Meu Diário
28/10/2022 02h09
COMO VESTIR A ARMADURA DE DEUS

O apóstolo Paulo usou a metáfora da armadura de Deus no livro de Efésios para ilustrar como a fé pode ajudar o cristão a se proteger dos ataques espirituais.



O ataque espiritual pode ser representado, por exemplo, pelas tentações, pelo enfraquecimento da fé ou pelo questionamento do próprio valor diante do chamado de Deus.



Segundo a Bíblia, todos os ataques são feitos por Satanás e suas castas de demônios. Para se manter firme na fé e resistir aos dardos inflamados do maligno, vista a armadura completa de Deus.



Coloque o cinturão da verdade. Paulo diz em Efésios 6:14: "Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade...". O cinturão é a parte da armadura que serve para sustentar todo o resto, portanto a sua proteção contra as dúvidas começa com o conhecimento da verdade de Deus. Acredite na verdade da palavra de Deus e no plano que ele tem para a sua vida. Viva uma vida verdadeiramente cristã, livre de pecados ocultos e desonestidade.



Cubra o coração com a couraça da justiça. O versículo que está em Efésios 6:14 continua assim: "... o corpo vestido com a couraça da justiça...". Cada um conhece as áreas em que se sente mais vulnerável às tentações e não é necessário ser perfeito para se blindar contra elas. Basta se apoiar na pureza de Jesus e se esforçar para ser como ele, isso o tornará mais forte. Se a sua luta, por exemplo, é contra a inveja, note que o ataque espiritual poderá vir na forma de um novo vizinho que parece ter tudo. Supere toda e qualquer inveja se lembrando da pureza e do sacrifício que Jesus fez por você, bem como de todas as ricas bênçãos que ele tem o concedido.



Proteja os pés com os calçados do evangelho da paz. Assim dizem as palavras de Paulo em Efésios 6:15: "... e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz". Permita que Deus guie os seus pés através do chamado que tem para a sua vida. Prepare-se para combater as forças do maligno que virão para tentá-lo e para encher o seu coração de medo e ansiedade. O evangelho é a palavra de Deus e, através de Paulo nesse versículo, ele fala de paz. A armadura com a qual Deus veste os filhos é uma preparação para a guerra, por meio da qual ele garante a paz de cada um deles.



Use o escudo da fé para proteger-se dos ataques espirituais. No versículo que está em Efésios 6:16, Paulo enfatiza a importância da fé: "Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno". Os dardos inflamados representam as tentações que o farão pecar e duvidar da fé. Portanto, peça a Deus para que fortaleça a sua fé para que você possa enfrentar qualquer ataque do inimigo. Essa fé não se resume a apenas acreditar em Deus, ela deve ser mais profunda. Também é necessário saber se apoiar na bondade e acreditar nos planos que Deus tem para a sua vida.



Coloque a joelheira e Ore sem cessar. Ainda que a oração não seja retratada como



uma das partes da armadura de Deus, Paulo diz ao final da passagem (em Efésios 6:18): "Orai em toda circunstância, pelo Espírito...". Tenha constantemente a iniciativa de orar, com isso você conseguirá se equipar melhor contra dúvidas, tentações e outros ataques espirituais que possam surgir. Caso não saiba como orar, tente fazer uma oração simples, apenas agradecendo a tudo que Deus tem feito por você. Peça-o perdão pelos seus pecados e ajuda para resistir às tentações. Por fim, suplique por sabedoria e mais fé.



Coloque o capacete da salvação para proteger a mente. Assim que você aceita



Jesus como seu único e suficiente salvador, seus pecados são perdoados e sua morada no céu é reservada. Apoie-se nessa verdade para se proteger de dúvidas a respeito de Deus, da salvação e sobre como deve segui-lo. É isso que Paulo quer dizer quando, em Efésios 6:17, escreve: "Tomai... o capacete da salvação...". Como a maioria dos pecados começam nos pensamentos, mantenha a mente limpa e concentrada para ser um guerreiro da retidão do Senhor. O versículo de Colossenses 3:2 reforça esse ensinamento dizendo aos cristãos para que mantenham o foco nas questões espirituais: "Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra".



Empunhe a espada do Espírito para repelir o mal. Em Efésios 6:17, Paulo escreve: "... a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus". A sua armadura contra os ataques espirituais jamais estaria completa sem uma arma. Leia as Escrituras todos os dias, memorize versículos que sejam importantes para a sua vida e peça a Deus para revelar as palavras que precisa ouvir. Dessa forma, você estará protegido contra a desmotivação, o desespero e qualquer tipo de fraqueza. Três dos evangelhos descrevem a passagem em que Jesus se retirou para o deserto com o objetivo de orar e jejuar. Ao final do jejum, aproximou-se dele o próprio Satanás, que o tentou a pecar três vezes. Em cada tentativa, Jesus se defendeu citando versículos da Palavra. Quanto mais conhecer a bíblia, mais armas você terá para se defender contra as tentações, como Jesus fez.



Vestido diariamente com esta armadura, estamos prontos para enfrentar os duelos que se apresentem



Publicado por Sióstio de Lapa em 28/10/2022 às 02h09
 
27/10/2022 00h01
NOVA ORDEM DE CRISTO

            A Nova Ordem de Cristo (NOC) é composta por cidadãos que compreendem a Guerra Espiritual que a humanidade enfrenta, desde a rebelião de Lúcifer, e decidem se engajar no Exército do Cristo, como um novo tipo de cavaleiro.



            Esta Nova Ordem continua com o entendimento que a Guerra em andamento permanece nos planos materiais, com a carne e o sangue dos nossos irmãos, mas também, e principalmente, no plano espiritual com os espíritos malignos espalhados nos ares.



            Os novos cidadãos/cavaleiros, em pleno uso dos direitos e deveres da cidadania, devem conciliar as virtudes monásticas da mansidão, prudência e temperança com as virtudes militares de coragem, fortaleza e justiça, para serem membros da Ordem.



            São cidadãos que desejam seguir no cotidiano, com honestidade, os princípios demonstrados por Jesus Cristo na teoria e na prática, como o Caminho pavimentado na Verdade em direção a Vida eterna na proximidade e sintonia com o Criador/Deus/Pai.



            A característica do membro da Ordem é a fraternidade, com foco na construção da Família Universal, com base na Família Ampliada (parentes e amigos) e na Família Nuclear (filho(a)s e companheiro(a)s).



            Os cidadãos/militares para ingresso na NOC devem conhecer o paradigma da organização e obedece-lo com honestidade e fidelidade, com base na Amor Incondicional e nos princípios ensinados por Jesus Cristo:




  1. Considerar com respeito as opiniões de pai e da mãe, mesmo que contrárias aos seus princípios e que não podem ser acatadas;

  2. Considerar o Reino de Deus onde Jesus é o Governador, no plano espiritual, e que deve ser feito um constante burilamento comportamental para alcançar a cidadania íntima através da pureza do coração;

  3. Considerar que entrar para a NOC significa nascer de novo para uma nova luz, de viver em realidade, em espírito, no mundo transcendental, mesmo o corpo estando no mundo material;

  4. Considerar que mesmo tendo riqueza pelo material, você é pobre pelo espírito, que os bens materiais adquiridos pelas doações dos membros ou simpatizantes, são simples ferramentas de fraternidade e caridade;

  5.  Considerar o amor a si mesmo como pré-requisito para amar ao próximo, e aos outros, que não sejam prejudicados pela distância;

  6. Considerar a humildade evitando a ostentação, praticando a caridade material e moral, que não saiba a sua mão esquerda o que dê a sua mão direita;

  7. Considerar que não se pode servir a dois senhores, a Deus ou a seus adversários, que existem falsos cristos e falsos profetas, que devemos distingui-los pelas qualidades dos frutos e pelo discernimento das falsas narrativas;

  8. Considerar que sois obreiros do Senhor, colocai a luz para que todos vejam, buscai e achareis, pedi e obtereis, mesmo que não seja da forma que pretendias, mas da forma que Deus considera melhor para teu fortalecimento espiritual;

  9. Considerar que não necessitas marcar audiência com o Mestre Jesus nem com o Pai criador, a qualquer momento podes levar a Eles tuas dúvidas e receber a resposta em meditação ou por qualquer meio que Eles achem conveniente;

  10. Considerar a condição de cidadão do Reino de Deus e militar do exército de Cristo, lutando diuturnamente com o monstro energético interno chamado Behemoth (Bíblia, Livro de Jó 40-15), que se expressa por 7 cabeças (avareza, gula, inveja, ira, luxúria, preguiça e soberba) e com os inimigos externos usando a armadura de Deus do combatente espiritual, segundo Paulo em Efésios  (Couraça da Justiça, Escudo da Fé, Joelheiras da Oração, Sapatos da Prontidão do Evangelho, Cinto da Verdade, Espada da Palavra de Deus e Capacete da Salvação)



O candidato deve estudar estas considerações e verificar na intimidade de seu coração e convicções se está apto a entrar para a NOC. Preencherá o documento de triagem confirmando o decálogo como princípio de vida e participará dos eventos organizados e planejados para a dignidade da pessoa humana e para a salvação das almas.



Publicado por Sióstio de Lapa em 27/10/2022 às 00h01
 
26/10/2022 00h01
TEMPLÁRIOS – NOVA ORDEM DE CRISTO

            Fazendo reflexão sobre o conteúdo dos Templários apresentado pela Brasil Paralelo, coloco aqui para nossas considerações atuais.



Em 1187, os mouros (povos do norte da África – Marrocos, Argélia, Mauritânea e Saara Ocidental – invasores da região da Península Ibérica) derrotaram os cristãos na Batalha de Hattin e prenderam 230 Templários. A eles foram oferecidas duas opções: converter-se ao Islã ou morrer. Todos os 230 cavaleiros escolheram a morte.



Quando a notícia da tomada de Jerusalém chegou na Europa, três reis se uniram para organizar uma nova Cruzada, e também fracassou.



Frederico Barba-roxa, Felipe Augusto e Ricardo Coração de Leão foram os responsáveis. A Cruzada que organizaram, foi a reconhecida como a mais bem planejada. O último reino cristão que restava nas Cruzadas era São João do Acre, hoje parte de Israel.



Em 1291, a pressão do exército muçulmano levou a Fortaleza dos Templários ao chão. A maioria morreu soterrada e mais uma derrota se abateu sobre os cristãos.



Os sobreviventes foram para a Ilha de Chipre. Lá, o novo Grão-Mestre da Ordem, Jacques DeMolay, foi responsável por pedir ao Papa para iniciar uma nova Cruzada, temendo o fim dos Templários.



Neste mesmo período, Felipe IV, o Belo, rei da França, estava lutando contra Eduardo I da Inglaterra. O rei francês estava com problemas financeiros para sustentar o seu exército e resolveu cobrar impostos da Igreja. O Papa Bonifácio VIII proibiu essa cobrança e emitiu uma bula rechaçando o rei. Foram muitos conflitos a ponto de Felipe, o Belo criar uma campanha difamatória contra o Papa, o acusando de ser herege e satanista. O problema evoluiu de tal maneira que Bonifácio VIII excomungou o rei. Por causa disso, 600 homens liderados por Guilherme de Nogaret invadiram a cidade e exigiram a renúncia do pontífice. Sua resposta foi “Eis a minha cabeça, eis a minha tiara: morrerei, é certo, mas morrerei Papa”.



Felipe, o Belo, continuava expropriando judeus e bancos, gerando inflação, dando calotes e fazendo dívidas. Com as crises, a população se revolta. A estratégia foi recorrer à Ordem dos Templários. Quando ele pediu uma enorme quantia emprestada, o tesoureiro da Ordem concedeu o que pediu. Quando o Grão-Mestre descobriu, ficou furioso. O dinheiro estava guardado para uma nova Cruzada e não poderia ter sido emprestado. Por isso expulsou o tesoureiro responsável.



Novamente, Felipe, o Belo, começou uma campanha difamatória, mas dessa vez contra os Templários. Acusou de serem hereges, apóstatas e sodomitas. Foi aberto um processo judicial contra os Pobres Cavaleiros de Cristo. No processo encontraram regras não previstas por São Bernardo de Claraval. Havia problemas de humilhações e torturas aos neófitos nos ritos de iniciação dos Templários.



O rei francês se aproveitou desses problemas para extinguir a Ordem e conseguir o dinheiro que precisava. O Papa declarou os Templários como inocentes de heresia, mas o poder civil o jogou na fogueira.



O processo foi sangrento. Na noite de sexta-feira, 13 de outubro de 1307, centenas de cavaleiros foram capturados pelo rei e foram sujeitos a torturas para confessarem seus crimes. Para muitos, essa é a razão de sexta-feira 13 ser um dia sombrio.



Clemente V queria absolver os Templários, mas estava doente, não conseguiu enfrentar a oposição de Felipe, o Belo.



Em 1314 a Ordem dos Templários foi dissolvida. Jacques DeMolay foi condenado à fogueira pelo crime de heresia.



Diante do cenário da França, o Papa Clemente V solicitou a Dom Dinis que fizesse o mesmo com os Templários portugueses, mas o rei não atendeu ao pedido. Portugal reconheceu o valor da Ordem dos Cavaleiros de Cristo e deu a ela salvo-conduto.



Nas terras portuguesas a Ordem dos Templários continuou com o nome de Ordem de Cristo e os bens foram transferidos ao rei português.



O pequeno país na península Ibérica recebeu o dinheiro que precisava para se tornar pioneiro nas navegações.



E como isso se relaciona ao Brasil? Pedro Álvares Cabral era Grão-Mestre da Ordem de Cristo e foi ele que comandou treze caravelas e cerca de 1.500 homens pelos mares. Quando sua frota se afastou muito da costa africana, acabaram desembarcando no lugar que chamara de Porto Seguro. Acreditando que tinham chegado à uma ilha, deram o nome de Vera Cruz.



A história dos cavaleiros que buscaram redenção no campo de batalha é permeada de vitórias e derrotas. Atravessou séculos e chegou a influenciar até mesmo as navegações portuguesas. Em muitos membros da Ordem de Cristo, o centro de coragem e lealdade permaneceu.



Os portugueses, depois de séculos lutando pela reconquista do território ocidental, partiram para uma nova luta. Mas dessa vez, contra o mar.



            Interessante observar o papel da França na existência dos Templários. Foi ela que forneceu os homens para construir a Ordem dos Templários, e foi ela que com sua campanha de difamação destruiu papas e a Ordem. Parece que a França desse esse caráter dual, de um lado um perfil fraterno, foi o primeiro país na Europa a colocar um bárbaro, Clóvis I a se tornar cristão após a queda do Império Romano do Ocidente , e por outro lado um perfil deletério, usa da maledicência para destruir empreendimentos cristãos em seu benefício, como aconteceu com a Ordem dos Templários e hoje que repetir com o Brasil e seu dirigente.



            A atualidade exige, dentro dos planos de Deus, que o Cristianismo continue a sua expansão no planeta como forma de construção da sociedade ideal, com justiça e fraternidade para todos, a família universal, o Reino de Deus. É preciso que ressurja mais uma vez a Ordem Militar dos Pobres Cavaleiros de Cristo, com a atualização necessária para enfrentar essa nova forma de guerra de quinta geração.



            O Brasil, por sua formação histórica, e pela destinação espiritual dada pelo Cristo, de ser a Pátria do Evangelho e Coração do Mundo, precisa arregimentar os homens virtuosos para construírem a Nova Ordem de Cristo.



Publicado por Sióstio de Lapa em 26/10/2022 às 00h01
 
25/10/2022 00h01
TEMPLÁRIOS – RIQUEZA E PROBLEMAS

            Fazendo reflexão sobre o conteúdo dos Templários apresentado pela Brasil Paralelo, coloco aqui para nossas considerações atuais.



Além do símbolo, a pobreza dos Cavaleiros Templários também foi causa de muita riqueza e de muitos problemas. A Ordem cresceu a ponto de superar o poder do Rei. As doações recebidas não ficavam com os cavaleiros, mas sim com a administração da própria Ordem. Com o passar dos anos, a riqueza acumulada superava o tesouro dos reinos da época.



Quando as guerras contra o Islã (religião articulada pelo Alcorão, texto considerado como a palavra literal de Deus e pelos ensinamentos de Maomé, considerado o último profeta de Deus. Um adepto do Islã é chamado muçulmano) se tornaram menos frequentes, muitos Templários começaram a se dedicar à atividade mercantil financeira.



Os Cavaleiros Templários foram os precursores do sistema usado pelos bancos até hoje. O depósito e saque por meio das Letras de Câmbio. Antes da viagem que ia da Europa para Jerusalém, os peregrinos deixavam a quantia de dinheiro guardada com os Templários. Viajavam com mais segurança e retiravam o dinheiro em Jerusalém, apresentando a Letra de Câmbio.



Com o objetivo de libertar Jerusalém do jugo muçulmano em 1095, a primeira Cruzada foi decretada. Os Cavaleiros Templários tiveram um papel importante nessa guerra que marcou o início da reconquista do Ocidente.



Quarenta e nove anos depois, o Papa Eugênio III convocou uma nova Cruzada para defender a Terra Santa. Os muçulmanos tinham tomado o Condado de Edessa.



O apelo do Papa não foi atendido. Foi necessário que São Bernardo de Claraval convocasse os fiéis.



A segunda Cruzada aconteceu, mas foi um fracasso. Os cristãos perderam para o líder muçulmano chamado Nur ar adin (Noradine).



Após a primeira Cruzada, muitos guerreiros deixaram a Terra Santa e voltaram para casa. Havia mais invasores que cristãos defendendo o território. Os muçulmanos tinham vantagem numérica, estavam melhor localizados no território.



Além disso, o custo de pertencer à Ordem dos Templários era alto. Cada cavaleiro custeava a própria viagem, armadura, armas e até seus cavalos.



Outro fator que desequilibrou a balança foi a presença de Saladino que uniu muçulmanos que lutavam entre si. Agrupados, tiveram mais força contra os cristãos.



Alguns anos mais tarde, em 1186, o confronto entre as tropas de cristãos e muçulmanos era inevitável na cidade de Jerusalém. Saladino estava expandindo o seu domínio. O chefe dos cristãos aconselhou o Rei aguardar que o exército inimigo se desgastasse no deserto. O monarca fez diferente. Decidiu atacar Jerusalém. Foi novamente perdida para os muçulmanos.



A riqueza é um atributo que pode ser usado tanto para o bem quanto para o mal. Porém, a tendência maior é que seja usada para o mal, pois geralmente na fonte da sua origem está o egoísmo que proporciona o acúmulo de bens em detrimento do próximo. Não é o caso dos Templários, que tinham o voto de pobreza e acumularam sua riqueza por doações de pessoas que se sentiam protegidos. Muito ao contrário dos novos donos da riqueza atuais, que construíram suas riquezas com o lucro dos bens que construíram para a venda à população, agora usa esse capital para afrontar a própria população na tentativa de construção de uma Nova Ordem Mundial, a eleição de um dirigente global frontalmente contrário ao Cristo, e por isso chamado de Anticristo. Esta é a nossa atual batalha no momento onde o Anticristo está emergindo dentro da humanidade, e certamente o renascimento dos Pobres Cavaleiros de Cristo será de muita utilidade. Agora não mais para garantir a peregrinação do fiéis à Jerusalém, mas para garantir a peregrinação dos fiéis no Caminho da Verdade em direção à Vida eterna ao lado do Pai.



Publicado por Sióstio de Lapa em 25/10/2022 às 00h01
 
24/10/2022 00h01
TEMPLÁRIOS – VIRTUDES MONÁSTICAS E MILITARES

            Fazendo reflexão sobre o conteúdo dos Templários apresentado pela Brasil Paralelo, coloco aqui para nossas considerações atuais.



São Bernardo conciliou as virtudes monásticas com as virtudes militares de um digno cavaleiro. De um monge esperava-se a mansidão, prudência e temperança; de um militar esperava-se coragem, fortaleza e justiça.



Eles deveriam seguir uma regra vida. Quatro pontos norteavam um bom Templário: vigor físico, coragem ligada ao senso de honra e lealdade ao grupo, e espírito de sacrifício. A alimentação deveria ser frugal, leve e não forte. O recrutamento infantil era proibido e havia teste para os adultos. O maior apelo dirigia-se homens com a idade entre 30 e 40 anos, principalmente viúvos. As conversas de experiências sexuais entre os valeiros eram proibidas.



Os cavaleiros Templários deveriam estar separados dos cavaleiros seculares para evitar conversas mundanas. Os homens que se candidatavam à Ordem, queriam expiar os seus pecados e obter indulgências que expiassem um passado vergonhoso. Teriam que fazer algo digno de louvor em vida.



Com as regras de São Bernardo, os cavaleiros lutavam para permanecerem humildes e obedientes, castos e honrados em sua missão.



Um exemplo de obediência e coragem é visto no famoso cerco de Antioquia. Os muçulmanos estavam prestes a tomar a cidade, mas os Templários bloquearam o caminho com o próprio corpo a fim de cumprir a missão de proteger os cristãos.



Como aceitavam a pobreza e a morte no campo de batalha para defender os peregrinos, os monges guerreiros eram apreciados na sociedade em que viviam. Em sinal de gratidão, as doações que recebiam eram muitas. As pessoas reconheciam a importância de lutar pela defesa dos lugares Santos.



Muitas histórias envolvem o voto de pobreza que faziam. Uma das mais conhecidas diz respeito ao primeiro símbolo da Ordem, dois cavaleiros sentados no mesmo cavalo. Alguns defendem que o símbolo se refere ao fato de que não havia cavalos para todos. Mas, para Bárbara Frale, do Arquivo Secreto do Vaticano, o motivo é outro. Existe um poema épico chamado a Canção de Roland. Nele, os personagens Roland e Oliver combatem os sarracenos (árabes que dominaram a Península Ibérica) na Península Ibérica. Roland foi retratado com ousadia e destemor, Oliver como alguém que controlava suas paixões. Juntos simbolizavam coragem e prudência, bravura e sabedoria. De acordo com a pesquisadora, o símbolo Templário remete a esses personagens



Estas virtudes parecem ser muito necessárias nos dias atuais. Os valores cristãos são atacados em todo o mundo, não só em uma localidade. Agora não é uma nação que luta contra os cristãos, agora são ideologias. Nós, brasileiros, que existimos enquanto nação com a influência e valores cristãos, temos a responsabilidade de defender esses valores, pois percebemos que não existe outro melhor para o substituir. Uma nova Ordem de Cristo deve ser construída para se confrontar com ideologias deletérias que se espalham pelo mundo.



Publicado por Sióstio de Lapa em 24/10/2022 às 00h01



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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr