Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
30/04/2026 00h01
A MENTE E O DINHEIRO 3 FÉ E DIREÇÃO

 O segundo comando é fé, não a fé cega mas a fé inteligente, aquela que não espera, constrói. A minha fé é a habilidade que tenho de sustentar a visão de colaborar na construção da família universal como alicerce do Reino de Deus e assim está bem mais próximo de Deus no meu retorno à pátria espiritual.

 

 

Mesmo quando os sentidos dizem o contrário, entendo que a fé é o único antídoto contra o fracasso. Ela não nega a realidade, ela cria uma realidade maior. A fé é o software que programa a mente para resultados superiores associado ao Reino de Deus. Enquanto a dúvida paralisa, a fé acelera e o dinheiro surge como energia obediente e responde imediatamente a frequência da fé.

 

 

 

 

A fé diz: eu decido prosperar, e a vida começa a arrumar as circunstâncias. A dúvida diz, e se não der certo, e o universo responde como quiser. A fé é a ordem mais poderosa do universo mental, ela faz o invisível se organizar para servir ao visível, é o código dos que constroem impérios sem gritar.

 

 

 

 

Mas a fé sem o terceiro comando, direção, se perde. Direção é a bússola que transforma sonho em plano. Um mapa que dá estrutura a fé, porque acreditar sem agir é como plantar e nunca regar. A mente próspera não trabalha por impulso ela trabalha por método. Ela sabe que o dinheiro respeita quem tem propósito em sistema por isso os ricos não acordam para ver o que vai dar certo eles acordam para executar o que já foi decidido na mente.

 

 

 

 

A  direção elimina o desperdício, ela transforma cada hora em investimento e essa organização mental cria uma força magnética irresistível. Esses três comandos, clareza, fé e direção funcionam como um triângulo energético.

 

 

 

 

A clareza é o foco das minhas intenções, a fé é o combustível que mantem o meu funcionamento vital, e a direção é o vetor para onde eu me dirijo, dentro do progresso espiritual. Quando os três operam juntos, o dinheiro se alinha como ferro diante de um imã, não preciso correr atrás dele, basta manter o campo mental e intuitivo funcionando.

 

 

 

 

O campo mental se alimenta da repetição consciente, todo dia, mentalmente, devo reforçar o que quero, o que me comprometi com o Pai, dentro da missão que acato como a minha responsabilidade espiritual.

 

 

 

 

Os três comandos estão disfarçados de virtudes simples e podemos dizer que:  desejo sem fé é fogo de palha; fé sem direção é vento sem destino; e direção sem clareza é esforço sem propósito. Mas quando os três se unem e formam a mente magnética, é a mente que o dinheiro reconhece e serve.

 

 

 

 

O dinheiro obedece quando a pessoa emite comandos coerentes, quando sua energia é constante, sua visão é estável e suas ações são previsíveis. O universo confia e a confiança é o maior crédito que existe. O segredo é manter esses comandos firmes, mesmo nos dias difíceis, quando tudo parece dar errado, e é aí que a mente é testada e a clareza é desafiador pela dúvida, a fé é provocada pelo medo e a direção tende se perder no caos.  

 

 

 

 

Mas quem domina os comandos continua sereno, porque sabe que a obediência do dinheiro é questão de tempo, não de sorte. A fé não se mede pelos resultados visíveis, mas pela capacidade de continuar acreditando enquanto nada parece mudar.

 

 

 

 

Essa disciplina se torna natural a abundância deixa de ser um milagre e se torna um modo de viver, porque quem domina a mente domina tudo o que o dinheiro pode comprar e o que ele nunca poderá substituir, a paz.

 

 

 

 

O dinheiro é como um espelho que reflete a relação interna com o valor que ele representa. Não julga, não perdoa e não favorece, apenas obedece e por isso existe uma lei silenciosa que governa a riqueza: a lei da obediência financeira. Ela diz o seguinte: o dinheiro se curva diante de quem aprendeu a se curvar diante do Divino.

 

 

 

 

A pessoa que domina o próprio pensamento, domina o próprio destino, e o dinheiro é apenas um capítulo desse destino. Quando a energia do dinheiro é guiada por intenção elevada ela se expande de forma natural sem culpa e sem medo.

 

 

 

 

A riqueza espiritual é construída sobre leis e não sobre sorte. Uma dessas leis é a do merecimento. Merecer não é desejar, é estar mentalmente alinhado com a vontade de Deus. Aquilo que se pede com pensamentos, emoções e atitudes bem sintonizadas é o que que sustenta o que se busca. Por isso, a verdadeira prosperidade é silenciosa, ela acontece dentro antes de aparecer fora, quem muda o interior inevitavelmente muda o exterior. E o dinheiro sendo obediente, apenas segue a nova ordem vibracional.

 

 

 

 

Tenho sempre em mim, gravada esta verdade; o dinheiro é um servo e não um senhor.  Todo servo precisa de um mestre digno e procuro ser esse mestre, quando domino a mente, organizo os hábitos e vivo com propósito de servir a vontade de Deus.

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 30/04/2026 às 00h01
 
29/04/2026 00h01
A MENTE E O DINHEIRO 2 CLAREZA

A grande maioria da humanidade foi treinada para obedecer ao dinheiro. Desde cedo ouvimos frases como: dinheiro não dá em árvore; tem que suar para merecer. Essas palavras se transformarão em ordens subconscientes gravadas no sistema nervoso e cada vez que se tenta enriquecer a mente repete o velho comando e associa a recompensa do trabalho realizado com ações de natureza egoísta.



O controle da mente colocando os valores do espírito acima dos interesses do corpo material é importante para que o pensamento saia da prisão do egoísmo, deixando o domínio do medo que é a prisão mais cara que existe.



A mente domesticada pelo espírito faz o dinheiro obedecer, ele não tem espaço para ser o feitor de quem o conquista pelo trabalho ou outras ações nefastas. Entende que a prosperidade espiritual é uma consequência do alinhamento entre intenção de servir ao Pai e emoção por estar conseguindo.  



Não basta querer é preciso sentir-se digno de lidar com os talentos que o Pai nos deu para conquistar os recursos advindos do trabalho, porque assim o dinheiro obedece a vibração da dignidade do filho de Deus que quer fazer a vontade do Pai. O dinheiro reconhece quando eu estou agindo sintonizado com a vontade de Deus e não como alguém que procura atender os próprios desejos mundanos. Dessa forma o dinheiro percebe que não pode me dominar, que eu irei fazer tudo para alcançá-lo, pois não é ele que me usa como instrumento, pelo contrário sou eu que o uso como instrumento para o cumprimento da minha missão junto ao Pai.



A mente que está firme no progressismo espiritual, domesticada para esses fins, não se desculpa por querer mais dinheiro, pois sabe que ele será alocado no benefício dos irmãos que estão dele necessitados. MEu espírito atua como um comandante que tem o dinheiro como seu soldado. Portanto, como comandante diante de meus soldados, não vou ficar a gaguejar, falando sem firmeza, pois assim ninguém iria me seguir. Mas se falo com firmeza. todos soldados obedecem e com o dinheiro é igual. O dinheiro é o exército invisível das minhas ideias, cada nota, cada oportunidade, cada aplicação é um soldado cumprindo ordens. E a ordem não é um pedido desesperado, é a decisão tranquila, é o universo que se curva diante de quem sabe o que quer.



Por isso, eu preciso tratar o dinheiro como um soldado, energia obediente. Não vou correr atrás dele. Vou convidá-lo com clareza mental usando o pensamento para dizer que eu preciso dele no exercício de minha missão. Quando eu vibrar escassez para o meu projeto, quando o pensamento diz que preciso administrar algumas necessidades, o dinheiro, sensível como um radar, identifica imediatamente a frequência do comando e providencia na esfera dos trabalhos a minha disposição, sua vinda guiada pela fé racional. Mostra uma confiança transcendental que pensa, sente e age na mesma direção.



Cada vez que escolho confiar nos desígnios de Deus, a realidade começa a se reorganizar a meu favor. O dinheiro passa a ser não recompensa, mas um eco, um som que retorna depois que a mente fala. Por isso eu sei que se quero mudar o som do eco, devo mudar a voz interior, começar a afirmar mentalmente com calma e convicção que sou um centro de valor, que administro o que tenho com sabedoria e o que me pertence é dádiva de Deus que eu devo cuidar como se fosse o próprio Deus administrando.



 Aprendi que o esforço é importante, mas a mente é soberana e quando a mente governa sintonizada com Deus o trabalho deixa de ser prisão e se torna a expressão divina em minha vida.



 O dinheiro obedece a quem domina os três comandos mentais: clareza, fé e direção. Esses três princípios são as chaves invisíveis que transformam simples esforço em força multiplicadora. Sem eles o trabalho é peso; com eles o trabalho vira poder, principalmente associado ao divino.



O universo criado por Deus não responde ao desespero responde à convicção e convicção é a soma de pensamento, emoção e ação em perfeita harmonia e sintonia com Deus. Quando esses três pontos se alinham da forma divina, a realidade começa a se dobrar diante da minha vontade, que é a vontade de Deus, conforme meu livre arbítrio decidiu. Mas se um deles está desalinhado tudo desmorona, por isso o primeiro comando é clareza.



Clareza não é apenas saber o que se quer, é saber o que se quer e por que se quer. Eu quero fazer a vontade de Deus aqui no efêmero mundo material para que, quando eu chegar no eterno mundo material esteja mais próximo do Criador. Muitas pessoas dizem querer prosperar, mas dentro delas existe culpa, medo, crenças antigas sussurrando: isso não é para mim. Esses ruídos são ordens inconscientes que neutralizam todo o progresso.



Se a pessoa diz que quer ser livre financeiramente, mas seu subconsciente acredita que o dinheiro corrompe, ele te protege da riqueza. A mente não te sabota, ela te obedece.



Por isso clareza é o primeiro comando da abundância. Quando o desejo é limpo, saudável, fraterno, a energia flui sem resistência. Pessoas prósperas sabem descrever seus objetivos como quem descreve algo inevitável. Assim, falo do futuro com a calma de quem já chegou, porque a clareza é o antídoto contra a dúvida.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 29/04/2026 às 00h01
 
28/04/2026 00h01
A MENTE E O DINHEIRO 1 DOMINÂNCIA

O dinheiro parece ter vontade própria, pois ele corre para certas pessoas com facilidade, enquanto foge de outras, mesmo que essa pessoa trabalhe em dobro. Há algo profundamente injusto nisso, até que se entende que o dinheiro não é moral, não é fiel nem traiçoeiro. Ele é apenas um espelho, um reflexo neutro da consciência que o atrai.



Napoleon Hill dizia que o dinheiro não responde ao esforço, mas ao estado mental dominante. Enquanto você tentar ganhar mais sem mudar a sua mente, estará apenas empurrando a mesma rocha montanha acima.



Pensemos naqueles que vivem exaustos, trabalhando sem parar. Eles acreditam que o esforço físico é a ponte para a abundância, mas o esforço sem direção mental é como remar num barco furado. O corpo se cansa, a paisagem muda, mas o destino nunca chega. A mente é o timoneiro, apenas segue o rumo que ela determina e ainda assim, milhões passam a vida inteira tentando corrigir o destino enquanto ignoram a bússola comportamental que Cristo ensinou; querem mudar o saldo bancário, sem mudar o pensamento que programa o destino desse saldo.



O dinheiro obedece a mente dominante e a mente dominante não é a mais inteligente, é a mais decidida em tornar um proposito em realidade. Aqui tenho o propósito fixo de construir a família universal, o alicerce do Reino de Deus.  



Essa imagem mental fixa, tão clara para mim que o universo não consegue ignorar. Eu também não tenho dúvidas, não preciso viver a repetir que isso é muito difícil, que eu não vou conseguir realizá-lo.



Eu declaro com convicção que já estou a caminho, que já estou construindo a árvore do amor inclusivo onde está implantada a família universal, na base da família nuclear e ampliada, com o dinheiro que o Pai me fornece.



Entendo que a fé é o comando mais poderoso que existe; o dinheiro é como uma corrente de ar. Ele se aproxima do meu ambiente mental organizado dentro da vontade de Deus, por mais conflituoso com a cultura popular, esta que se encontra cheia de iniquidades.



Esse mesmo dinheiro se torna semente do caos, mesmo que a pessoa consiga acumular milhões de forma ilícita, que consiga contar com poderes ou falsas justiças para mantê-lo ileso em paraísos fiscais. Quando se vive preocupado, ansioso, com medo de perder o fruto de suas iniquidades, a mente do corrupto se torna uma casa desarrumada e o dinheiro se torna uma praga sobre a sua mente atormentada, mesmo que contando com poderes fugazes, essa pessoa fustigue sem piedade aqueles que ousam criticá-lo, contestá-lo em suas falsas ações beneméritas.



Quando há propósito divino, serenidade e confiança, o dinheiro enviado por Deus permanece comigo, não porque eu o prendi, mas porque se tornou o veículo para aplainar os caminhos de Deus, que está presente no interior de cada filho.



A mente humana é uma estação transmissora de vibrações, cada pensamento envia uma frequência para o universo. Pensamentos de carência, negatividade, maldades, transmitem ordens de afastamento da sintonia com o Criador. Pensamentos de abundância, fraternidade, enviam convites compassivos, tolerantes com as fraquezas humanas. É simples, mas não é fácil, porque isso exige vigilância constante sobre o que pensamos.



 O dinheiro não pode exercer dominância em minha mente, pelo contrário, a dominância está no mEu espírito. É aqui que se encontra a vontade, a lei de Deus, em minha consciência. Considero o dinheiro que recebo, ser de propriedade do Pai, que estou administrando para cuidar dos Seus filhos mais desafortunados, mesmo que o esforço tenha sido meu. Mas a vida, a saúde, a inteligência, tudo foi dado pelo Pai, e agora tenho que ser grato, fazendo aquilo que Ele tanto quer, mas que não consegue fazer diretamente, devido nosso grau de impureza, que impede Sua penetração em nossa alma, como aconteceu com Jesus.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 28/04/2026 às 00h01
 
27/04/2026 00h01
PARA TESTEMUNHAR

 



PARA TESTEMUNHAR



“E vos acontecerá isto para testemunho.” — Jesus.



(LUCAS, capítulo 21, versículo 13.)



Naturalmente que o Mestre não se alegrará de ver seus discípulos mergulhados no sofrimento. Considerando, porém, as necessidades enormes das pessoas da Terra, compreende o caráter indispensável das provações e dos obstáculos.



A pedagogia moderna está repleta de esforços seletivos, de concursos de capacidade, de testes da inteligência, onde a pessoa se sacrifica, perde noites insones, deixa de praticar um lazer, uma festa, para continuar no objetivo sacrificial de alcançar uma capacitação para uma melhor posição social e financeira.



O Evangelho oferece situações semelhantes.



O amigo do Cristo não deve ser uma criatura sombria, à espera de padecimentos; entretanto, conhecendo a sua posição de trabalho, num plano como a Terra, onde o Mal ainda supera o Bem, deve contar com dificuldades de todo tipo.



Para os gozos falsificados do mundo, o Planeta está cheio de condutores, enganados por uns e enganadores de outros, colocados em cargos públicos ou privados, alcançados por meio de mentiras, de falsas narrativas.



Devemos invocar o Salvador para a continuidade de fantasias e projetos maléficos? Quando somos chamados para o Cristo, é para que aprendamos a executar o trabalho em favor da esfera maior da vida, sem esquecermos que o serviço de purificação da comunidade começa em nós mesmos.



Existem muitos homens de valor cultural, com títulos acadêmicos, postos eclesiásticos, cargos públicos e saberes jurídicos, mas que se constituíram em mentores ou manobrados dos poderes das trevas, que desejam mentirosas mordomias no plano físico, à custa do suor e do sangue dos irmãos que são conduzidos pelas algemas do medo e das falsas narrativas.



Na Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), onde procuramos seguir com honestidade e determinação o Caminho da Verdade que o Cristo nos ensinou, não acontece assim.



Entendemos que quando o Mestre nos convida ao seu trabalho, não é para que fiquemos desamparados, em desalento, ou que fiquemos em repouso ou satisfação ociosa.  



Se o Senhor nos chamou, procuramos não esquecer de que Ele já nos considera dignos de testemunhar, com nosso suor e sangue, o mesmo testemunho que Ele deu em Seus passos.



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 27-04-26


Publicado por Sióstio de Lapa
em 27/04/2026 às 00h01
 
26/04/2026 00h01
IMAGINAÇÃO - CONVERSA COM JOÃO E JESUS

            Imagino que eu tenha chegado na casa de Maria, Nossa Senhora, na ocasião que voltam para casa João e Jesus, os dois primos. Logo pergunto a João, o mais falante, o que ele acha da política humana, principalmente no Brasil, país onde se generaliza a corrupção, onde os gestores de cargos públicos, quer sejam dentro de instituições as mais dignas, mesmo assim não se envergonham de oprimir as pessoas simples e sofredoras, e perseguir aqueles que ousam lhes criticar.  Mesmo pertencendo à mesma humanidade esses políticos corruptos lutam somente para beneficiar a si mesmo, seus familiares e certo grupo de pessoas que se protegem mutuamente, não se preocupando em praticar a verdade, a verdadeira justiça. Por que não encontramos pessoas que se unifiquem em uma só ideia fraterna para que ela cresça e seja o bem de todas as criaturas?



Noto que Jesus perpassou os olhos límpidos e ternos por mim, mas fica no silêncio. João, notando o meu impulso para a liberdade de todas as pessoas e para o bem comum, sem que a minha inteligência encontrasse apoio nas ideias humanas, responde com soberania.



- Amigo essa luta é antiga e já vem desde o início do mundo. Desde a criação dos seres humanos que o Bem se esforça para tomar corpo na vastidão do mal que ainda domina a humanidade. Mas nós cremos que o tempo, sendo força do Pai celestial, como um sopro da natureza, passa, após difíceis processos, a dominar este mal e a transformá-lo em disposições valiosas que é ignorância procura esperdiçar. As tuas intenções são valiosas e pelo que dizes, estamos quase em coerência contigo. Mas nunca é bom que arranquemos frutos verdes para estômagos delicados. Nós temos ideais elevados, mas isso não é o bastante. Precisamos saber onde e quando lutar por nossos ideais. Nós temos forças suficientes, no entanto temos de descobrir quando e onde executar nossos programas da vida e do espírito. Nós temos conhecimentos acima da humanidade, todavia em muitos casos, haveremos de conversar da mesma forma que ela, para não confundir seus raciocínios, até que chegue a hora de deixarmos o Sol da verdade brilhar nos corações que anseiam pela libertação. Quanto as velhas raposas, essas irão cair nas suas próprias armadilhas.



Fiquei boquiaberto ao tomar uma lição dessas e ao escutar coisas tão reais, aparentemente impossíveis de serem ditas por um rapaz de tamanha simplicidade. João Batista sem dar tempo para o diálogo, fala inspirado...



- Meu amigo, não percas tempo com revolta nem com transformações fora de momento. Volta para a tua comunidade, na Praia do Meio, em Ceará Mirim, na sala de aula, no consultório psiquiátrico, e lá espera, mas nunca de braços cruzados. Espera lutando contigo mesmo, enriquecendo as possibilidades que sabemos que tu possuis, que a hora da guerra chegou, mas da guerra interna. A guerra de fora vamos entregar a Deus que sabe como convidar-te para liberação da humanidade.



João calou-se voltando à sua habitual humildade. Jesus contou algumas histórias que conhecia sobre outras nações do mundo e como a presença de Deus em todas elas se revela sempre. A força da dicção, no falar, impressionou-me de modo extraordinário.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 26/04/2026 às 00h01
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