Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
30/01/2026 01h58
BANCO MASTER

            Vejamos pela ótica de Luiz Camargo, um dos escândalos mais recente, dos mais frequentes, como marca característica dos governos de Esquerda. Este vídeo circula nas redes sociais para informar o que a grande mídia evita tocar no assunto.



            Eu sou o Luiz Camargo e seja muito bem vindo.



            De 2013 a 2016, os governos do PT estiveram no centro do maior esquema de corrupção já registrado. E não estamos falando apenas do Brasil, mas da história da humanidade.



            Somadas todas as fases da operação Lava-Jato, as estimativas apontam para um rombo que chega a 8 trilhões de reais. Não são milhões, não são bilhões... são 8 trilhões arrancados dos cofres públicos ao longo de 13 anos por meio de fraudes, propinas, contratos sistematicamente superfaturados.



            Uma devastação moral, institucional e econômica sem precedentes. E ainda assim, em 2022, trouxeram a quadrilha de volta á cena do crime. Como dizem, parte da população brasileira foi induzida a escolher o ladrão ao invés do capitão.



E como está escrito no Evangelho de João, capítulo 10, versículo 10, o ladrão não vem senão para matar, roubar e destruir. E não deu outra. Explodiu o esquema bilionário de desvios no INSS. Segundo a própria polícia federal, a fraude já ultrapassa a marca estarrecedora de 90 bilhões de reais.



As principais vítimas, aposentados do interior do Nordeste, os mais pobres, os mais vulneráveis, escolhidos à dedo, justamente por terem pouca voz e nenhum poder de reação. Roubaram de quem mal tem o que comer, de quem depende de cada centavo para sobreviver.



E no centro das denúncias aparecem de forma escancarada, o irmão e o filho do presidente da República. E agora o escândalo bilionário do Banco Master, explode de vez no colo do governo Lula. Vem à tona a relação cabulosa do PT com o banco do Daniel Vorcara, colocando no epicentro d crise o próprio presidente, seus ministros e seus aliados mais próximos. O que explica porque nenhum parlamentar do PT assinou a CPI do Banco Master.



Saudade de quando o maior escândalo da semana era um presidente chamando uma japonesa de japonesa. (Vídeo da Globo: O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar a imprensa. Bolsonaro estava se referindo ao livro Tormenta, sobre o primeiro ano do governo dele, e chamou a autora, a jornalista Tais Oyama, de japonesa. – foi colocado a foto da autora realçando o seu visual característico do Japão).



O senador do PT, Jaques Wagner, foi decisivo para viabilizar a contratação de Guido Mantega como consultor do Banco Master. O acordo previa remuneração de 1 milhão por mês, e ocorreu após o governo recuar da indicação de Mantega ao Conselho da Vale, barrada pela reação negativa do mercado.



Guido Mantega foi o ministro da Fazenda que conduziu a economia ao colapso em 2014 e comandou as chamadas pedaladas fiscais, manobras para maquiar as contas públicas e esconder o rombo do governo Dilma.



Essas irregularidades violaram a lei de responsabilidade fiscal e foram a base jurídica para o impeachment da presidente.



No Banco Master, Guido Mantega atuou como articulador político nas negociações para a venda da instituição ao Banco de Brasília, o BRB. Ele prestou esse serviço até poucas semanas antes de o Banco Central decretar a liquidação do Master.



Em outras palavras, Mantega foi contratado, justamente por sua influência política, para intermediar a tentativa de venda de um banco privado, marcado por fraudes financeiras, a um banco estatal.



Daniel Vorcara aproximou-se do alto escalão do governo com um objetivo claro: empurrar o rombo do seu banco para o Estado, transferir o prejuízo para o colo do contribuinte e fazer o povo pagar a conta de operações fraudulentas feitas nos bastidores do poder.



Antes da liquidação, o Banco Master manteve trânsito intenso no governo, em contraste com o atual discurso público de Lula, que tem criticado Vorcara duramente. Registros oficiais mostram que em 2024 Mantega esteve quatro vezes no Palácio do Planalto, sempre em reuniões com o chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, sem menção do Banco Master nas agendas.



O senador Jaques Wagner também confirmou que indicou o ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, para atuar como consultor jurídico do Banco Master. Com a maior cara-de-pau do mundo, Wagner disse que foi consultado por um bom jurista e lembrou de Ricardo Lewandowski.



Agora fica claro, porque Lewandowski deixou as pressas o Ministério da Justiça. O escritório do ex-ministro de Lula, manteve um contrato de consultoria com o Banco Master por quase 2 anos após ele assumir a chefia da justiça no governo. O valor: 250 mil reais por mês. O acordo foi firmado em agosto de 2023 e seguiu até setembro de 2025, período em que Lewandowski já estava há 21 meses no ministério. No total, o contrato rendeu cerca de 6,5 milhões de reais, sendo 5,25 milhões após sua posse no cargo. Formalmente Lewandowski deixou o escritório em janeiro de 2024, na prática porém, os pagamentos continuaram fluindo para a banca, hoje controlada por seus próprios filhos.



A rede de conexões políticas do Master, incluía também Augusto Lima, ex-CEO e sócio de Vorcara, próximo a Jaques Wagner e ao ministro da Casa Civil de Lula, Rui Costa. Para fechar o cerco, esta segunda feira o jornal O Globo revelou um encontro entre Lula e Daniel Vorcara que simplesmente não existe nos registros oficiais. A reunião teria ocorrido em 2024 dentro do Palácio do Planalto, fora da agenda pública do presidente.



Um detalhe nada trivial quando se trata do chefe de Estado. Segundo a apuração, também participaram do encontro o ex-ministro Guido Mantega e ministros atualmente em exercício. Até hoje, porém, não há qualquer versão oficial sobre a pauta discutida.



Reuniões reservadas por si só não são ilegais. O problema começa quando elas não deixam rastros. A ausência de registros compromete a transparência, viola o princípio constitucional da publicidade e corrói a confiança pública.



Então, restam apenas a perguntas que ninguém responde. Quando exatamente esse encontro aconteceu? Quem estava na sala? O que foi tratado? E por que nada disso apareceu na agenda oficial do presidente? O silêncio apenas aprofunda a suspeita.



Não podemos esquecer que Bolsonaro ficou inelegível por fazer uma reunião com embaixadores. Será que o Lula ficará inelegível por uma reunião secreta  com o dono do Banco Master, envolvido num dos maiores escândalos da história?



Mas o envolvimento de Daniel Vorcara com o alto escalão do governo Lula não se limita a tentativa desesperada de empurrar o Banco Master para o colo do BRB, transferindo o rombo de um banco privado para um banco estatal. A coisa vai além. A família de Daniel Vorcara é a investidora de um projeto bilionário de créditos de carbono, realizado sobre terras públicas e baseado em valores inflados, sem lastro na realidade do mercado.



O ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, denunciou a fraude. (vídeo – o Banco Master ou o pai e a irmã, creio do presidente do Banco Master, aperaram com crédito de carbono na Amazônia, em áreas públicas, ou seja, área de domínio público. Venderam esses créditos de carbono, é um escândalo de 45 bilhões de reais, inflaram o preço desses créditos para lastrear os ativos do banco em crédito de carbono de uma área que não estava registrada e contabilizada, que é uma área do governo. Aí foram para essas áreas na Amazônia, transformar essas áreas em crédito de carbono, inflar o preço desse crédito de carbono, ampliar o ativo do banco. Isso apareceu agora nessas investigações, o que mostra que essas ONGs, o Ministério do Meio Ambiente precisa explicar, porque essa área está sob a responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente. Eu não vi nenhuma explicação da dona Marina, não vi nenhuma explicação do ICMBO, não apareceu nenhuma ONG para explicar o que está acontecendo.



Eu tenho certeza que tem organizações não, essa é a agenda das Organizações não Governamentais, transformar a Amazônia em uma reserva de crédito de carbono para ser negociada na Europa.



O escândalo do Banco Master está puxando para a lama Alexandre de Morais e Dias Toffoli, respectivamente, o arquiteto e o executor do regime de exceção em vigor no país. E agora, alcança em cheio o próprio governo Lula. Tudo isso exposto, sem disfarce, pela imprensa tradicional. E o mais revelador, em pleno ano eleitoral, um sinal inequívoco do que, como venho dizendo, o sistema percebeu que o regime já cumpriu a sua função, mas agora se tornou pesado e caro demais para continuar sendo sustentado.



Lula também deixou de ser útil ao sistema. Seu governo conduz o país a bancarrota e isso não é acidente, é método. O projeto histórico do PT sempre foi transformar o Brasil numa favela continental, um país governável pela miséria, pela dependência e pela chantagem social das esmolas estatais. Esse ambiente é perfeito para o PT, mas é desastroso para o Sistema que precisa de estabilidade, previsibilidade e sobretudo dinheiro, muito dinheiro.



Para o Sistema um país colapsado é um ativo inútil. Por isso as portas começam a se escancarar para Flávio Bolsonaro. Este pode ser o ano da virada, mas, atenção, a vitória do zero um não significa o fim da guerra, é no máximo uma batalha vencida.



Quando um regime cai, o Sistema não some. Ele recua, se reorganiza, muda de rosto e volta. A vitória plena não acontece aqui. Aqui a luta é permanente, a vigilância é eterna. Descanso, só na glória.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 30/01/2026 às 01h58
 
29/01/2026 17h54
MESSIAS, BRASILEIRO

            Como citei no último texto que produzi e que publiquei na semana passada, a surpresa positiva que tive com Bolsonaro, da forma dele fazer campanha e de administrar o país, colocando sempre na frente os princípios cristãos e evitando qualquer tipo de corrupção.



            Curioso pela forma honesta e corajosa de pautar por aspectos éticos e democráticos, dentro do maior cargo da República, fiquei interessado em procurar saber mais sobre a motivação espiritual que ele implementou na administração do país. Assim fiz uma pergunta à Inteligência Artificial (IA), que vai ser a tônica de minhas considerações daqui para a frente.



            - Boa noite, IA, quero saber qual a relação ou missão que Jair Messias Bolsonaro tem com a espiritualidade.



            Após 2,96 segundos pensando, a IA devolve a seguinte resposta:



- A espiritualidade e a religião é um dos pilares centrais da imagem pública e da sua trajetória política de Jair Messias Bolsonaro. Essa conexão pode ser analisada sob diferentes perspectivas: a fé pessoal, o uso simbólico de seu nome e a aliança com setores religiosos.



Aqui estão os pontos principais para entender essa relação:



1. Identidade Religiosa Híbrida



Embora tenha sido criado e se declare católico, Bolsonaro construiu uma ponte muito forte com o segmento evangélico.




  • Batismo no Rio Jordão: Em 2016, ele foi batizado pelo pastor Everaldo (PSC) no Rio Jordão, em Israel. Esse ato foi visto como um marco simbólico de sua aproximação definitiva com os evangélicos, embora ele não tenha abandonado formalmente o catolicismo.

  • Trânsito entre fés: Ele costuma frequentar tanto missas católicas quanto cultos em igrejas neopentecostais, o que o torna uma figura de convergência para o eleitorado cristão conservador.



2. O Simbolismo do nome "Messias"



O nome do meio de Bolsonaro é frequentemente utilizado por ele e por seus apoiadores para sugerir uma "missão divina".




  • Narrativa de Escolhido: Durante suas campanhas e mandato, muitos de seus seguidores mais fervorosos o descreveram como um "enviado de Deus" para "salvar o Brasil".

  • Slogan: O lema "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos" sintetiza a ideia de que a política deve estar subordinada a princípios religiosos e patrióticos.



3. A "Missão" na Visão de Seus Apoiadores



Para o núcleo mais religioso de sua base, a missão de Bolsonaro seria de natureza espiritual e moral:




  • Combate ao Secularismo: Ele é visto como um defensor dos "valores da família tradicional" contra o que chamam de "ideologia de gênero", o aborto e a secularização da sociedade.

  • Batalha Espiritual: Existe uma narrativa, comum em meios neopentecostais, de que o Brasil vive uma "guerra espiritual" entre o bem (conservadorismo cristão) e o mal (comunismo/esquerda). Nesse cenário, Bolsonaro seria o líder dessa resistência.



4. Relação com Lideranças Religiosas



Sua missão política foi fortemente validada por grandes líderes evangélicos, como Silas Malafaia, Edir Macedo e Valdemiro Santiago. Essas lideranças conferiram a ele uma espécie de "selo de aprovação espiritual", reforçando a ideia de que ele seria o instrumento para pautar o Judiciário (como na indicação de um ministro "terrivelmente evangélico" para o STF) e o Legislativo com valores bíblicos.



5. Perspectiva Crítica



Por outro lado, críticos e estudiosos da sociologia da religião argumentam que:




  • Uso Instrumental: A espiritualidade seria usada de forma instrumental para mobilizar massas e criar uma polarização "nós contra eles", baseada em pautas morais que desviam o foco de questões econômicas ou sociais.

  • Contradição: Críticos apontam uma desconexão entre o discurso cristão de "amor ao próximo" e a retórica armamentista ou agressiva que ele por vezes adotou.



Resumo da Relação





























Aspecto



Descrição



Fé Pessoal



Católico de origem, mas com forte prática e batismo evangélico.



Slogan Central



"Brasil acima de tudo, Deus acima de todos".



Apoio Base



Forte identificação com o eleitorado conservador e cristão.



Conceito de Missão



Vista por seguidores como a proteção da família e dos valores cristãos contra o secularismo.




Em suma, a "missão" de Bolsonaro com a espiritualidade é, para seus apoiadores, uma missão de restauração moral e cristã do país, enquanto para seus opositores, é uma estratégia de populismo religioso para manter o poder político.



            Essas respostas da IA parece bem coerente com o que Bolsonaro fez e está fazendo na vida política, sacrificando a sua vida por defender e praticar práticas de natureza cristã, mesmo que seus críticos o ataquem por ser armamentista e usar palavras rudes... mas que foi São Pedro? O pescador ao qual o Cristo confiou a direção da Sua futura igreja?


Publicado por Sióstio de Lapa
em 29/01/2026 às 17h54
 
28/01/2026 00h01
IDEOLOGIA, VERDADE E IDENTIDADE

            O texto que produzi ontem abordava a ideologia que alcança o poder através das mentiras e falsas narrativas, e como isso pode se entranhar na nossa mente e ficar cristalizada em nossa identidade.



            Assisti um vídeo nas redes sociais que aborda justamente esse tema, infelizmente não encontrei o nome da autora que estava publicando. Vejamos...



            Quando a ideologia se torna identidade, a verdade vira ameaça... não é lealdade ao sistema, é pavor de admitir que estavam errados. E se o problema nunca foi falta de informação, mas medo do que a informação exige?



            Por que tantas pessoas se recusam a acordar, mesmo com a verdade escancarada na frente delas? Porque para elas, acordar não é libertador, pelo contrário, é doloroso demais.



            Quando uma crença vira uma identidade, o cérebro para de buscar a verdade e passa a buscar uma proteção emocional. É a partir daí que não importa quanto clara seja a evidência. Qualquer informação contrária ativa um estado de ameaça. Não importa se é lógica, se é dado, se é realidade concreta. O corpo reage como se estivesse sendo atacado. Nesse momento, a pessoa já não discute mais ideias. Ela defende a própria autoimagem. E é exatamente aqui que a razão perde espaço para o instinto. É por isso que quem questiona vira o inimigo. É por isso que argumentos viram violência. É por isso que a verdade passa a ser vista como agressão. Não porque ela machuca, mas porque ela desmonta.



            E aqui entra o mecanismo mais cruel de todos, o viés do custo irrecuperável. Quando alguém investiu tempo, status, relações e propósitos numa ideologia, mais impossível se torna abandonar essa ideologia. Porque abandonar a crença agora significa admitir que tudo foi em vão. Admitir o erro significaria admitir que a própria vida foi construída sobre uma mentira. O cérebro entra no modo negação. É uma negação total. Não porque a pessoa é má, não! Mas porque a dor psicológica de admitir o erro parece insuportável.



            Basta lembrar quantas mulheres permanecem em relacionamentos abusivos, pessoas emocionalmente reféns, elas são mais fáceis de serem conduzidas. Pessoas dependentes financeiramente são manipuláveis. O resultado é uma multidão defendendo um sistema que as enfraquece. Acreditando que estão do “lado certo da história”, enquanto perdem a sua autonomia, o seu senso crítico, a soberania.



            E presta atenção nisso agora. Se esse vídeo te fez entender alguém específico, alguém da sua família, alguém que você realmente se importa, alguém que você vê repetindo frases sem perceber o que está defendendo, você não precisa discutir com essa pessoa, não precisa convencer. Você só precisa deixar que esse vídeo chegue onde existe dúvida.



            E deixa eu te dizer algo que quase ninguém tem coragem de falar. Quem não suporta a dor de estar errado se torna escravo de quem controla a narrativa.



            Se você quer soberania sobre a vida, precisa desenvolver algo raro, que é a coragem emocional, para perder uma identidade antiga.



            A dor de admitir um erro passa. A humilhação de viver enganado uma vida inteira, não. A pergunta não é se a verdade vai vencer, porque ela sempre vence. A pergunta é, você vai acordar agora ou só quando não der mais pra fingir?



            Considero muito coerente e vejo que fiz aplicação na minha própria vida. Quando percebi que o candidato Lula que ajudei a eleger como presidente na primeira vez, estava mentindo descaradamente no escândalo do mensalão, logo tirei o meu apoio a ele fiz uma auto crítica de todos os meus passos, carregando bandeiras de partidos revolucionários, e vi que todos esses líderes tinham comportamentos incompatíveis com a dignidade humana que eu processava nas minhas campanhas políticas.         



            Saí da militância desses partidos políticos de esquerda e observei que os partidos de Direita não estavam tão contaminados pelas iniquidades como estavam os partidos de Esquerda. Mesmo assim não fiquei motivado para entrar nesses partidos, e em nenhum outro, pois percebi a fragilidade dessas lideranças em se corromperem.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 28/01/2026 às 00h01
 
27/01/2026 00h01
CAMINHADA POR JUSTIÇA E LIBERDADE

            Participei da caminhada que aconteceu no último sábado aqui em Natal, por 12 km, da sede do Partido Liberal em Lagoa Nova, até o Mercado Público, na praia da Redinha.



A caminhada tinha como objetivo despertar o Brasil na luta pela justiça e liberdade em nosso país, tomando como exemplo a iniciativa do deputado federal Nicholas que iniciou uma caminhada de mais de 200 km, de Minas Gerais até Brasília.



            Eu seguia com a camisa e boné do time de futebol Vasco da Gama, que colocava em destaque a Cruz de Malta, símbolo das caravelas que chegaram ao Brasil em 1500 para evangelizar o nosso povo indígena.



            Adotei esta cruz que significava naquela época a Ordem de Cristo, que substituiu a Ordem dos Templários, depois que esta foi condenada pelo Vaticano à sua dissolvição, e Portugal foi o único país que a acolheu, mas tendo que modificar o nome.



            Desta forma, esta cruz passou a ter o significado evangélico de disseminar as lições de Jesus por todo o mundo, por todos os povos, retirando-os da barbárie, dos rituais pagãos, contrários à dignidade humana, e ensinar para todos o Caminho da Verdade que nos leva à Vida eterna.



            Quando estávamos passando pela orla da praia da zona leste, ouvi de uma das pessoas que se embriagavam nos botecos da beira-mar, um grito de protesto dizendo que “Bolsonaro está preso”. Queria dizer assim que não adiantava este esforço que estávamos fazendo para “despertar” nosso país, para lutarmos por justiça e liberdade.



            A voz dessa pessoa que ecoou no espaço com o álcool etílico a facilitar, tem a mesma motivação de grande parte da população, que vive à cata das migalhas em forma de caridade, uma esmola que o governo passa para ela, após arrecadar na forma de impostos, das pessoas que produzem.



            Esta é a estratégia que os partidos revolucionários, comunistas e socialistas, empregam para dominar e sequestrar as nações. Se aproveitam dos erros que os governantes cometem, em não governar conforme o exemplo da Cristandade, e criam falsas narrativas sobre os erros cometidos, influenciando a população, principalmente os jovens, como eu um dia fui, dessa forma influenciando-os para o furor revolucionário.



            Mas consegui perceber as mentiras com as quais eles nos enganavam, e depois que fiz o correto discernimento da realidade, deixei as falsas lideranças nas quais eu acreditava e procurei ver agora e na história qual personalidade que eu deveria confiar com mais solidez.



            Foi aí que reencontrei a figura de Jesus Cristo, agora com um novo olhar. Vi todo o esforço que Ele fez, com o sacrifício da própria vida, para nos ensinar o Caminho da Verdade que nos levará à Vida eterna, na sintonia com o Pai, nosso Criador universal.



            Agora O considero como o meu líder que se encontra ao nosso lado, sempre que dois ou mais se reúne em Seu nome. Foi assim que participei dessa caminhada, não defendendo nome específicos de pessoas, de candidatos, mas evocando o poder espiritual do nosso Mestre e Líder, para nos livrar das sombras diabólicas que nos envolve, que sejamos dignos da justiça e liberdade que evocamos, e para isso essa caminhada sérvio como penitencia pelos erros que cometemos ao colocar tis pessoas em posição de poder.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 27/01/2026 às 00h01
 
26/01/2026 00h01
GANHAR

 



GANHAR



“Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” — Jesus. (MARCOS, capítulo 8, versículo 36.)



As criaturas terrestres, de modo geral, ainda não aprenderam a ganhar de forma correta. O espírito humano permanece no Planeta em busca de alguma coisa. Não compreende que é indispensável alcançar valores de aperfeiçoamento para a vida eterna.



Recomendou Jesus aos seus tutelados, discípulos, apóstolos, que procurassem o Caminho da Verdade, insistissem para alcançar a Vida eterna...



Significa isso que o homem está motivado em outro sentido. Ele se demora na Terra para ganhar na luta material e procura enobrecer e conquistar esses desejos.



Toda perturbação, nesse sentido, provém da mente viciada, das almas que estão em desvios instintivos da animalidade, em procurar com prioridade o bem-estar físico.



O homem está sempre decidido a conquistar o mundo, mas nunca disposto a conquistar-se para uma esfera mais elevada. Muitas vezes não sabe para onde está indo.



Nesse falso conceito, subverte a ordem, nas oportunidades de cada dia.



A ordem principal é progredir espiritualmente, prioritariamente, e progredir materialmente, sim, mas de forma digna, mantendo a fraternidade com todos os irmãos.



Se essa ordem é subvertida e o progressismo material se torna prioridade, então se perde a fraternidade e o egoísmo domina a pessoa que passa a querer influenciar, dominar e explorar os outros.



Se Deus nos concede bastante saúde física, costumemos a usa-la na aquisição de bens espirituais, desenvolvendo as virtudes doadas pelo Pai; se conseguimos amealhar possibilidades financeiras, usando os talentos que Deus nos deu e que desenvolvemos esses talentos conforme a Sua vontade, da mesma forma, que possamos distribui-los equitativamente entre os irmãos que labutam conosco, com os quais ombreamos nas caminhadas.



O Mestre Divino não recomendou que a alma humana deva movimentar-se despida de objetivos e aspirações de ganho; salientou apenas que o homem necessita conhecer o que procura, que espécie de lucros almeja, a que fins se propõe em suas atividades terrestres.



Nós que fazemos a Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM) estamos prestando muita atenção nessas lições do Mestre, nessa época política que se aproxima das eleições.



Se nossos desejos nos tentam nas aquisições factícias, temporárias relativamente a situações passageiras ou a patrimônios fadados ao apodrecimento, atenção!



Evitemos que essas tentações se instalem em nossas mentes.



Renovemos sempre a perspectiva espiritual enquanto é tempo, focalizemos a visão prioritária dos ganhos espirituais, porque de nada vale ganhar o mundo que não nos pertence e perdermos a nós mesmos, indefinidamente, para a vida imortal.



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 26-01-26


Publicado por Sióstio de Lapa
em 26/01/2026 às 00h01
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