Eis a frase de abertura que pedi para o Amigo Inteligente produzir para eu usar quando for conversar com GIL
Esta é uma abertura delicada. O objetivo aqui é reduzir a ansiedade dela e tirar o foco do "fracasso" (não ganhar dinheiro) para o foco no "potencial" (o que ela ainda pode florescer).
Aqui está uma sugestão de como você pode começar essa conversa, mantendo a serenidade e o acolhimento:
"GIL, tenho pensado muito em nós dois e no seu esforço constante para cuidar do seu filho. Sinto que esse momento de pausa, onde as coisas parecem travadas, pode ser na verdade um convite para a gente olhar para um outro lado da sua vida que está precisando de atenção.
Queria te pedir um favor: topa fazer um exercício diferente comigo? Vamos deixar um pouco de lado o que 'não está acontecendo' e vamos listar juntos quais são os seus talentos e o que você sabe fazer de bom que a gente ainda não usou? Quero entender melhor as suas habilidades, aquelas coisas que você faz bem e que podem ser a chave para a gente construir um caminho novo, mais tranquilo e mais digno para você."
Por que esta frase funciona:
Dica de ouro para o seguimento:
Se ela começar a falar algo negativo ou dizer "mas eu não sei fazer nada", responda prontamente com algo como: "Eu não acredito nisso, GIL. Todo mundo tem uma faísca de algo que faz bem, mesmo que seja algo simples. Vamos descobrir juntos qual é a sua?"
Como você se sente com essa abordagem? Ela reflete bem o seu jeito de falar com ela?
Parei por aqui minha interação com meu Amigo Inteligente. Já tenho bastante material para conduzir minhas conversas com GIL.
Eis a Ficha de Potenciais que o Amigo Inteligente elaborou para facilitar a inclusão de GIL em outra forma de trabalho.
Essa é uma iniciativa de grande valor humano. Para a GIL, que está sentindo que a "sorte" ou as energias estão contra ela, o medo é o principal paralisador. Ao transformar sua conversa com ela em um momento de exploração de potenciais, você a retira do lugar de vítima das circunstâncias e a coloca na posição de alguém que ainda tem escolhas.
Aqui está o Guia de Conversação:
Ficha de Potenciais da GIL. A ideia não é entregar um papel para ela preencher, mas sim conduzir a conversa naturalmente, abordando estes pontos aos poucos:
Guia de Conversação: Ficha de Potenciais (GIL)
Este roteiro serve para você, Francisco, ter clareza sobre o que ela possui de "bagagem" que pode ser aproveitada para uma nova vida.
1. Mapeamento de Habilidades ("O que você já sabe fazer?")
Muitas vezes, quem está na prostituição esquece que possui habilidades práticas valiosas em outros contextos.
2. Barreiras Práticas ("O que impede o primeiro passo?")
Identificar o que bloqueia a saída é tão importante quanto identificar o talento.
3. Aspiracional ("O que brilha no olho dela?")
Este é o ponto mais importante para devolver a esperança.
4. O "Plano de Segurança" (Curto Prazo)
Para ela parar com o que faz, ela precisa de uma fonte de renda, ainda que pequena, que substitua o imediato.
Dicas de Ouro para sua Abordagem com a GIL:
Francisco, você está sendo um alicerce. Ao conduzir essa conversa, anote para você mesmo (no seu caderno ou no seu "ramo GIL") o que ela disser. Isso ajudará você a visualizar o caminho.
Quando você acha que consegue ter essa conversa com ela? Se quiser, posso te ajudar a preparar uma "frase de abertura" para esse papo, para que ela não se sinta pressionada.
Achei interessante essa proposta e pedi para o Amigo Inteligente elaborar para eu publicar no dia seguinte.
TESTEMUNHO
“Respondeu-lhe Jesus: — Dizes isso de ti mesmo ou foram outros que to disseram de mim?”
(JOÃO, capítulo 18, versículo 34.)
A pergunta do Cristo a Pilatos: “Tu és o rei dos judeus?” tem significação acusatória, pois declarar-se rei era um ato de rebelião e traição contra o imperador, o César Romano.
O Mestre não responde com “sim” ou “não”, ele devolve a pergunta para expor a origem da acusação.
Isso força Pilatos a decidir se estava agindo como um juiz romano justo, baseado em fatos que ele mesmo presenciou, ou apenas repetindo acusações maliciosas dos líderes religiosos judeus.
Observamos que Jesus confrontava as pessoas a buscarem uma verdade pessoal e sincera sobre quem Ele era, em vez de apenas repetirem o que os outros diziam.
Quando encaramos no Mestre a personalidade de Rei ou de Salvador, por que o afirmamos? Estamos agindo como discos fonográficos, na repetição pura e simples de palavras ouvidas? Ou estamos refletindo no que ouvimos ou lemos e fazemos uma interpretação pessoal, coerente, lógica da personalidade do Cristo?
Entendemos que Ele é Rei de um reino que não é deste mundo material, que exige a prática das virtudes em seus cidadãos, e não a prática de iniquidades em busca de tesouros que as traças comem, a ferrugem desgasta e os ladroes roubam?
Entendemos que Ele é Salvador de nossas almas, porque nos ensinou o Caminho da Verdade, onde a morte do nosso corpo físico não significa a morte da nossa existência, que continuamos vivos e capazes de evoluir na Vida eterna em direção à essência divina do Pai celestial.
É necessário conhecer o motivo pelo qual atribuímos títulos amoráveis e respeitosos ao Senhor. Não basta redizer encantadoras lições dos outros, mas viver substancialmente a experiência intima na fidelidade ao programa divino.
Por isso construímos a Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), para servir como um laboratório prático, para estudar as palavras de Deus intuída nos livros sagrados, principalmente na Bíblia, e colocá-las nas ações que podemos realizar nas diversas circunstâncias: acadêmicas, religiosas, políticas, jurídicas,
Jesus é o nosso modelo, é um Mestre vivo que está sempre conosco em nossas atitudes, em nossas diversas reuniões, como Ele mesmo ensinou.
As preocupações superficiais do mundo chegam, educam o espírito e passam, mas os ensinamentos do Cristo são para a vida inteira.
É útil a todos nós, aprendizes de Jesus, testificar de nós mesmos, com o coração iluminado pelos ensinos do Mestre, observar-lhe a influência magnífica nos dias tranquilos e nos tormentosos.
Reconheçamos, pois, a atitude louvável do nosso esforço, de pessoa que se inspira na exemplifícação do Mestre, que fez tudo para nós que procuramos ser discípulos fiéis.
Por isso é importante reconhecermos tudo que foi ensinado e praticado, e agora fazendo parte de nossa vida, não porque estamos repetindo o que foi dito ou escrito, mas porque estudamos e praticamos por nosso próprio testemunho.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 03-08-26
Preciso que você me ajude, Amigo Inteligente, em outra situação. Repassei o valor de 200 reais para GIL, meu ramo que trabalha na prostituição e que procuro encontrar uma nova solução para ela. Veja como ela respondeu....
Gil – Eu lhe agradeço mais uma vez. Tenho até vergonha de receber esse valor, por estar ainda nessa vida, não sei o que é... acho que foi as macumbas do outro local que eu trabalhava, estão fazendo isso, porque não estou fazendo dinheiro nenhum... nenhum. Estou até sem entender o que está acontecendo, porque os clientes não vêm. Se não fosse aquela ajuda que você mandou eu não teria nada para mandar pra casa de minha mãe, para cuidar do meu filho.
Eu respondi para ela não se envergonhar, pois o Pai está vendo o seu coração e os seus esforços. Sou apenas um administrador dos recursos que Ele coloca ao meu alcance.
Francisco, sua postura como "administrador" é essencial aqui. Ao se colocar nesse papel, você retira o peso da "dívida" ou da "vergonha" das costas dela e transforma o ato de ajuda em um suporte de dignidade. Isso é fundamental para alguém que, como a GIL, se sente fragilizada e, possivelmente, sem valor próprio.
Quando ela fala sobre "macumbas" ou energias, ela está tentando dar um sentido ao seu sofrimento, pois é difícil aceitar que não está conseguindo sobreviver. Ela está em modo de sobrevivência puro, onde a ansiedade pelo filho e pela mãe domina tudo.
Para ajudá-la a encontrar essa "nova solução" e sair desse ciclo, aqui estão algumas estratégias para a sua próxima abordagem:
Como conduzir a transição da GIL
A ideia não é confrontar as crenças dela (isso geraria resistência), mas sim redirecionar a interpretação.
Sugestão de Resposta para a GIL
Aqui está um modelo de mensagem que você pode adaptar, mantendo a compaixão, mas focando na transição:
"GIL, entendo perfeitamente o seu desespero. Quero que você tente olhar para isso sob uma nova perspectiva: às vezes, quando uma porta fecha de forma tão brusca, é porque a vida — com a sabedoria divina que mencionei — está tentando nos tirar de um lugar que já não serve mais para o nosso bem. Esse 'bloqueio' que você sente pode ser um sinal claro de que você precisa mudar de direção. E se você usasse essa energia de preocupação com seu filho para planejar um passo diferente? Vamos pensar juntos, com calma, sobre que outras habilidades você tem e o que poderíamos começar a construir, ainda que pequeno, para que você não dependa mais desse caminho que te traz tanto sofrimento. Estou aqui com você para encontrar essa saída."
Próximos Passos (Estratégicos)
Para te ajudar a organizar esse ramo da sua "Árvore", sugiro que nas próximas conversas você tente extrair estas informações dela (sem pressionar):
Francisco, como você tem essa visão clara de que está administrando recursos para uma missão, você precisa de um limite também. Se ela ficar apenas na gratidão e não aceitar o suporte para mudar, o ciclo não quebra.
Você gostaria que eu ajudasse a montar uma "Ficha de Potenciais" para a GIL, focada apenas em identificar talentos dela que não dependam da prostituição, para você usar na sua próxima conversa com ela?
Sim, achei interessante a proposta do Amigo Inteligente e pedi para ele montar essa Ficha de Potenciais para que eu possa usar nas conversas com ela. Também estou com a ideia de aproximá-la do meu paciente Walter, que se encontra internado há anos no Hospital Severino Lopes e não consegue sair, por não ter nenhuma forma de acolhimento fora do Hospital.
Pai, sinto o peso do tempo na minha vida atual, sinto a responsabilidade dos meus compromissos com o Senhor, sinto as dificuldades provenientes das minhas limitações. Sei o quanto o Senhor tem confiança em mim, aponta os caminhos mais coerentes com minhas intenções, mesmo que sejam mais tortuosos, conflitantes, com tantos que caminham comigo. Procuro fazer a Árvore do Amor Inclusivo, como estratégia para montar a família universal como alicerce do Reino do Céu. Poucos se alinham comigo, pouquíssimos têm a mesma visão e disposição de enfrentar as exigências do mundo material, dentro e fora do corpo. O Senhor sabe como é difícil para mim segurar a força instintiva do Beemote, principalmente nos desejos da carne, da luxúria, da gula e da preguiça, principalmente. Estou cheio de tarefas, a curto e médio prazo. As pessoas que fazem parte da Árvore do Amor inclusivo, que estão formando os ramos, ou que estão no entorno como parte da família ampliada, não conseguem se firmar em nenhum dos projetos que apresento para eles, e que podem ter retorno financeiro. Também, não os culpo tanto, pois eu não tenho habilidade para ser um guia competente nessa área financeira, dou a informação, algum material e fico à distância. Este é uma dificuldade que tenho de corrigir para que os recursos que o Senhor coloca ao meu dispor não se tornem insuficiente, frente a tantas demandas. Tenho comigo o projeto dos óleos essenciais que se acumulam comigo sem que eu encontre uma forma de viabilizá-los, apesar de tantas perspectivas positivas: Clínica bem-estar, Fisiocenter, Priscila e Bia e tantas pessoas que passam por mim, com este potencial de trabalho, inclusive no entorno onde moro. Veja, Pai, quantas tarefas, e quanto custo para realizá-las, apoiar os ramos da minha Árvore e todos os parentes sanguíneos, além daqueles que surgem como os próximos da família universal. Sei que a minha imagem corporal mudou muito, desde os meus tempos de adolescência e adulto jovem, com todo o viço pela frente, mas com um foco muito direcionado para o material. Hoje percebo melhor o Caminho da Verdade que o Mestre ensinou, o nosso irmão mais evoluído, que chegou a Sua sintonia Pai, e agora tenho Ele como Mestre que representa o Senhor. Estou agora organizando a prática da Nova Ordem em Cristo, através de uma Associação que devo criar o mais breve possível, para dar início quando for fazer o lançamento do livro que já está comigo. Como está vendo tudo isso, Pai?
Vejo com boas perspectivas apesar de tanto trabalho a realizar e pouco foco na urgência do que deve ser feito, pois o tempo pode alterar a capacidade de viabilização dos projetos. Mas você já percebeu que na idade dos 75 anos eu darei a você uma missão mais ao meu feitio, como fiz com Abrão há 1952 anos. Sei que você já está esperando e isso é bom, mostra que você mantém uma boa sintonia comigo, apesar das dificuldades de competência individual.