Meu Diário
07/08/2022 00h01
FUNDAMENTOS DA SOCIEDADE CRISTÃ – 01 MONARQUIA

            Irei colocar aqui a apresentação do Frei Tiago de São José num vídeo “O Estado Moderno e a Crise de Autoridade: os Fundamentos da Sociedade Cristã” publicado no Youtube em 23-07-22, com 33.749 visualizações em 03-08-22, para nossa reflexão.



            Hoje iremos comentar sobre a questão da política e da sociedade segundo a visão da Igreja. São três coisas que devemos explicar.



            Normalmente, a forma de governo que a Igreja propõe é aquela que ela mesma tem, ou seja, a Monarquia.



            Dentro da Igreja existe uma monarquia que é o governo de um Papa, e nenhum dos cristãos pode desobedecer ao Papa.



            Na medida em que estamos vinculados a um Papa verdadeiro, temos através dele uma autoridade, referência única sobre a Terra e que não pode ser questionada sob pena de ser cometido pecado.



            É aqui que vamos explicar esta bula “Unam Sanctam” do Papa Bonifácio VIII.



            É preciso também considerar que todo esforço que foi feito para substituir a sociedade Cristã por essa sociedade pagã e revolucionária que temos hoje, começou com o ataque ao papado e ao mesmo tempo com uma falsificação histórica da Idade Média.



            Para entendermos do ponto de vista histórico, do ponto de vista social e teológico, aquilo que a Idade Média representou para a humanidade, precisamos fazer uma revisão histórica, porque as pessoas deturparam aquele período e consideram que foi a Idade das Trevas, sem justiça e que a humanidade viveu uma espécie de repouso tenebroso. Que ela ao se colocar a serviço de Deus, para se tornar uma Teocracia, viveu uma época sombria e que não houve desenvolvimento.



            Isso é justamente o contrário que a realidade demonstra. Quando as pessoas falam dos sistemas políticos anteriores à Revolução Francesa, consideram que aquilo é um antigo regime. Até o nome é de ordem pejorativa, como a dizer... àquele é o antigo, uma coisa superada, precária. Hoje temos algo muito melhor.



            Agora, na prática, na vida real, não é isso que acontece.



            Outro ponto a se considerar antes de darmos essa explicação é que a Igreja sabe, tem na revelação divina, os elementos para nos orientar também em matéria política e em matéria de sociedade.



            Por isso temos encíclicas de Papas verdadeiros que ensinam sobre essa matéria. Como o Papa Leão XIII disse na sua Encíclica “Sapientiae Christianae”:



            “O Pontífice Romano tem autoridade para interpretar a Palavra de Deus, que doutrinas concordam com ela; e do mesmo modo determinar o que é mal, o que se deve fazer e o que e o que se deve evitar para conseguir a salvação eterna. Se isso não pudesse fazer, o Papa não seria intérprete infalível da Palavra de Deus, nem guia seguro da vida do homem.” (Papa Leão XIII – Carta Encíclica Sapientiae Christianae, n. 35, 10 de janeiro de 1890)  



            A forma de governo proposta e aplicada pela Igreja é a Monarquia. Deus, Pai, é o monarca supremo. Esse modelo acredito que seja superior as outras formas de governo. Não é que ele seja perfeito na sua aplicação, pois vai ser conduzida por seres humanos que sofrem, consciente ou inconsciente, os efeitos negativos dos instintos animais. A ideologia cristã avançou nos primeiros séculos da nossa era, mas as ideologias contrárias atacaram sorrateiramente, destruindo as monarquias cristãs no que elas tinham de negativo, sem privilegiar os aspectos positivos ligados ao transcendental. Este é o cenário avançado que observamos hoje, onde o reinado do Anticristo se aproxima cada vez mais em todos os meandros da Terra.



Publicado por Sióstio de Lapa em 07/08/2022 às 00h01
 
06/08/2022 00h01
BANDEIRA DE PORTUGAL

            A bandeira de Portugal é um dos símbolos nacionais da República Portuguesa. A bandeira possui forma retangular e é bipartida verticalmente de forma desigual, com o lado direito maior que o lado esquerdo.



            O lado esquerdo tem a cor verde e o lado direito tem a cor vermelha. Acima da linha divisória encontra-se o brasão de armas formado pelo escudo português e pela esfera armilar.



            A bandeira de Portugal foi elaborada por uma comissão nomeada pelo governo em 15 de outubro de 1910. A comissão era formada pelo pintor Bordalo Pinheiro, pelo jornalista João Chagas e pelo escritor Abel Botelho. A aprovação do projeto aconteceu em 29 de novembro do mesmo ano.



            A bandeira também é chamada de Bandeira das Quinas e Bandeira Verde-Rubra. A cor verde significa a esperança do povo português e a cor vermelha significa o sangue dos que morreram em batalha.



            A esfera armilar é uma ferramenta astronômica que consiste em uma representação esférica do universo. O instrumento funciona como uma bússola que adota o sol e as estrelas como ponto de referência, e era muito utilizado em navegações, sendo muito importante do século XV ao XVII. Virou um símbolo dos descobrimentos portugueses da época.



            A esfera armilar foi colocada para simbolizar o eterno gênio aventureiro português. É considerado o principal símbolo de Portugal. O escudo português está presente nas bandeiras nacionais desde 1143. Atualmente o símbolo contém sete castelos amarelos e cinco escudos azuis contendo cada um, cinco besantes (moedas de ouro do Império Bizantino). O significado desses símbolos é controverso.



            Alguns acreditam que os escudos estão relacionados ao chamado “Milagre de Ourique”, segundo o qual Jesus teria aparecido para o Conde Afonso Henrique e profetizado suas vitórias na Batalha de Ourique sobre cinco reis mouros. Assim, os escudos teriam sido colocados na bandeira em forma de cruz em homenagem a Jesus Cristo. Os escudos dispostos como uma cruz grega (1+3+1) e os cinco besantes dentro de cada escudo dispostos como cruz de Santo André (2+1+2).



            Os sete castelos simbolizam as supostas sete fortalezas conquistadas pelo rei Afonso III na região do Algarve.



            Na sequencia da revolução republicana, surgiu a necessidade de substituir os símbolos associados ao regime deposto, nomeadamente a bandeira e o hino. O processo de escolha da nova bandeira foi bastante controverso devido a falta de consenso, mesmo entre os republicanos, sobre o modelo a escolher.



            O maior ponto de discórdia foi a escolha das cores do campo da bandeira. A facção mais radical defendia a adoção das cores republicanas verde e encarnada. A outra facção, de onde se destacava o poeta republicano Guerra Junqueiro, defendia a manutenção das cores azul e branca, argumentando que estas eram as autênticas nacionais e não cores monárquicas.



            O azul também carregava um forte significado religioso pois era a cor de Nossa Senhora da Conceição, que havia sido coroada Rainha e Padroeira do Portugal por D. João IV, sendo a sua remoção ou substituição na futura bandeira justificada pelos republicanos como uma das muitas medidas necessárias para secularizar o Estado.



            Interessante que os líderes dessas revoluções não consideram a opinião do povo, apesar de colocar em suas motivações trazer benefício para o povo. Acredito que se tivessem feito uma pesquisa com o povo para saber se era apoiada tal mudança nos símbolos do Estado, se Nossa Senhora da Conceição também estava sendo destronada, o povo não apoiaria. Mas eles, os revolucionários pensantes procuram conduzir as massas de acordo com suas ideologias, mudam as narrativas, ensinam o que não é importante para eles e tornam o povo ignorante de suas origens e determinações, um verdadeiro abuso a dignidade humana, feita justamente em nome da dignidade humana.  



Publicado por Sióstio de Lapa em 06/08/2022 às 00h01
 
05/08/2022 00h01
RAÍZES CATÓLICAS DO BRASIL – (13) REINO CATÓLICO

          Irei colocar aqui, com poucas adaptações, a aula do Prof. Luiz Raphael Tonon, com estreia no dia 26-06-2022, pelo Centro Dom Bosco, no Youtube, com 58.000 visualizações em 16-07-2022.



            Para Portugal, levar a fé para algum lugar não era uma questão opcional, era a questão primordial, a mais importante. Por isso no descobrimento do Brasil, as grandes navegações, foram fruto de um esforço apostólico de Portugal.



            Na Idade Média, depois que o reino de Portugal estava fundado, Dom Afonso Henrique proclama sua independência em 1139. A Santa Sé reconhece a independência de Portugal em 1179, com o Papa Alexandre III através da bula Manifestis Probatum de 1179. Reconhece Portugal como um reino católico, há uma chancela da Igreja.



            Esse reino católico nasceu unificado, não havia disputas internas pelo poder. Quando Dom Henriques assume esse território, havia ali cinco reis mouros que é visto como as chagas de Cristo e que seriam derrubados. Por isso no brasão de Portugal nós vemos cinco Torres que é o símbolo de uma cidade, cinco reinos mouros que tombam em honra das cinco chagas de Nosso Senhor, que agora é território cristão.



            Também tem as 30 moedas no brasão português... Cristo foi vendido por 30 moedas. Para os portugueses, ou Deus ou nada. Ou Jesus Cristo com suas cinco chagas e a sua Santa Cruz, ou nada.



            Portugal nasce sob o signo da Santa Cruz. Nosso Senhor podia ter aparecido de várias maneiras, mas ele manifesta a Santa Cruz. Quando o Brasil é descoberto é chamado de que? Terra de Santa Cruz. O nosso destino está unido ao destino de Portugal. Não há uma história distinta do Brasil e de Portugal



            Esta informação é muito forte, mas carregada de realidade. Nosso destino está intrinsicamente ligado ao de Portugal, mesmo que tenha havido em nosso território tanta luta, geográfica e financeira.



            Seria importante que fizéssemos um novo alinhamento como dois países cristãos voltados para um mesmo objetivo: desenvolver a fé na direção da construção do Reino de Deus. Para isso acontecer é necessário que seja transmitida a verdadeira história do Brasil, pois o estrago está grande quanto a desinformação que fomos vítimas. Só como um exemplo vejo o meu caso. Passei pelos diversos níveis de escolarização e cheguei ao nível de doutorado. Fiz militância política por vários anos, candidato a diversos cargos. Somente hoje, com a ajuda da internet, vejo a verdade aparecer e tive condições de corrigir meus paradigmas e formas de atuação. E quantas pessoas continuam bitoladas na vida, construindo sus famílias após um período curto e mal direcionado de escolarização e permanecendo o tempo livre em frente a televisão, sendo direcionadas para onde os novos escravocratas querem que elas se dirijam, principalmente em busca das urnas para elegerem em processos “democráticos” os seus candidatos.



Publicado por Sióstio de Lapa em 05/08/2022 às 00h01
 
04/08/2022 00h01
RAÍZES CATÓLICAS DO BRASIL – (12) COVADONGA

 



          Irei colocar aqui, com poucas adaptações, a aula do Prof. Luiz Raphael Tonon, com estreia no dia 26-06-2022, pelo Centro Dom Bosco, no Youtube, com 58.000 visualizações em 16-07-2022.



            É importante lembrar que lá na Idade Média, Portugal era um condado que foi dado como presente de casamento, um dote que foi dado a Dom Henrique de Borgonha, o Conde da Borgonha. Era o condado portucalense. Depois foi o filho de Dom Henrique de Borgonha que proclamou a independência desse território, travada na Batalha de Ourique, que marca o nascimento de Portugal e de nossa história.



            O Brasil vai ser citado neste dia, na véspera da Batalha de Ourique, que foi travada no dia 25-07-1139, que é o dia de Santiago, que na Espanha e em Portugal ele é invocado.



            Porém hoje, o politicamente correto até nisso, mexeu com a consciência dos católicos na Europa. Ele era invocado com o título de Santiago mata-mouros. Você vai à Compostela, tem uma estátua onde ele saca de uma espada e fica matando muçulmanos. Agora o bispo mandou colocar uma porção de flores para tampar os muçulmanos tomando espada no lombo. Não pode mostrar isso, pois somos da religião da paz. Então, até Santiago foi cancelado.



            Nas grandes batalhas contra muçulmanos em território espanhol numa dessas batalhas que foi a Batalha de Covadonga em 713, empreendida por Don Pelayo que era de origem bárbara, católico. Na altura de Covadonga ele se retira numa gruta para rezar e ver Nossa Senhora. Tem ali a Basílica de Covadonga, Nossa Senhora de Covadonga, a Virgem Negra de Covadonga. É a primeira manifestação de muitas manifestações Marianas na Espanha.



            Na Basílica de Covadonga tem o memorial dessa batalha. É visto um sujeito que não fazia parte do exército dos espanhóis. O sujeito estava de chapéu peregrineta, trazia a veste própria dos peregrinos, e o sujeito estava matando mais do que todo mundo. E de repente eles reconhecem, é Santiago que luta por nós.



            Havia essa devoção e na Península Ibérica havia uma devoção difusa. Então, o dia escolhido por Dom Afonso Henriques foi o dia de Santiago e ele consagra as armas à Santiago, pedindo a vitória.



            Na véspera da batalha ele se retira para rezar e ele mesmo narra do próprio punho feita por Dom Henriques. Tem aquele livro, “As caravelas e a cruz”.



            Dom Afonso Henriques viu no céu uma grande luz e depois cinco pontos luminosos que pareciam convergir, e ver uma grande cruz com Nosso Senhor crucificado. Tem alguns detalhes que variam. O sangue que saía das chagas era como rubis. Ele entendeu a preciosidade do sangue de Nosso Senhor que foi derramado, por todos que são católicos. O penhor dos católicos é o sangue do Nosso Senhor e que vale qualquer coisa, que vale qualquer esforço. É isso que ele entendeu.



            E quem deu esse entendimento a Dom Afonso Henriques, foi um dos anjos que ladeava a cruz do Nosso Senhor e que antes do Nosso Senhor falar, esse anjo fala. Ele se identifica dizendo ser o anjo custódio de Portugal.



            Portugal é a única nação do mundo que tinha um ofício, com missa própria, oração própria e tudo o mais, dedicada ao anjo da guarda do país. É o anjo custódio de Portugal.



            Precedendo as aparições de Fátima, quem aparece é um anjo. Quando as crianças perguntam quem é ele, ele diz que é o anjo de Portugal. Isso corrobora a tese que já na Idade Média os portugueses acreditavam que as nações, as dioceses, as grandes obras da Igreja possuem um anjo da guarda.



            Nosso Senhor destina um anjo para guardar essas nações. E Nossa Senhora dialoga com Dom Afonso Henriques e nesse diálogo ele vai dizer que vai lhe dar a vitória. E se teus solados te chamam rei, não recuse, porque eu assim o farei, contanto que você garanta que nossa Santa Fé seja pregada em Portugal e em todas as nações que aminha providência confiar nas mãos de Portugal.



            Nossa Senhora está falando de quem? De nós e de todos os povos que receberam a colonização portuguesa. Na África, mesmo na China, em Macau.



            Estas informações são estratégicas para formar a nossa consciência dentro da missão que é reservada para o Brasil no contexto das nações e no destino espiritual. Toda essa desinformação que temos nas escolas fazem parte das estratégias do mal, no esforço de tirar de nós, brasileiros, a responsabilidade do nosso destino. Felizmente, a verdade sempre aparece, mesmo que tardia. O mal pode fazer o maior escarcéu com o uso de mentiras e falsas narrativas, mas a luz da verdade sempre brilhará algum dia.



Publicado por Sióstio de Lapa em 04/08/2022 às 00h01
 
03/08/2022 00h01
AMOR FERIDO

            Como pode, o Amor, sendo a energia mais poderosa do universo, essência do Criador, ser ferido? Pois esta canção indiana que reproduzo abaixo, do filme “Professor de Música” parece indicar que isso acontece.



            Na história apresentada no filme, ele é um professor de música que vai ensinar a uma garota que mora em casa sofisticada. Ela logo se apaixona por ele, e quer ficar com ele. Ele percebe o potencial dela ser uma grande estrela e a incentiva a ir para um centro maior, continuar os estudos, não pode perder tempo com ele. Ela insiste, quer conversar com ele na ponte antes de decidir ir para essa viagem, e ele não aparece.



            O tempo passa, ela foi para o grande centro, se transforma na grande estrela que ele previa e um dia volta à sua aldeia, no auge da fama. O teatro está lotado e ela canta esta canção cheia de suas memórias. Ele corre de sua casa para o teatro, usando uma moto velha que dá o prego no caminho. Ele não desiste, continua o trajeto correndo e entra no teatro... ela está na metade da canção... ambos se entreolham... ela continua a cantar... como se fosse uma declaração tardia para ele... ele percebe e sinaliza, tímido, para ela... ao terminar a canção o teatro explode em aplausos e ela corre para abraçar o amigo. Nesse momento eu percebo que o Amor está ferido. Mas o meu leitor pode ter outra interpretação... convido que assista o filme.



No dia que o vi



Seus olhos pela primeira vez



Aquele dia e seus momentos



Sempre ficaram no meu coração



Lembrando de você



Mudando de lado



As noites que passei



Sempre ficaram no meu coração



Meu Deus, é por isso que eu vivo



Eu anseio por essa intoxicação



Até a temporada de chuva passou sem chover



Não me castigue assim, meu amigo



Eu posso viver só olhando para você



Serei sua até na morte



Então me abençoe, meu amigo



Como o tempo passou sem você



Você não sabe



Você não sabe



Eu não existo sem você



Você não sabe



Você não sabe



Eu não sei porque ainda tenho esperança



Loucos são meus olhos



Que não param



De esperar por você



Meus olhos não se cansam



Lembrando de você



Mudando de lado



As noites que passei



Sempre ficaram no meu coração



Meu Deus, é por isso que eu vivo



Eu anseio por essa intoxicação



Até a temporada de chuvas



Já passou sem chover



Não me castigue assim, meu amigo



Eu posso viver só olhando para você



Serei sua até na morte



Então me abençoe, meu amigo.



Publicado por Sióstio de Lapa em 03/08/2022 às 00h01



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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr