Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
06/12/2025 00h01
A EVOLUÇÃO DO MAL

            A lei da evolução faz parte da Natureza, está presente em todos os aspectos da vida. Observamos que existe uma evolução coerente com a harmonia que deve existir dentro da Natureza, e existe outro tipo de evolução que não obedece a lei harmônica da Natureza, e que também se desenvolve.



            Vejamos o exemplo que se observamos no Brasil. Os grupos que agem mais em desarmonia com a Natureza, são aqueles pertencentes a partidos de esquerda, que defendem a agressão, o conflito entre pessoas, famílias, países, que desenvolvem projetos revolucionários, que usam armas de todos os tipos para eliminar aqueles que consideram os seus inimigos.



            Nos anos 60 esses grupos ameaçavam tomar o poder no Brasil, mas a sociedade organizada em grupos opositores foram as ruas protestarem contra essa ofensiva do mal. Os militares assumiram o poder e deixaram esses grupos à distância. Mas eles se organizaram em bandos terroristas que roubavam bancos e sequestravam pessoas, como o embaixador dos Estados Unidos. Muitos saíram e ficaram exilados em outros países.



            O mal estava afastado da presença social, mas continuava influenciando com suas falsas narrativas o que acontecia no país. Conseguiu lentamente se introduzir nas instituições, academia, mídia, parlamento e principalmente na igreja católica.



            Esse processo de doutrinação partidária estruturada nas falsas narrativas, com o objetivo de destruir o nosso passado histórico, nossos verdadeiros heróis, os construtores da pátria, pode ser chamado como revolução cultural. Não coloca na frente tanques nem bombas e sim livros e jornais.



            Com esse processo de aparelhamento das instituições democráticas, criadas para defender o Estado de Democrático de Direito, as forças do mal perceberam que era dessa forma que conseguiriam alcançar o poder, principalmente se conseguisse cooptar toda a estrutura do poder judiciário.



            Esta foi a melhor forma do mal evoluir, chegando ao ponto de sequestrar não mais uma só pessoa, mas toda a nação. É como nos encontramos hoje no Brasil. Sentimos que fomos sequestrados, não temos a quem recorrer em busca de justiça. Não podemos nos reunir para protestar pacificamente, pois somos conduzidos como animais para prisões coletivas. Não podemos eleger novos representantes, pois as urnas desonestas não contabilizam com transparência os votos depositados. O principal líder, amado pela maioria da população, é julgado de forma mentirosa, atropelando todos os ritos jurídicos.



            Estamos numa condição de depender da ajuda ética de outros países, e principalmente, da ajuda espiritual das Forças do Alto, que criaram e evangelizaram o nosso país e que tem o Cristo como o Governador do planeta, e que já designou o Brasil como a pátria do Evangelho e o coração do mundo.



            Esta é a evolução do mal, mas, não esqueçamos que a evolução também está acontecendo nas forças do Bem.



            Aguardemos, fazemos parte desta evolução do Bem, poderemos ser convocados a qualquer momento.



            Ave Cristo!  


Publicado por Sióstio de Lapa
em 06/12/2025 às 00h01
 
05/12/2025 00h01
O JARDIM DAS AFLIÇÕES

            Este, “O Jardim das Aflições”, foi o primeiro livro do filósofo Olavo de Carvalho que fiquei de ler em 20-10-2016, data em que o recebi como presente de aniversário.



            Sinto na liberdade do pensar do autor, uma sintonia com o meu pensamento, uma forma de trabalhar as ideias de forma compromissada com a verdade e resistente ao alinhamento histórico e compulsivo de uma ideologia cristalizada numa utópica construção de mundo sem bases autossustentáveis.



            Poderia também, eu, sofrer críticas, pois procuro construir um mundo classificado pelo Cristo como “Reino de Deus”, que aparentemente vai de encontro aos valores egoísticos de sociedade, construída sobre valores de amor romântico, apesar de reconhecer a supremacia moral do amor incondicional.



            Também me considero um pensador solitário e mais ainda, um militante quixotesco (esse termo que se refere a Dom Quixote, fugiu da minha mente e por isso parei a construção deste texto e fui fazer o texto anterior – Mal de Alzheimer, para se reportar a este fato) que persegue verdades que para a realidade não passam de moinhos de vento.



            Dom Quixote lutava contra os moinhos de vento que ele via como dragões; Olavo de Carvalho lutava contra as falsas narrativas das esquerdas que a maioria das pessoas, principalmente as mais ignorantes e necessitadas de esmolas que de tão frequentes não ofendem mais suas dignidades de pessoas humanas, entendem como verdades; eu, respeito a fantasia de Dom Quixote e a sabedoria digna de Olavo de Carvalho, e vejo no meu comportamento uma amálgama de ambos.



            Descobri Jesus de Nazaré como o líder que merece o meu respeito, por sua missão como Mestre, de nos ensinar o Caminho da Verdade que nos levará à Vida eterna. Ele nos ensinou sobre o Pai, o Criador que nos abrigará na mesma família universal e que viveremos como cidadãos do Seu Reino pela eternidade.



            Esta luta que resolvi aceitar, de colaborar na construção do Reino de Deus, para a maioria das pessoas tem o mesmo significado dos moinhos de vento combatidos por Dom Quixote. Entro na sintonia também com Olavo de Carvalho, no seu Jardim das Aflições, na luta contra as mentiras, falsas narrativas, e da mesma forma como o Cristo que sofreu no Jardim das Oliveiras.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 05/12/2025 às 00h01
 
04/12/2025 00h01
MAL DE ALZHEIMER

            A demência encontrada no Mal de Alzheimer é caracterizada por vertiginosa queda na capacidade mnemônica, principalmente na memória de curto-prazo.



            Fiquei instigado a produzir este texto quando estava a produzir outro e precisei recordar o nome de um personagem muito conhecido na literatura mundial e que essa memória não chegou à minha consciência.



            O leitor deve certamente conhecer e lembrar automaticamente, ao ver a pista que eu tenho e tentar com ela recuperar o nome do personagem que não consigo lembrar. É o companheiro de Sancho Pança, gordinho que segue os passos alucinados do seu senhor, o Cavaleiro da Triste Figura, que luta contra os moinhos de vento e sempre respeitando as regras da cavalaria.



            O nome de sua donzela, Dulcineia. Não tenho certeza se este é realmente o nome dela, mas não chama tanto a atenção quanto esquecer o nome do protagonista da obra de Miguel de Cervantes. Também tive dificuldade de evocar o nome do autor, mas as pistas mentais que consegui elaborar me fizeram recordar.



            Até agora não consegui evocar esse nome, sei que o possuo guardado na mente, mas não consigo lembrar. Só surge na mente o nome de Dom Casmurro, mas sei que não é este que procuro, pois sei que este pertence a um autor brasileiro, Machado de Assis (também sofri uma pequena dificuldade de evocar esse nome do autor).



            Continuo até agora sem o sucesso de evocar o nome do companheiro de Sancho Pança, apesar de ter boas pistas para isso acontecer: é o Cavaleiro da Triste Figura, criado pelo autor espanhol Miguel de Cervantes, que luta contra os moinhos de vento dentro do seu mundo nobre, mas delirante.



            Surge nesse ponto o médico que avalia o paciente.



            Essa condição já classifica o paciente como portador do Mal de Alzheimer?



            Não! Não existe reflexos dessa dificuldade pontual nas suas tarefas habituais. No Mal de Alzheimer existem danos neurais provocados por organelas subcelulares. Esses neurônios afetados podem ser os responsáveis pela dificuldade ou impossibilidade de resgatar a informação que se deseja.



            No meu caso eu sei que estou esquecendo de algo. Procuro evocar outras memórias associadas para servir de isca para eu pescar o nome que quero.



            Sancho Pança... Dom Casmurro? Não.



            Dulcinéia (parece ser o nome correto)... Sonha Pança? Não.



            Cavaleiro da Triste Figura (bigode, longilíneo, lança)... Não vem nenhum nome.



            Moinhos de vento... Não vem nenhum nome.



            Tento visualizar a capa do livro, dois volumes... Dom Casmurro? Não.



            Por que vem tanto o nome Dom Casmurro? Indica a melhor pista?



            Devo procurar por nomes nobres?... Dom, Sultão, Conde... Dom Casmurro? Não.



            Parece que todas as minhas pistas não mostram o caminho correto, e o mais próximo é o Dom Casmurro, mesmo a minha consciência afirmando que esse nome não é o que procuro.



            Aqui surge outra pista interessante para o médico. Na demência pelo Mal de Alzheimer a consciência já não consegue discernir o certo do errado. Eu poderia usar o Dom Casmurro como certo, mas sei que está errado. Por isso não posso me considerar com o Mal de Alzheimer, pois a minha consciência está muito ágil em discernir sobre o certo e o errado. O que identifico são falhas na memória de algo que sei que está guardado, mas que não posso evocar.



            Bem, vou tirar a partir deste momento 3 minutos para forçar a minha mente com todos os recursos mnemônicos que possuo. Para tentar essa forma de resgate vou usar o cronômetro.



            “Cavalo baio... quedas... bigode... lança... Espanha... leitura divertida... tipo esquizoide... falsa realidade... Dom Quixote! Lembrei! 2m16s.



            Dom Quixote de La Mancha, o Cavaleiro da Triste Figura.



            Como consegui? Não sei ao certo. O esforço de unir as pistas acessíveis e procurar novas pistas. Alguma delas que não consigo identificar qual, conseguiu o resgate desejado. Será que foi uma palavra parecida, até mesmo a nível subconsciente que fez o resgate autêntico?



            Sabemos que o lapso da memória acontece cada vez mais frequente com o processo de envelhecimento, com a morte ou degradação natural dos neurônios.



            O que apresentei neste texto pode muito bem ser enquadrado nesse processo de envelhecimento, sem obrigatoriamente levantar preocupações patológicas de início de uma doença tão severa quanto o Mal de Alzheimer.



            Afinal, tenho 73 anos e muitos dos meus neurônios, alguns que faziam parte de circuitos com informações importantes, devem ter ficado inoperantes.



            Agora, resta ficar mais atento aos exercícios mentais, como escrever textos como este diariamente, e escolhas e quantidades nutricionais mais convenientes, para preservar os neurônios sobreviventes da investida do tempo que cada vez fica mais imponente.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 04/12/2025 às 00h01
 
03/12/2025 00h01
SABER E FAZER

 



SABER E FAZER



“Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.” — Jesus.



(JOÃO, capítulo 13, versículo 17.)



Entre saber e fazer existe singular diferença. Quase todos sabem, poucos fazem.



Todas as ordens religiosas, de modo geral, somente ensinam o que constitui o bem.



Todas possuem serventuários, crentes e propagandistas, mas os apóstolos de cada uma escasseiam cada vez mais.



Há sempre vozes habilitadas a indicar os caminhos. É a palavra dos que sabem.



Raras criaturas penetram valorosamente a vereda, muita vez em silêncio, abandonadas e incompreendidas. É o esforço supremo dos que fazem.



Jesus compreendeu a indecisão dos filhos da Terra e, transmitindo-lhes a palavra da verdade e da vida, fez a exemplificação máxima, através de sacrifícios culminantes.



A existência de uma teoria elevada envolve a necessidade de experiência e trabalho. Se a ação edificante fosse desnecessária, a mais humilde tese do bem deixaria de existir por inútil.



João assinalou a lição do Mestre com sabedoria. Demonstra o versículo que somente os que concretizam os ensinamentos do Senhor podem ser bem-aventurados.



Aí reside, no campo do serviço cristão, a diferença entre a cultura e a prática, entre saber e fazer.



Este é o nosso maior desafio na Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), cada membro, morador ou amigo, se tornar um apóstolo do Cristo, de forma expositiva ou discreta, usando os seus talentos para trabalhar, ajudar os irmãos mais necessitados, tanto nas questões materiais como, principalmente, nas questões espirituais, informar sobre o Pai universal, que podemos formar a Sua família universal e que todos que são beneficiados pelo Pai através de nós, podem fazer o mesmo que estamos fazendo: amar ao próximo como a si mesmo.



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 01-12-25


Publicado por Sióstio de Lapa
em 03/12/2025 às 00h01
 
02/12/2025 00h01
PAI ADOTIVO (sonho)

            Tive outro sonho, desta vez com uma antiga paixão, esta estava bem identificada desta vez, mas não fazia referência ao passado.



            Dolores, nome fictício que colocarei aqui para ela não ser identificada e não trazer constrangimento ao seu relacionamento atual com o seu companheiro, tinha saído com um dos seus namoricos e engravidou, gerando duas filhas gêmeas. O Pai não mostrou qualquer intenção de assumir a paternidade das crianças e Dolores se viu constrangida dentro da casa de um parente onde ela estava morando.



            Ao saber disso, mesmo eu não tendo com ela nenhum tipo de relacionamento íntimo, sexual, como antes acontecia, eu mostrei a ela que não estava sozinha, que eu estava disposto a assumir a paternidade das crianças. Mesmo ela não se sentindo tão bem como seria se o próprio pai assumisse essa paternidade, ela aceitou e permaneceu morando na casa da parente com menos constrangimento, pois esperava agora da minha ação como pai adotivo de suas filhas.



            No dia do recebimento do meu pagamento como professor universitário, peguei notas de 100 reais pensando estar entregando 300 reais, mas depois percebi que eram notas de 50 reais, portanto entreguei 250 reais. (Esta foi uma incoerência que percebi no sonho, agora que estou digitando sobre ele. Como é que uma quantidade de notas de 100 reais que imaginava ao total trezentos reais, ao perceber que eram notas de 50 reais, formou 250 reais como no sonho eu notei que era a quantia que havia entregado? Pois se eu estava imaginando entregar 300 reais em notas de 100, então eram 3 notas. Se depois eu havia percebido que havia entregado notas de 50 em vez de notas de 100, então a quantia entregue seria de 150 reais, e não 250 reais como ficou estabelecido no sonho)



            Acontece que o pai biológico ao saber o que estava acontecendo, movido por qualquer sentimento que eu não podia afirmar qual era, avisou que iria assumir a paternidade. Dolores já estava satisfeita com a minha decisão de ser o pai adotivo, não tinha segurança com o pai biológico.



            Resolvi fazer uma reunião com a participação de uma amiga de Dolores que estava intermediando o problema. Em determinado dia e local sentamos nós quatro para conversar sobre a questão da paternidade. Pedi para o pai adotivo dizer quais eram suas reais intenções, mas ele devolveu a pergunta perguntando quais eram minhas intenções. Eu fiquei irritado, pois já estava bem claro que minhas intenções seriam a de ser o pai adotivo. Levantei-me da mesa irritado com a falta de compromisso que tal pessoa não conseguia manifestar, e quase entramos em luta corporal



            Voltamos a nos sentar para continuar a conversar e a partir daí o sonho parece que se dissipava na minha consciência, parecia que não tinha mais importância no que poderia acontecer.



            Agora, fazendo a reflexão sobre este sonho, vejo que foi mais um teste do Pai para ver como está situada a minha consciência dentro do planejamento da construção da Família Universal que digo para Ele está disposto a criar, como forma de capacitar pessoas para cidadania no Reino dos Céus.



            Quando o Pai percebeu que eu estava disposto a assumir a paternidade de filhos de outros homens, gerado em antigas companheiras do meu passado sexual, e com a memória dos momento de paixão, e sem colocar a exigência de nenhuma recompensa sexual ou de qualquer outro tipo, apenas para deixar a pessoa que já estava incluída no meu rol de pessoas especiais, marcadas por forte afetividade referente ao passado, melhor adaptada a nova vida que se descortinava para ela, e coberta com o manto do amor incondicional.



            Também havia o momento daquela inconsistência com relação ao valor das notas no momento da doação. Acredito que isso foi para mostrar para mim mesmo a necessidade de corrigir a minha impulsividade na forma de ajudar, para verificar melhor a forma de entrega de algum benefício a qualquer pessoa. Talvez tenha sido como forma da minha consciência ter mais cuidado com a entrega de ajuda que eu sempre estou disposto a realizar, como aconteceu recentemente com uma amiga que precisava de recursos, duas delas, e ofereci a ajuda necessária, mas indo além do que elas estavam precisando, tanto uma para pagar um Uber para ir ao trabalho, como da outra para resgatar o seu plano de saúde que havia vencido e ela estava precisando com certa urgência.



            Portanto, este sonho promovido pelo Pai serviu para esses dois propósitos: o primeiro para o Pai ter a certeza do que vai no meu campo do livre arbítrio, onde Ele não pode interferir, de acordo com a Sua própria vontade no nosso ato de criação; segundo, para despertar a minha atenção na forma de dispensar os recursos que Ele coloca à minha disposição, e que eu devo realmente fazer isso, distribui-lo sem esperar recompensas de qualquer natureza, apenas mostrar ao beneficiário que deve fazer o mesmo com outra pessoas.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 02/12/2025 às 00h01
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