que indique querer o ato sexual que o Behemoth tanto deseja, mesmo que não haja intensão de penetração. Então percebo que se eu estivesse no lugar dela não iria querer tal comportamento sexual, portanto, devo conter todos os ímpetos instintivos. Mantenho o meu corpo impassível junto ao corpo dela, sentindo que entrei pela Porta dela no caminho estreito, que não posso me desviar nem para a esquerda, nem para a direita. Deverei ficar sob essa pressão das paredes do caminho Estreito sobre o meu comportamento. O dia amanhece e estou firme no caminho Estreito, não saltei para o caminho Largo.
Acredito que Pai está satisfeito comigo. Ele preparou essa pessoa que recebeu um nome tão apropriado para iniciar a minha missão, que colocou ao meu lado como um batismo de iniciação. Agora posso colocar outros diversos ramos na minha Árvore do Amor Inclusivo, pois estou com um grande crédito frente ao Pai, com o meu relacionamento fraterno junto a Dalete, a Porta que pode se abrir tanto para o caminho Estreito quanto para o caminho Largo, assumindo diversas identidades, de amiga, amante, filha ou até mesmo neta.
Pai, mais uma vez venho conversar com o Senhor de forma “oficial”, uma oração sofisticada dentro do espaço digital, ampla, pública. Sei que tenho meus espaços de falar com o Senhor, em qualquer hora do dia, em qualquer lugar. Mesmo que minha oração/conversa nao tenha muito conteúdo espiritual, como eu sei que posso alcançar, mas fico satisfeito com minha pouca evolução, pois sei que estou procurando seguir o Caminho da Verdade, a porta estreita, que o Mestre ensinou. Sei que cada vez que o tempo passa, a todo momento, sinto as responsabilidades aumentarem, o potencial orgânico diminuir. A guerra espiritual está em seu auge, batalhas se desenvolvendo por todo o planeta, principalmente no Brasil, onde as forças das Trevas conseguiram se infiltrar na quase totalidade de nossas instituições. A maioria dos nossos irmãos se mostram hipnotizados, causando iniquidades de todos os tipos, acumulando milhões em paraísos fiscais, onde estão os suores e sangue daqueles que produziram. Na região onde estou, Nordeste, é onde existe mais perversidades, tanto daqueles que dentro dos grupos marginais amedrontam e sugam com seus tipos variados de roubos os irmãos, quanto aqueles que, de pires nas mãos e cabeça vazia de educação, lutam para receber migalhas do que produziram, na forma de bolsa e todo tipo de esmolas que destroem a dignidade humana de quantos nem sequer conseguiram. Neste contexto, Pai, que já me vejo pertencente à família universal, que procuro fazer germinar a minha Árvore do Amor Inclusivo, sei que tenho que me engajar nas fileiras do Cristo e ser um combatente fiel. Sei que o Senhor está sempre perto de mim, mesmo quando eu estou totalmente envolvido nos interesses materiais. Recebo proteção e lições que fortalecem a minha fé, minha compreensão de desenvolver com eficácia a missão recebida. Ver, Pai, como tenho boa compreensão do meu papel dentro da Natureza criada pelo senhor, por isso sei das minhas fragilidades que impedem a minha competência. Por isso não me canso de pedir: inteligência rápida, sabedoria e coragem para fazer toda a minha maquinária cognitiva se ponha a agir como deve ser. Parece que pedindo assim eu esteja querendo que o Senhor atue no meu lugar... mas não é isso que realmente eu estou querendo fazer, quando deixo a Sua vontade acima da minha? Portanto, é coerente que eu lhe faça estes pedidos, não é assim, Pai?
Sim, filho, esta é uma boa compreensão do sentido da tua vida, conforme decidiste por seu livre arbítrio. Mas, o que tu pedes, parece aquela pessoa que sabe de sua deficiência e que determinada droga vai compensar seu defeito. Tu não percebes, que se eu atendo o teu pedido dessa forma, derramo em sua mente inteligência, sabedoria e coragem, não vai ter o mesmo papel de uma droga química para aquele que necessita dela? Não é melhor você desenvolver com suas próprias forças o máximo que conseguir em virtudes, mesmo que fique aquém do que você imagina? Reflita e depois volte a conversar comigo.
Continuando com a digitação do vídeo feito por Francis Schaeffer, da Escola Charles Spurgeon, Teologia com Espiritualidade, Cristo entre o alfa e o ômega, publicado há 9 anos no youtube e registrando 20 mil visualizações em 06-06-2026.
A nova visão de mundo dominante é uma visão que é exatamente oposta a dos pais fundadores dos Estados Unidos. Agora, nem todos os pais fundadores deste país eram individualmente cristãos. Isso certamente é verdade, mas, no entanto, eles fundaram o país com base na existência de um Deus que é o Criador. Agora, chego à próxima frase central: quem é o Criador que nos deu os direitos inalienáveis?
Devemos entender algo muito bem. Se a sociedade, se o Estado dá os direitos, ele pode tirá-los, eles não são herdáveis. Se o Estado concede direitos, ele pode alterá-los e manipulá-los, mas essa não era a visão dos pais fundadores deste país. Eles acreditavam, embora nem todos fossem cristãos individualmente, que havia um Criador e que esse Criador nos deu os direitos inalienáveis. Foi sobre isso que nosso país foi fundado e que nos deu as liberdades que ainda temos. Até mesmo as liberdades que estão sendo usadas agora pelos homens para destruir as liberdades dadas por Deus.
Essas liberdades estavam na Constituição porque os pais fundadores acreditavam que havia alguém que nos deu os direitos inalienáveis, o que de fato limitou o poder do Estado e do governo, especificamente.
Mas, se temos a visão de que a realidade final é material, ou que a energia sempre existiu de alguma forma, devemos entender que essa visão nunca, nunca, nunca teria dado os direitos que agora conhecemos. Infelizmente, digo a vocês que são cristãos, que muitas vezes consideram muitas coisas como certas, vocês se esquecem de que as liberdades que tivemos no norte da Europa, após a reforma, e nos Estados Unidos, são uma extensão do que é assim na Austrália, Canadá ou Nova Zelândia e assim por diante.
Vocês se esquecem de que as liberdades que temos são absolutamente únicas no mundo. Ocasionalmente, alguns de vocês foram para a universidade e aprenderam que essas liberdades estão enraizadas nas cidades-estados gregas. Isso não é verdade. Basta ler a República de Platão para entender que as cidades-estados gregas nunca tiveram qualquer conceito das liberdades que temos.
Volte na história. As liberdades que temos, a liberdade que forma o equilíbrio do governo, todas essas coisas são únicas na história e são únicas no mundo de hoje.
Uma pesquisa bastante recente, dos cerca de 150 países que agora constituem o mundo, mostra que apenas cerca de 25% têm algum valor, tem alguma liberdade. O que temos e consideramos tão mal garantido é único. Foi trazido à tona por uma visão de mundo específica e essa visão de mundo específica era a visão judaico-cristã, especialmente, porque foi refinada, colocando a autoridade de fato em um ponto central, não na igreja, no estado, e sim na palavra de Deus, apenas na palavra de Deus.
Todos os benefícios que conhecemos, que consideramos tão facilmente, tão garantidos, são únicos. Eles foram fundados nessa certa visão de mundo de que existe um Criador para dar direitos aos incapazes.
Essa outra visão que se tornou cada vez mais dominante na energia material, a visão de mundo final moldada pelo puro acaso, nunca poderia ter base de valores para dar esse equilíbrio de liberdade que conhecemos tão facilmente e que, infelizmente, se não formos cuidadosos, considerando tão garantidos agora, podemos perder.
Estamos perdendo sem perceber, essas liberdades, e podemos esperar continuar a perdê-la se essa outra visão de mundo continuar a ganhar força e poder em nosso país.
Podemos ter certeza disso, eu diria novamente, inevitavelmente, matematicamente todas essas coisas surgirão. Não há como curar o pensamento relativista de nossos dias se de fato tudo o que existe é um universo lá fora, que é silencioso sobre quaisquer valores absolutos. É uma perda de valores e uma perda de liberdade que podemos ter certeza de que aumentará continuamente.
Um bom exemplo são as escolas públicas essa visão é ensinada em nossas escolas públicas exclusivamente por lei. Não há outra visão que possa ser ensinada. Mencionarei isso um pouco mais tarde, mas por lei não há outra visão que possa ser ensinada por lei nas escolas públicas dos Estados Unidos da América em 1982. Legalmente, apenas uma visão da realidade que pode ser ensinada: a realidade final é apenas energia material, moldada pelo puro acaso.
O mesmo acontece com os programas de televisão. A televisão pública nos dá muitas coisas que muitos de nós gostamos culturalmente, mas também está completamente comprometida com uma posição de propaganda de que a realidade é apenas material ou energia moldada pelo puro acaso.
A civilização de Clark, a ascensão do homem de Carl Sagan, em Cosmos, todos dizem isso. Quem está no ar diz isso com grande dogmatismo. Só uma visão final da realidade, que a realidade final é material ou energia moldada pelo puro acaso em todos os lados, especialmente no governo e especialmente nos tribunais. Eles se tornaram um veículo para impor essa visão antiDeus a população total.
É exatamente aí que estamos. A decisão sobre o aborto é muito clara, é um resultado natural dessa outra visão de mundo, porque com essa visão de mundo a vida humana, a vida individual não tem valor intrínseco. Você é uma verruga na face de um universo absolutamente impessoal, suas aspirações não tem satisfação no que é, suas aspirações o amaldiçoa e muitos dos jovens que vêm até nós entendem isso muito bem, porque suas aspirações humanistas não tem satisfação, se de fato a realidade final é apenas material ou energia moldada pelo puro acaso.
O universo não pode satisfazer nada do que você diz, quando diz que é lindo, eu amo, está certo, está errado. Essas palavras são palavras sem sentido contra o pano de fundo dessa outra visão de mundo.
Então o que descobrimos é que o caso do aborto não deveria ter sido uma surpresa, porque surgiu naturalmente. Eu usaria a palavra novamente, matematicamente para essa outra visão de mundo. Neste caso, a vida humana não tem valor algum.
Descobrimos que a Suprema corte em uma decisão, derrubou as leis de aborto de todos os 50 estados e criou essa forma de matar a vida humana, porque é isso que é a lei. Declarou que essa forma de matar a vida humana deveria ser aceita por muitas pessoas, porque não havia uma ética definida.
Quando a Suprema corte disse que era legal, para muitas pessoas nos anos seguintes isso se tornou ético, os tribunais deste país impuseram essa visão e seus resultados à população total. O que descobrimos é que, como os tribunais fizeram isso sem mais aquilo que os pais fundadores compreendiam da lei, um homem como Blackstone com seus comentários entendeu o outro lado dos legisladores deste país, de que no início existe uma lei de Deus sobre a qual se fundamenta. Quando os tribunais deste país se desvinculam da lei de Deus, torna-se bastante natural que eles também se desvinculem de um construcionismo estrito em relação à Constituição.
OPINIÕES
“Ai de vós, quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas.” — Jesus.
(LUCAS, capítulo 6, versículo 26.)
Indubitavelmente, muitas pessoas existem de parecer estimável, às quais podemos recorrer nos momentos oportunos, mas que ninguém despreze a opinião da própria consciência, porquanto a voz de Deus dentro dela, comumente, nos esclarecerá nesse santuário divino.
Rematada loucura é o propósito de contar com a aprovação geral ao nosso esforço.
Quando Jesus pronunciou a sublime exortação desta passagem de Lucas, agiu com absoluto conhecimento das criaturas.
Sabia o Mestre que, num plano de contrastes chocantes como a Terra, não será possível agradar a todos simultaneamente.
O homem da verdade será compreendido apenas, em tempo adequado, pelos espíritos que se fizerem verdadeiros, sintonizados com o Pai e querendo fazer Sua vontade.
O prudente não receberá aplauso dos imprudentes. Ouvirá, mas não incorporará.
O Mestre, em sua época, não reuniu as simpatias comuns. Se foi amado por criaturas sinceras e simples, sofreu impiedoso ataque dos convencionalistas.
Para Maria de Magdala era Ele o Salvador; para Caifás, todavia, era o revolucionário perigoso, como até hoje, muitos O consideram como revolucionário e querem levantar suas bandeiras com o exemplo distorcido do Mestre.
O tempo foi a única força de esclarecimento geral.
Se te encontras em serviço edificante, dentro da Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), se tua consciência te aprova, que te importam as opiniões levianas, invejosas ou insinceras?
Cumpramos o nosso dever e avancemos pelo Caminho da Verdade que o Cristo ensinou, sabendo que ele é estreito e cheio de obstáculos, mas que todos os problemas servem como estímulos de aprimoramento para a nossa alma, como se estivéssemos constantemente dentro de uma academia para a fortaleza do nosso espírito.
Examinemos o material crítico dos ignorantes e caluniadores como proveitosa advertência, como pesos de fortalecimento espiritual e recordemos de que não é possível conciliar o dever com a leviandade, nem a verdade com a mentira.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 29-06-26
Encontrei um vídeo de uma garota que se apresentava num programa de televisão, aparentando ter 12 anos e com um violão nas mãos. Começou recitando parte de sua vida para seguir com a canção que ela iria cantar. Achei interessante, pois há uma sintonia com o foco de minha missão. Eis...
Eu tinha 10 anos quando fui adotada, mas antes disso minha vida era bem diferente. Enquanto outras crianças voltavam da escola para brincar, eu passava o dia vendendo balas no farol. Eu corria entre os carros com uma caixinha nas mãos, tentando vender mais uma bala, tentando levar mais algum dinheiro para casa. Cada motorista que comprava me dava esperança, cada motorista que dizia não, fazia meu coração apertar. Porque quando eu não conseguia arrecadar dinheiro suficiente, eu tinha medo de voltar para casa. Meus pais eram viciados em drogas e às vezes não tinha comida, às vezes não tinha carinho, às vezes só tinha gritos e eu não entendia por quê. Eu era só uma criança. À noite quando tudo ficava silencioso eu me sentava na minha cama e fazia uma oração. Punha minhas mãozinhas juntas e lágrimas nos olhos eu dizia: Deus entra na minha casa entra na minha vida também cuida do papai e da mamãe e faz eles pararem de sofrer e não me deixa sozinha, amém!
Toda noite eu repetia a mesma oração
Toda noite eu acreditava que Deus, estava me ouvindo
Mesmo quando parecia que nada ia mudar
Mesmo quando eu me sentia invisível
Mesmo quando o meu coração... estava cansado
Então um dia, algo aconteceu
Uma assistente social apareceu
Ela conversou comigo, fez pergunta
Pela primeira vez, alguém parecia
Realmente se importar comigo
pouco tempo depois, conheci uma família
Eles sorriam para mim, me ouviam, me abraçavam
E eu não entendia porque...
Eu tinha passado tanto tempo vivendo com medo
Que não sabia mais como receber amor
Quando me disseram que eles queriam me adotar...
Eu chorei, não porque estava triste
Mas porque, pela primeira vez
Alguém tinha me escolhido
Naquela noite, antes de dormir, eu fiz mais uma oração
Mas dessa vez foi diferente, eu disse: obrigado Deus
O Senhor entrou na minha na minha casa
Entrou na minha vida e me mostrou
Que nunca estive sozinha!
Eis a mensagem nessa recitação/canção. A criança reconhece que nunca esteve sozinha, mesmo desamparada, vendendo balas para levar o dinheiro para seus pais que a exploravam e que também eram vítimas de doenças. Faz eu lembrar da minha resistência em deixar dinheiro nos faróis para pessoas e mesmo crianças, pois sei que podem estarem sendo exploradas e eu contribuindo com essa exploração, comprando os produtos que elas oferecem. Mas a dor da criança? Ela fica satisfeita com a compra do seu produto, mas o problema se repete a cada dia. O que resolveu foi a intervenção do serviço público e, principalmente da adoção por casal caridoso. Nesse ponto encontramos a vontade de Deus se realizando através de pessoas que realmente querem fazer a Sua vontade, de construir a Família Universal e os alicerces para o Reino de Deus.
Eis o foco da minha missão.
Ave Cristo!