Para nossa reflexão irei digitar aqui o Hino Evangélico, “Não Pare”, que o You Tube colocou à minha frente logo que acordei, como uma advertência das Forças do Alto com as quais estou engajado, e com certeza servirá para a reflexão dos meus leitores que com essas Forças também estejam engajadas ou simplesmente sintonizadas, a espera de começar a ação.
Não Pare
Amanheceu
Nada pesquei
Parecia ser apenas mais um dia
Como qualquer outro
Estava cansado
Sem forcas, desanimando
Decidido a largar tudo e parar
Deus conhece tua estrutura
Sabe o que está fazendo
Mesmo que seja dificil
Não pares, Ele está vendo
Colheu todas tuas lágrimas
E mandou a ti falar
Pegue o que Ele te entregou
E volte para o mar, que é o teu lugar
Quem mandou largar a rede?
Quem mandou você parar?
Volte para o mar alto
No lugar da tua vergonha
Eu vou te honrar
(bis)
Filho, Eu vou te honrar.
Não parece uma mensagem clara do Pai aos filhos que querem fazer a Sua vontade e se sentem cansados e desestimulados?
Afinal, o Espírito Santo se manifesta de diversas formas, em todas as circusntâncias em que um coração sintonizado possa fazer Sua recepção, além dos preconceitos e intimidações.
A REGRA ÁUREA
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” — Jesus.
(MATEUS, capítulo 22, versículo 39.)
Incontestavelmente, muitos séculos antes da vinda do Cristo já era ensinada no mundo a Regra Áurea (Regra de Ouro), trazida por embaixadores de Sua sabedoria e misericórdia.
Importa esclarecer, todavia, que semelhante princípio era transmitido com maior ou menor exemplificação de seus expositores.
Diziam os gregos: “Não façais ao próximo o que não desejais receber dele.”
Afirmavam os persas: “Fazei como quereis que se vos faça.”
Declaravam os chineses: “O que não desejais para vós, não façais a outrem.”
Recomendavam os egípcios: “Deixai passar aquele que fez aos outros o que desejava para si.”
Doutrinavam os hebreus: “O que não quiserdes para vós, não desejeis para o próximo.”
Insistiam os romanos: “A lei gravada nos corações humanos é amar os membros da sociedade como a si mesmo.”
Na antigüidade, todos os povos receberam a Lei de Ouro da magnanimidade do Cristo.
Profetas, administradores, juizes e filósofos, porém, procederam como instrumentos mais ou menos identificados com a inspiração dos planos mais altos da vida.
Suas figuras apagaram-se no recinto dos templos iniciáticos ou confundiram-se na tela do tempo em vista de seus testemunhos fragmentários.
Com o Mestre, todavia, a Regra Áurea é a novidade divina, porque Jesus a ensinou e exemplificou, não com virtudes parciais, mas em plenitude de trabalho, abnegação e amor, na claridade das praças públicas, revelando-se aos olhos da Humanidade inteira.
Nós da Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM) procuramos cumprir esta Regra de Ouro, conforme Jesus nos ensinou, na teoria e na prática.
Cada um de nós com nossos talentos procuramos alcançar a plenitude do trabalho que nos compete, com abnegação e amor.
Além de fazer a bondade com abnegação para crianças (como agora com a festa das crianças que estamos organizando), adultos (como conquistar a sede própria que estamos empenhados) e idosos (como o convite que fazemos a tantos aposentados para que sejam trabalhadores em nossa seara), devemos ensinar a Regra Áurea com o nosso exemplo, como o Cristo fazia, pois assim teremos oportunidade de encontrar pela frente novas mãos que irão receber o bastão de nossa missão cristã, até que formemos a família universal como base para o Reino de Deus, como Jesus assim anunciava.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 06-10-25
Todos estamos seguindo conforme a lei da evolução que se aplica a todo o universo. Da mesma forma que obedecemos a lei da gravidade conforme qualquer mundo como a Terra que viemos ocupar, ninguém vai cair para cima em circunstâncias normais, naturais, da mesma forma que ninguém vai evoluir para trás.
Essa evolução natural é o que podemos chamar de progressismo material, a forma de nos desenvolvemos dentro da Natureza, da mesma forma que iremos sofrer o peso dos nossos corpos, a sua diferença, conforme estejamos caminhando sobre a Terra, sobre Júpiter ou sobre a Lua.
Seguindo o progressismo da natureza material iremos evoluir nossos corpos desde a matéria nos seus estágios mineral, vegetal e animal. No estágio animal vamos evoluir de uma etapa instintiva até uma etapa racional, onde nos encontramos.
Refletimos racionalmente que este progressismo material onde estamos incluídos vai nos levar fatalmente a morte do corpo físico, por sua decadência, falência fisiológica. Poderíamos viver indefinitivamente dessa forma, seguindo o aperfeiçoamento do nosso corpo, obedecendo a lei do mais forte, do mais adaptável às circunstâncias imediatas, como acontece com todos os seres vivos, biológicos. Isso implica que iremos ocupar uma das duas cadeias alimentares para a sobrevivência como carnívoros, veganos ou derivados, por exemplo. Assim podemos ser, num momento o predador de outro ser vivo e noutro momento ser a sua presa. Isso tanto vale para os seres unicelulares como os vírus e bactérias, ou pluricelulares como nós, os animais.
O nosso racional vai evoluir sempre no sentido de fortalecer e ampliar o nosso poder para controlar a vida de outros seres vivos, explorando-os até o abate (vacas, carneiros, porcos, etc.) ou até a exaustão do nosso próximo pela escravidão das correntes humilhantes ou dos impostos indecentes. Tudo isso para que sejam beneficiados os nossos gens pessoais, da nossa família ou de nossos amigos/comparsas, que num determinado momento atendem aos nossos propósitos.
Esse progressismo material, animal, que nos leva fatalmente a morte do corpo físico, corresponde a uma sentença de morte física, de desaparecimento, de deixar de existir. Para evitar isso, instintivamente, passarei a contribuir obrigatoriamente com outra pessoa, com percentagem iguais (50%) para a formação de outro corpo (filho) derivado do nosso. E assim segue a nossa evolução material, nosso progressismo animal.
Acontece que existe outra realidade dentro da Natureza que a nossa capacidade intelectiva, racional, material, animal, suspeita mas não consegue concluir por sua existência e importância primordial.
Sendo o nosso intelecto incapaz de alcançar essa conclusão lógica, seria necessário que surgisse uma inteligência superior, vinda diretamente dessa dimensão transcendental, primordial, onde existem as hierarquias criadoras da existência.
Este Ser que surgiu entre nós com esta missão divina de nos revelar o Caminho da Verdade que pode nos levar à Vida eterna, mostra que dessa forma não iremos morrer, desaparecer, com a morte do corpo físico. A consciência que gerenciava o corpo físico se transporta para a dimensão espiritual quando acontece a morte para seguirmos sempre até a sintonia mais perfeira possível com o Criador, como aconteceu com Jesus de Nazaré, o Cristo de Deus.
Dessa forma, podemos considerar Jesus como o Salvador de nossas almas, que com o sacrifício do próprio corpo nos deixou essa lição tão importante para podermos progredir principalmente por esse caminho espiritual. Mesmo como vivente nesta dimensão material tenhamos que cumprir o progressismo material, não podemos deixar que esse caminhar material não venha a ser a prioridade e que destrua o caminho espiritual em direção à Deus.
Hoje se comemora o dia de São Francisco. Lembro que minha vida foi salva por inrtercessão de minha família junto a ele, no parto de minha mãe. Sendo eu o primeiro filho e que não estava passando pelo canal do parto. Ele operou o milagre da minha vinda à luz e por este motivo, hoje adulto e reconhecendo o que ele fez por mim, penso que além do cumprimento da promessa feita por minha família de deixar o meu nome associado ao dele, eu devo fazer alguma coisa especial, neste dia, como uma forma de agradecimento pontual.
Sei que devo honrar o seu modo de vida, procurando seguir os passos de Jesus com toda honestidade e energia possível. Isso eu acredito que esteja fazendo, de procurar seguir os passos do Mestre, mesmo que eu não faça exatamente o que o santo da cidade de Assis fez
O meu caminho tem algumas diferenças, mas todas sintonizadas com a vontade do Pai, como Jesus fazia, mas conforme a lei de Deus instalada em minha consciência. Tenho o foco de ajudar os pobres e necessitados, usando o potencial que os ricos e bem aquinhoados podem oferecer dentro do pensamento cristão de cada um.
Portanto, não estou desposando a pobreza como ele fazia, mas pratico a caridade dentro de um trabalho voluntário com o uso dos talentos que Deus colocou à minha disposição.
Procuro respeitar Natureza e os Animais como ele fazia, que chegou a ser o padroeiro da ecologia e dos animais. Busco a paz e a simplicidade, procurando seguir a oração que ele deixou conosco, fazendo de si um instrumento da vontade de Deus.
Apesar desta sintonia que percebo ter com o santo da minha gratidão, mesmo assim o meu caminho tem o foco na formação da família universal como base para a construção do Reino de Deus.
Isso leva o meu comportamento a se confrontar com a cultura coletiva, mesmo sendo inspirada pelo Evangelho. Sei que procuro fazer a vontade de Deus com a honestidade de princípios, mesmo tendo a minha motivação sendo dinamizada pelos impulsos instintivos da minha origem animal.
Estou agindo dentro do progressismo espiritual completamente ciente que após a morte do corpo físico estarei adentrando a dimensão espiritual com todos os bens ou males que eu tenha praticado. Do balanço entre essas duas semeaduras colocarei tudo dentro do meu arcabouço espiritual que irei usar para administrar um novo corpo.
Esta é a mimha compreensão da missão colocada em minha consciência pelo Pai e que eu aceitei para fazer do meu corpo instrumento da vontade divina, e para isso vouo precisar de todas as Forças do Alto, onde nelas estará também a presença do meu bemfeitor, e para isso continuo rogando a sua proteção.
Obrigado, São Francisco, por sua intercessão junto ao Pai, para a minha vida, para o cumprimento de minha missão.
\ Peço permissão ao ilustre autor, C. S. Lewis, neste dia dedicado ao escritor (25-07) para conversar com ele através do seu livro CRISTIANISMO PURO E SIMPLES, com tradução: Álvaro Oppermann e Marcelo Brandão Cipolla; revisão de tradução: Luiz Gonzaga de Carvalho Neto e Marcelo Brandão Cipolla; revisão técnica: Omar de Souza.
Sei que parece injusto com o autor, pois posso contesta-lo em suas afirmativas e ele não pode me contestar em troca. Mas confio que meus leitores, mesmo que poucos, tenham a devida lógica de não deixar impune minhas ousadias inconvenientes, sem propósito ou simplesmente inócuas, ignorantes.
Vamos seguir a ordem que ele definiu no contexto do livro.
Livro I
O CERTO E O ERRADO COMO CHAVES PARA A COMPREENSÃO DO SENTIDO DO UNIVERSO
Livro I - O certo e o errado como chaves para a compreensão do sentido do universo. 1. A lei da natureza humana - 2. Algumas objeções - 3. A realidade da lei - 4. O que existe por trás da lei - 5. Temos motivos para nos sentir inquietos.
Prefácio
O conteúdo deste livro foi originalmente divulgado na forma de programas de rádio antes de ser publicado em três volumes separados1: Broadcast Talks (1942), Christian Behaviour (1943) e Beyond Personality (1944).
Nas versões impressas, fiz pequenos acréscimos àquilo que falei ao microfone; mas, em linhas gerais, mantive o texto tal como fora ao ar. Na minha opinião, uma "conversa" pelo rádio deve manter-se o mais próxima possível da linguagem oral e não deve soar como um ensaio acadêmico lido em voz alta.
Em meus programas, portanto, empreguei todas as contrações e coloquialismos usados nas conversas cotidianas. Nas edições impressas, reproduzi este modo de falar, usando don't e we've em vez de do not e we have.
E toda vez que, nos colóquios radiofônicos, eu sublinhara a importância de uma palavra com o tom de voz, publiquei-a em itálico. Hoje, tendo a pensar que isso foi um erro — um híbrido indesejável entre a arte da fala e a da escrita.
Um palestrante deve usar a variação da voz como instrumento de ênfase, pois esse método é próprio ao meio de comunicação empregado. Já um escritor não deve utilizar os itálicos para esse fim. Ele dispõe de meios próprios e diversos de frisar as palavras-chave, e deve usá-los.
Na presente edição, desfiz as contrações e substituí a maior parte dos itálicos, reformulando as frases em que apareciam: espero que, mesmo assim, a obra não tenha perdido o tom "popular" ou "familiar" que desde o início pretendi dar-lhe.
Também fiz cortes e acréscimos em partes da obra cujo tema julguei compreender melhor hoje do que há dez anos, ou onde sabia que a versado original não fora compreendida pelo público.
O leitor deve saber desde já que não oferecerei ajuda a ninguém que esteja hesitante entre duas denominações cristãs. Não sou eu que vou lhe dizer se você̂ deve seguir a Igreja Anglicana, a Católica Romana, a Metodista ou a Presbiteriana. Essa omissão é intencional (mesmo na lista que acabei de elaborar, a ordem é alfabética).
Não faço mistério a respeito da minha posição pessoal. Sou um simples leigo da Igreja Anglicana e não tenho preferência especial nem pela Alta Igreja, nem pela Baixa, nem por coisa alguma.
Neste livro, porém, não busco converter ninguém à minha posição. Desde que me tornei cristão, penso que o melhor serviço, talvez o único, que posso prestar a meus semelhantes incrédulos seja explicar e defender a fé comum a praticamente todos os cristãos em todos os tempos.
Tenho várias razões para pensar assim. Em primeiro lugar, as questões que dividem os cristãos entre si quase sempre envolvem pontos da alta teologia ou mesmo de história eclesiástica, que devem ser tratados apenas pelos verdadeiros conhecedores da matéria.
Vadeando nessas águas profundas, eu não poderia ajudar a ninguém; antes, teria de ser ajudado. Em segundo lugar, penso que se deve admitir que a discussão dos pontos disputados não contribui em nada para trazer para o âmbito cristão uma pessoa de fora.
Enquanto nos ocuparmos em escrever e discutir sobre estes temas, estaremos fazendo mais para impedir essa pessoa de ingressar em qualquer comunidade cristã do que para trazê-la para a comunidade à qual pertencemos.
Nossas divisões só devem ser discutidas na presença dos que já chegaram a acreditar que existe um único Deus e que Jesus Cristo é seu único Filho.
Por fim, tenho a impressão de que mais e melhores autores se engajaram no debate desses temas controversos do que na defesa daquilo que Baxter chamou "cristianismo puro e simples". A parte que me coube é a mais modesta, mas é também aquela em que penso poder dar a melhor contribuição. A decisão de segui-la foi natural.
Pelo que sei, foram esses os meus únicos motivos, e ficarei grato se as pessoas se abstiverem de fazer especulações fantasiosas sobre o meu silêncio a respeito de certos temas em que há desavença.
Este trabalho do Lewis tem certa semelhança com o que estou praticando há mais de 10 anos. Eu faço textos que publico de forma tímida em meu diário neste site do Recanto das Letras, e que tem o potencial de ser publicado como estes que agora por Lewis são recolhidos de sua publicação original nos colóquios radiofônicos. O tema central entre nós é o Cristianismo, sendo o trabalho de Lewis mais focado e mais profundo e o meu mais disperso e mais superficial nos diversos temas que abordo, mas todos procurando seguir a essência dos ensinamentos do Cristo, sem defender nenhuma forma de religião em detrimento das outras, e sempre procurando realçar o que encontro de positivo em cada uma delas.