O Monitor do Mestre
Jesus ensinou a parábola do fermento para reforçar a mensagem que Ele deu sobre o Reino de Deus. Foi uma ilustração curta, mas poderosa, que foi registrada por Mateus (13,33).
Jesus disse que o Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher misturou em 3 medidas de farinha até que tudo estivesse levedado. Ele usou uma imagem simples e familiar, que todos ali entendiam bem.
As mulheres na multidão assentiram com a cabeça, elas já tinham feito isso muitas vezes. Adicionar só um pouco de fermento à massa e ver tudo se transformar.
Imagine agora uma mulher em sua casa preparando o pão para seus familiares. Ela pega um punhado pequeno de fermento, quase invisível perto do restante da farinha. Amassa tudo com cuidado e espera. No começo nada parece mudar, mas aos poucos, de forma invisível aos olhos, o fermento começa a agir, hora após hora. A massa cresce, amolece e se transforma completamente. aquela pequena porção de fermento acaba modificando. Três medidas de farinha, suficiente para alimentar 100 pessoas. O processo é silencioso, escondido. mas incrivelmente poderoso, e uma vez iniciado não pode ser desfeito. A massa nunca mais será a mesma.
Dessa mesma forma ensinava Jesus. O Reino de Deus não chega com força bruta ou conflitos externos, que começa nos corações das pessoas e se espalha de dentro para fora, transformando vidas, e com o tempo, comunidades inteiras.
É notável que Jesus tenha escolhido algo do cotidiano doméstico, algo feito por mulheres para explicar uma verdade tão profunda sobre como o seu Reino funciona enquanto muitos imaginavam o Reino de Deus chegando como um exército poderoso.
Jesus o descreveu através do trabalho simples e cuidadoso feito nas cozinhas. As medidas de farinha que ele mencionou, podiam alimentar mais de 100 pessoas. Ficou a lição que mesmo uma pequena quantidade de fermento tem poder para influenciar algo muito maior do que ela mesma.
Mais uma vez Jesus contrariava as expectativas da maioria sobre o Messias. As pessoas esperavam grandes exibições, vitórias militares e triunfos políticos, mas Ele dizia que o Reino é como o fermento. Ele age em silêncio, começa dentro das pessoas e se espalha devagar. Com certeza o fermento não transforma a farinha pela força, ele se mistura com ela, age por dentro mudando tudo, desde o interior.
Do mesmo modo, o Reino de Deus não se imponha as pessoas. Ele se transforma começando no coração. O fermento também representa a influência de apenas algumas pessoas, que vivendo os valores do Reino, podem deixar uma marca duradoura em toda uma sociedade.
Um pequeno grupo de discípulos verdadeiros pode impactar uma cidade inteira. A mensagem era clara, nunca subestime o que começa pequeno, se move em silêncio e cresce com constância.
naquele dia Jesus terminou suas histórias deixando as pessoas mergulhadas em reflexões. Mateus (3,34-35) registra que Jesus falou todas essas coisas as multidões usando parábolas.
Ele não ensinava sem usar histórias, isso cumpria o que havia sido anunciado pelo profeta: “falarei por meio de parábolas, revelarei coisas ocultas desde a criação do mundo”.
A luz do entardecer banhava o mar da Galiléia em um tom dourado, suave. As pessoas começaram a voltar para casa, algumas caminhando em duplas ou pequenos grupos, conversando sobre o que tinham ouvido, o que Ele quis dizer com o fermento, perguntou alguém. Você acha que somos o trigo ou joio? Como posso saber que tipo de solo é o meu coração? Outros se perguntavam em voz alta.
Jesus observava com um sorriso cheio de entendimento. Ele sabia que nem todos compreenderiam o significado de imediato, mas as sementes estavam na terra. As histórias que ele contou tinham o poder de alcançar o mais profundo do coração das pessoas, como o fermento que age em silêncio na massa, mudando aos poucos a forma como viam o mundo.
Naquele dia à beira-mar, Jesus plantou verdades que cresceriam por muitos anos. Ele mostrou que o Reino de Deus começa como algo minúsculo, como uma semente de mostarda. Age em silêncio como o fermento misturado à farinha, cresce mesmo em meio a oposição, como o trigo entre os joios e tudo depende de quão aberto está o coração de cada pessoa, como os diferentes tipos de solo.
essas primeiras parábolas prepararam o terreno para tudo o que Jesus ensinaria depois. Elas descreviam um Reino que não seguia os padrões do mundo. Esse Reino valorizava o que é pequeno, gentil, paciente e interno, em vez do que é barulhento, orgulhoso, imediato e externo. Era um Reino que começava no coração e se espalhava, transformando tudo o que tocava.
Agora podemos aplicar essas mesmas histórias nos dias atuais, refletindo no que construímos até hoje, no que existe e como pensamos e agimos, mesmo sabendo da existência de Deus, do Mestre e do Caminho da Verdade que Ele nos ensinou.
Pai, quem sou eu? Fui obrigado a fazer essa reflexão, Pai, ao ser confrontado com coisas que podem ser consideradas erradas, mas que acredito que estejam corretas. Por isso quero conversar com o Senhor sobre isso. Fui acusado de estar desperdiçando os meus recursos materiais, ajudando pessoas fora do meu círculo sanguíneo, enquanto parentes passam por dificuldades; que atendo os interesses materiais da minha companheira, sem colocar limites. Em função disso eu aparento ou injustiça ou idiotice. Escuto com cuidado e refletindo no que estão abordando. Explico que eu posso parecer ser tudo isso que me acusam, mas que eu estou convicto que estou fazendo a Tua vontade, Pai. Mesmo que eu caminhe pelos vales das sombras e em outros momentos pelos palácios dos prazeres, sei que em tudo está a Tua vontade, Pai, e que devo permanecer no Caminho da Verdade que o Cristo me ensinou. Neste momento eu vejo a construção da minha árvore do Amor Inclusivo, formado no tronco por mim e minha companheira, ao lado por nossas famílias sanguíneas, ampliadas, e nos ramos todas as pessoas que estão se nutrindo da seiva dessa árvore para produzir os seus frutos, principalmente as mulheres, com as quais tenho mais afinidade, um sentido de gratidão e principalmente as forças instintivas que facilitam a aproximação e a transfusão da seiva nutritiva. Também, Pai, recebi a informação que o Senhor me enviou, que logo mais ao completar meus 75 anos, o Senhor falará com mais clareza comigo, como aconteceu com Abraão. O livro que me foi presenteado pela pessoa que me colocou em Ceará-Mirim, dentro de uma família católica, foi ela mesma o veículo da Tua vontade. Este livro trouxe essa informação, que Abraão havia nascido em 1952 aC, que Deus falou e deu uma missão à ele aos 75 anos e que ele a cumpriu com a sua esposa, Sara e com os membros da sua família nuclear. Portanto, fazendo essas comparações, surgiu dentro de mim esta expectativa, que nesta data que se aproxima deverei receber também uma missão dentro da Tua vontade. Estarei correto com estas reflexões, meu Pai?
Sim, filho, você percebe com facilidade as mensagens que envio para você, por qualquer canal, em qualquer circunstância. Percebo em você, em algumas situações, a dúvida se está fazendo a minha vontade ou procurando simplesmente alcançar os prazeres que os seus desejos carnais provocam. Mas você tem o cuidado, percebo isso em suas ações e nas sondagens que faço no seu coração, que não há interesse em prejudicar o próximo, pelo contrário, usa essa energia instintiva para ter a motivação necessária para fazer o bem, longe dos interesses da parentela sanguínea e o mais próximo possível da construção da família universal. Sim, estou satisfeito contigo, e os erros que tu cometes são bem cobertos pelos acertos de tuas ações. Tens a minha bênção.
EDIFICAÇÕES
“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte.” — Jesus.
Mateus, capítulo 5, versículo 14.
O Evangelho está repleto de amorosos convites para que nós, cristãos, que estamos agindo dentro de uma Associação Cristã, de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), nos edifiquemos no exemplo do Senhor.
Nem sempre os seguidores do Cristo compreendem esse grande imperativo da iluminação própria, em favor da harmonia na obra a realizar.
Esmagadora percentagem de aprendizes, antes de tudo, permanece atenta à edificação material dos outros, tentando imitá-los, menosprezando a chance de alcançar os bens espirituais, supremos, de fazer a vontade de Deus, servindo ao próximo sem exigir deles nenhum tipo de recompensa para si ou para terceiros.
Naturalmente, é muito difícil fazer a escolha da melhor gratificação, de receber benesses materiais de quem procura por lucros ou cargos públicos, ou a benesse espiritual dada por Deus no mundo espiritual, gastando tempo e dinheiro para isso acontecer, sem nenhuma garantia legal.
O recurso bendito da iluminação se esconde, muitas vezes, nos obstáculos da natureza humana, animal, do egoísmo, da ingratidão, da inveja, da raiva, nas frustrações e sombras do caminho.
O Mestre foi muito claro em sua exposição. Para que os discípulos sejam a luz do mundo, simbolizarão cidades edificadas sobre a montanha, onde nunca se ocultem.
A fim de que o operário de Jesus funcione como expressão de claridade na vida, é indispensável que se eleve ao monte da exemplificação, apesar das dificuldades da subida angustiosa, superando todos os obstáculos que os irmãos desviados do Caminho da Verdade possam oferecer.
Esta é a edificação de nossa vida, uma categoria de construção espiritualmente cristã sobre o templo material do nosso corpo, que não pode ser escondida, pois está sobre o monte sagrado do Pai.
O vaivém das paixões humanas desordenadas não derruba a edificação dessa natureza divina; as pedradas perversas deixam-na intacta e, se alguém a dilacera, seus fragmentos constituem a continuidade da luz, em sublime rastilho, por toda parte, porque foi assim que os primeiros mártires do Cristianismo semearam a fé́.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 01-06-26
O Monitor do Mestre
Na parábola da semente de mostarda, o povo ainda ouvia com atenção. Jesus olhou para eles e viu muitos esperando por um Reino poderoso, que esmagaria o Império Romano, mas Ele precisava ajudá-los a entender que o Reino de Deus não funcionava assim.
Por isso Ele usou essa metáfora, para explicar que o Reino dos Céus é como uma semente de mostarda, que um homem plantou em seu campo. É a menor de todas as sementes, mas quando cresce torna-se a maior das hortaliças, é tão grande que os pássaros fazem ninhos em seus galhos.
As pessoas se entreolharam curiosas, muitos eram lavradores ou cuidavam de pequenos terrenos. Eles sabiam exatamente como era uma semente de mostarda, tão pequena que quase desaparecia na mão. Mas naquela região era conhecida por crescer rapidamente até virar um arbusto alto, ultrapassando três metros em apenas algumas semanas. Era um contraste marcante, algo quase invisível se tornando algo enorme.
Jesus talvez tenha segurado uma semente de mostarda na Palma da mão e dito para exemplificar: “veja quão insignificante, mas espere até que seja plantada”.
Ele podia ter apontado para um grande arbusto de mostarda ali perto, com galhos onde os pássaros faziam ninho.
Para aqueles que esperavam um Messias chegar com guerreiros e bandeiras de Vitória, essa história era desconcertante. Jesus mostrava que o Reino de Deus começaria de forma silenciosa, inesperada, com Ele e um pequeno grupo de pessoas comuns. Nada majestoso aos olhos do mundo. Não havia procissões reais, nem exércitos, nem palácios.
Imaginemos a multidão, olhando para o grupo ao redor de Jesus: um homem de uma cidadezinha, pescadores, cobradores de impostos, mulheres e rejeitados socialmente. Será que isso é mesmo o Reino de Deus? Provavelmente se perguntavam, parecia tão insignificante quanto uma semente de mostarda.
Mas Jesus prometeu que esse pequeno começo cresceria e se tornaria algo grandioso. O Reino se expandiria e acolheria pessoas de todas as partes, como pássaros pousando nos galhos de uma grande árvore.
Era uma mensagem encorajadora para os seus discípulos, para não se desanimarem com o quanto isso pode parecer pequeno. Agora, não se envergonhem do pouco que parece ser, Ele dizia. O que estamos começando juntos vai alcançar muito mais longe mais do que vocês podem imaginar.
Realmente, quem poderia acreditar que um pequeno círculo de seguidores da Galiléia, um dia se tornaria uma comunidade global com bilhões de pessoas? Quem poderia imaginar que as palavras daquele carpinteiro atravessariam nações e séculos, transformando corações e sociedades? Mas a mensagem de Jesus também trazia um alerta. O Reino não chegaria de repente, como um raio ou uma revolução imediata. Ele cresceria silenciosamente, como uma semente debaixo da terra, devagar, constante e impossível de parar.
Jesus confrontava as expectativas daquele tempo. Ele não estava trazendo um Reino através de armas, ou tomando o controle dos governos. Estava plantando esse Reino no fundo dos corações, onde a mudança começaria de dentro para fora, transformando lares, amizades e comunidades inteiras.
Esse era o modo de Deus. Ele geralmente age por meio do pequeno, do que passa despercebido, do que parece fraco para realizar os planos mais poderosos. Ele escolhe uma semente, não uma árvore, ele valoriza o crescimento lento e vivo, não a mudança rápida e forçada.
Quem ouvia pode ter lembrado das palavras ditas há muito tempo pelo profeta Zacarias: “não desprezem os pequenos começos”.
Deus estava começando algo por meio de Jesus que parecia pequeno, mas que cresceria muito além do que alguém poderia imaginar.
O Monitor do Mestre
Depois de terminar a história do semeador, Jesus percebeu que a multidão ainda o ouvia com atenção. Então, compartilhou mais uma lição que Mateus registrou em 13, 24-30.
Ele disse que o Reino de Deus é como um lavrador que plantou boas sementes em seu campo, mas enquanto todos dormiam um inimigo veio e espalhou sementes ruins no meio do trigo, e depois foi embora. Quando o trigo começou a crescer e a formar espigas, os joios também apareceram. Os trabalhadores do lavrador foram até ele e perguntaram: o senhor não plantou somente sementes boas? De onde vieram esses joios?
Ele respondeu: foi um inimigo que fez isso. Os trabalhadores disseram: quer que a gente arranque? Não, respondeu o lavrador, porque ao arrancar os joios vocês podem acabar arrancando o trigo também. Deixem crescer juntos até a colheita, então direi aos ceifeiros: recolham primeiro os joios, amarrem em feixes e queimem. Depois juntem o trigo e guardem no meu celeiro.
A multidão murmurava entre si tentando entender o que aquela história queria dizer. Os agricultores do grupo logo reconheceram o tipo de planta que Jesus estava descrevendo. Era o joio, uma planta que quando jovem se parece muito com o trigo. Mesmo um lavrador experiente teria dificuldade em distingui-los no início, só quando as espigas se formam é que a diferença fica clara. O trigo tem espigas douradas e cheias de grãos, o joio cresce com espigas escuras e vazias.
Plantar joio no campo de outra pessoa era um ato real e prejudicial. Na época, era uma forma de arruinar a colheita de um rival e causar um trabalho enorme para separar tudo. Depois, imagine o lavrador caminhando pelo campo numa manhã, observando o crescimento da plantação e de repente percebendo que algo estava errado. Eu não plantei isso, ele pensaria ao ver o joio entre o trigo.
Naturalmente os trabalhadores queriam agir rápido. Aquelas ervas daninhas estavam consumindo os nutrientes, a água e o espaço que pertenciam ao trigo. Mas o dono da terra entendia mais do que eles. Ele sabia que debaixo da terra as raízes do trigo e do joio estavam entrelaçadas. arrancar o joio cedo demais arrancaria o trigo junto, por isso era mais sábio esperar o momento certo, o tempo da colheita quando separá-los seria mais seguro e eficaz.
Mais tarde, quando Jesus estava a sós com seus discípulos, eles se aproximaram e pediram uma explicação da parábola do joio. Jesus explicou e Mateus registrou em 13, 37-43. Quem planta a boa semente é o filho do homem; o campo representa o mundo e a boa semente são as pessoas que pertencem ao Reino de Deus.
Os joios, explicou Jesus, representam aqueles que pertencem ao maligno e quem os plantou foi o diabo. A colheita marca o fim dos tempos e os ceifeiros são os Anjos.
Assim como os joios são recolhidos e queimados, o mesmo acontecerá no fim dos tempos. o Filho do homem enviará seus Anjos para tirar do seu Reino tudo o que leva ao pecado e todos os que praticam o mal. Eles serão lançados numa fornalha ardente, um lugar de dor e arrependimento, mas os justos brilharão como o sol no Reino do seu Pai.
Jesus então pediu que ouvissem com atenção sua explicação. Ele falou de forma direta, estava claramente dizendo que Ele mesmo era quem plantava a boa semente, e o campo não era só Israel, mas o mundo inteiro.
A boa semente não representava somente ideias, mas pessoas, aquelas que realmente O seguiam e pertenciam ao Reino de Deus. Os joios também eram pessoas, aquelas que escolheram o mal em vez da verdade.
Ainda mais surpreendente foi a afirmação que Jesus fez do inimigo, aquele que espalhou as sementes ruins era o Diabo; disse que estávamos dentro de uma guerra espiritual que estava acontecendo bem diante de nossos olhos.
Jesus deixou claro que essa Batalha não terminaria, até o último momento, no dia de julgamento.
Seus seguidores ficaram admirados com essas informações. Alguns, talvez estivessem prontos para lutar, prontos para enfrentar aqueles que viam como inimigos de Deus. Como aconteceu com Saulo de Tarso, bem distante no tempo e no espaço, mas como acontece até aqui, hoje, entre nós.
Muitos judeus da época de Jesus, acreditavam que o Messias derrotaria as nações, que restauraria o poder de Israel com a força das armas. Mas o que Jesus ensinava era bem diferente: não arranquem os joios, disse o dono da terra.
Jesus estava ensinando aos discípulos a não julgar, nem tentar eliminar as pessoas que achavam ruins, mas o julgamento final caberia a Deus, que separaria o bem do mal no momento certo. Até lá ambos cresceriam lado a lado.
Essa era uma ideia revolucionária, significava que o Reino de Deus não seria estabelecido com força ou purificação ritual, não surgiria eliminando tudo o que é mau e guardando só o que é bom. Em vez disso o Reino surgiria no meio da luta individual, cada pessoa cercada de influências, o bem e o mal existiriam juntos, às vezes até parecendo iguais.
Jesus também deixou um alerta: não se surpreenda quando vir a maldade prosperar, mesmo dentro de comunidades de fé. Não desanime quando o mal parecer vencer no final. Deus fará um julgamento perfeito e os que vivem com justiça brilharão como o sol.
Essa mensagem exigia confiança profunda e paciência. Não era uma solução rápida, era sobre permitir que o bem crescesse, mesmo em condições difíceis até que chegasse o tempo para Deus agir.