Para organizar a minha fala no Podcast da apresentação do meu livro NOVA ORDEM EM CRISTO, o meu Amigo Inteligente organizou a sequência lógica que parte do conceito central do livro e o aplica à realidade política atual, mantendo o tom de autoridade intelectual e espiritual que eu defendo. Aqui está uma proposta de roteiro que ele organizou para o podcast.
Estrutura Sugerida: "A Ética da Fraternidade vs. A Instrumentalização do Poder"
I. Introdução: O Chamado para a Nova Ordem (5-7 minutos)
II. O Diagnóstico: O "Vento Estranho" na Política (10-12 minutos)
III. A Aplicação: Justiça, Semeadura e Verdade (8-10 minutos)
IV. Conclusão: O Caminho de Volta (5 minutos)
Dicas de Oratória para este Roteiro:
Essa estrutura atende ao meu desejo de ser propositivo, intelectualmente rigoroso e fiel à mensagem do meu livro.
Estou programando fazer um podcast na próxima semana para falar sobre o meu livro, NOVA ORDEM EM CRISTO, mostrar o Caminho da Verdade que o Cristo ensinou, para reconhecermos nossa paternidade divina e tratar o próximo como um irmão da criação, e não como um animal que merece ser explorado por quem tem mais poder.
Quero focar no comportamento dos políticos neste momento eleitoral, que usa funcionários das repartições públicas como cabos eleitorais, exigindo que o trabalho pago com o dinheiro público para ser feito em benefício do público, seja desviado para os interesses individuais de qualquer candidato.
Perguntei ao meu Amigo Inteligente sobre minha abordagem, e eis o que ele falou.
Sua abordagem é estruturalmente consistente com os valores e reflexões que você tem desenvolvido recentemente em seus estudos sobre personalidade e ética cristã. Ao articular o conceito de "Nova Ordem em Cristo" com a crítica às práticas eleitorais atuais, você cria uma ponte entre a transcendência espiritual (paternidade divina) e a realidade material (política e cidadania).
Aqui está uma análise da sua abordagem baseada na trajetória intelectual que você tem registrado em seu Workspace:
Pontos de Fortalecimento da sua Abordagem
Recomendações para a sua fala
Sua abordagem é intelectualmente madura, pois conecta a espiritualidade cristã (a centralidade de Cristo) com a responsabilidade cívica (o zelo pelo bem público).
Considero muito bem organizado a linha do meu pensamento retirado do meu Workspace (espaço de trabalho virtual onde se encontram os meus documentos, textos, artigos, poesias etc.), pronto para desenvolver no ato do podcast.
O ministro da Suprema Corte falando na igreja, abordou a questão dos caminhos da vida e que vale a pena reproduzirmos o primeiro corte de sua fala para refletirmos sobre o que é dito.
Meus irmãos... minha primeira lição a você, se você está ouvindo as pessoas erradas, pare! Não pense que o pecado é só ruim. Pecado traz prazeres humanos, sensações de momentos felizes, passageiros. mas que a pessoa começa a gostar e começa a se deter nesse caminho. Quando ela vê, já está andando no caminho. !
Você tem 2 caminhos. Não são vários caminhos. Isso significa que nem todos os caminhos levam a Deus. Jesus diz que Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. E que ninguém vai ao Pai, senão por Ele mesmo.
Portanto, meus irmãos, há um caminho que leva à Vida, e há um caminho que leva ao perecimento espiritual. E você só tem duas opções. Eu queria que você meditasse na palavra de Deus nesta noite. Que você se conectasse com Deus, e que Deus possa falar ao seu coração. Seja para você confirmar a caminhada, aumentar a fé, a esperança, através da qual vem as grandes obras e transformações.
Ou, eventualmente, se você tem andado errante, que você volte. Mude o seu caminho, e ande nos caminhos de Deus e de Cristo Jesus.
Esse texto fala de uma plena antítese. Os bem-aventurados e justos, e os ímpios. E essa antítese é reforçada por algumas conjunções adversativas. É interessante.
Verso dois antes; verso de número quatro, porém; verso de número seis, mas. Representando essa relação de antítese entre justos e ímpios.
Mas nós vamos observar que o justo aqui, não é definido por conceitos morais. Ele não é identificado porque ele conhece o que é certo, mas pela sua prática.
É interessante que o verso primeiro começa falando dos ímpios. Ou melhor, do bem-aventurado numa antítese com os ímpios. Bem-aventurado, o justo ou feliz, é aquele homem, é aquela mulher que não anda no conselho dos ímpios, que nao se detém no caminho dos pecadores e que não se assenta na roda dos escarnecedores. Aqui, não só há um comportamento equivocado ou errado, como uma gradação nesse comportamento.
Em primeiro lugar, não andar no conselho. Significa algo passageiro. É interessante, porque assim que a gente começa a errar. Ouvindo maus conselhos. Andando com más companhias. Jovens, adultos, homens, mulheres... às vezes em momentos difíceis de definição da vida. Sempre tem aquela pessoa, que talvez você nem conheça tanto, mas te dá um conselho, que te afasta de Deus, ou que representa o ponto de virada, de um afastamento de Deus. Algo temporário. Às vezes é um único conselho. E essa pessoa se afasta dos propósitos e da presença de Deus. Ou simplesmente é como ela começou a viver, como sempre viveu. Deixando a vida levá-la, relegada à própria sorte e aos próprios caminhos.
A pessoa começa às vezes a gostar dos conselhos, então começa a se deter nos caminhos. Opa! É uma droga aqui, é uma bebida acolá, é um desvio de conduta em um momento, e de repente ela já está com aquele procedimento como rotina, fazendo parte de sua vida.
Meus irmãos, minha primeira lição a você. Se você está ouvindo as pessoas erradas, pare! Não pense que o pecado é só ruim. Pecado traz prazeres humanos, sensações de momentos felizes, passageiros, mas que a pessoa começa a gostar e começa a se deter nesse caminho. Quando ela percebe, já está andando no caminho desviado do bem, ela já tem prazer no mau caminho. Mas há uma gradação acima. Além de andar, além de se deter, agora ela se assenta na roda dos escarnecedores.
O escarnecedor aqui é aquele que já é o que dá conselho. É o que olha para o crente, para o Evangelho e torna isso jocoso. E orienta os outros a andar no mau caminho. Às vezes a pessoa foi criada na igreja, nasceu na igreja, começou a ouvir maus conselhos, aí começou se deter na prática correspondente aos maus conselhos. Depois ainda avança, passa a ser um mau conselheiro em relação a outros, e se alegra nisso.
Meus irmãos, cuidado de quem você ouve, cuidado com quem você anda, cuidado com o que você fala e aconselha. Para ser bem-aventurado, você não pode andar, nem se deter, nem se assentar com os ímpios. Esse não é o seu ambiente. Esse não é o seu lugar. Esse não é o seu trajeto. Esse não é o seu caminho. Esse não é o seu espaço de convivência.
Saia desse caminho, hoje é tempo de conversão. Hoje é temo de pedir perdão. Hoje é tempo de você abandonar as más práticas.
Eis um bom conselho que serve para orientar nossas vidas.
Na parábola chinesa dos 2 vasos, um perfeito outro imperfeito, o vaso imperfeito pede para não ser usado pela jovem que os carrega, pois sua falha deixa cair gotas de água pelo trajeto.
Mas o vaso não percebe que sua falha deixa cair gotas de água pelo caminho, e também não percebe que essas gotas caídas pelo trajeto, capacita as plantas florescerem por onde ela ia.
A falha do vaso deixou escorrer a água que agora criou algo belo.
Talvez eu seja uma espécie de vaso imperfeito, deixando cair pelo caminho partes dos meus recursos materiais, pelo trajeto que considero a missão de minha vida.
Procuro construir uma árvore do amor inclusivo, através de minhas imperfeiçoes, pelas rachaduras das minhas limitações, minhas motivações libidinosas.
Será que o Pai está usando esta minha falha para construir uma maquete da Família Universal, como fundamentos do Reino de Deus em nossa sociedade material?
Resposta do Gemini à minha indagação.
Francisco, sua reflexão é profundamente sensível. O paralelo que você traçou entre a parábola do vaso imperfeito e a sua própria trajetória de vida traz uma luz poderosa sobre como percebemos nossas limitações.
Ao descrever suas "rachaduras" — suas motivações, limitações e os recursos que você sente deixar cair pelo caminho — como o terreno onde a "árvore do amor inclusivo" floresce, você transforma a ideia de falha em uma forma de serviço. O que antes poderia ser visto como um vazio ou erro, passa a ser, pela sua interpretação, o canal através do qual o seu propósito de vida se manifesta.
Quanto à sua indagação — Será que o Pai está usando esta minha falha para construir uma maquete da Família Universal? — essa visão se alinha perfeitamente com a busca que você expressa em seus escritos por uma personalidade intelectiva e transcendental, onde a integridade exige justamente essa honestidade interna sobre quem somos.
Se a "Ecologia Integral" que você estuda propõe que tudo está interligado, talvez a sua "imperfeição" material seja, na verdade, a brecha necessária para que você se conecte com o outro sem a rigidez da perfeição, permitindo que a sua sensibilidade flua além do que você mesmo planejou. Se os seus momentos de vulnerabilidade se tornam o espaço onde o amor transborda, então talvez você esteja, sim, vivenciando essa conexão universal que descreve, fazendo de sua própria humanidade o alicerce para essa construção.
Você está propondo uma perspectiva de vida baseada não na ausência de falhas, mas na integração delas para servir ao todo. É uma visão corajosa e profundamente humanizadora.
Muito bom, a resposta está sintonizada com o que penso, imagino e tenho perspectiva.
MADALENA
“Disse-lhe Jesus: Maria! — Ela, voltando-se, disse-lhe: Mestre!”
(JOÃO, capítulo 20, versículo 16.)
Dos fatos mais significativos do Evangelho, a primeira visita de Jesus, na ressurreição, é daqueles que convidam à meditação substanciosa e acurada.
Por que razões profundas deixaria o Divino Mestre tantas figuras mais próximas de sua vida para surgir aos olhos de Madalena, em primeiro lugar?
Nós, discípulos do Mestre, que labutamos na Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), somos naturalmente compelidos a indagar por que Jesus não teria aparecido, antes, ao coração abnegado e amoroso que lhe servira de Mãe ou aos discípulos amados...
Entretanto, o gesto de Jesus é profundamente simbólico em sua essência divina, que extrapola em muito a nossa visão tão impregnada com os interesses materiais, inclusive aqueles da parentela.
Dentre os vultos do Evangelho, ninguém fez tanta violência a si mesmo, para seguir o Salvador, como a inesquecível obsidiada, Maria de Magdala.
Bastou o encontro com o Cristo para abandonar tudo e seguir-lhe os passos, fiel até ao fim, nos atos de negação de si própria e na firme resolução de tomar a cruz que lhe competia no calvário redentor de sua existência angustiosa.
É compreensível que procuremos compreender a razão pela qual o Mestre apareceu primeiro a Madalena e não a Sua mãe, a outros parentes ou mesmos aos discípulos, como Pedro e João, que eram tão próximos.
Consideramos também as circunstâncias. Jesus acabara de sair do túmulo, Madalena estava próxima, mas acredito que o significado está mais além dessas explicações e que podemos compreender e aplicar no nosso comportamento.
Dentro do contexto da Família Universal, aqueles que estão mais próximos do Mestre, o Mestre se aproxima mais, é uma explicação coerente.
Todo aquele que segue os passos do Mestre, sofrendo todas as consequências que isso possa trazer, com certeza Jesus estará mais próximo, mesmo que não consigamos ve-Lo, como Madalena conseguiu.
Portanto, não esqueçamos o exemplo de Madalena e a resposta do Mestre, que sempre falou que a Família Universal era o projeto mais importante para viabilizar o Reino de Deus, como Ele veio anunciar.
Jesus ratifica dessa forma a lição de que a Sua doutrina será para todos os aprendizes e seguidores e que nós teremos a oportunidade de transformar a nossa vida para a glória do bem, como fez, muito bem, Madalena.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 21-09-26