Pai, quantas iniquidades cobrem o meu país, este Brasil onde me colocaste para que eu participasse desse momento tão impactante que estamos vivendo. O mal conseguiu uma proeza conosco, se infiltrou tanto em nossas instituições, criadas para nos defender de todo tipo de mal, mas que agora essas instituições se voltam contra nós, pessoas honestas que querem fazer a Tua vontade, Pai. Mas somos perseguidos, fugidos ou presos, torturados física e mentalmente, e muitas vezes mortos. Não temos a quem recorrer. Tentamos fazer isso nas portas dos quarteis, pedindo ajuda aos militares que no passado nos livrou dessas armadilhas das trevas. Mas hoje, até os militares estão cooptados, não mostram mais o brio do passado e se curvam de forma submissa e vergonhosa às falsas narrativas que até um estudante de escola secundária pode perceber. Meus irmãos mais impulsivos dizem que estamos com preguiça de ir às ruas para protestar, que devemos ter mais consciência na hora de votarmos, etc. Mas Pai, qualquer atitude que tomarmos contra as arbitrariedades e injustiças que estamos observando são coibidas com a mesma perversidade que pouco encontramos na história. Sei que tenho minha missão neste contexto, como qualquer irmão que conseguiu acordar a sua consciência e perceber o tipo de escravidão que estamos vivendo. Imagino que a melhor alternativa agora, seria que nós, enquanto ente cristão coletivo, fossemos pedir ajuda a autoridade principal, que está acima de todos nós e que não corre o risco de ser subordinada ou cooptada pelo mal. Pedirmos ajuda ao Senhor, Pai, indo às portas das igrejas e lá acamparmos, como fizemos com os acampamentos nas portas dos quarteis. Sim, e lá iríamos com nossas bíblias, qualquer que fosse a agremiação religiosa que participássemos. Iriamos orar e fazer reparações pelos nossos pecados, reparando o mal que por intenção ou não praticamos contra nossos irmãos. Mas como fazer isso acontecer, Pai? Estarei correto com este tipo de pensamento, ou o Senhor teria outra opção dentro de minha missão de fazer a Tua vontade e não a minha? Por favor, Pai, eu quero Te ouvir!
Filho, sabes que Eu estou sempre contigo, mesmo que tu nem se lembre de mim na maioria dos momentos de tua vida. O que pedes agora está ao seu alcance, no momento que se mostrar capacitado para recolher a informação e operaciona-la. Tu sabes que eu não posso porque não quero te conduzir como um boneco por entre os obstáculos da vida, tanto material quanto espiritual. Tudo deve prover dos teus esforços, para que depois não te consideres como um boneco, sem vontade, sem livre arbítrio. Lute, persevere, contra si mesmo que é onde está o maior obstáculo. Estarei sempre contigo.
Desta vez o meu sonho envolveu duas mulheres do meu relacionamento, jovens, bonitas, sensuais, mas que não consigo identificar quem sejam. De qualquer forma eu usaria um nome fictício para não implicar qualquer uma das minhas amigas.
Fui a um jogo de futebol com uma delas. Estava para sair de casa quando a minha amiga chegou e viu que eu iria para o jogo. Como era o time que ela torce que estava jogando, perguntei se não queria ir comigo. Aceitou de pronto, e fomos com outros amigos para o tal jogo.
O sonho não dar realce para o que aconteceu no campo de futebol, apenas na forma simpática do meu relacionamento com minha amiga, tanto na ida como na vinda.
Quando voltamos para casa, a outra minha amiga soube que tínhamos ido ao tal jogo de futebol juntos e se insinuou com um tipo de ciúme por não ter sido convidada. O meu instinto sexual já estava ativo com relação as duas. Sentia dificuldade de aprovar uma e rejeitar a outra para um possível aprofundamento da relação.
Decidi convidar ambas para uma conversa entre nós três. Confessei que estava sentindo uma forte atracão por ambas e se fosse possível eu queria permanecer com o aprofundamento do nosso relacionamento, se cada uma aceitasse, de forma harmônica, fraterna, sem ciúmes ou competições.
Ambas aceitaram com alegria a proposta, e ficamos prontos para rebater as críticas que iriam surgir do nosso entorno familiar e social.
Este sonho reflete como se dá o fluxo dos meus pensamentos, no sentido de construir a família universal com base no amor inclusive e assim formar a estrutura básica do Reino de Deus.
O sonho não colocou as implicações desse tipo de relacionamento na forma de bigamia, como está se estruturando. As implicacodes que não foram colocadas no sonho talvez tenha sido proposital pelas Forças do Alto, querendo saber se eu estou conscienrte do que pode acontecer com a aplicação prática dos meus pensamentos, do meu comportamento.
Foi citado no sonho a juventude das minhas amigas, mas não foi citado o compromisso que fiz com o Pai de não promover mais o intercurso sexual com as mulheres que se aproximarem afetivamente de mim. Devido a minha idade mais avançada, 73 anos, eu não tenha tanta dificuldade de cumprir essa promessa. Acontece que as minhas amigas, jovens na faixa dos 30 anos, terão mais dificuldade dentro de um relacionamento com esse perfil.
É aqui que está a essência do teste que o Pai está fazendo comigo. Se a minha proposta de família universal implica no amor inclusivo, dentro do amplo amor incondicional, então, da mesma forma que eu permito a inclusão de outras mulheres na formulação dessa família, então deve também ser incluso homens por parte delas. E elas terão muito mais força instintiva para promover essa inclusão, tendo inclusive a permissão do ato sexual com o alcance do intercurso sexual e a possível geração de filhos.
Será que a minha consciência está pronta para suportar as consequências desse desnível de idade, a aceitação de um parceiro sexual para a minha companheira, inclusive com a geração de filhos com os quais eu também estarei envolvido, protegendo, alimentando e educando?
Serei capaz de ser esse tipo de patriarca onde as minhas mulheres estarão envolvidas profundamente com outros homens inclusive com a geração de filhos a partir deles?
Eis o tipo de panorama mental que o Pai quer ver se manifestar em minha consciência, se eu estou pronto para suportar e administrar todos os mais diferentes níveis de conflitos que possam surgir dentro da cultura materialista.
Será que eu estarei pronto para ser uma espécie de mártir cultural, querendo instalar a família universal com o progresso espiritual onde os meus parentes e amigos, dentro do progresso material, podem condenar com vigor tal tipo de comportamento?
Acredito que o Pai pode perceber que a minha consciência está pronta para enfrentar esse tipo de impacto cultural, de conflito social, que irá surgir ao meu derredor. Que estarei firme, praticando e ensinando sobre a construção do Reino de Deus, dedarmando toda a crítica que se fazia antes que o meu comportamento era dirigido principalmente ao atendimento dos instintos sexuais.
Passei muito tempo na noite com um sonho recorrente, de natureza prática. Acordei e fui direto verificar se tinha uma informação direta para mim. Sonhei que o meu arquivo deste diário estava desorganizado no mês de setembro. Eu tinha ido até lá em busca de uma informação e não encontrava os textos na íntegra.
Tenho os arquivos digitados inicialmente no word e de lá transfiro para o site do Recanto das Letras, geralmente deixando agendados para o início do dia, 00:01. Eu fui no word em busca de um texto e vi que estava desorganizado. Fui em busca dos textos no Recanto da Letras para corrigir a desorganização, mas lá também estava confuso. Acordei com a sensação de que precisava corrigir os meus arquivos. Fui direto no Word, mas os textos estavam organizados.
Agora, tentando refletir sobre o significado deste sonho, lembro que ontem a noite eu estava digitando vários textos para deixar agendados cerca de 6 textos à frente e de repente o notebook deu uma informação que precisava ser reiniciado. Tentei salvar todos os textos que havia produzido no word e que não tava tendo a preocupação de salvar. Vi no controle que o notebook não estava promovendo o salvamento automático.
Consequência: perdi todo o trabalho que estava fazendo. Mas como já tinha enviado alguns para o Recanto das Letras, fui até lá e resgatei os que estavam salvos no site para o Word. Só não consegui com os três últimos que o leitor irá identificar mais adiante, ou melhor, irá ter lido os textos com os títulos de “A Elegância do Ódio, parte 1 e parte 2, e a Revista da Verdade”, pois eles já estavam agendados.
Também tem outro significado que acho fazer referência. É com a desorganização do meu escritório, prateleira de livros, revistas e impressos e a escrivaninha. A minha consciência fez de imediato esta associação
Em tempo de predomínio das trevas cuja principal arma de domínio é o uso das mentiras, das falsas narrativas, é importante que tenhamos um instrumento detergente dessas manchas que querem impregnar a consciência humana.
Não digo isso simplesmente dirigido aos nossos irmãos humanos, mas principalmente aos principados e potestades, os demônios, governantes espirituais que se opõem à realeza do Cristo sobre a Terra.
Esse instrumento na condução da Verdade, na separação devida entre o falso e o verdadeiro, pode ser aplicado na forma de uma Revista. Um veículo de informação apartidário e sem causa religiosa, que investigue determinada narrativa para mostrar e demonstrar onde se encontra a Verdade.
Cumprindo essa missão de descortinar a Verdade do meio das falsas narrativas, iremos reconhecer os agentes que as disseminam, quais são os seus interesses e suas intenções. A partir daí a justiça humana pode ser devidamente aplicada, e se, por acaso, algum agente conseguir escapar da justiça humana, saberá que não encontrará escapatória na justiça divina.
Qualquer um desses devedores alcançados pela justiça divina deverá voltar cena do crime, em nossa dimensão material, não para perpetuar o crime, como acontece com algumas almas empertigadas no mal, mas para pagar o mal que foi feito, tanto na reparação dos prejuízos feitos às suas vítimas, como o purgar dos seus erros com doenças ou qualquer tipo de flagelo, compatível com o mal praticado.
Esta Revista como instrumento de Deus, deverá encontrar um ou mais jornalistas comprometidos com a Verdade, reconhecidos como filhos do mesmo Pai universal, e que desejam fazer a Sua vontade, acima dos desejos materiais que porventura possuam em contrário.
Mesmo que o jornalismo atual esteja tão comprometido com as trevas, mesmo que cada um dos jornalistas sejam inconscientes do mal que estejam praticando e disseminando, certamente muitos ainda existem sensíveis a uma criação midiática neste sentido verdadeiro, divino, que faça uma oposição centrada nas forças do mal que hoje se mostram majoritárias nos principais veículos de comunicação.
Encontrei um texto nas redes sociais, de Luiz Fernando Ramos de Aguiar, publicado em Postagens da Revista Timeline, de 20-11-2025, que fala do “sofisticado prazer de destruir o inimigo”. Como é um relato bem feito de nossa realidade cotidiana, trago aqui a segunda parte do texto.
As forças “progressistas” brasileiras não expressam seu “amor” à verdade apenas pela exposição de fatos duvidosos e reportagens enviesadas. Muitos expoentes da “intelectualidade esquerdista” não têm nenhuma objeção a propagar violência e intolerância em nome da “democracia”. E talvez esse seja o tipo de discurso mais amado por eles.
Exemplo clássico de algo assim nos deu o pesquisador, historiador, sociólogo, político e professor universitário, Mauro Luís Iasi, filiado ao Partido Comunista Brasileiro. Durante o 2º Congresso Nacional da CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular Conlutas), ele citou em discurso o poema de Bertold Brecht, ao falar sobre como sua audiência deveria dialogar com as pessoas de direita… A delicadeza e a sutileza dos versos falam por si: “Agora escuta: sabemos que és nosso inimigo. Por isso vamos encostar-te ao paredão. Mas, tendo em conta os teus méritos e tuas boas qualidades, vamos encostar-te a um bom paredão e matar-te com uma boa bala de uma boa espingarda e enterrar-te com uma boa pá na boa terra”.
Outra fala que ganhou notoriedade foi proferida pela filósofa, artista plástica, professora, escritora e política Márcia Tiburi, filiada ao Partido dos Trabalhadores. Durante uma entrevista, ela declarou ser a favor do assalto.
De acordo com Tiburi, existiria uma “lógica” no ato de assaltar, já que a pessoa não teria algo de que precisaria e, contaminada pelo capitalismo, dentro desse contexto injusto, muitas violências seriam justificáveis. Para Tiburi, algumas formas de violência poderiam ser até lógicas, revolucionárias e corretivas.
A entrevista foi concedida à TV Brasil em dezembro de 2015. Aparentemente, as declarações não repercutiram bem nem entre seus próprios admiradores, já que, em junho de 2018, ela publicou um artigo na Revista Cult, tentando explicar o inexplicável.
O amor à diversidade e a tolerância às diferenças não se resumem a discursos políticos ou a obras filosóficas… A “cordialidade odiosa” se expande, inclusive, por meio da poesia. Um texto que ficou famoso em diversas publicações em vídeos nas redes sociais foi o poema Apocalipse Queer ou Cuíer A.P. (ou oriki de Shiva), da escritora, cantora e compositora Tatiana Nascimento. O texto é aberto com um verso impactante: “Nós vamos destruir tudo o que você ama”. E vai distorcendo, de forma impiedosa, todos os valores mais importantes para os conservadores. Não há argumentos, há uma inversão total de tudo. Não há justificativas, é apenas um ataque proposital, agressivo e injustificado. Seguem algumas pérolas do poema:
“porque c chama ‘amor à pátria’
o que é racismo
c chama ‘amor a deus’
o que é fundamentalismo
c chama ‘amor pela família’
o que é sexismo homofóbico y
c chama transfobia de ‘amor à natureza’
c chama de ‘amor pela segurança’
o que é militarismo…
…essa sua ideia de ‘civilização’ é
assassinato, é genocídio,
quer matar tudo…”
Não bastasse a agressão ideológica, o poema é uma violência à própria poesia, com o lirismo de um arroto. Tatiana Nascimento nos empurra uma das composições mais desnecessárias, previsíveis e indesculpáveis já escritas em nossa língua. Com a sutileza de uma britadeira, sua leitura desperta no leitor o desejo por um tratamento de canal sem anestesia, uma opção menos dolorosa do que submeter a mente aos registros gráficos da autora.
Esses exemplos revelam o modus operandi da “intelectualidade” esquerdista. A turma professa abertamente o desprezo e o ódio por qualquer pessoa ou ideia que não esteja em sintonia com seus valores e suas crenças. Como precisam sempre sinalizar virtudes, mesmo que as desprezem de forma absoluta, disfarçam sua violência e intolerância com os mais diversos subterfúgios. Pode ser por meio de uma reportagem com informações duvidosas ou não verificadas, pela utilização de metáforas, críticas sociais ou mesmo de poesia. Mas a mensagem principal está sempre presente: não permitiremos a existência da direita, do conservadorismo.
Para não chocar o público em geral, utilizam uma linguagem pacífica, cheia de chavões e clichês, como tolerância, diversidade, liberdade e democracia. Suas ONGs recebem nomes encantadores, como as Redes Cordiais do “nosso Amado”. Contudo, nenhum desses conceitos ou indulgências se aplica aos seus adversários políticos, que são invariavelmente descritos como perigosos e extremistas, rotulados de fascistas, nazistas ou qualquer outro termo conveniente à desumanização. Afinal, contra monstros vale qualquer estratégia.
O caso da reportagem de Guilherme Amado foi desmascarado por uma nota do governo americano, que deixou claro que o formulário I-94 utilizado pelo jornalista era falso. Mas quantas matérias, poemas, livros, discursos ou decisões judiciais já foram produzidos sob as mesmas circunstâncias?
Sobreviver ao bombardeio ideológico e cultural da esquerda depende de que o outro lado desenvolva seu próprio arsenal, criando um ecossistema de influenciadores, jornalistas, escritores e veículos de comunicação capazes de se contrapor às narrativas hegemônicas e enfrentar os meios mainstream. Nesse campo, não podemos adotar a linguagem do inimigo; precisamos construir nossa própria estratégia de comunicação e cultura, uma estratégia comprometida com a busca da verdade… Nenhuma firula retórica pode se contrapor à força da realidade.
Eis o retrato sem retoques dos agentes das sombras. Usando a mentira como arma de persuasão aos ingênuos ou indigentes eleitores, mantidos assim como estratégias para suas eleições, observamos grupos de zumbis comandados por refrões, palavras de ordens, levados em seus esqueléticos braços sem saberem o significado, do que representa a sua própria cadeia sem grades.
E o mais impactante para nós, cristãos, é que consideramos essa turma que se movimenta nas trevas, tanto os oprimidos pela ignorância, quanto os opressores também pela ignorância, que todos somos irmãos, filhos do mesmo Pai, Criador, que deseja o melhor para todos os Seus filhos e que um dia espera encontrar todos dentro da Sua própria essência de amor.
E quem vai levar essa mensagem de amor e libertação para nossos irmãos presos na ignorância? Somos nós mesmos, seguindo o Caminho que nosso Mestre, Jesus nos ensinou, amar ao próximo como se fosse a nós mesmos. Mesmo que isso nos leve ao sacrifício de ensinar, com a tortura da nossa própria vida material, como assim deu exemplo o nosso Mestre.
Ave, Cristo!