Continuando com a digitação do vídeo feito por Francis Schaeffer, da Escola Charles Spurgeon, Teologia com Espiritualidade, Cristo entre o alfa e o ômega, publicado há 9 anos no youtube e registrando 20 mil visualizações em 06-06-2026.
Não acho que teremos outra oportunidade, se não aproveitarmos agora, neste país, repito, pois estamos muito longe do Cristo. Não acho que teremos outra oportunidade como esta que está próxima, se os cristãos especificamente, mas outros que amam a liberdade, mas especificamente, os cristãos, não fizerem algo sobre isso agora. Aí, então, eu não acredito que nossos filhos e netos terão uma nova chance.
No presente, o resultado da última eleição mostra uma prevalência conservadora. Nós temos uma oportunidade, mas devemos lembrar disso no pensamento e agir na prática. Um humanismo conservador não é melhor que um humanismo liberal como os progressistas materiais se debatem. É o próprio humanismo que está errado, não simplesmente a coligação. É Deus que deve estar no centro de nossas vidas.
Portanto, agora é que devemos insistir para as pessoas em nosso governo que nos representam, que saibam que nós somos cristãos e que isso não fique apenas com palavras. Devemos ver a presente oportunidade, e votar naquelas pessoas que estão mais sintonizadas com as leis de Deus. Mostrar que nós queremos ver uma mudança real. Não devemos permitir que falsas narrativas nos deixem sempre presos por meras palavras.
Esta é a verdadeira espiritualidade.
Depois que nós nos tornamos cristãos, aceitamos Cristo como nosso Salvador, e significa que Cristo é o Senhor de toda a nossa vida e não apenas de nossa vida religiosa.
Se você, cristão, cria uma dicotomia nestas coisas, você está negando ao Senhor o seu lugar de direito, e não importa quantas horas de academia ou de púlpito você tenha em seu currículo, você é pobre espiritualmente.
A verdadeira espiritualidade significa que o Senhor Jesus Cristo é o Senhor de toda a vida. Exceto pelas coisas que Ele especificamente nos disse na Bíblia que são pecaminosas. Portanto nós a retiramos, tirando isso, toda vida é espiritual. Isso inclui, como os nossos antepassados fizeram, defender a liberdade e lutar pela vida humana. Todas essas questões são cruciais, se de fato este Deus vivo existe, como sabemos que Ele existe.
Nós esquecemos de nossa herança. Muitos dos cristãos gostam de saber sobre os antigos avivamentos e nos dizem que devemos ter um outro avivamento. Precisamos de outro avivamento. Você e eu precisamos de avivamento.
Precisamos de um avivamento constante em nossos corações, mas nos esquecemos de alguma coisa, a maioria dos cristãos se esqueceram de algo, e a maioria dos pastores se esqueceram de algo.
Esse é o fator definidor de cada avivamento, se foi um avivamento verdadeiro, quer seja o grande avivamento antes da Revolução Americana, quer sejam os grandes avivamentos da Escandinávia, quer seja os de Wesley e Whitefield, onde quer que você tenha encontrado um grande avivamento, ele sempre teve três partes.
Primeiro, é necessário o indivíduo aceitar o Cristo como Salvador, e felizmente, em todos esses que mencionei, milhares foram salvos.
Segundo, é necessário o cristão curvar seu coração diante de Deus e realmente deixar o Espírito Santo ter o seu lugar em plenitude em sua vida.
Terceiro, sempre houve em cada avivamento um terceiro elemento, uma grande mudança social.
Teólogos e historiadores de Cambridge contam que, se não fossem os cristãos, pelos avivamentos que promoveram as mudanças sociais na Inglaterra teria tido a sua própria forma sangrenta da Revolução Francesa.
Checou o momento do Brasil, escolhido pelas Forças do Alto para ser o Coração do Mundo e a Pátria do Evangelho, de fazermos o nosso Avivamento Cristão, libertar o país das Trevas e nossos irmãos de boa índole, sair da hipnose do demônio.
Este trecho do discurso do pastor Francis Schaeffer foi adaptado para a situação do Brasil em tempos de eleição, de definição de para onde vai a nossa vida, principalmente daqueles que estão sintonizados com a palavra de Deus.
O ARADO
“E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus.”
(Lucas, 9:62)
Aqui, vemos Jesus utilizar na edificação do Reino Divino um dos mais belos símbolos.
Efetivamente, se desejasse, o Mestre criaria outras imagens. Poderia reportar-se às leis do mundo, aos deveres sociais, aos textos da profecia, mas prefere fixar o ensinamento em bases mais simples.
O arado é aparelho de todos os tempos. É pesado, demanda esforço de colaboração entre o homem e a máquina, provoca suor e cuidado e, sobretudo, fere a terra para que produza.
Constrói o berço das sementeiras e, à sua passagem, o terreno cede para que a chuva, o sol e os adubos sejam convenientemente aproveitados.
É necessário que nós, em família, como discípulos sinceros do Divino Cultivador, tomemos suas lições, abraçando-se ao arado da responsabilidade, na luta edificante, sem dele retirar as mãos, de modo a evitar prejuízos graves à “terra de si mesmo”.
Meditemos nas oportunidades perdidas, nas chuvas de misericórdia que caíram sobre nós e que se foram sem qualquer aproveitamento para nosso espírito, no sol de amor que nos vem vivificando há muitos milênios, nos adubos preciosos que temos recusado, por preferirmos a ociosidade e a indiferença.
Aqui nesta casa observamos isso. Duas pessoas pegam com afinco o arado do trabalho, um dentro do comércio, outro dentro da residência. Observamos o esforço físico de cada um, o cansaço que lhe atinge o corpo já danificado pela idade, mas não largam seus arados, não olham para trás.
Enquanto isso temos crianças e adolescentes dentro da casa, usufruindo dos esforços que eles fazem. É justo que fiquem ociosos apenas preocupados com suas necessidades de aprendizagem e lazer? Por que não podem pegar um pouco em seus arados?
Examinemos tudo isto e reflitamos no símbolo de Jesus. Um arado promete serviço, disciplina, aflição e cansaço; no entanto, não se deve esquecer que, depois dele, chegam semeaduras e colheitas, pães no prato e geladeiras guarnecidas.
Rua Atol das Rocas em 22-10-26
Encontrei um novo texto que aborda a questão do Manifesto Cristão por um novo ângulo, que coloco aqui para a reflexão dos meus leitores.
Um Manifesto Cristão
Dr. Rousas John Rushdoony
1. Soberania é um atributo de Deus somente, não do homem ou do Estado. Deus somente é Senhor ou Soberano sobre todas as coisas; sobre o Estado, a escola, família, vocações, a sociedade e tudo o mais.
2. A Bíblia foi dada como o direito comum de homens e nações e durante a maior parte da história dos Estados Unidos ela foi de fato o direito comum, como declarou Justice Story.
3. A salvação não se dá mediante a política, educação, a igreja, ou qualquer outra agência ou pessoa, mas somente por meio de Jesus Cristo nosso Senhor.
4. O mito de Maquiavel, que, pelo controle do Estado no topo, homens maus podem fazer uma boa sociedade, está na raiz da nossa crise cultural e colapso crescente. Uma boa omelete não pode ser feita com ovos podres. Homens verdadeiramente redimidos são necessários para uma boa sociedade.2
5. Governantes civis que governam sem o Senhor e a sua lei não são, como disse Agostinho, diferentes de uma máfia, mas apenas mais poderosos.
6. O Estado não é o governo, mas apenas uma forma de governo entre muitas, as outras sendo o autogoverno do homem cristão, a família, a escola, a igreja, as vocações e a sociedade. O Estado é o governo civil, um ministro da justiça.
7. O Estado equiparar-se ao próprio governo é tirania e perversidade.
8. O homem cristão é o único homem verdadeiramente livre em todo o mundo, e ele é chamado a exercer domínio sobre toda a terra.
9. Humanismo é o caminho para a morte e é a essência do pecado original, ou o homem tentando ser o seu próprio deus.
10. Todos os homens, coisas e instituições devem servir a Deus, ou serem julgados por ele.
Fonte: Roots of Reconstruction, p. 1114-1115. Publicado originalmente em Chalcedon Report no 225, abril de 1984.
E-mail para contato: felipe@monergismo.com. Traduzido em novembro/2010.
Rushdoony não endossava simplesmente substituir os “homens maus” por “homens piedosos” no topo de uma sociedade controlada pelo Estado. O conceito de teocracia de Rushdoony não era uma forma centralizada de poder nas mãos de líderes religiosos. Ele escreveu: “Poucas coisas são mais comumente mal entendidas do que a natureza e o significado da teocracia. Ela é comumente assumida ser um governo ditatorial por homens autonomeados que alegam governar em nome de Deus. Na realidade, na lei bíblica teocracia é a coisa mais próxima que se pode ter de um libertarianismo radical” (Roots of Reconstruction, p. 63).
Monergismo.com – “Ao Senhor pertence a salvação” (Jonas 2:9)
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Hoje completo meus 74 anos de idade. O Eu, Espírito, que habita o meu corpo, usa a memória para lembrar de todos os detalhes possíveis de minha trajetória. Desde criança, bem pequenina, cerca de 6 meses de idade, sentado sobre uma mesa de madeira em minha casa e engasgado com uma espinha de peixe; depois os tempos de minha educação a partir dos 5 anos, com minha avó, trabalhando com ela em seu bordel e nas ruas vendendo confeitos e estudando na escola do Padre Penha, sendo escoteiro sob sua orientação: “Sempre Alerta” era nosso lema. Visitava a casa da minha mãe onde sentia mais liberdade e até certa proteção com o seu atual companheiro, que apesar de alcoólico, tomava a minha defesa com destemor. Lembro dos amigos com os quais sintonizava, das meninas que queria namorar, mas minha inibição impedia; lembro dos sonhos alimentados pelas revistas em quadrinhos, das dúvidas que vinham a minha cabeça e que eu tinha medo de perguntar... meu corpo sempre mantido saudável pelo constante trabalho se desenvolvia sem atropelo.
Aos 18 anos dei o meu “grito” de liberdade, de autonomia. Resolvi vir sozinho para Natal, servir a Marinha do Brasil, rejeitando a vinda da minha avó que queria me acompanhar, me proteger e me guiar, como ela sempre tentava fazer, ao seu modo, claro. Ao chegar em Natal e ingressar na Escola de Formação de Marinheiros, entrei em novo mundo, cheio de inibições e dificuldade de fazer relacionamentos. Mergulhei nos estudos e fiquei entre os 10 melhores classificados, que poderiam escolher onde queriam servir. Escolhi o Hospital Naval de Natal. Neste espaço institucional continuava os meus estudos e o meu trabalho, como acontecia quando eu morava em Macau com minha avó. Foi neste espaço que me aproximei com mais vigor de igreja evangélica, conheci a minha primeira esposa e consegui entrar no curso de medicina, depois de várias tentativas frustradas em outros concursos. Fazendo esta reflexão agora, vejo com mais clareza a mão de Deus colocando os caminhos que eu poderia seguir de acordo com os meus talentos e intenções.
Aos 23 anos, em 1975, ingressei no curso médico na UFRN. Deixei a Marinha, abri um comércio e dei aulas em colégios públicos para complementar a renda que havia perdido da Marinha, além do Governo Militar da época me conceder um crédito educativo para ser pago após o curso. Mas o Pai, como reconheço agora, tinha outros projetos para mim, compatível com o que Ele sondava em meu coração. Ser o artífice da família universal, acima da família nuclear e família ampliada, sem descuidar delas. Para isso acontecer, eu teria que sair dos princípios rígidos do casamento, da fidelidade conjugal, do amor exclusivo. Para isso se realizar Ele jogou a força dos instintos do Beemote contra os valores éticos que eu estava absorvendo das lições de Cristo. Realmente, o Pai tinha razão quando apostou em mim. Chegou o ponto crítico onde fiz a transposição mental, do amor exclusivo para o amor inclusivo, mas colocando dentro dessa mudança a principal lei que Jesus ensinou: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Assim, as mulheres que se aproximavam de mim, conforme a vontade do Pai, poderiam ser incluídas nesta Árvore do Amor Inclusivo, que eu as consideraria como ramos capazes de produzir frutos com a seiva divina correndo através do meu tronco. Essas mulheres não seriam minha propriedade para atender os meus desejos sexuais, mesmo que isso fosse possível se obedecesse a principal Lei, de trazer benefícios e não malefícios para o próximo.
Hoje, aos 74 anos, vejo a passagem do mEu Espírito por este corpo dado por Deus para ser o mEu veículo. Tenho responsabilidade com ele como tenho pelo carro que dirijo pelas estradas. Ele nasceu para este mundo em 1952 e a partir daí o mEu Espírito passou a aprender e agir neste mundo para me aproximar do Pai no meu retorno para a pátria espiritual. Agora estou colocado no centro das discussões cristãs, dentro das igrejas católicas, evangélicas e espíritas. Tenho uma companheira que conhece o meu principal projeto de vida e se esforça para participar da minha Árvore do Amor Inclusivo, não como uma imposição, mas por saber que é um projeto de Deus e que está acima de qualquer preconceito que possamos ter com qualquer pessoa. Na UFRN desenvolvo os projetos direcionados para os valores espirituais, tanto na graduação quanto na extensão.
O Pai mandou um aviso para mim através de uma amiga que me presenteou um livro, Panorama da Bíblia, que informa o nascimento de Abrão, o pai da fé, ter nascido no ano de 1952 antes de Cristo. E foi aos 75 anos que ele recebeu o comando do Senhor para sair da sua terra em busca de outra, mais adequada aos seus filhos, aqueles que o reconhecem como pai e que querem fazer a Sua vontade, formando grandes nações. Como eu nasci no ano de 1952 depois de Cristo, e faço 75 anos no próximo ano, tempo que deverei sair oficialmente dos cargos que tenho na UFRN, devo esperar do Pai um comando para seguir. Qual será?
A COROA
“E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça.” (MARCOS, capítulo 15, versículo 17.)
Quase incrível o grau de invigilância da maioria dos discípulos do Evangelho, na atualidade, ansiosos pela coroa dos triunfos mundanos.
Desde longo tempo, as Igrejas do Cristianismo deturpado se comprazem nos grandes espetáculos, através de enormes demonstrações de força política.
E forçoso é reconhecer que grande número das agremiações cristãs, ainda tão crentes em Deus, mas perante o mundo, tendem às mesmas inclinações para os triunfos mundanos.
Individualmente, aqui na Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), pretendemos o bem-estar, o caminho sem obstáculos, as considerações honrosas do mundo, o respeito de todos, o fiel reconhecimento dos elevados princípios cristãos que estamos aplicando em nossa vida, por parte dos estranhos, aqueles que não nos conhece na intimidade, que podem até nos ver como inimigos.
Quando essa bagagem de facilidades e de amor abnegado não são reconhecidos como serviço edificante, podemos nos sentir perseguidos, contrariados, desditosos.
Mas... e o Cristo? Não bastaria lembrar o quadro da coroa de espinhos sobre a cabeça daquEle que durante a vida só nos trouxe cura, verdade e esperança? Isso não serviria para atenuar a nossa ansiedade, desgosto, inquietação? Lembrando que Jesus, muito mais Divino do que nós, recebeu uma desdita muito maior que a nossa?
Naturalmente que o Mestre trazia consigo a Coroa da Vida; entretanto, não quis perder a oportunidade de revelar que a coroa da Terra ainda é de espinhos, de sofrimento e trabalho incessante para os que desejem escalar a montanha da Ressurreição Divina.
Ao tempo em que o Senhor inaugurou a Boa Nova entre os homens, os romanos coroavam-se de rosas; os judeus coroavam-se de legalidade bíblica, mas, Jesus nos deu a sublime lição, para nos fazer entender que nós, seus discípulos fiéis, deveríamos contar com distintivos de outra natureza.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 19-10-26