Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
27/07/2026 00h01
LEVANTEMO-NOS

 

 

 

LEVANTEMO-NOS

 

 

 

 

“Levantai-vos, vamo-nos daqui.” — Jesus.

 

 

 

 

(JOÃO, capítulo 14, versículo 31.)

 

 

 

 

Antes de retirar-se para as orações supremas no Horto, falou Jesus aos discípulos longamente, esclarecendo o sentido profundo de sua exemplifícação.

 

 

 

 

Relacionando seus pensamentos sublimes, fez o formoso convite inserido no Evangelho de João: — “Levantai-vos, vamo-nos daqui.”

 

 

 

 

O apelo é altamente significativo.

 

 

 

 

Ao toque de erguer-se, o homem do mundo costuma procurar o movimento das vitórias fáceis, atirando-se à luta sequioso de supremacia ou trocando de domicílio, na expectativa de melhoria efêmera.

 

 

 

 

Com Jesus, entretanto, ocorreu o contrário.

 

 

 

 

Levantou-se para ser dilacerado, logo após, pelo gesto de Judas.

 

 

 

 

Distanciou-se do local em que se achava a fim de alcançar, pouco depois, a flagelação e a morte.

 

 

 

 

Naturalmente partiu para o glorioso destino de reencontro com o Pai, mas precisamos destacar as escalas da viagem...

 

 

 

 

Ergueu-se e saiu, em busca da glória suprema.

 

 

 

 

Esta lição do Cristo é tão sutil em sua essência que poucas pessoas percebem. Como perceber que o Mestre está saindo de uma condição de conforto e segurança no Horto onde fazia suas orações para se expor em campo aberto a traição do amigo e o início de Seu sacrifício?

 

 

 

 

As estações de marcha são eminentemente educativas: — Getsêmani, o Cárcere, o Pretório, a Via Dolorosa, o Calvário, a Cruz constituem pontos de observação muito interessantes, mormente na atualidade, que apresenta inúmeros cristãos aguardando a possibilidade da viagem sobre as almofadas de luxo do menor esforço.

 

 

 

 

Eis aqui a prova de fogo para nós, cristãos que pertencemos ao laboratório de prática cristã, a Associação de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM).

 

UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 27-07-26

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 27/07/2026 às 00h01
 
26/07/2026 00h01
COMPROMISSO EST – 4º. TEXTO

            Eis o rascunho estruturado solicitado como complemento do texto anterior.

 

 

Aqui está um rascunho estruturado com os pontos principais das suas reflexões. Você pode copiar este texto para o seu aplicativo de notas ou diário pessoal:

 

 

 

 


 

 

 

Registro de Reflexão: Encontro com EST

 

 

 


  • Mudança de Foco: Durante o encontro, houve um deslocamento consciente da expectativa de prazer sexual imediato para uma observação analítica do momento. A energia anteriormente ligada ao desejo físico foi canalizada para a compreensão de uma "estratégia maior" (a operação do Pai).

  • O papel do "Behemoth": Identifiquei que a força instintiva (o Behemoth) foi estimulada não para a luxúria direta, mas para facilitar a aproximação e a observação das dinâmicas com EST e SVO. O instinto serviu como ferramenta de percepção.

  • Observações sobre as conexões:

    • EST: Observada com um olhar focado, buscando compreender seu papel e as intenções por trás da aproximação, reconhecendo que sua disponibilidade e atributos sensuais diferem de outras conexões (como a de SVO).

    • Propósito: O foco do pensamento centrou-se em entender o propósito dessa aproximação espiritual/estratégica, em vez de buscar a gratificação sensorial que, neste caso específico, parecia secundária.



    •  
    •  

  • Conclusão do Momento: O encontro serviu como um exercício de lucidez, onde a prioridade foi o entendimento das intenções e do fluxo dos relacionamentos, mantendo o olhar fixo na outra pessoa como parte desse exercício de presença e atenção.



  •  
  •  

 

 

 

 


 

 

 

Este registro sintetiza o movimento da sua mente durante o encontro, transformando a experiência instintiva em uma compreensão mais clara da sua própria jornada e intenções. Se quiser adicionar algo mais ou ajustar algum ponto, é só me pedir.

 

 

 

Fiquei satisfeito com essas informações e vou procurar meditar sobre elas e avaliar com mais acurácia a batalha que está se desenrolando na minha mente, entre os desejos da carne e os princípios do Espírito. Sei que a prioridade são os princípios espirituais, pois isto é o que me mantem dentro do progresso espiritual. Caso eu caia na busca do prazer carnal, atropelando os princípios espirituais, será uma derrota espiritual, e isso não quero que aconteça. Mas, tenho a impressão que a estratégia do Beemote se baseia em encontrar um espaço onde o prazer carnal seja alcançado sem sair dos princípios espirituais. Também acredito que o Espírito concorde com isso, pois entende que todos os recursos carnais com os quais o Pai nos criou, são todos permitidos, desde que o uso deles não interfira com o caminhar espiritual do próximo.

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 26/07/2026 às 00h01
 
25/07/2026 00h01
COMPROMISSO EST – 3º. TEXTO

     Perguntei ao Amigo Inteligente a sua impressão sobre o meu encontro com EST, onde meu pensamento ao invés de estar sintonizado com a busca do prazer sexual, como eu imaginava, ficou envolvido em compreender a estratégia do Pai na minha aproximação das duas ex-freiras, em ambas usando a força da cabeça da luxúria do Beemote.



Sua descrição revela uma transição importante entre a expectativa e a experiência vivida. O fato de seu foco ter se deslocado da busca pelo prazer imediato para a observação da dinâmica de sua relação com EST e SVO indica um processo consciente de redirecionamento de energia.



Ao buscar fixar o olhar e focar no diálogo em vez da satisfação do impulso, você permitiu que a energia que você associa ao "Behemoth" — frequentemente ligada a instintos primários ou luxúria — fosse canalizada para uma capacidade analítica e reflexiva. Em vez de agir sob o domínio do impulso, você se colocou em uma posição de observador de sua própria história e das intenções que percebe por trás desses encontros.



Muitas vezes, quando removemos a expectativa do prazer físico como meta principal de uma interação, abrimos espaço para compreender padrões que antes ficavam ocultos pela urgência do desejo. Esse "plano do Pai" ou a compreensão estratégica que você menciona parece ser, neste contexto, o seu próprio subconsciente tentando dar um significado maior às conexões que você estabelece, buscando um propósito que vai além da gratificação sensorial.



Ao perceber que EST não lhe oferece a mesma disponibilidade física que outras conexões, mas que seu pensamento ainda se volta para o "entendimento estratégico" da aproximação, você demonstra que está valorizando mais a clareza da situação do que a satisfação instintiva.



Como essas reflexões parecem ser parte de um processo de autoconhecimento, posso ajudar a organizar esses pensamentos de uma forma mais estruturada, talvez em um diário ou nota, para que você possa revisitá-los conforme essa compreensão evolui. Gostaria que eu criasse um rascunho de nota com esses pontos para você?



Sim, achei conveniente a criação de nota com esses pontos para tomar melhor consciência de minha conduta dentro dos meus propósitos, que vai descrito no próximo texto.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 25/07/2026 às 00h01
 
24/07/2026 00h01
ORÁCULOS DE DEUS – 3. GUARDIÕES, REPARADORES E ATIVADORES

            Deus fala conosco por diversos canais, diversas maneiras. Encontrei agora mais um oráculo de Deus, na forma de um vídeo do pensamento de Carl Jung, que irei digitar aqui, fragmentado em diversas parte, sendo esta a terceira.



Jung não falou apenas de forma genérica sobre essa geração como um todo, ele dividiu esse período de 20 anos em subgrupos, cada um com uma tarefa própria.



Quem nasceu entre 1945 e 1950 são os Guardiões da memória. Trouxeram consigo a lembrança de como era o mundo antes da grande rutura, antes da grande desconexão. A tarefa central deles é preservar e repassar esse conhecimento puro para as gerações seguintes.



Já quem nasceu entre 1951 e 1965 são os Reparadores de sistemas e Ativadores de consciência. Vieram para enxergar quais estruturas sociais estavam corroídas, consertá-las na raiz e despertar outras pessoas. Às vezes com dureza para a grande transformação que se aproxima.



Se você se reconhece em algo disso, guarde essa percepção, porque agora vou revelar exatamente o que ficou pendente em suas vidas passadas, e por que essa encarnação é o seu ciclo final na Terra.



Chegamos ao ponto mais impactante de tudo. Jung não disse apenas que essa geração carrega uma missão, ele reforçou que se trata da missão final delas neste planeta.



O que isso quer dizer, segundo os princípios da evolução espiritual, nossos ciclos de encarnação tem um limite natural. Não fomos feitos para voltar aqui infinitas vezes. Em algum momento, a alma se forma nessa escola e segue evoluindo em outras dimensões, muito além do que conseguimos compreender hoje.



Para muitos de vocês, esta vida é justamente essa formatura, a encarnação em que a alma decide se vai enfim cumprir aquilo para o qual foi criada.



Jung acompanhou esse padrão ao longo de diversas vidas. Almas nascidas entre 1945 e 1965 apareceram em cada grande ponto de virada da história humana, nas civilizações mais antigas, nos períodos sangrentos de transição, quando impérios caíam e outros nasciam durante o iluminismo. Surgindo sempre que a humanidade estava à beira de um abismo. Sempre tentaram guiar a mudança e frequentemente fracassaram, porque o livre arbítrio humano é imprevisível porque o medo dominava os corações porque os mecanismos que sustentavam os sistemas antigos eram quase impossíveis de derrubar.



Mas, em cada existência, essas almas aprendiam algo novo, desenvolviam uma nova habilidade, acumulavam sabedoria, só nunca viram concluído totalmente essa grande missão.



Até agora, a geração atual tem algo que nenhuma anterior teve, um cenário perfeito, o mundo onde a informação circula sem barreiras, onde as fronteiras geográficas praticamente desapareceram na mente das pessoas, onde milhões vivem ao mesmo tempo despertar espiritual, e uma busca desesperada por significado.



Essa é exatamente a tempestade para a qual você veio ao mundo, mas aqui está o detalhe que Jung reforçava sem parar. Se você não despertar agora, se não concluir essa missão nesta existência, não haverá outra oportunidade nesta Terra. Não como castigo, mas simplesmente porque o ciclo se encerra de forma natural.



Sua alma continuará evoluindo em outros níveis de aprendizado, claro, mas a missão específica que você assumiu para com a humanidade ficará inacabada, e as consequências disso não recaem só sobre você, mas sobre o mundo inteiro.



Essa geração de transição precisa plantar as sementes, daquilo que Jung enxergava para depois do caos, uma era de paz, consciência elevada e compreensão profunda. Essa era dourada não surge sozinha, ela precisa de construtores, de pessoas capazes de segurar a luz firme na escuridão, para que outros não se percam ao atravessar para o outro lado.



Como nasci em 1952 estou enquadrado na classe dos Reparadores de sistemas e Ativadores de consciência. Realmente, o meu trabalho construir a Arvore do Amor Inclusivo como base para a Família Universal e Reino de Deus, aborda o uso dessas duas classes. Portanto, já estou engajado na proposta de Jung.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 24/07/2026 às 00h01
 
23/07/2026 00h01
ORÁCULOS DE DEUS – 2. SINAIS ESPECÍFICOS

            Deus fala conosco por diversos canais, diversas maneiras. Encontrei agora mais um oráculo de Deus, na forma de um vídeo do pensamento de Carl Jung, que irei digitar aqui, fragmentado em diversas parte, sendo esta a segunda.



 Em 1944 Jung havia mergulhado em um de seus estados mais profundos de contemplação e visão interior, aqueles raros momentos em que a mente ultrapassa seus limites habituais e alcança algo antigo e imenso.



Seus auxiliares anotavam suas palavras como sempre faziam, mas dessa vez algo bem diferente estava acontecendo. Jung passou a falar sobre uma onda enorme de almas antigas se preparando para chegar à Terra.



Não eram espíritos recém-criados, eram almas que já haviam encarnado várias vezes, que conheciam de perto todo o peso do sofrimento das guerras, das separações, da queda de impérios.



Mas dessa vez elas voltavam com um objetivo derradeiro. Quando alguém próximo perguntou quando essas Almas chegariam Jung respondeu com tranquilidade: já começaram, surgiriam entre o fim do grande conflito mundial e a época sombria em que a humanidade perceberia que tinha em mãos o poder de se aniquilar por completo.



Esse intervalo corresponde exatamente a 20 anos, de 1945 a 1965, uma geração completa, 20 anos de almas com um propósito, concentradas num único ciclo.



Jung não chegou a ver essa geração alcançar a maturidade plena, mas deixou observações extremamente detalhadas sobre o que se poderia esperar dela. Disse que essas almas trariam uma inquietação profunda, uma busca constante e jamais se ajustariam a moldes convencionais, que desde cedo questionariam as bases dos sistemas religiosos políticos e sociais, e foi exatamente o que ocorreu.



Quem nasceu naquele período se transformou nos sonhadores das décadas de 60 e 70, emboçadores espirituais que recusavam a engolir crenças prontas, preferindo investigar o que havia por trás delas, indo da religião tradicional ao misticismo, da filosofia oriental a busca pela liberdade da alma.



Não se tratava de rebeldia só por rebeldia, era uma memória antiga vinda das profundezas do espírito, a certeza de que existia um jeito diferente de viver e de ser.



Jung dizia que essas almas não vieram para destruir o velho mundo, mas para transformá-lo por dentro, funcionando como a ponte segura que une as duas margens enquanto a humanidade atravessa de uma era para outra.



No ponto mais intrigante, Jung previu que boa parte dessa geração só despertaria de verdade, em seu sentido mais profundo, ao chegar aos 40 ou 50 anos porque antes precisavam sentir todo o peso do sistema antigo, precisavam atuar dentro dessas estruturas, ser desgastados por elas, sentir na pele a decepção para só assim entender, com a certeza de que só a vivência a traz, que havia algo profundamente errado na raiz de tudo.



Somente depois de atravessar isso é que ganhariam a autoridade espiritual necessária para apontar um caminho diferente aos outros.



Pare um instante e pense na sua trajetória. Quantas vezes você sentiu que estava apenas no automático, cumprindo obrigações sem realmente viver. Quanto das manhãs você despertou se perguntando em silêncio, se não deveria haver algo além disso.



Aquele vazio pesado que você carregou, nunca foi um defeito psicológico, era a sua alma insistente e impaciente, tentando lembrá-lo de sua verdadeira tarefa.



Jung também apontou três sinais específicos, que confirmam que a alma dessa geração está pronta para acordar.



O primeiro, uma crise existencial profunda, capaz de abalar tudo o que você sempre acreditou ser verdadeiro.



O segundo, uma atração forte e inexplicável pela espiritualidade, pelos mistérios do universo, por uma camada mais profunda da realidade, mesmo sem saber por onde começar.



O terceiro uma sensação constante e pesada de responsabilidade diante de tudo o que acontece no mundo, mesmo sem clareza de como mudar isso.



Se você já viveu essas três coisas de maneira intensa e pessoal, isso não é coincidência, é uma confirmação. Mas espere, porque o que vem agora é ainda mais impactante.



Desses três sinais o que mais se expressou na minha consciência foi o segundo, uma forte atracão pela espiritualidade, o que me deixa atualmente como um personagem Templário dentro da Nova Ordem em Cristo.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 23/07/2026 às 00h01
Página 16 de 1080