Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
19/11/2025 00h01
RESSURREIÇÃO DE JESUS

            Esta narrativa da Igreja Católica sobre a volta à vida de Jesus depois da morte do corpo físico, como uma ressurreição, como Ele fez acontecer com Lázaro, não encontra um suporte lógico na minha consciência.



            Foi com a leitura do livro de Humberto Werdine, pelo espírito Frei Ignácio de Castela, “A Grande Conspiração”, que encontrei uma explicação mais satisfatória. Ele escreveu dessa forma:



            Creio agora que Paulo (apóstolo) não queria deixar a verdade da ressurreição em espírito escondida de seus seguidores. Ele tinha encontrado Jesus no caminho de Damasco. O que ele vira tinha sido real. Mas era Jesus em espírito, não em corpo. Paulo tinha, então, dois fatos em suas mãos: o relato de Tomé que havia tocado em Jesus ressuscitado e o seu encontro. Sua conclusão: a ressurreição não é material, mas sim da alma, do espírito.



            Ele transcreve o que Paulo escreveu na sua primeira Carta aos Coríntios, 15:42: Assim também é a ressurreição dos mortos. Semeado na corrupção, o corpo ressuscita incorruptível, semeado no desprezo, ressuscita glorioso, semeado na fraqueza, ressuscita vigoroso, semeado corpo material, ressuscita corpo espiritual. Se há um corpo material, também há um espiritual. E no versículo 50, ele diz: O que afirmo, irmãos, é que nem a carne nem o sangue, podem participar do Reino de Deus...



            Para mim, está claro que o nosso corpo, que é de carne e sangue, não pode participar dos Céus, mas sim o corpo espiritual. Este sim, pode. Pois como o apóstolo Paulo dizia, o corpo espiritual é que ressuscita, não o corpo material. Pois não há como um corpo, que se transformou em pó, se recompor para ir de maneira sólida para os Céus, que é a morada de Deus, que é Espírito puro, e dos Santos. Não há um registro sequer de algum santo que haja ressuscitado seu corpo; na verdade é com o corpo espiritual que os Santos estão comungando com a beleza de Deus no Paraíso.



            Agora, eu tenho uma explicação, que não posso provar, de como o corpo de Jesus desapareceu da tumba. Eu acho que Jesus, sendo um enviado especial de Deus, tinha uma energia, uma força que impregnava e mantinha o seu corpo vivo entre nós. Se Ele tinha um corpo diferente dos nossos, enquanto Ele estava vivendo entre nós, não poderia dizer, eu creio que não, pois seus sofrimentos eram evidentes na narrativa da Paixão pelos Evangelistas. Mas, seu corpo desapareceu. Eu acho que esta energia agregadora, mencionada acima, simplesmente abandonou o corpo, depois de algumas horas de sua morte. E, com o desaparecimento dela, seu corpo perdeu aquilo que mantinha suas partes juntas. E Ele simplesmente desapareceu, como um passe de mágica.



            Realmente, se o corpo de Jesus era diferente do nosso, após a ressurreição, isso explicaria muita coisa: como Ele apareceu na estrada de Emaús e não foi reconhecido de imediato, e porque Maria Madalena levou certo tempo para reconhecer Jesus, nos jardins do cemitério privado.



            Esta explicação da ressurreição em corpo espiritual atende perfeitamente a minha lógica, minha coerência de narrativa. Fico ainda com a dúvida de como aconteceu o desaparecimento do corpo. A ideia da energia agregadora para o seu corpo, deixaria Jesus diferente do nós, e essa não era a proposta do Pai.



            Aguardemos novas revelações.


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em 19/11/2025 às 00h01
 
18/11/2025 00h59
RADIODIFUSAO CELESTIAL

            Na minha viagem ao Rio de Janeiro, descobri que existem no ar energias eletromagnéticas e intuitivas que podem ser captadas por nosso psiquismo, de forma parecida com os aparelhos eletrônicos, rádios, televisões, celulares e assemelhados.



            Digo isso porque eu estava em uma cidade dominada pelas Sombras, na forma de facções, traficantes de drogas, etc., e mesmo assim não tive contato direto com pessoas que sinalizassem pertencer a esse domínio sombrio.



            As pessoas que tive contato direto foram aquelas que estavam exercendo de alguma forma qualquer tarefa profissional, balconistas, garçons e principalmente motoristas de aplicativos ou taxistas, que nos levavam diariamente para nossos compromissos, do Congresso e do lazer que fizemos logo após.



            Eu fazia questão de iniciar com esses motoristas, conversa que desviasse logo para o aspecto espiritual. Percebi que todos reconheciam a existência de Deus, mesmo que não fossem cristãos, que não pertencessem a nenhuma igreja.



            Essas pessoas procuravam fazer o bem ao próximo, como tônica de suas vidas espirituais, mesmo que não tenham a conceituação tão clara de Deus como o Pai universal e que fazer o bem ao próximo como se fosse a nós mesmos, fosse essa a Sua vontade.



            Aqueles que pertenciam a alguma igreja, defendiam seus argumentos espirituais com base em tópicos bíblicos aprendidos nos cultos de suas religiões e procuravam aplica-los no seu cotidiano, conforme eles alegavam.



            Foi assim que percebi que a cidade devia estar tão excessivamente coberta pelas Sombras, como os fatos demonstram, mas que existia uma certa separação. Nas favelas que arrodeiam a cidade há maior concentração de Sombras, comparado com a cidade propriamente dita, mesmo que estas se disseminem por todos os lados.



Eu estava afastado da concentração das Sombras, estava abrigado em apartamento localizado em Copacabana, dentro de um condomínio bem protegido, mas podia ter sido assediado por algumas das pessoas intoxicadas pelo mal.



            Tudo isso favoreceu para que as energias da radiodifusão celestial fizessem contato comigo e com outras pessoas que tinham consigo a mesma sintonia celestial, cada um com o seu nível, com o tipo de missão que estava a desempenhar.



            Percebi que essas pessoas sintonizadas na radiodifusão celestial percebiam a existência do mal ao redor, que se preveniam quanto à sua influência e procurava ajudar outras pessoas a sair ou não se deixar levar pelas más sugestões, pelas falsas narrativas.



Sabiam do mal que estava sendo praticado descaradamente à nível público, pelo aparelhamento do mal em nossas instituições, pela perseguição aquelas pessoas que queriam fazer o correto, que queriam seguir a vontade do Pai como nós, e como o ex-presidente Bolsonaro que se encontra preso e humilhado em sua própria casa, sem nenhuma prova de iniquidade em seu governo ou em sua vida.



            Isso mostra que existe um exército de Deus em conexão através da radiodifusão celestial e que está somente a espera de nossa liderança espiritual, o nosso Mestre e Governador planetário, Jesus Cristo, apresentar o Caminho que devemos seguir dentro dessas circunstâncias que estamos vivendo.



            Ave Cristo!   


Publicado por Sióstio de Lapa
em 18/11/2025 às 00h59
 
17/11/2025 00h01
A GRANDE PERGUNTA

 



A GRANDE PERGUNTA



“E por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?” — Jesus. (LUCAS, capítulo 6, versículo 46.)



Em lamentável indiferença, muitas pessoas esperam pela morte do corpo, a fim de ouvirem as sublimes palavras do Cristo.



Não se compreende, porém, o motivo de semelhante propósito. O Mestre permanece vivo em seu Evangelho de Amor e Luz.



É desnecessário aguardar ocasiões solenes para que lhe ouçamos os ensinamentos sublimes e claros.



Muitos aprendizes aproximam-se do trabalho santo, mas desejam revelações diretas. Teriam mais fé, asseguram displicentes, se ouvissem o Senhor, de modo pessoal, em suas manifestações divinas.



Acreditam-se merecedores de dádivas celestes e acabam considerando que o serviço do Evangelho é grande em demasia para o esforço humano e põem-se à espera de milagres imprevistos, sem perceberem que a preguiça sutilmente se lhes mistura à vaidade, anulando-lhes as forças.



Tais companheiros não sabem ouvir o Mestre Divino em seu verbo imortal. Ignoram que o serviço deles é aquele a que foram chamados, por mais humildes lhes pareçam as atividades a que se ajustam.



Na qualidade de politico ou de varredor, num palácio ou numa choupana, na areia da praia vendendo ginga com tapioca/agua de coco, ou num bar/quiosque ou hotel/pousada, o homem da Terra pode fazer o que lhe ensinou Jesus.



Eis porque a Associação de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM) se constitui um laboratório onde todos que se dizem cristãos, que acreditam no Caminho da Verdade que o Cristo ensinou, que querem fazer Seus ensinamentos na prática de cada dia, têm a oportunidade de fazer o seu trabalho, por mais simples que seja.



Após a feliz festa que organizamos para as crianças, vamos agradecer a todos que contribuíram para sua realização e começar o novo trabalho para a nossa grande festa de congraçamento de final de ano, com o nosso tradicional jantar de Natal, levando conosco a principal mensagem que o Cristo nos ensinou, que somos filhos do mesmo Pai e que todos somos irmãos, e que devemos nos amar mutuamente, como se fosse o próximo, nós mesmos.



É por tudo isso que a oportuna pergunta do Senhor deveria gravar-se de maneira indelével em nossa mente, para que, agindo com coerência, não sejamos repreendidos quando Ele pergunta a quem o chama de Senhor, mas não faz o que Ele ensina.



Não esqueçamos, jamais, de Seu Verbo divino e de atender sinceramente às Suas recomendações.



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 17-11-25


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em 17/11/2025 às 00h01
 
16/11/2025 00h39
A FESTA DO PAI (sonho)

            Estava no Rio de Janeiro, em visita, com alguns parentes. Tive a oportunidade de entrar em uma casa construída em cima de um paredão natural, como podemos ver em Pipa/RN. Depois vim perceber que pertencia a uma antiga amiga, do conjunto Santa Catarina/Natal/RN, quando eu era presidente da Associação de Moradores e Amigos da comunidade, e que eu não via há anos.



Fomos bem acolhidos por minha amiga e logo surgiu um casal de idosos, que não conhecíamos, e que diziam pertencer a Assembleia de Deus, com o qual fizemos amizade.



Em seguida surgiu o amigo de um dos nossos parentes que durante nossa conversa descobrimos que ele trabalhava como despachante, gostava de beber e de namorar, e que entrou em nosso círculo de amizade.



A minha companheira traz uma cadeira para observar a paisagem, sentada, num local privilegiado, mas ao sair para pegar alguma coisa o despachante fica com a cadeira. Observei a movimentação e fiquei a imaginar o grau de irritação que essa iria ficar quando descobrisse que tomaram o seu assento.



Para evitar o conflito, sugeri fazer uma festa de encontro de amigos e fazer compras de bebidas e carnes para fazermos um churrasco sobre o paredão, aproveitando a luz do sol que nos cobria e que dava uma boa visibilidade da paisagem.



Expliquei que eu, como o maior dispensador dos recursos que o Pai confia a cada um de nós, eu iria patrocinar a compra de todos os ingredientes, pois assim é que o Pai deseja que eu faça com os recursos que Ele coloca à minha disposição.



Depois que todos comprarmos o necessário, organizamos uma grande mesa ao ar livre, e antes de começarmos a nossa festa improvisada, por intuição do Pai, pedi para cada um de nós levantarmos um brinde à amizade que foi ampliada naquele momento, como sinalização para a construção da família universal, já que nós estávamos compostos naquele momento pela família ampliada pelos nossos parentes dentro de suas respectivas famílias nucleares.



Cada um faria uma apresentação rápida de cerca de um minuto, colocando o nome, aonde mora, a formação escolar, a forma pela qual trabalha, e a forma de sintonia que tem com Deus.



No final de todas as apresentações fiz uma oração de agradecimento ao Pai, por Ele ter nos dados a graça da criação, da saúde e inteligência, com a capacidade de reconhece-Lo como Pai, de nos agregar como irmãos e de forma fraterna nos reunirmos nos mais diversos ambientes, para fazermos com o nosso livre arbítrio a Sua vontade e não a nossa.



Foi assim que captei neste sonho a essência do conteúdo espiritual que a minha viagem ao Rio de Janeiro trouxe para mim e acredito para todos que participaram, de forma direta ou indireta.  


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em 16/11/2025 às 00h39
 
15/11/2025 11h46
RETORNO A NATAL

            Às 14 horas pedimos o táxi para voltarmos ao aeroporto do Galeão e embarcar no avião da empresa Azul às 19h25 para retornar a Natal.



            Estávamos “escaldados” com a experiência da vinda quando nós quase perdemos o voo para o Rio de Janeiro, por chegarmos atrasados no aeroporto. Dessa vez iríamos garantir que não perderíamos o voo por atraso nosso, iríamos estar no aeroporto 4 horas antes, o dobro do previsto de chegar 2 horas antes, como é recomendado.



            Às vezes eu fico a pensar que Deus brinca comigo, assim como algumas vezes eu brinco como Ele. Acho que isso á saudável dentro de uma família, e como o Pai sabe que eu ainda sou um bebê espiritual, apesar dos meus 73 anos na dimensão material, Ele com certeza não liga pra isso e até acha positivo, pois sente que assim eu estou sinceramente lhe reconhecendo como Pai e com toda a autoridade e respeito que Lhe devo.



Pois vejamos o que o Pai fez conosco. De início fez ir quem não queria ir, como foi o caso de Simone; fez ficar quem queria ir como foi o caso de Carlinhos.



Ele ficou se divertindo com nossa correria no aeroporto de Natal para não perder o voo, arrastando uma mala pesando mais de 30 kg além de 4 outras adicionais, para aqui e acolá, sendo os últimos a entrar no avião, acompanhado as malas que iriam ser embarcadas, seguindo aqueles trajetos de luzes e fitas colocadas na pista e sinalização com as lanternas dos aeroviários para que não nos perdêssemos.



No aeroporto do Rio o Pai resolveu brincar um pouco mais conosco, mostrando que não é como nós queremos, e sim com o que Ele permite. As 4 horas de antecipação que nós garantimos no aeroporto não foi o suficiente para garantir a decolagem no avião que estava em nosso bilhete. Entramos ainda nesse avião e aguardamos por mais de uma hora a liberação do documento que garantiria a nossa segurança no ar. Recebemos o aviso em seguida que devíamos descer do avião, pegar de volta nossas malas que agora estavam acrescidas de mais duas malas e uma mochila que compramos na Uruguaiana/Rio, pois a nossa conexão que iríamos fazer no Recife para Natal não seria mais possível. Lembrei da correria em Natal para não perder o nosso voo da empresa Azul e agora iríamos em busca da Empresa Gol para embarcarmos às 23h30.



Eu levava nas mãos a mochila pesada e outros pertences de mão enquanto Simone me criticava por não colocar a mochila nas costas, pois assim eu teria condições de levar mais peso. Mas eu não me sentia confortável em colocar uma mochila com tal peso nas costas por cima de duas camisas e um casaco que estava vestindo. Preferi continuar levando a pesada mochila nas mãos sob uma saraivada de críticas ao meu comportamento “opositor de conduta”. Acredito que o Espírito de Dom Pedro II, curioso com o comportamento dessa família que o visitara no seu Museu, decidiu nos acompanhar por mais algum tempo, e vendo a falta de tolerância e empatia de Simone com o comportamento do outro, resolveu lhe dar uma “rasteira” em plena escada rolante do aeroporto. Da mesma forma que ele fez com Luan quando ele estava com presepada em seu Museu.



Eu só ouvi o grito de Simone quando ela caiu. Olhei para trás e a vi sentada nos degraus sendo ajudada pelas pessoas que vinham atrás. Eu não podia subir para lhe ajudar, afinal a escada rolante estava em funcionamento. Deixei minha mochila e outros pertences no chão e aguardei o cortejo com sua chegada amparada pelos viajantes solidários.



Felizmente ela não se machucou, mas talvez tenha acirrado ainda mais a raiva que se desenvolvia dentro dela. Chegou no balcão da empresa Gol para despachar as malas e fez diversos comentários ao funcionário que se mostrou atencioso e acolhedor.



Queria processar a empresa Azul por ter lhe causado dano moral, pois já devia estar em casa, que não recebeu alimento suficiente, que não tinha o suporte de uma sala vip, que perdeu a conexão com a pessoa que iria lhe receber no aeroporto de Natal.



Assim, incendiada pela raiva, fez contato em Natal com seu amigo advogado e recebeu instruções de como proceder para acionar a empresa Azul. Acredito que ela tenha esquecido de sua primeira opinião de que esse sucedido tenha sido um “livramento” provocado por Deus para o seu benefício, e dessa forma a empresa não seria culpada pelo transtorno.



Então, continuamos no aeroporto do Rio até as 23h30 quando deveríamos embarcar no avião da Gol. Éramos 4 com suas personalidades diferentes: eu, tolerante e compreensivo; Simone intolerante e contestadora; Navegante colaboradora e resolutiva; e Laura impulsiva e curiosa. Foi ela que perguntava por que iríamos trocar de avião, se nele havia os mesmos recursos midiáticos. Ela mostrava que se ninguém estava interessado em comer nada, ela estava. Mostrou a sua pressa em embarcar logo no avião substituto liderando a longa lista de passageiros que iam também embarcar. Ao se deparar com o bloqueio da fita de orientação do trajeto, não teve dúvidas, abriu a fita e conduziu a fila em direção a outra que ninguém sabia para onde se dirigia. Enfim, surgiu um funcionário que ficou atordoado, pois não era para ser aberta a fita e não se misturar com a fila em movimento. Viemos a entender que a fila que caminhava era a que estava saindo do avião e que iriamos entrar nele quando todos tivessem saído. Depois, ficamos espalhados dentro do avião, pois estávamos pegando uma aeronave direto para Natal e que estava quase lotada, com seus passageiros de assentos marcados. Depois que nos aconchegamos em nossos assentos de última hora, fiz negociação com passageiro vizinho para nos agrupar e dei preferência a Laura para ficar junto conosco, mas ela preferiu ficar com os estranhos. Navegante aproveitou a oportunidade e veio ficar junto conosco, e foi bom pois aproveitei um dos sacos de pipoca que ela trazia.



Finalmente chegamos em casa, cansados além do previsto, mas com a compreensão que tudo que adquirimos durante a viagem estava completamente previsto pela vontade Deus, para nos ensinar tanto no aspecto acadêmico e principalmente no aspecto emocional, no lidar com nossos sentimentos, positivos e negativos, privilegiando o relacionamento familiar, no esclarecimento dos projetos, perspectivas, e as necessidades de correção do nosso potencial espiritual, desenvolvendo as virtudes e podando as emoções e pensamentos negativos.



Agradecemos a Deus por tudo que Ele nos proporcionou e chegamos aos nossos lares prontos para dar continuidade ao nosso progresso espiritual, com os devidos cuidados com o progresso material, procurando cuidar do próximo que esteja mais próximo até o mais distante mais distante, dentro da família espiritual, para termos conosco a cidadania necessária para vivermos dentro do Reino de Deus.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 15/11/2025 às 11h46
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