Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
21/05/2026 00h01
LIÇÕES DO MESTRE – CONTATO DEUS-PESSOA

Por que Deus construiu a nossa mente humana dessa forma? Com a plasticidade para ser moldada pelos pensamentos repetitivos? O que isso tem a ver com o propósito eterno que ele tem para nós?

 

 

Existe uma linha que atravessa a Bíblia inteira, do Gênesis ao Apocalipse. Essa linha corresponde a mente humana como ponto de contato entre o ser humano e Deus. Não corresponde ao tempo, aos rituais, às leis.  

 

 

 

 

Tudo começa em Gênesis (capítulo 1, versículo 26): “Deus disse: façamos o ser humano à nossa imagem e semelhança”. A imagem no mundo antigo, era usada para descrever uma estátua que o rei colocava em territórios distantes para representar sua presença e autoridade.

 

 

 

 

O ser humano foi criado para ser a representação mental e espiritual de Deus neste mundo. Fomos criados para ser a presença de Deus em forma humana, e a faculdade que torna isso possível, a razão pela qual podemos refletir o caráter Divino no mundo físico, é exatamente a nossa capacidade de pensar, planejar, criar e decidir com intenção.

 

 

 

 

O inimigo ataca a mente porque, ao contaminar nossos pensamentos com mentira, medo, amargura e desesperança, ele não só provoca problemas emocionais, mas também neutraliza o representante de Deus no planeta.  

 

 

 

 

Paulo escreve em Romanos (capítulo 12 versículos 2 e 3): “não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.

 

 

 

 

A palavra grega para “transformai-vos” é metamorfose, a mesma raiz de onde vem nossa palavra dita morfose. Paulo está dizendo que a transformação espiritual não é um evento emocional, é um processo de reorganização cognitiva. Disse que nós experimentamos a vontade de Deus por meio da renovação da mente. Não que recebemos a vontade de Deus por meio de um sentimento, nós a experimentamos. Nós a vivemos, testamos e comprovamos, quando nossa mente foi renovada.

 

 

 

 

o arqueólogo e pesquisador bíblico Kennet, após mais de 30 anos pesquisando no Oriente Médio, documentou em sua obra os ensinamentos de Jesus sobre o coração e a mente. Eram radicalmente diferentes dos ensinamentos religiosos contemporâneos. Enquanto os fariseus focavam na observância externa da lei, Jesus consistentemente dá atenção para o processo mental interno que precede cada escolha.

 

 

 

 

Ele demonstra que a genialidade de Jesus estava em entender que nós não podemos mudar o comportamento de alguém sem mudar os padrões de pensamento que geram esse comportamento.

 

 

 

 

Jesus não estava apenas ensinando ética, Ele estava ensinando neuroplasticidade espiritual, 2000 anos antes de a neurociência existir. Aqui está o paralelo bíblico mais poderoso de todos, o que vai conectar tudo. Em Filipenses (capítulo 4, versículo 6 a 8) Paulo nos dá o mais preciso e prático protocolo de gestão mental que existe em qualquer texto do mundo antigo. Ele diz: “não andeis ansiosos de coisa alguma, antes em tudo fazer conhecidas diante de Deus as vossas petições, e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”.

 

 

 

 

Percebemos que está implícito que a paz de Deus guardará o nosso coração e mente. Dois centros e dois territórios, como se Deus entendesse que emoção e pensamento são campos distintos que precisam de proteção distinta.

 

 

 

 

A paz de Deus atua como um guarda, uma fortaleza mental e emocional que nós não construímos com esforço próprio, mas que se instala quando nós praticamos a oração.

 

 

 

 

Paulo completa em Filipenses (capítulo 4, versículo 8) com uma lista de categorias de pensamento. Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, de boa fama.

 

 

 

 

Ele está dando uma prescrição cognitiva, está dizendo que existe um conjunto específico de conteúdos mentais que quando cultivados intencionalmente produzem uma mente que reflete o caráter de Deus. Essa mente por sua vez, produz uma vida que experimenta a vontade de Deus.

 

 

 

 

Isso é o que está na raiz profunda, a camada mais importante de todas, onde teoria se torna transformação, onde compreensão se torna prática, onde nós saímos diferentes do que entramos.

 

 

 

 

 Tudo o que vimos nas camadas anteriores não é teologia abstrata, não é curiosidade acadêmica. É um mapa prático para a vida cristã, que a maioria das pessoas nunca recebeu. Vamos construir esse mapa juntos.

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 21/05/2026 às 00h01
 
20/05/2026 00h01
LIÇÕES DO MESTRE – CAMPO DE BATALHA ESPIRITUAL

Jesus sabia que a mente humana era o campo de Batalha espiritual mais importante da nossa vida. Agora, por que ninguém nos ensina a lutar nesse campo?



Essa resposta existe e ela está na Bíblia. Quando Jesus falava, não era sobre leis nem tradições, Ele estava falando algo completamente diferente, estava abrindo a tampa da nossa mente humana e dizendo: olha o que está acontecendo aqui dentro, olha o que isso está fazendo com a sua vida.



Existe um tipo de contradição fascinante em seus sermões que a maioria dos cristãos nunca percebeu.



Jesus disse que os pensamentos de uma pessoa podem torná-la impura, mas também disse que os pensamentos certos podem libertá-la completamente da hipnose do Mal.  Como essas duas verdades coexistem? Pensamentos que podem contaminar ou purificar a mente? Como a mente pode ser simultaneamente a maior ameaça e ao mesmo tempo a maior dádiva que Deus colocou à nossa disposição?



Essa contradição tem uma resposta e ela só faz sentido quando entendemos o que Jesus estava realmente ensinando sobre a mente. Vamos começar pelo que está na nossa frente, mas que raramente paramos para avaliar.



O que Jesus estava realmente falando quando disse que, um homem que olha para uma mulher com desejo, já cometeu adultério no coração? A maioria das pessoas ouve essa passagem que está em Mateus (Eu, porém, lhes digo que quem olhar para uma mulher com cobiça já cometeu adultério com ela em seu coração: capítulo 5, versículo 28) e pensa que Jesus está sendo severo, exigente demais. Imagina que é impossível seguir essa lição.



Jesus está elevando o padrão moral, não para nos humilhar com nossa própria fraqueza.  Ele está revelando algo sobre a arquitetura da alma humana que a neurociência levaria 2000 anos para começar a entender em nossos dias.



Ele está usando a palavra “cobiça” nessa passagem. Usa a palavra para significar que a mente está focada sobre algo com intensidade, não é um olhar casual, é um olhar que a mente persegue, alimenta, hospeda. É um pensamento que foi escolhido para ser cultivado.



 Jesus estava dizendo que o problema não começa no ato de pensar, começa no pensamento que decidimos regar. Isso é o princípio fundamental de tudo que vai influenciar nossa sanidade ou insanidade mental.



A mente não é apenas o lugar onde decidimos o que fazer, a mente é o lugar onde a nossa realidade espiritual começa a se formar. Isso está em toda a bíblia, está no Salmos, está nas cartas de Paulo, está nos ensinamentos de Jesus.



Se a mente é tão central nos ensinamentos de Jesus, o nosso aprendizado cristão deveria incluir um treinamento sério sobre o seu funcionamento. Aprendemos a orar, a ler a bíblia, mas não aprendemos um passo a passo de como disciplinar nossos pensamentos da forma que Jesus descreveu.



O que Jesus ensinava sobre a mente, nós precisamos entender. Na sua época existia um conceito central, um impulso para o Bem e um impulso para o Mal. Os rabinos ensinavam que um ser humano maduro espiritualmente, não era aquele que eliminava o Mal, porque isso era impossível nesta vida. É preciso que aprendamos a governar esses impulsos pela força da nossa intenção orientada a Deus.



Quando Jesus disse em Mateus (capítulo 12, versículo 34) que da abundância do coração a boca fala, Ele estava usando uma linguagem que seus ouvintes judeus entendiam profundamente. O coração no hebraico bíblico, não era apenas o centro das emoções, era o centro da vontade, do pensamento e da identidade.



O coração nessa visão de mundo era o que nós hoje chamaríamos de mente profunda. O teólogo e hebraísta Hans Walter Wolff, em sua obra monumental, Antropologia do Antigo Testamento, demonstra com evidências linguísticas extensas que o conceito hebraico de coração aparece mais de 800 vezes no antigo testamento, e na grande maioria dos casos está diretamente ligado ao pensamento, a memória e a tomada de decisão, não ao sentimento romântico que a cultura Moderna associa.



Isso significa que quando Jesus falava sobre o coração Ele estava falando sobre a mente. Isso vem quebrando uma das suposições mais antigas, que crescemos ouvindo, que o cristianismo é uma questão de fé, e que fé é algo que você sente como um aquecimento no coração, uma emoção religiosa, uma experiência mística.



Jesus ensinava algo muito mais concreto e muito mais exigente do que isso. Ele diz em João (capítulo 8, versículo 32) e “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. É um conhecimento que não é apenas intelectual, mas é experimental, íntimo, transformador. É o tipo de conhecimento que muda a estrutura dos pensamentos habituais.



Jesus não estava dizendo que nós vamos sentir a Liberdade. Ele estava dizendo que nós vamos saber a verdade de uma forma tão profunda que ela reorganizará a arquitetura da nossa mente. Essa reorganização produzirá Liberdade como um resultado natural.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 20/05/2026 às 00h01
 
19/05/2026 00h01
23:23 – SIGNIFICADO

            Estava na cama fazendo os meus trabalhos habituais no notebook, quando percebi a mensagem de um parente solicitando um relatório para internação em hospital psiquiátrico. Levantei e fui providenciar a solicitação e ao terminar vi no relógio a hora 23:23. Como sei que há interpretações sobre horas que se mostram repetidas, perguntei à IA o significado e eis a resposta.



O significado de 23:23 depende do contexto, mas geralmente está associado a mensagens de mudança, equilíbrio e proteção espiritual.



As interpretações mais comuns incluem:




  • Horas Iguais: No misticismo e na numerologia, ver 23:23 no relógio é um sinal para você cuidar das suas energias e ter serenidade. É um lembrete para não fugir dos problemas, priorizar o autocuidado e avaliar com clareza o que precisa mudar na sua rotina.

  • Anjos e Espiritualidade: A sequência 23:23 indica progresso, encorajamento para ajudar o próximo e um aviso de que seus guias espirituais estão apoiando suas transformações.

  • Bíblia: A passagem de Números 23:23 é uma referência de proteção muito conhecida: "Pois contra Jacó não vale encantamentos, nem adivinhação contra Israel", interpretada como um escudo contra energias negativas.



Se você tem visto esse número com frequência, ele pode ser um convite para focar no seu autoconhecimento e na harmonia dos seus relacionamentos. 



Vejo alguma sintonia com o acontecimento que me levou a ver essa hora. Procurei ter a serenidade de fazer o relatório solicitado, mesmo sabendo que era uma solução burocrática e que os colegas de plantão deveriam ter a capacidade de avaliar a gravidade do quadro sem exigir tal providência. Imagino que se fosse uma paciente que não tivesse esse suporte, ela seria devolvida para casa, para os braços da morte.



É este tipo de comportamento profissional que procuro ensinar aos alunos que passam por minha disciplina de Medicina, Saúdo e Espiritualidade, principalmente. Ver a pessoa humana do doente e com empatia fazer o melhor, como se estivesse fazendo a si mesmo.



Também vejo uma sinalização de encorajamento, para que eu continue disposto a ajudar o próximo e tolerar o erro ou falta de empatia em tais situações, e que os guias espirituais estão apoiando o meu comportamento, e com certeza deverão promover algum tipo de insight na mente dos colegas para melhorarem a forma de conduzir os seus plantões.



E, finalmente, a passagem bíblica aponta que tal atitude que foi tomada por mim, levanta proteção, escudos contra as energias negativas que existem em nosso entorno, seja qual for o ambiente onde estejamos.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 19/05/2026 às 00h01
 
18/05/2026 00h01
MÃOS LIMPAS

 



MÃOS LIMPAS



“E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias.”



(ATOS, capítulo 19, versículo 11.)



O Evangelho não nos diz que Paulo de Tarso fazia maravilhas, mas que Deus operava maravilhas extraordinárias por intermédio das mãos dele.



O Pai fará sempre o mesmo, utilizando todos os filhos que lhe apresentarem mãos limpas.



Muitos espíritos, mais convencionalistas que propriamente religiosos, encontraram nessa notícia dos Atos uma informação sobre determinados privilégios que teriam sido concedidos ao Apóstolo.



Antes de tudo, porém, é preciso saber que semelhante concessão não é exclusiva. A maioria dos crentes prefere fixar o Paulo santificado sem apreciar o trabalhador militante.



Quanto custou ao Apóstolo a limpeza das mãos? Raros indagam relativamente a isso.



Recordemos que o amigo da gentilidade fora rabino famoso em Jerusalém, movimentara-se entre elevados encargos públicos, detivera dominadoras situações; no entanto, para que o Todo-Poderoso lhe utilizasse as mãos, sofreu todas as humilhações e dispôs-se a todos os sacrifícios pelo bem dos semelhantes.



Ensinou o Evangelho sob zombarias e açoites, aflições e pedradas. Apesar de escrever luminosas epístolas, jamais abandonou o tear humilde até à velhice do corpo.



Consideramos aqui na Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM) essas particularidades do assunto.



Observamos que Deus é sempre o mesmo Pai, que a misericórdia divina não se modificou, mas pede mãos limpas para os serviços edificantes, junto à Humanidade.



Como limpar nossas mãos? Já estamos fazendo isso? Sofremos humilhações quando levamos benefícios que não podem alcançar a todos? Sofremos críticas quando o trabalho de um evento beneficente apresenta alguma falha? Sofremos desânimos quando percebemos que por mais que façamos sempre aparece muito mais que fazer?



Esses sofrimentos na alma e no corpo é o sabão que higieniza nossas mãos para que através delas, assim limpas, o trabalho do altíssimo resplandeça sobre os caminhos humanos, ainda tão tortuosos.



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 18-05-26


Publicado por Sióstio de Lapa
em 18/05/2026 às 00h01
 
17/05/2026 00h01
ENTREVISTA MSGS EM 23-04-26

            Esta entrevista citada aqui de forma anônima para mostrar a importância da depressão, dos benefícios e malefícios dos psicofármacos e a possibilidade de introduzir a espiritualidade no contexto terapêutico.



- Olá. Como é que está você?



- Depois de estar aqui com você, estou bem. Estou vivendo. O senhor está bem?



- Estou bem. E aí, como é que está a sua vida?



- Boa, doutor. A vida de todos ainda está ruim, né? Mas estou vivendo uma crise tão forte, doutor. Tão forte!



- Como é essa crise? É emocional? É no trabalho? É em casa?



- Ela não tem sentido para nada. Não tenho vontade de trabalhar. Não consigo. Não consigo fazer nada. Levantar-se. Viver. Fazer nada.



- Mas está se sentindo satisfeita em casa? Com as coisas à sua volta?



- Está tudo confuso na minha cabeça. Só sei que eu não vejo muito sentido para a vida. Não vejo sentido para levantar-se. Não vejo sentido para trabalhar. Não vejo sentido para nada. Não me preocupo com meus filhos. Nem comigo.



- Aquela vez que a gente esteve lá em Natal, você estava tão animada, com sua filha...



- São meus presentes. Eles cuidam de mim. Mas eu poderia fazer algo por eles. Eles ficam pensando em mim, fazendo por mim. E eles não dão trabalho. Eles cuidam de mim. Não é pra ser assim. Mãe, cuida dos filhos. Mas eles continuam, do mesmo jeito, cuidando de mim. Se preocupando. Tenho que cuidar deles. Eu que penso que eles podem se virar só. E que se eu não estiver mais por aqui... mas eu não tenho aquele pensamento fixo de planejamento de morte. Mas eu tenho vontade de ir embora. Estou com essa vontade de não viver mais. Passei muito tempo tomando uns remédios que me deixavam tremendo. Eu tomava 900 mg de carbolítium. Tremia muito. Chegava perto das pessoas tremendo. Eu parei há poucos dias. Porque o carbolítium me deixava muito mal.



- Carbolítium é para estabilizar o humor. Também controla as manias de compras, de dívidas.



- Talvez por isso o medo do que tenho passado. Eu não estou tendo acompanhamento nenhum. Eu só consigo o remédio no posto de saúde. Minha vida ficou uma bola de neve. Eu comprei, comprei, comprei. Eu tenho um salário bom, mas eu comprei, comprei. Eu fiz os empréstimos todos que existiam no mercado. Fiquei... Descontrolada mesmo. Eu não tenho controle mais sobre as coisas.



- Quem está com a sua finança agora? Tem alguém controlando?



- Minha filha. Ela tem me ajudado. Minha filha está controlando.



- Ela está com você?



- Eu moro com os dois meninos. Mas eu não tenho mais controle. Mamãe está indo embora. Ela já está parando, já não mexe mais nada do corpo. E eu sinto... Não consigo avançar no meu trabalho. Abandonei o meu trabalho no Estado.



- Não, você é funcionária do Estado, mas está doente. Sim, leva um tempo para ser controlada emocionalmente. Tem que se afastar do trabalho, deixar um atestado liberando uns três meses, assim, para ficar em tratamento mais seguro.



- Por isso que eu penso que vou perder o trabalho.



- Não. Você vai mostrar que tem doença. Que está precisando ficar afastada do trabalho. Você está usando que medicação?



- Carbolítium, 900mg. Venlafaxina 300mg. Eu tô me acertando. Você sabe que eu tenho, que eu tenho essa condição, sabe?



- Não. Qual que é a essa condição? Eu tenho... Eu tenho epilepsia. Você deve me achar da mídia confirmada. Eu tomo Leviracetam.



- Quantos miligramas?



- Trezentos. Forte, né? É isso que eu tô vendo. Eu não tenho coragem pra nada, eu não acordo pra vida, porque é assim que eu termino a minha... O carbolítium faz tremer como uma doente daquelas do câncer.



- Vamos ajustar a medicação. Tem que tomar Venlafaxina,



- Pelo amor de Deus. Todas, eu fiquei triste numa época com o senhor por causa da ideologia.



- Foi. Espiritual ou política?



- Política. Por isso que eu me afastei do senhor. Por pensar de uma forma diferente da minha. Espiritualidade, eu estou tendo... eu atraio muitos sofredores. É aqui que eu assisto a minha palestra no Aura Celeste. Nas quintas, o estudo, no sábado, a palestra.



- E tu vai lá no centro de Natal qual dia?



- Na terça-tarde.



- Vai com quem?



- Meu filho... só...



- Você não consegue ir só?



- Não consigo.



- Eu estou tentando fazer um trabalho espiritual mais científico, sabe? Com prontuário, com quem está acompanhando. Você quer participar?



- Eu quero sim. Estou estudando, comprei mais livros.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 17/05/2026 às 00h01
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