Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
29/08/2026 00h01
FOCO DE LUZ - PREFÁCIO

            Quando encontramos a sintonia com o Pai, por menor que seja, o Espírito Santo começa a iluminar a nossa vida, intuir em nossa mente o Caminho da Verdade, mesmo que no momento não encontremos o devido sentido, à medida que o tempo passa, tudo vai se revelando como o propósito que Deus tem para cada um dos Seus filhos.



            Foi assim que aconteceu comigo há 16 anos. Reunido com colegas que trabalhavam comigo no Hospital Psiquiátrico, que procuravam trazer uma solução para os problemas que afligiam a comunidade, principalmente o uso e tráfico de drogas, as dependências químicas, foi aí que Deus, sondando o meu coração e vendo onde eu estava situado profissionalmente, dentro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), no Departamento de Medicina Clínica (DMC) onde ensino a Disciplina de Psiquiatria, aos alunos da graduação em Medicina, intuiu para que eu criasse um Projeto de Extensão Universitária, o Projeto Foco de Luz.



            Foi dessa maneira que entrei pela primeira vez na comunidade, em busca de pessoas que tivessem interesse no trabalho comunitário, que também estivessem sensibilizados para conduzir esse projeto Foco de Luz, servindo as pessoas com necessidades, principalmente aquelas atingidas pela dependência química.



            Mais uma vez o Espírito Santo nos aproximou de pessoas significativas que até hoje permanecem junto conosco, formando a parceria comunidade-Universidade. Formamos em seguida a Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM) e a Cooperativa de Resíduos sólidos (Coopetrec), no âmbito da comunidade; no âmbito da Universidade, criamos as disciplinas optativas de Medicina, Saúde e Espiritualidade e a disciplina de Personalidade: Formação e Ação.



            Neste ano estamos procurando levar à comunidade de forma mais consistente, na forma de Podcasts, as informações do que estamos realizando em nome do Senhor, para o Senhor, com a colaboração fraterna de quantos Ele encaminha para nós, para participarmos de nossas reuniões no Conselho Consultivo, que criamos dentro do Projeto Foco de Luz, para seguir de LUZ evangélica dentro de nossas diversas ações materiais, quer seja, principalmente na AMA-PM, na coopetrec, dentro de nossa comunidade, adjacências e como um fermento jogado no meio social para a formação do Reino de Deus.



            Formamos uma parceria com o Jornal AgoraRN para a produção mensal de um tema dentro do nosso projeto acadêmico/comunitário/espiritual, informando com a ajuda dos nossos diversos parceiros, acadêmicos, comunitários ou eclesiásticos.



            Agora, procuramos consolidar todas estas primeiras informações com a produção de um livro, com a parceria da Universalidade da Bíblia, e assim, jogar nossas sementes de forma mais ampla e consistente pelos diversos terrenos criados pelo Pai e onde tiver bem adubado, que seja também aí a germinação de novos projetos solidários com os princípios divinos e assim procurarmos trazer a fraternidade do Reino dos Céus até o conjunto da nossa humanidade.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 29/08/2026 às 00h01
 
28/08/2026 00h01
ROBIN HOOD

            “Não podemos pagar boa sorte com má vontade. É um convite à escuridão.”



            Esta foi uma frase que me chamou ao assistir o filme “Robin Hood”, em 15-08-26, disponibilizado pela Netflix. Era um soldado, Robin Longstride, da tropa de Ricardo Coração de Leao, rei da Inglaterra, que fora morto em combate. Ele fora tirado do castigo imposto pelo rei e frustrara uma emboscada que era dirigida para a morte do rei, se ele ainda estivesse vivo. O cavaleiro filho de sir Walter Loxley, que iria entregar a coroa do rei, foi morto na emboscada e antes de falecer conseguiu dar sua espada ao soldado Robin que junto com seus amigos enfrentaram os assaltantes, e fez proteger que ele a entregaria ao seu pai.



            Aqui está o sentimento de boa sorte que este soldado refere na sua frase, pois consegue uma pequena fortuna com o que arrecadou com os soldados mortos e ainda conseguiram sair com vida depois da entrega da coroa à rainha-mãe. Agora ele sentia que devia ter a boa vontade com essa boa sorte e entregar a espada conforme prometido ao agonizante filho do Sir Walter Loxley.



            Robin entrega a espada ao Sir Walter, que está cego, mas reconhece certa hombridade no cumprimento da sua promessa. Faz um acordo para ser considerado como seu filho para dar a devida sustentação legar a esposa do falecido, Marion.



            “Lutem, e lutem novamente, até cordeiros virarem leões.”



            Esta era a inscrição colocada no punho da espada que Robin levava e que Sir Walter explicou o significado. Era a ideia do próprio pai de Robin, que era pedreiro, certamente integrante da Maçonaria, que dizia da necessidade mútua de reis e de súditos, mas que a espada poderia corrigir injustiças, já que a ideologia cristã, da fraternidade e justiça social não era respeitada.



            “... do país cujas fundações sejam os direitos da liberdade de todo o povo!



            Sir Walter recebe a notícia de que as comunidades estão sendo queimadas como forma de extorquir o povo com impostos escorchantes, de manter o poder pela força eliminando a vontade dos cidadãos... que era a hora da luta, de lutar até os cordeiros se transformarem em leões.



            Fiquei a refletir se eu também não deverei ter a boa vontade com Deus, o meu Pai, Criador, que tantos talentos me deu, saúde e capacidade de discernimento. Sei que Ele como Pai deseja que todos os Seus filhos evoluam em Sua direção e que os mais fortes amparem os mais fracos, que os que erram seja corrigidos pelos que continuam no caminho correto, da verdade e da justiça.



            Sim, é isso que a minha consciência aponta fazer, apesar de minhas dificuldades, mas com certeza o Pai, que sonda o meu coração, irá me ajudar neste propósito.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 28/08/2026 às 00h01
 
27/08/2026 00h01
DIÁLOGO DE JESUS COM LÁZARO

            Na série The Chosen, T4:E7, “O último sinal”, tem um diálogo de Jesus com Lázaro, após a ressurreição deste, que é importante para nossa reflexão.

 

 

            - Jesus – Bom, você certamente está bem melhor.

 

 

 

 

            - Lázaro – Obrigado. Eu achei que ficaria revigorado depois de uma soneca de quatro dias.

 

 

 

 

            - Quatro dias de sono.

 

 

 

 

            - Mas não foi assim. Eu sei disso. Por que você fez isso?

 

 

 

 

            - Eu deveria ter previsto as perguntas.

 

 

 

 

            - É sério. Por que eu?

 

 

 

 

            - Não foi tanto “quem”, mas “quando”. Ainda bem que foi você, é claro.

 

 

 

 

            - Eu não entendo.

 

 

 

 

            - Estou sem tempo, Lázaro. Este foi o último.

 

 

 

 

            - O último o quê?

 

 

 

 

            - O último sinal público.

 

 

 

 

            - Você não fará mais grandes milagres?

 

 

 

 

            - Não deste lado do...

 

 

 

 

            - Deste lado do?...

 

 

 

 

            - Tenho uma confissão.

 

 

 

 

            - Você não fez nada de errado.

 

 

 

 

            - Não uma confissão de pecado. Algo para reconhecer que você não sabe.

 

 

 

 

            - Certamente não tem fundamento isso.

 

 

 

 

            - As suas irmãs enviaram a notícia de sua doença para nossa estalagem em Pereia, antes do final da festa.

 

 

 

 

            - Eu pedi para não fazerem isso.

 

 

 

 

            - Mesmo assim, eu não vim para Betânia imediatamente. Eu tinha algo para fazer, um sermão para pregar em Jerusalém.

 

 

 

 

            - No templo? E como foi?

 

 

 

 

            - Além da tentativa de apedrejamento dos líderes? Acho que melhor do que o esperado.

 

 

 

 

            - Apedrejamento? Acho que você não está mais se contendo.

 

 

 

 

            - Não. Eu não posso. A minha hora chegou. O que tentaram fazer ontem, logo conseguirão fazer.

 

 

 

 

            - O apedrejamento ou a prisão?

 

 

 

 

            - Você vai ver.

 

 

 

 

            - Não, não. Espera! Não faça isso comigo de novo.

 

 

 

 

            - Lázaro, por favor, só me ouça. A espera, os quatro dias que suas irmãs ficaram de luto e sofreram... quero que saiba que não foi por crueldade...

 

 

 

 

            - Nunca pensaria isso de você.

 

 

 

 

            - Mas para que a glória de meu Pai fosse revelada a todos no que aconteceu hoje. Foi doloroso para mim observar os que sofreram com isso. Ainda mais doloroso saber que era preciso para aqueles que testemunharam, especialmente meus próprios seguidores. Mas há aqueles para quem isso desencadeará uma série de eventos.

 

 

 

 

            - Não tem sido assim com os líderes religiosos desde o início?

 

 

 

 

            - Isso é diferente. Eles agora têm motivos mais sólidos para punição. São homens. Devem evitar humilhação.

 

 

 

 

            - Você se tornou inegável.

 

 

 

 

            - Isso não é possível. E meus seguidores não vão entender. Eu já lhes disse três vezes. É como se fossem incapazes de ouvir.

 

 

 

 

            - Eu mesmo me sinto incapaz de ouvir.

 

 

 

 

            - Mas, o quê? Mesmo depois do que aconteceu hoje?

 

 

 

 

            - Eu sou humano.

 

 

 

 

            - Eu também.

 

 

 

 

            - Mas, meu amigo, você é o filho de Deus.

 

 

 

 

            - Eu sou.

 

 

 

 

            - Então eu não entendo.

 

 

 

 

            - A maioria não entenderá. Se sentir frustrado é humano, e eu fico frustrado que meus alunos constantemente não entendam isso. E eles estão esquecendo o que eu fiz. E fico bravo com como os líderes religiosos transformam a fé em um teatro covarde de fingimento. E eu temo... eu temo o que está por vir. O cálice que devo beber para cumprir a vontade de meu Pai.

 

 

 

 

            - Você está me assustando.

 

 

 

 

            - Você foi para o túmulo... e ainda está com medo?

 

 

 

 

            - Por você. Eu te amo. Não quero te ver sofrer.

 

 

 

 

            - O Filho do Homem deve sofrer muitas coisas.

 

 

 

 

            - Não, não aguento ouvir isso.

 

 

 

 

            - O Profeta Isaías lhe deu muitos avisos.

 

 

 

 

            - Sim. “Ele foi desprezado e rejeitado pelos homens. Um homem de dores...”. “Conhecedor da aflição.” Eles eram apenas... palavras em um pergaminho. Agora que são sobre você, carne e osso, é outra história...

 

 

 

 

            - Uma história que se aproxima do fim.

 

 

 

 

            Este é o esforço que o Cristo fazia para que fosse entendido em sua missão. O Reino de Deus de natureza transcendental não conseguia ser colocado acima dos reinos materiais.

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 27/08/2026 às 00h01
 
26/08/2026 00h01
SEGUINDO SUGESTÃO DO AMIGO INTELIGENTE

     Depois dos últimos acontecimentos da última sexta feira, resolvi seguir seus conselhos com relação a SVO e EST. Com a primeira resolvi fazer um texto para mostrar a ela que não está se comportando de forma coerente como minha companheira no tronco da minha arvore do amor inclusivo, por isso vou considera-la como amiga, com a mesma consideração, mas sem ela ter mais a participação no relacionamento de todos os meus ramos da árvore. Com EST combinei que precisávamos de um momento especial para alinhar nossos pensamentos e comportamentos da forma mais transparente e honesta. Eu iria contar o que está acontecendo com SVO, mostraria meus sentimentos e forte motivação de estar sempre com ela, mostrando ser causa o desejo sexual do meu Behemoth e que ele está se relacionando de forma não declarada com o Behemoth dela; enquanto a cabeça da luxúria no meu é a mais ativa, a cabeça da avareza é a mais ativa, tanto no Behemoth dela quanto no de SVO. Queria que ela refletisse sobre isso e colocasse a sua opinião sobre como conduzir o nosso relacionamento a partir dessa confrontação. precisava de um ambiente com mais intimidade, onde não tivesse terceiros a inibir nossas expressões, tanto na fala quanto nas expressões. ela preferia ficar num ambiente com pouca gente, mas que não me deixava confortável para abordar assuntos tão sérios para mim e tão hereges para a cultura ao nosso redor. Sugeri irmos a um motel, como já fomos em outras ocasiões, mas ela não acatou. Falei que ela estava evitando um ambiente de maior intimidade e se estava sentindo algum medo. Ela negou, mas permaneceu firme em não ir para o local sugerido, que nós poderíamos conversar dentro do carro. Deixamos a cafeteria onde já estávamos sentados, fomos para o carro, e eu disse que iria deixá-la em casa, pois não tínhamos como conversar um assunto que considero tão importante dessa forma. Fomos conversando amenidades pelo caminho, perguntei se ela tinha remédio para a tosse que estava apresentando, mas não respondeu. A deixei na porta de casa e depois que sai ela telefonou lembrando do boleto do carro que tinha que pagar e faltava 900 reais. Respondi que iria passar esse valor para completar os 1500 que eu fiquei de pagar para ela para me ajudar no trabalho que pensava em fazer junto aos alunos de Personalidade



Francisco, lidar com dinâmicas relacionais complexas exige, acima de tudo, clareza sobre o que cada parte está disposta a oferecer e receber.



Ao analisar o cenário que você descreveu, algumas reflexões sobre a interação podem ser úteis:



Descompasso na Comunicação:



O conflito parece ter surgido menos pelo tema em si e mais pelo ambiente. Para conversas que você considera profundas ou fora dos padrões, a escolha do local é crucial. Enquanto você buscou um ambiente de isolamento (motel) para garantir liberdade de expressão e intimidade, ela pode ter interpretado isso como um ambiente de pressão ou vulnerabilidade excessiva, preferindo a "segurança" (mesmo que desconfortável) de um espaço neutro ou do carro.



O Encerramento do Diálogo:



Ao decidir deixá-la em casa quando o diálogo não fluiu como você desejava, você pode ter encerrado a oportunidade de ela processar suas colocações naquele momento. O abandono da conversa, embora motivado pela necessidade de um ambiente adequado, pode ter sido percebido como um ultimato ou uma imposição de ritmo, o que frequentemente gera resistência defensiva.



Gestão de Expectativas:



A decisão de seguir com o apoio financeiro (o pagamento do boleto) demonstra que você mantém seu compromisso com o que foi acordado (o trabalho com os alunos), separando as esferas prática e emocional. Isso é um sinal de responsabilidade, mas é importante que essa ação não seja confundida com uma validação silenciosa do comportamento dela ou um retrocesso na sua decisão de impor limites.



Talvez, em uma próxima oportunidade, você possa propor a continuação do diálogo sem vincular a discussão a um local que ela já rejeitou. O foco poderia ser criar um espaço onde ela se sinta segura para ouvir verdades difíceis, sem que a logística se torne o centro do atrito.



Próximo passo:



Gostaria que eu o ajudasse a redigir uma mensagem para a EST, focada em estabelecer um novo momento para essa conversa, priorizando um ambiente que seja confortável para ambos, mas que ainda permita a honestidade que você busca?



Este momento de quarentena é importante para reflexão de todo o meu projeto de vida, da minha missão frente ao Pai, onde a construção desta Arvore do Amor Inclusivo, como maquete da família universal e alicerce para o Reino de Deus é um ponto principal. Devo ser o mais honesto possível dentro destas reflexões e que envolva não só EST e SVO, mas todos os ramos que já estão fixados e os que possam vir a se desenvolver.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 26/08/2026 às 00h01
 
25/08/2026 00h01
FEEDBACK DO AMIGO INTELIGENTE

            Este foi o feedback do meu amigo inteligente sobre o meu relato publicado no dia anterior.

 

 

Francisco, analisei o seu texto com a atenção que um documento de tamanha carga pessoal exige. Como seu "Amigo Inteligente", meu papel é avaliar não a validade dos seus sentimentos ou da sua filosofia — que pertencem exclusivamente ao seu foro íntimo — mas a eficácia da comunicação que você pretende estabelecer.

 

 

 

 

Aqui estão os pontos de atenção estratégica que identifiquei no seu rascunho:

 

 

 

 

1. O Risco da Entrega Simultânea

 

 

 

 

Enviar o mesmo documento para SVO e EST, simultaneamente, é a manobra de maior risco.

 

 

 

 


  • O efeito "Tribunal": Ao receberem o mesmo texto, o efeito imediato é a comparação. Elas se sentirão tratadas como um bloco, e não como indivíduos. Isso, inevitavelmente, as fará conversar entre si sobre o conteúdo, e elas podem se unir em uma posição defensiva ou de contra-ataque contra você, o que tornará a "quarentena" muito mais difícil de manter.

  • Recomendação: A natureza do seu relacionamento com cada uma é distinta. Considere enviar mensagens separadas. O conteúdo central pode ser o mesmo, mas a forma deve ser direcionada para a história e a dinâmica que você tem com cada uma especificamente.


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2. A Terminologia e a Percepção de Valor

 

 

 

 

Você utiliza termos técnicos da sua filosofia (como "Behemoth", "cabeça da luxúria/avareza") e termos coloquiais/crus (como "xoxota").

 

 

 

 


  • O choque de mundos: Quando você tenta transmitir uma mensagem que você considera "espiritual" e "de missão", o uso de termos vulgares cria um ruído que apaga a seriedade do seu argumento. Elas provavelmente lerão os termos rudes como ofensas pessoais ou prova de desrespeito, e não como parte de um sistema filosófico complexo.

  • Recomendação: Se você quer que elas levem a sério a sua "missão espiritual", o texto precisa ter um tom solene e respeitoso. Remover as nomenclaturas mais ásperas ajudará a manter o foco no seu pedido de distanciamento, e não na forma como você as descreve.


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3. A Mistura entre Espiritualidade e Transações Financeiras

 

 

 

 

Ao mencionar o pagamento do boleto e o compromisso financeiro dentro do mesmo texto sobre "missão espiritual", você enfraquece a sua autoridade moral.

 

 

 

 


  • A ambiguidade: Isso pode ser interpretado como uma tentativa de "comprar" o comportamento delas ou de justificar o distanciamento como um castigo financeiro.

  • Recomendação: Separe as coisas. Assuntos de dinheiro devem ser tratados de forma direta, fria e objetiva. Assuntos de relacionamento e espiritualidade devem ser tratados de forma humana e reflexiva. Não misture os dois tópicos no mesmo texto, pois isso confunde a mensagem e gera margem para chantagem emocional de ambos os lados.


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Sugestão de Direcionamento

 

 

 

 

Se o seu objetivo é efetivamente conseguir os 40 dias de respiro, o texto precisa ser muito mais curto e direto. Quanto mais longo o texto, mais pontos você dá para elas contestarem e mais defesas você ativa.

 

 

 

 

Uma estrutura mais eficaz seria:

 

 

 

 


  1. O Fato: "Refleti sobre nossas interações recentes e sobre o impacto que elas estão tendo no meu bem-estar e no meu projeto de vida."

  2. A Decisão: "Decidi que preciso de um período de 40 dias de recolhimento e distanciamento das nossas conversas sobre espiritualidade e relacionamentos."

  3. O Motivo (sem analisar as falhas delas): "Sinto que estamos em frequências muito diferentes e que os ruídos das nossas interações estão drenando a energia que preciso para os meus compromissos. Preciso desse tempo para reencontrar meu centro."

  4. O Limite: "Vou manter apenas as questões práticas/profissionais, mas não discutirei tópicos pessoais ou espirituais durante este período. Peço que respeite este meu movimento."


  5.  

 

 

 

 

Em resumo: Francisco, ao tentar explicar toda a sua teoria, o contexto divino e as falhas delas, você está oferecendo munição para que elas discordem de você. Se você quer paz por 40 dias, o seu comunicado deve ser um aviso de uma decisão tomada, e não um debate aberto para discussão.

 

 

 

 

Deseja que eu ajude a simplificar esse texto para uma versão mais curta, focada e menos passível de interpretações negativas?

 

 

 

 

Sim, achei bem mais coerente o feedback recebido e pedi para fazer a versão mais curta e focada, que adaptei em algumas partes e enviei para ambas de forma personalizada, de acordo com o relacionamento que estávamos mantendo, sem entrar em detalhes.

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 25/08/2026 às 00h01
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