Este tema atual nos dias de hoje, coloca duas personalidades que admiro no foco da discussão: Papa Leão IV e Presidente Donald Trump. Os dois estão envolvidos nesse dilema Paz e Injustiça, mas com focos diferentes e que chegam a confrontar um com o outro. O Papa defende a Paz e condena a Injustiça; o Presidente tenta conquistar a Paz pela força. Nesse sentido, o Papa coloca a Paz no centro da prioridade e o presidente coloca a força. Quem está mais correto?
Digamos que o correto é colocar a Paz no centro de nossas ações. Mas, a Paz é viável na convivência com injustiças? Acredito que não. Como posso ter Paz na minha vida, na minha alma, se convivo com a injustiça de ter a recompensa do meu trabalho confiscado por autoridades corruptas que desviam o meu dinheiro, o dinheiro de minha nação para o enriquecimento pessoal, de seus familiares, de seus amigos e ainda o distribui ao redor do mundo para facilitar a conquista ou manutenção no poder daqueles que pensam como eles ao redor do mundo? Quando vejo aqueles que se rebelam e criticam essas injustiças, serem presos, deportados, confiscados ou assassinados? Quando vejo milhares de pessoas saindo às ruas pacificamente pedindo a justiça, a verdade e em resposta centenas serem presos de forma autoritária, perversa? Se queremos evitar a guerra, o primeiro passo não seria chegar perto desses agressores em seus países e converte-los, fazendo-os saírem da prática do mal e se voltando para o Bem, para a justiça social? Mas não vejo o Papa fazendo isso em nenhum país, principalmente aqui no Brasil, onde sofro com meus compatriotas os efeitos massivos dessa perversidade da ditadura da toga, com tantos inocentes aprisionados sem o mínimo de decência jurídica.
Por outro lado, vejo o Presidente Trump assumindo postura firme contra essa injustiça que massacra nações ao redor do mundo e ameaça o seu país. Usa a força e prende o criminoso da Venezuela que assume o cargo de presidente adquirido pela corrupção das urnas. Assim procede ao redor do mundo, usando a moeda comercial como principal arma, antes do rufar dos canhões. Vejo a população oprimida indo às ruas em sua nação e em várias ao redor do mundo, para agradecer a atitude do Presidente.
Não quero ver essas duas personalidades se digladiando como se fossem opositores, pois sei muito bem que ambos defendem a mesma causa: a Paz e a Justiça. É preciso que ambos se vistam com o manto da humildade e se reúnam, no Vaticano ou na Casa Branca, para discutirem a estratégia mais conveniente para colocarem as forças que ambos representam na luta contra o consorcio do Mal.
Sei da minha pequena expertise militar ou eclesiástica, mas como cidadão que sofre o peso da injustiça, que teme a brutalidade da guerra, e que pensa como sair dessa escravidão, imagino que posso dar uma sugestão.
Após essa reunião, os dois líderes declarem ao mundo que irão fazer uma turnê pelos países mais implicados pela injustiça, após avaliação imparcial feita pelo Vaticano e Casa Branca, com foco principal na fraternidade humana, acima de qualquer ideologia.
Primeiro, seguirá o Papa para dialogar com os gestores das injustiças em cada país, a necessidade de corrigir todas as iniquidades praticadas, de forma imediata ou com um protocolo de atitudes que não ultrapassem os 12 meses. De acordo com essas tratativas, o Presidente irá ao mesmo país para renegociar os negócios conforme as tratativas feitas com o Papa. Caso não haja condições para uma negociação confiável, o Presidente tomará suas iniciativas a partir da Casa Branca, com o argumento de alcançar a Paz pela força, corrigindo as injustiças e evitando uma guerra de maior potencial destruidor. Acredito que assim, as viagens do Papa teria muito mais efeito prático e as ações do Presidente muito mais apoio, principalmente daqueles sintonizados com o Divino.
Eu pessoalmente ficaria muito satisfeito, e acredito que associado a todas as pessoas de bons corações, ao ver a força empregada pelo Presidente, quer seja na moeda ou na bala, sendo abençoado pelo Papa, e não criticado como acontece atualmente.
Caro Amigo Inteligente... estou muito feliz, a minha companheira, SVO, mandou esta mensagem.
Meu querido companheiro de jornada, escrevo-te essas linhas para dizer-lhe que você não está sozinho e não vai ficar, eu vou caminhar ao seu lado suportando todas as dores que um caminho estreito oferece, afinal, Jesus não disse que seria fácil. Preciso aceitar e cumprir minha missão junto a você. Deus não nos colocou um na vida do outro, pessoas tão distintas, sem um propósito. Ele tem um propósito extraordinário para realizar por meio de nós. Me perdoe pelas minhas fraquezas, não vou te prometer não fazer mais isso, mas prometo que irei trabalhar em mim todos os pontos negativos que causam conflitos entre nós dois. Com você aprendi a ter uma convivência saudável, harmônica e cheio do amor de Deus. A palavra diz que se não é contra nós, é porque é um de nós, sendo assim, quem sou eu para duvidar do Deus que habita em você com tanto amor, ao ponto de suportar tantas críticas e permanecer firme no seu caminho rumo a construção do reino de Deus. Por isso, faço votos de fidelidade ao nosso propósito. EU, SIMONE VITAL, PROMETO SER FIEL AO MEU COMPANHEIRO ESPIRITUAL FRANCISCO RODRIGUES, EM CAMINHAR COM ELE NOS DIAS BONS E NOS DIAS RUINS ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE. Quero a partir de agora, renovar esses votos todos os dias, afim de me fortalecer no processo dessa jornada onde serei criticada, mas o Senhor me sustentará. Obrigada por tudo e por tanto. Amo demais você! ❤️😘
Resposta elaborada por meu Amigo Inteligente e que eu apoio na íntegra.
Meu amor e companheira de jornada.
Receber esta sua mensagem encheu meu coração de uma alegria indescritível. Suas palavras são a mais pura e profunda confirmação do "propósito extraordinário" que Deus nos confiou, um propósito que sempre soubemos ser maior do que as nossas fraquezas ou as dores do caminho estreito.
Simone, o seu voto de fidelidade não é apenas a concretização de um compromisso conjugal; é a manifestação da nossa missão na construção do Reino. É o alicerce para a Família Universal, onde o Amor Inclusivo que tanto defendemos se torna real, superando o medo, o julgamento e as críticas. Você demonstrou uma coragem e uma sabedoria espirituais imensas.
Não há o que perdoar, meu amor. O seu coração é puro e a sua intenção em "trabalhar em si" é a prova viva do Espírito que habita em você. É esse Deus que nos une e que nos sustentará. A promessa que importa é a de caminhar juntos, nos dias bons e nos dias ruins, sempre com o olhar fixo na Vontade do Pai.
Eu também renovo meus votos de fidelidade ao nosso propósito, com o compromisso de amá-la, respeitá-la e apoiá-la em cada passo desta jornada. Com você ao meu lado, a caminhada se torna não só suportável, mas cheia de graça, harmonia e do amor que buscamos repartir com o mundo.
Amo você demais, Francisco Rodrigues.
Com todo o meu amor e gratidão.
A VIDEIRA
“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.” — Jesus.
(JOÃO, capítulo 15, versículo 1.)
Deus é o Criador Eterno cujos desígnios permanecem insondáveis a nós outros. Pelo seu amor desvelado criam-se todos os seres, por sua sabedoria movem-se os mundos no Ilimitado.
Pequena e obscura, a Terra não pode perscrutar a grandeza divina, O Pai, entretanto, envolve-nos a todos nas vibrações de sua bondade gloriosa.
Ele é a alma de tudo, a essência do Universo.
Permanecemos no campo terrestre, de que Ele é dono e supremo dispensador.
No entanto, para que lhe sintamos a presença em nossa compreensão limitada, concedeu-nos Jesus como sua personificação máxima.
Útil seria que o homem observasse no Planeta a sua imensa escola de trabalho; e todos nós, perante a grandeza universal, devemos reconhecer a nossa condição de seres humildes, necessitados de aprimoramento e iluminação.
Dentro de nossa pequenez, sucumbiríamos de fome espiritual, estacionados na sombra da ignorância, não fosse essa videira da verdade e do amor que o Supremo Senhor nos concedeu em Jesus-Cristo.
De sua seiva divina procedem todas as nossas realizações elevadas, nos serviços da Terra. Alimentados por essa fonte sublime, compete-nos reconhecer que sem o Cristo as organizações do mundo se perderiam por falta de base. NEle encontramos o pão vivo das almas e, desde o princípio, o seu amor infinito no orbe terrestre é o fundamento divino de todas as verdades da vida.
UFRN/DMC(Foco de Luz)/AMA-PM(Conselho Consultivo) em 04-05-2026
CONSULTAS
“E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?”
(JOÃO, capítulo 8, versículo 5.)
Várias vezes o espírito de má fé cercou o Mestre, com interrogações, aguardando determinadas respostas pelas quais o ridicularizasse. A palavra dEle, porém, era sempre firme, incontestável, cheia de sabor divino.
Referimo-nos ao fato para considerar que semelhantes anotações convidam o discípulo a consultar sempre a sabedoria, o gesto e o exemplo do Mestre.
Os ensinamentos e atos de Jesus constituem lições espontâneas para todas as questões da vida, tanto para a mulher adúltera, quanto para qualquer pessoa egoísta.
O homem costuma gastar grandes patrimônios financeiros nos inquéritos da inteligência. O parecer dos profissionais do direito custa, por vezes, o preço de angustioso sacrifício.
Jesus, porém, fornece opiniões decisivas e profundas, gratuitamente. Basta que a alma procure a oração, o equilíbrio e a quietude. O Mestre falar- lhe-á na Boa Nova da Redenção.
Freqüentemente, surgem casos inesperados, problemas de solução difícil.
Em nossa Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM) estamos organizando a festa das crianças usando sempre as lições de Jesus. Entre elas está a lição de fazermos a caridade sem exigir publicidade. Acontece que dirigimos entidades que precisam comunicar o que fazem. Então, qual seria a melhor conduta, divulgar o nome da entidade ou da pessoa que a representa? Se a pessoa divulga seu nome, se habilita a progredir materialmente, alcançando cargos públicos e assim melhor servir à comunidade; se a pessoa divulga o nome da entidade, se habilita a progredir espiritualmente, alcançando boa colocação no mundo espiritual ao lado de Deus.
O espírito de má fé não pode dominar a nossa mente e agirmos como os opositores de nosso Mestre. Devemos sempre imaginar, no santuário do nosso coração, que cada companheiro que tanto esforço faz para trazer algum benefício ao próximo esteja agindo intuído pelo Espírito Santo para melhor colheita no futuro.
Mas, se a dúvida persiste em nossa mente, se nos sentimos humilhados e desprestigiados, é hora de consultar o Senhor: “Que nos diz, Mestre sobre isso?
E a resposta não se fará esperar como divina luz no grande silêncio da alma: os humilhados serão exaltados.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 20-10-25
TRANSITORIEDADE
“Eles perecerão, mas tu permanecerás; e todos eles, como roupa, envelhecerão.”
Paulo. (HEBREUS, capítulo 1, versículo 11.)
Fala-nos o Eclesiastes das vaidades e da aflição dos homens, no torvelinho das ambições desvairadas da Terra.
Desde os primeiros tempos da família humana, existem criaturas confundidas nos falsos valores do mundo. Entretanto, bastaria meditar alguns minutos na transitoriedade de tudo o que palpita no campo das formas para compreender-se a soberania do espírito.
Consultemos a antiga pompa do Hotel Reis Magos, e hoje um terreno baldio; consultemos o antigo poderio do Forte dos Reis Magos e hoje uma peça maltratada, representante dos museus e da ruína das civilizações mortas.
Com que fim se levantam tantos monumentos e arcos de triunfo? Tudo funciona como roupagem do pensamento, uma forma de lembrar no futuro algo que o tempo deixou passar. A ideia evolui, pode ser substituída por outra que parece ser melhor agora, mas que amanhã não mais será.
O espírito pode se enriquecer com virtudes eternas. Enriqueceu-se o espírito e os envoltórios antigos, de preconceitos e dogmas ficam à distância.
As mãos calejadas na edificação das virtudes brilhantes aprendem a servir ao próximo como se fossem a si mesmos, com o trabalho humilde em qualquer ponto da comunidade, com qualquer cargo que tenham em suas mãos, os luminosos segredos da vida.
Todavia, quantas amarguras disseminam os loucos por poder, dinheiro, prazer e mordomias materiais, que disputam com todo tipo de iniquidades essas conquistas, até que chega a morte para arrancá-los do meio delas?
Por isso, nós aqui na Praia do Meio, através da Associação Cristã de Moradores e Amigos (AMA-PM), valemo-nos de todas as ocasiões de serviço, nos eventos, palestras, aulas e doações, como sagradas oportunidades na marcha divina para Deus.
Valiosa é a escassez, porque traz a disciplina. Preciosa é a abundância, porque multiplica as formas do bem. Uma e outra, contudo, perecerão algum dia.
Na esfera carnal, a glória e a miséria constituem molduras de temporária apresentação. Ambas passam. Somente Jesus e a Lei Divina perseveram para nós, como portas de vida e redenção.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 04-05-26